Ordem Ortodoxa Nazarena Essenia
NOSSAS CRENÇAS



Traduzido do Original em Inglês ao Espanhol por Roberto Díaz



Alhym (Elohim)

"Alhym" é a antiga palavra hebréia para "Elohim". Achamos que a (Presença) de Shakhynah de Alhym pode ser encontrada, onde quer que exista ali a paz, a verdade e a luz. O conceito de Alhym não deve ser limitado pelo adoctrinamento da infância, como a crença de que Alhym está num lugar longínquo, difícil de atingir. O antigo nome hebreu de Alhym é Yahuéh(I-A-U-É)

Yahushua haMashyakh (o Messías) disse, "Eu Sou a luz que está sobre todas as coisas. Eu Sou tudo: de mim tudo veio à existência, e através de mim se atinge tudo. Parta uma peça de madeira; Eu Estou aí. Levante a pedra e você me encontrará ali" - O Evangelho de Mar Thomas(Tomé).

Alhym está próximo de todos aqueles que O invocam a Ele e em cada esquina alta e baixa da terra.

Alhym Ekhad (Alahota)

Nós achamos que Alhym se dá a conhecer a Sua gente através de Três Aspectos:

1. A mente de Alhym, isso que concebe a todas as coisas. Este aspecto de Alhym, conhecido como o Pai, está para além daquilo que está manifesto e está para além de nosso entendimento.


2. O Miltha ou a sabedoria de Alhym, isso que molda todas as coisas. Este aspecto de Alhym comumente conhecido como o filho, é o único aspecto de Alhym mediante o qual se pode conceber qualquer criação.


3. Ruakh haKodesh ou a vida de Alhym, isso que enche toda a criação de energia e movimento; se algo na criação tem vida dentro dele ou dela, isso é devido ao Ruakh haKodesh. O qual faz que o conhecimento dos (Nazarenos)Essenios sobre o Espírito do Kadosh, seja algo muito diferente do que muitas pessoas que usam este termo, compreendem. É também o conhecimento mais exato do termo.

Estes três aspectos, são um. Significa que não têm existência separada ou autonomia de uma a outra.
O Sh'ma* diz "Escuta, Oh Yisrael! YHWH é Nosso Alhim! YHWH é Um ". Os (Nazarenos)Essenios são estritos “monoteístas”, e não crêem no conceito de "Pessoas" em relação com Alhym, o qual é uma paródia (deboche) ao monoteísmo. Portanto, nós usamos o termo "Aspectos".

* O Sh'ma - Deuteronomio 6:4

Yahushua (Yashua)

Nós achamos que Yahushua é o filho de Alhym, que Yahushua é Yahuéh! A Dabar (do aramaico: "Miltha", a "Palavra") foi feito carne na forma de Yahushua haMashyakh o filho de Miriam e Yoseph, e enquanto esteve aqui sobre terra, fez demonstração de um exemplo perfeito de Observancia da Torah, que todos devemos seguir. Achamos que Rabbeinu Yahushua foi crucificado e ressuscitou ao terceiro dia. Nós achamos que Seu sangue nos isenta e é uma manifestação do grande amor de Alhym por Sua criação, e que pode nos levar à vida livre de pecado.
Nós adicionalmente achamos que Yahushua, como Ekhad(Um) e o único filho de Alhym, chegou a muitas culturas durante toda a história da humanidade, para repartir Sua mensagem de amor e redenção. Como o Filho, Yahushua é conhecido como o "Segundo Aspecto" do Alhym-Khay (Elohim Vivente).


Escrituras Sagradas

Achamos que o Sefer Shakhynah ( Torah) é um guia para a humanidade e é o fundamento do primeiro pilar de nossa Fé Pura.
Achamos que o texto contido nas escrituras é a mensagem fornecida à

humanidade por Alhym para conhecê-lo a Ele.

Alhym também pode ser conhecido em sua própria formosa criação.
Há milhões de pessoas que nunca tiveram a oportunidade de ler uma cópia das escrituras e achamos que não obstante Alhym os quer.
Achamos que o Arameo-Hebreu Peshitta é o texto interpretativo mais exato das escrituras e como tal é um companheiro (investigação dos originais) da “Biblia”.

O Selo “Sagrado”

Nós achamos que o Ruakh haKodesh, é uma parte do Alhym Ekhad, é uma parte da Vida no Universo. Não se pode dizer que nenhuma coisa vivente pode estar "Vivendo" sem a presença da Ruakh haKodesh. Porque todas as criações entram na existência, vivem por um momento e depois se extinguem, somente se pode dizer que o Ruakh haKodesh se encontra dentro dessa criação, quando essa criação vive há uma condição especial para a alma, uma alma que recebe o selo da Ruakh haKodesh dentro dele ou dela, isso existirá com Alhym por toda a eternidade. Esta é a importância na vida de uma pessoa, a de receber o Ruakh haKodesh.

A maioria das pessoas confundem que é o que exatamente outorga o Ruakh haKodesh sobre o crente; muitos acham que é o batismo, mas este mandamento especial é um mikva, um banho ritual para a purificação dos pecados.
Similar ao que o Profeta Yokhanan ofereceu às pessoas da Judéia. Enquanto a Ruakh haKodesh desceu sobre Yahushua haMashyakh em seu batismo no rio Yarden, isto não é o mesmo para todas as pessoas que têm um mikva.
Sim, têm que ter a Tevilah(imersão), mas é essencial que recebam o Selo da "Mish´chah" (unção), o Selo da Unção é o que outorga a Ruakh haKodesh na alma.

Nós não dizemos que uma pessoa não alcançará a eternidade sem o Selo da Unção, porque nós não sabemos que ocorrerá entre o alma individual e Alhym, uma vez que deixa esta vida e entra no Sheol.

Salvação

Os (Nazarenos)Esenios crêem na obra “divina” do madeiro. O que nós dizemos por meio disto, é que todos serão ajudados a a elevar a luz de Alhym através de um processo de crescimento espiritual concedido a nós pela piedade de nosso criador.

Devido à piedade de Yahushua, todas as pessoas agora têm a oportunidade de reconciliar-se com Alhym através do sacrifício sobre o madeiro e a posterior resurreição.

O que faz aos (Nazarenos)Essenios diferentes dos outros grupos que reclamam seu amor para Mashyakh é que os (Nazarenos)Essenios estão sempre no processo de Guardar Seu Caminho (Halakha). Estamos dedicados a Perdurar na Fé.

Numa formosa e antiga oração chamada o "Tephilah Panim" esta diz:

"Alhym, ¡Eu nunca posso permanecer quieto na ociosidade; guia meus pensamentos para meditar em Ti; guia minhas mãos para fazer Teu trabalho, e controla minha atenção para escutar somente Tuas instruções, e Eu poderei caminhar sempre em sua Shakhynah".

Esta é uma curta e resumida oração da mente de um (Nazareno) Esenio Ortodoxo. É muito fácil dizer que um adora a Alhym. É muito fácil dizer que uma pessoa aceitou a salvação através do Mashyakh. É até muito fácil ir aos serviços religiosos, e é outra coisa completamente diferente guardar a Torah de Mosheh como selada no Sangue do Cordeiro. Isto é o que os (Nazarenos)Essenios Ortodoxos se comprometem a realizar diariamente.


O serviço para o Mashyakh é nosso amor a Alhym, fato manifesto. Não achamos que alguém que aceita a Alhym e ao Mashyakh deve ganhar seu "Boleto para o céu", mas o sinal desta aprovação é o guardar o Halakha de Mashyakh diariamente. Combatendo o bom combate até o final.

O Mundo

Nós achamos que o mundo está num estado moribundo e que nosso propósito é lhe brindar a luz de Alhym a todos aqueles que desejam ter um estilo de vida melhor e ser consolados com sua esperança. Achamos que este melhor estilo de vida pode ser manifesto somente através da observancia da Torah. É o desejo dos (Nazarenos) Essenios, ajudar a todas as pessoas a encontrar seu próprio caminho dentro do Caminho Estreito, e começar a tomar esses passos que os dirijam ao Olam ha'Bah (o Mundo vindouro).

O Fogo da Palavra

É muito fácil para uma pessoa dizer que crê em Alhym. Dizer que aceita a salvação, mas só dizer uma coisa, ou só levar a cabo um ato, não expressa se uma pessoa, a dizer verdade, se regressou a Deus completamente, e aceitou ao Mashyakh completamente. Somente Alhym sabe com segurança, quem é e quem não é de Suas Ovelhas. Por outro lado, o indivíduo, tem que saber se se comprometeu com o Mashyakh.

Existe uma frase que é usada entre os (Nazarenos)Essenios, e esta é "O Fogo da Palavra". Para nós, é uma pessoa que real e verdadeiramente se volta para Alhym, através do Mashyakh, e se compromete segui-lo completamente.

Agora cheio de um Fogo Sagrado, Mashyakh é A Palavra e o Fogo que é ignição e se queima dentro do Crente, é um Fogo Celestial dedicado a Elohim e deve ser compartilhado com toda a criação. O fogo estende-se de alma a alma.

Onde o Fogo da Palavra é diferente do que os Cristãos chamam ser "novo nascimento", é que o Fogo da Palavra tem que ser expressado, não só nos pedidos emotivos, senão através das ferramentas dadas a nós pelo Mashyakh. Estas ferramentas são os Três Pilares da Sagrada Fé Ortodoxa dada a nós por Alhym.

Os Três Pilares

Os (Nazarenos)Essenios crêem e aderem-se aos Três Pilares da Fé Ortodoxa, como se nos ensinou a nós por meio do Mashyakh e seus Sh´likhim (apóstolos) no século I, concretamente:

A Escritura Sagrada - A Palavra de Alhym.

A Tradição Sagrada - As Práticas da Assembléia de Jerusalém que foi fundada pelo Mashyakh.

A Revelação Sagrada - A Palavra Profética dada pelo Mashyakh através de Seus servos.

O Tzadik

Nós achamos que o Patriarca (Rosh Avkadmon) é o verdadeiro sucessor da Presidência Eclesiástica de Shaliach Mar Ya'aqob ha'Tzadik (Apóstolo Kadosh Ya´akov –“Thiago”- o Justo) e outros Apóstolos e que tem a principal autoridade terrenal em todos os temas em relação com os Três Pilares da Fé (A Escritura, A Tradição, A Revelação), e em relação com a vida da Assembléia e seus membros.

A excelencia e a autoridade do Patriarca deve ser honrada e acatada por cada um dos membros da Assembléia, o patriarca e os sacerdotes

nomeados em comunhão com Ele, recebem do Mashyakh a autoridade para tomar decisões visíveis na terra, que serão ratificadas no céu;

como tal, as denúncias provenientes de qualquer pessoa alheia à Assembléia de Jerusalém, não podem ser um recurso interposto contra o Tzadik, que todo caso que não possa ser resolvido em Sua presença, deve esperar a sentença do Mashyakh e por nenhum motivo se pode pensar ou dizer que o Rosh Avkadmon pode ser julgado pelos que estão por embaixo dele, ou por qualquer comunidade fora da Assembléia de Jerusalém, ele mesmo deve ser o juiz de todos os que se encontram por embaixo dele, ao ser um humano servo do Adom, Ele não é infalível, senão que só pode ser julgado pelo Mashyakh que o elegeu , que Ele o elevou e o colocou como a cabeça de sua Assembléia na terra junto com o Beit Knushta (Sanedrín - Sinédrio).

Ademais, nós achamos que o espírito de Yahushua ha´Mashyakh se encontra dentro do Patriarca, e que o Patriarca é a expressão física da Presença de YHWH e a encarnação do amor de Alhym e, como tal, ele deve ser honrado acima de todos os homens.

Todos os direitos reservados á Essene Sandhedrin - Beit Knushta d'Shemishqo


          Comment on STAR TREK: DISCOVERY Heading for San Diego Comic Con by DC Forever   
I think if there was a fight in that scene you are refering to, they would've showed some of the action in the trailer, because trailers almost always include MORE action that an actual TV series delivers. So I have my doubts a so I have my doubts about that trailer scene being a prelude to a hand-to-hand combat scene.
          Christening of Billings   
The U.S. Navy christened its newest Freedom-variant Littoral Combat Ship (LCS), USS Billings (LCS-15), during a 10 a.m. CDT ceremony Saturday, July 1, in Marinette, Wisconsin. The future USS Billings honors the largest city in Montana. It will be the first ship of its name in naval service. The ceremony was highlighted by Mrs. Tester breaking a bottle of sparkling wine across the bow to formally christen the ship, a time-honored Navy tradition.
          League of Stickman 2017-Ninja Was 59p Now 23p @Play Store   
Found by kingp1n

League of Stickman is one of stickman style cross-action mobile game, it's stickman fighters, smash up all enemies! blow all monsters! Ultimate challenge! An original multi-heroes real-time combat, a strong sense of combat with perfect sound effect, gives you a different combat experience,You should not miss this stickman action game "League of Stickman" Features: [Cool action game] The most anticipated action game of 2016. You can experience the thrilling sensation with features like Double-Hits, Levitation and Deadly Combos! Come feel the heat and slay some monsters! [Heroes Joining Forces] More heroes unlocked and more heroes to team up with! Join forces with others to fight the Monster King BOSS! Choose your own team now and start fighting. [Stickman multiple characters] Many stickman heroes waiting for you to choose: Gus, Athy, Feist, Bladey, Zilong, Monk and more [Best Visual Experience] High-quality graphics! Stunning special effects! League of Stickman present you the best gaming experience! [Simple & Smooth Operation] Freely switch between heroes and master their four different skills. You will have the best combat experience you ever had! [World Leaderboards] We offer world leaderboard, country leaderboard and friend leaderboard. Your team can compete with players around the world. Beat all others and be the Champion!
          Hold On to Your Jaw, Because This Is What OITNB's "Skinhead" Helen Really Looks Like   

Image Source: Netflix

By now, most Orange Is the New Black fans know just how different the cast looks outside of their Litchfield jumpsuits, but few of the makeunders are as jaw-dropping as the one Francesca Curran agreed to while playing "Skinhead" Helen. With her shaved head and striking face and neck tattoos, Helen has always been one of the most recognizable characters on the show, despite not being one of the leads. In the show's fifth season, however, the actress gets way more screentime than she has in past seasons, so it made us wonder: what does she look like outside of her OITNB costume?

Spoiler alert: SHE'S FREAKIN' GORGEOUS.

Luckily Francesca's Instagram account is a veritable treasure trove of shocking before-and-after shots chronicling her transformation into the white supremacist character. Although she fully committed and shaved off all of her hair, she's not afraid to rock some pretty glam wigs during her downtime from filming.

While speaking with Business Insider, Francesca revealed that despite her character's intimidating look, she's actually "girly" at heart. "In real life, I'm so feminine. I'm so girly. I love my makeup, I love my jewelry and all that," she said. "So to really be stripped of all that . . . The first time I was like, okay, wow. I found myself in the mirror and was like, this is a striking . . . what a difference."

That's not to say she isn't tough, though. During a recent chat with POPSUGAR, she told us that she was thrilled to be doing her own stunts this season. "We did combat training, and it was just the craziest experience because we have this amazing guy, Greg, and we have a whole team of guys that come in and show us how to do these crazy flips and wall kicks and some of the stuff we do, we'll get professional stunt people in," she explained. "But the fun part for me this season was while some of the other girls were having stunt people do it, they, for some reason, had a crazy sense of faith in me. And they were like, 'Hey, do you think you can handle this?' And being the crazy person that I am, I was like, 'Absolutely.'"

At least she didn't have to worry about her hair getting snagged on anything during training, right? Francesca has also shared a few peeks at what her normal, natural hair looks like when the show goes on hiatus and she has the chance to grow some of it back.

Her transformation even gives America's Next Top Model a run for its money (and that's a show that once attempted a "beard weave," so that's really saying something).


          Hoa Kỳ và Philippines tuần tra chung trên Biển Sulu   
Chiến hạm USS Colorado thuộc loại LCS.

Các chiến hạm Mỹ và Philippines ngày 01/07/2017 đã tuần tra chung tại Biển Sulu, khu vực đang bị hải tặc ở tây nam nước này hoành hành.
Chiến hạm USS Colorado thuộc loại LCS (Littoral Combat Ship, tức tàu tác chiến duyên hải) đã tham gia tuần tra cùng với chiếc tàu BRP Alcaraz của hải quân Philippines, theo đề nghị của chính quyền Manila.

Hãng tin Reuters nói thêm, tổng thống Philippines Rodrigo Duterte không cho phép hải quân tuần tra chung với Hoa Kỳ trên Biển Đông vì sợ làm Bắc Kinh phật ý, trong khi Trung Quốc khẳng định chủ quyền trên hầu như toàn bộ vùng biển này và đã chiếm lấy bãi cạn Scarborough của Manila từ tháng 6/2012.

Ngược lại, ông Duterte tỏ ra cởi mở về sự hợp tác trên Biển Sulu, trước các hoạt động ngày càng dồn dập của quân Hồi giáo trong khu vực. Cách đây hai tuần, Philippines đã phối hợp với Indonesia và Malaysia tuần tra tại vùng biển này. Cơ quan tình báo Philippines lo ngại quân thánh chiến từ hai nước trên đây xâm nhập qua tuyến đường này, để phối hợp với quân Hồi giáo tại Marawi.

Quân nổi dậy đã tiến chiếm thành phố Marawi thuộc đảo Mindanao cách đây năm tuần. Khoảng 300 quân Hồi giáo, 82 quân nhân, cảnh sát và 44 thường dân đã bị tử thương trong các trận đánh. Tổng thống Duterte đã tuyên bố thiết quân luật tại vùng này.

http://vi.rfi.fr/chau-a/20170701-hoa-ky-va-philippines-tuan-tra-chung-tren-bien-sulu

          Tsuki ga capitulo 139   
–¿Realmente saldrá bien? –

Con una pequeña voz, expresé mi sorpresa por la situación que se estaba desarrollando de una manera favorable.

En problemas ajenos, usaría poder para forzar la situación en una dirección ventajosa para mí y así resolverlo.

Incluso cuando decidí hacerlo, todavía sentía oposición.

Porque ya sabes, el potencial de guerra que tenemos puede no estar en la escala de un país, pero está totalmente fuera de los límites de lo que tiene una compañía de pequeña escala.

Siento que seríamos capaz de eliminar a un grupo de mercenarios, e incluso si nos encontramos frente a un ejército, en el peor de los casos, podríamos escapar.

Tomoe, Mio y, dependiendo de la situación, Shiki también, son existencias que se podrían llamar un ejército de un solo hombre.

Si utilizamos ataques por sorpresa, creo como que podríamos abrumar a una cierta cantidad de tropas.

En verdad es la definición de ser un rival para un millar.

Reuniendo todas nuestras fuerzas, ni siquiera superaríamos el millar. Esto puede sonar como auto-orgullo, pero las razas en Asora son bastante fuertes.

Contandolos como parte de nuestro poder, Los moveré como una compañía.

Siempre y cuando no suceda nada extremo, creo que no vamos a caer.

Ahora que lo pienso, entrenar a los onis del bosque y hacer que vendan medicinas en los pueblos de los alrededores de las montañas fue posible debido a que han sido entrenados en las artes militares y les hicimos seguir un curso imposible.

No he encontrado extraño a eso para nada, y aún así, estoy apartándome de mi propio poder. Es realmente una historia contradictoria.

Es por eso que aún si tengo oposición hacia ello, me he acostumbrado.

Esto no es Japón.

Creo que esta será mi excusa número uno dentro de mí.

Dirijo mis ojos hacia los asientos de espectadores.

Allí, el grupo de Limia está mirando el combate en el escenario.

Con esto, sólo proporcionándoles seguridad, voy a poder crear una deuda con personas que tienen una alta posición en los países.

Está la posibilidad de que vaya a poder dar vuelta la presión de la gente que se quejó y se paró detrás del gremio, en contra de ellos.

Una sonrisa aparece naturalmente en mi boca.

–Bueno entonces, debería ponerme en marcha también. –(Makoto)

Paso por la niebla hacia el lugar donde están.

Aun así, ¿por qué dejó Tomoe la katana corta conmigo?

Bueno, ayuda como un arma secundaria cuando se usa una espada larga, y hay veces en que también puede ser usada como un arma arrojadiza pero… aún así, pensando en ella en términos de etiqueta, sería mejor no dejarle una espada corta a otra persona.

Miro a la katana que por alguna razón se le ha inventado que es un arma con capacidad de teletransportación.

Parecía como que Root también estaba conspirando con ella, así que debe haber alguna razón detrás de ello.

Puede que sea para ocultar el poder de teletransportación, pero por como fluyo el asunto, sólo cambiar la procedencia del poder de Tomoe a la katana corta, no va a ocultar la realidad en sí.

¿Solo por qué esos dos cambiaron el poder de teletransportación de una persona a un objeto?

Aún no lo entiendo.

Con esa falta de claridad dentro de mí, miro la katana corta que está en mis manos.

Podría ser, ¿que aún no entiendo este mundo adecuadamente?

Después de calmarme un poco, vamos a tratar de hablar de esto.

Si están haciendo esto a sabiendas, no voy a decir mucho al respecto.

Si el significado de ello es diferente de mi propio pensamiento, eso también está bien.

Si me dice que fue por una cosa insignificante, no puedo hacer mucho al respecto. Sólo dejaré que haga lo que desee.

Tratar de indagar en esto podría conducir a que simplemente me diga que fue por su hobby, así que si se está divirtiendo con esto, será para mejor.

[Perdón por la espera]

–No se preocupe, eso fue una teletransportación espléndida. Nuestro país se enorgullecía de ser el número de la raza hyumana en técnicas de teletransporte, pero esta es mi primera vez viendo este tipo de hechizo de punto a punto. Me gustaría tomar algún momento después de esto para oír hablar de eso en detalle, pero ahora tengo que observar esta pelea. Sin importar el resultado. –(Rey)

–… –

Como estaba pensando, llegué un poco tarde, así que me disculpé con el rey de Limia.

Creí que no había lugar para preocuparse por ello, y como esperaba, fácilmente lo dejó pasar.

Parece que el Rey ya está preparado para cualquier cosa que le suceda a la variante Ilumgand.

El Jefe de la familia Hopelace se estremeció ante las palabras del rey y se mordió los labios. Teniendo en cuenta la situación, ya soy consciente de alguna manera del destino de Ilumgand.

Es una variante que incluso Shiki dijo que sería difícil regresarlo a la normalidad.

La posibilidad de que regresen a Ilumgand a la normalidad con su conocimiento hyumano limitado es increíblemente bajo.

–No puedo sentir más una voluntad de él. Realmente está devastando como un Mamono. –(príncipe)

Hm.

El príncipe eh.

Podía sentir compasión de sus palabras.

Realeza y un alto noble.

Ambos probablemente se conocían entre sí, por lo que no se puede evitar.

–… Raidou. –

El Jefe de la familia Hopelace me habla de repente.

En esos ojos, mostró una clara hostilidad.

Aunque no le hice mucho a su hijo.

Yo sólo detuve su acoso después de todo.

Cuando me encuentre con la gente de Limia otra vez, también está la opción de hablar y despejar el malentendido.

Bueno, todo dependerá si él irá a estar dispuesto, así que no sé si va a ser posible.

[¿Qué sucede?]

–He oído que su tienda se encarga de un elevado número de medicinas. –

O más bien, lo investigaste.

[Sí, la mayor parte de mi mercancía son medicinas]

–¿No hay un elixir ahí que pueda regresar a mi hijo? –

[Lo siento pero, esta es la primera vez que veo tal transformación, por lo que la posibilidad de que mi medicina lo cure es baja. Con sólo una mirada, puedo decir que está utilizando el cuerpo hyumano como catalizador y parece ser que la fórmula del hechizo es bastante complejo. Para regresarlo a la normalidad, sería tan difícil como regresar un platillo a sus ingredientes]

Usando las palabras de Shiki como referencia, le doy una respuesta.

–¡¡!!–

Hopelace no dijo ninguna palabra, pero su rostro mostró varias emociones diferentes creando una expresión compleja.

Ira, tristeza, pesar… Obviamente, no podía ver ninguna emoción positiva allí.

Ya que ser testigo de que su hijo esté a punto de ser derrotado, como padre, es un hecho que le haría sentirse de esa manera.

–Qué manera espléndida de combatir. Son capaces de pelear apropiadamente contra Ilumgand, que fácilmente pudo derrotar a los capas púrpuras que eran alardeados por la Academia por ser capaces de utilizar todos los elementos. –(Rey)

Aunque creo que usar todos los elementos y dividir los elementos entre todos son dos cosas completamente diferentes.

–Pero parece que están teniendo un momento difícil. Como era de esperar, tal vez esto sea demasiado para unos estudiantes. –(príncipe)

El Rey y el Príncipe están viendo la pelea de una manera relativamente calmada.

–Raidou, los dos que están dando instrucciones, ¿están relacionados con usted? –(Rey)

El rey de Limia perspicazmente nota a Mio y Shiki.

[Sí. Uno de ellos me está ayudando en mis clases, su nombre es Shiki. La otra sirve sobre todo como mi guardaespaldas, Mio. Ambos son empleados que han estado conmigo desde hace mucho tiempo y que confío en ellos]

–Parece que no están peleando ¿o no? –(Rey)

[Quería que los estudiantes peleen ellos mismos. Si la situación se pone mal, les dije que los apoyen, pero en base, estoy haciendo que les den instrucciones en el combate. También-]

–¡¡Mi hijo no es un trampolín para sus estudiantes!! –

El repentino grito a mi lado hizo que detuviera mis palabras.

Pensé que saldría con eso, así que estaba a punto de dar una explicación. Que precipitado.

[Además, ya que eran estudiantes que asistían en la misma academia, tenía una pequeña esperanza de que tal vez podrían hacer regresar a Ilumgand-sama de nuevo a sus sentidos. Parece que por alguna razón esa persona me odia, así que pensé que si gente de nuestra compañía estaban en el escenario, la esperanza disminuiría]

–¡¡Kugh!! –

Hopelace, que se estaba alineando para la siguiente queja, se calló después de mi excusa.

Esas fueron palabras que originalmente se pensaron por si me preguntaba gente como el Rey de Limia o el director de la Academia, pero supongo que está bien hacer que él lo oiga.

–Joh… Que usted fuera tan considerado hacia un noble de nuestro país. Esa consideración me hace feliz. ¿Cierto, Hopelace? –(Rey)

En la segunda mitad, los duros ojos del Rey se dirigieron hacia Hopelace.

Puedo sentir que su objetivo es hacer que Hopelace me perdone.

Aunque bien, no hay una necesidad real.

[Es sólo un plan en donde lo dejo en las manos de mis estudiantes. No hay necesidad de agradecerme por ello]

Mientras saco lo mejor del tembloroso Hopelace, me dirijo hacia el rey y bajo la cabeza.

Además, por lo que veo, Jin y los otros no tienen ningún margen de maniobra para preocuparse por algo.

–En cualquier caso, está yendo hacia atrás y adelante. No puedo ver quién ganará. –(príncipe)

El príncipe habló.

–Joshua, tampoco puedes decirlo eh. –(Rey)

–Sí, pero hay algo que no entiendo. ¿Por qué utilizan únicamente el elemento fuego? Además, que todos ellos puedan utilizar el elemento fuego es extraño. –(príncipe)

Parece que no tiene mucho conocimiento sobre esa área.

La especialidad de la realeza y los nobles es, como era de esperar, la política, después de todo eh.

–Fumu. Raidou, ¿puede explicarlo? Si es que puede por favor. –(Rey)

¿Pero está bien que yo responda a eso?

Hay dos caballeros aquí después de todo.

¿No debería pedirles su opinión a ellos primero?

Dejando a un lado la parte sobre el elemento fuego, los caballeros deben tener sus propias opiniones sobre Ilumgand.

–Raidou, no me importa. Por favor, explíquelo. –(Rey)

Pensando en eso, dirigí mi mirada hacia los caballeros. Tal vez el rey comprendió lo que estaba pensando, lo ordenó de nuevo.

[Como puede ver, Ilumgand-sama se ha transformado en ese cuerpo gigante. Y bien, sobre todo porque la batalla ha pasado por un largo período de tiempo, puedo decir que la característica de la variante es principalmente el factor de la magia]

–Magia eh. –(Rey)

[Sí. El actual Ilumgand-sama posee una resistencia firme hacia la tierra, agua y viento; todos los elementos excepto el fuego]

Las explicaciones detalladas sobre absorción, resistencia, y anulación; en este caso, simplemente no la haré.

–A tres elementos dice. –(Rey)

[Por suerte, los estudiantes están todos entrenados para utilizar varios elementos, por lo que pueden pelear contra él con el único elemento que es eficaz contra él. Creo que la magia no elemental también funcionará, pero la eficacia obtenida comparado con el consumo de poder mágico es mala, así que creo que la decisión de ellos es correcta]

–Todos… ¿pueden utilizar varios elementos? ¿Entonces ha hecho que aprendan elementos distintos de aquel con el que nacieron? –(Príncipe)

Cuando el príncipe habla en una manera cortés, en lugar de un príncipe, suena más como un mayordomo.

Soy una parte de la clase baja, por lo que creo que debería estar actuando como las otras personas de clase alta.

[Sí, es por eso que pueden proporcionar una pelea decente]

–¿Entonces por qué no pueden hacerlo retroceder? –(Príncipe)

[Creo que la razón principal sería que la restricción elemental está limitando sus opciones. El elemento fuego originalmente posee pocas habilidades de restricción, y es más adecuado para atacar y auto-mejora. Además de eso, Ilumgand-sama está absorbiendo el poder mágico de sus compañeros de equipo y de los hyumanos de alrededor. Debido a que su poder mágico máximo es cada vez mayor, las magias de desmejora no funcionan para nada. Es más, sus heridas se están regenerando hasta cierto punto, por lo que si no lo terminan con un gran ataque, está el peligro de prolongar la pelea]

Mientras estaba dando la explicación, el Jefe de la familia Hopelace hace de repente una voz amarga.

Miro al escenario.

No lo vi, pero parece que han dado un gran ataque.

Sus brazos fueron arrancados desde el hombro hacia abajo, y el gigante está de rodillas.

¿Brazos?

¿Siguen peleando con el fin de incapacitarlo en lugar de derrotarle?

Parece que Mio decidió que les dio suficientes consejos, ella está mirando la pelea sin participar.

Shiki parece estar preparándose para la curación por si acaso y mira el progreso de la batalla.

Parece que los siete están bastante fatigados. Hasta el punto de que soy capaz de verlo incluso desde donde estoy.

De lo que puedo decir, están en un nivel en donde ya es difícil que ellos apunten a incapacitarlo.

[Parece que la batalla ha progresado un poco. Sin embargo, parece que sus voces no le llegan, y no tienen la resolución de acabar con él]

En términos de resistencia, Ilumgand es el que está en ventaja.

Además…

Mientras estaba pensando en algo que me molestaba, la cosa por lo que estaba preocupado, paso.

La regeneración de los brazos de Ilumgand.

Aaah…

Esto probablemente romperá sus espíritus.

–¿Qué?, ¡los brazos que perdió están! –

–Regenerándose… –

–Ilum… –

¿Hm?

Antes de que Jin y los demás se agitasen por la situación, una de las personas de allí tomó la iniciativa y se precipitó con la espada en su mano.

Misura.

¿Él está entusiasmado porque no tuvo mucha atención en las batallas en equipo?

Pero entrar en este momento y así levantar el espíritu es una buena idea.

En una situación en la que su resistencia está siendo socavada, sería malo que pierdan su fuerza de voluntad.

Él también debe estar cansado, pero parece que puede desviar adecuadamente la gran espada lamentable que ha sido absorbida en el brazo derecho de Ilumgand.

La batalla ha comenzado una vez más, hasta el punto en que tienen que darle otro gran ataque.

Gracias a la iniciativa de Misura, de alguna manera han logrado levantarse.

(Waka-sama)

¿Shiki?

¿Qué sucede? ¿Hay algún problema?

Afortunadamente, en este momento todos los de Limia están mirando al escenario.

Tengo algo de espacio para hablar con Shiki por transmisión de pensamiento.

(¿Qué? ¿Un problema?) (Makoto)

(Sí. Alrededor de dos) (Shiki)

(Oigámoslo) (Makoto)

(Primero, acerca de esta variante. Parece que va a ser imposible que los estudiantes lo incapaciten con dolor. Por otra parte, el hecho de que él era un ex estudiante está haciendo que no puedan demostrar su poder de batalla original, por lo que…) (Shiki)

(¿Probablemente no serán capaces de vencerlo?) (Makoto)

(… Sí. Si es sólo derrotarlo, ya han marcado a la médula oblonga como lo que parece ser su punto débil, pero puede ser difícil) (Shiki)

(Ya veo. Cuando parezca que es totalmente imposible, Shiki, intercambia con ellos e incapacítalo. ¿Y lo otro?) (Makoto)

(Parece que otro de ellos ha entrado aquí. Está el peligro de que pudiera dirigirse a los asientos de los espectadores, así que tenga cuidado) (Shiki)

(Oh, ya veo. Gracias, voy a tener cuidado) (Makoto)

Parece que nada especial ocurrió durante nuestra transmisión, y fui capaz de terminar de forma segura la transmisión de pensamiento con Shiki.

Hmph… Uno más está viniendo aquí eh.

Incluso si su mecanismo es el mismo, sus poderes pueden ser diferentes.

Tengo que estar en una distancia donde pueda proteger a esta gente en cualquier momento.

Ya que no estoy seguro de si seremos capaces de curar a Ilumgand, no sé si hay un punto en incapacitarlo.

Sólo pensé que sería más fácil hablar con el Jefe de la familia Hopelace si su hijo no muere.

¡¡¿?!!

De repente, la tensión alrededor nuestro aumentó.

Por un segundo pensé que la situación de la batalla cambió de nuevo, pero cuando miré, no hubo un cambio real.

El Rey de Limia y el Jefe de la familia Hopelace están en el lugar más cercano al escenario, en las barandillas de los asientos de los espectadores.

Y un paso detrás de ellos, está el Príncipe Joshua.

Pero esa composición se movió.

–Rey, por favor, ¡de un paso atrás! –

Uno de los caballeros gritó y los dos caballeros desenfundaron sus armas y corrieron hacia la parte de atrás.

Probablemente estaban usando percepción mágica y observando sus alrededores.

En el lugar a donde estaban corriendo no había nada visible, pero en un lugar un poco alejado de aquí, en el corredor de salida de los asientos de los espectadores, aparece la sombra de una variante de color gris.

Uwaaa… Su apariencia es bastante diferente.

Su cambio es tan grande que ni siquiera se parece más a un humanoide.

Una persona que se ha desarrollado de una manera anormal.

Tiene dos piernas, y más de la mitad de su parte superior no está compuesta por el torso, los brazos, y luego la cabeza.

Es sólo cabeza.

Y su boca sobresale como el pico de un pájaro, y aún así, tiene colmillos.

aún está bastante lejos, pero a pesar de eso, su boca es tan grande que puedo decir que tiene colmillos.

Además de eso, en comparación con una persona, sus ojos eran más parecidos a los de un caballo, grandes ojos negros situados a los lados de la cara.

Diciéndolo sin rodeos, es repugnante.

En lugar de pelo, su cabeza tiene varios tentáculos ondeando. Eso duplicó su nivel de repugnancia.

Los caballeros corrieron a pelear contra el monstruo probablemente para evitar pelear cerca del rey.

Ya veo. Estoy de acuerdo con eso.

En ese caso, daré un paso un poco hacia delante y …

–¡¡GYAAAAA!! –

¿Eeh?

Todavía debería haber una buena cantidad de espacio entre ellos, y a pesar de eso, ¿qué está pasando?

El grito del caballero hizo dudar de mis ojos.

Parece que esa cosa ya los alcanzó.

Esas piernas estúpidamente grandes no son solo de adorno.

Debe haber hecho una carrera con una tremenda potencia instantánea.

Viendo a la variante de color ceniza que cortó el cuerpo del caballero, junto con su armadura en mil pedazos, lo que creó un aerosol de color rojo y gritos, por alguna razón, lo asocié con una bala.

Otro grito se superpone.

No sé si es porque fue atrapado con la guardia baja, o porque sus habilidades no son tan grandes (Voy a dejarlo como que fue lo primero) pero de todos modos, no pasó mucho tiempo hasta que el otro caballero gritara igual.

Los tentáculos ondeantes se volvieron filosos y atravesaron el cuerpo del caballero.

La zona del torso, donde la armadura era más gruesa, no fue traspasado por los tentáculos, pero todas las demás partes lo fueron.

El cuello, los muslos, las articulaciones; áreas en las que la armadura no protegía, y los lugares donde no podían ser protegidos debido a su construcción, fueron perforados.

Probablemente fue fatal.

El lugar donde estaban peleando era un área a la que no podía llegar a tiempo, así que no pude protegerlos.

Podría usar [Sakai] para curarlos, pero si lo hago, esa variante también entraría en el rango.

Además, si pierdo mi supresión de poder mágico, lo que estoy ocultando podría ser descubierto.

Tch.

Pero definitivamente puedo proteger a estos tres.

Puede que no sea la mejor opción, pero tengo que encargarme de eso.

Tomando una posición como para iniciar una marcha con sólo sus piernas, coloca fuerza en ellas.La variante dirige su boca en forma de pico hacia mí.

Ah, esto no es una carrera.

De algún modo podía decir eso.

Parece que mi comparación era correcta.

Esa cosa dispara su cuerpo como una bala y se dirige hacia nuestra ubicación en línea recta.

De acuerdo, vamos a detenerlo y derrotarlo.

Cuando estaba a punto de detenerlo y di un paso hacia adelante, por alguna razón, una sombra paso a mi lado.

¡¡¿?!!

¡¿Príncipe Joshua?!

–¡Padre, por favor, corre! –(Príncipe)

Desenvainando una espada delgada brillante que sólo pensaría que era una decoración, ¡el príncipe se apresura hacia la variante con el fin de proteger al rey!

¡Ah!

¡¿Es un idiota?!

Esto es malo.

Que el príncipe sea herido sería extremadamente malo.

Cierto.

Incluso si no estoy tenso, eso no significa que los alrededores tampoco lo estén.

Aun así, este príncipe-sama es bastante…

Si yo no estuviera aquí, quién sabe lo que hubiera pasado.

(Perdón Shiki. personas heridas o tal vez bajas han aparecido. Quiero que vengas aquí y proporciones tratamiento médico. Mio puede quedarse allí, te dejaré el cuidado de los niños a ti, Mio. Cuento contigo, no dejes que los estudiantes mueran) (Makoto)

Para esos dos caballeros… es probable que sea demasiado tarde.

Pero si se trata de Shiki, tal vez pueda curarlos.

Ya que no tengo libertad de acción, acabo de darles esas órdenes a Shiki y Mio sin hacer una conversación real.

Desde aquí, no puedo decir si esos caballeros están respirando o no, aun así, por lo que veo, esas son definitivamente unas heridas fatales.

No parece como que hayan otros enemigos, por lo que sí sólo detengo a este estará bien.

Apresuradamente corrí detrás del príncipe.

La variante es rápida como se esperaba.

A este ritmo… No lo lograré.

Mi cuerpo no puede de repente pasar de cero a velocidad máxima.

En un instante comprendí que no iba a poder hacerlo, así que hice un “brazo invisible” con poder mágico en el espacio entre el príncipe y la variante, para protegerlo.

Tengo a [Sakai] para ocultarlo, por lo que debería ser invisible.

Si es herido todavía puede ser curado, pero si es posible, quiero que salga ileso.

Mi poder mágico atrapa a la variante cuando estaba llegando a su máxima velocidad.

Y así como así, muevo el “brazo” y lanzo a la variante para separarlo del príncipe.

Aunque aliviado por el hecho de que lo logré a tiempo, agarro al príncipe Joshua y escapo de ese lugar. Salto a un lugar donde la visión de esa cosa no alcance al príncipe.

Maldición. Me he separado ligeramente del rey.

Lo arrojé lejos, por lo que no llegará con otro ataque tan pronto pero, tengo que derrotarlo rápidamente.

[Príncipe, fue un desarrollo repentino, así que por favor perdóneme por mi rudeza. Me encargaré de esa cosa]

Escribir todo eso de una vez, empecé a preguntarme que era esa misteriosa sensación en mi mano.

¿Eh?

–¡¡¿?!! –

Cuando miro hacia abajo, veo la cara rígida del príncipe Joshua.

Tal vez por el impacto de hace un momento, o porque quedó atascado en algún lugar por el camino; una parte de su ropa estaba muy desgarrada y…

Mi mano está encima de eso…

No puede ser, esto es, ¿una teta?

¿Eh?

Mi cerebro está confundido.

–… Explicaré las circunstancias más tarde. En este momento, por favor, proteja a padre –(¿príncipe?)

Teñida en timidez, él, no, ¿ella? Oí su voz baja.

Me apresuré a separar mi mano de su cuerpo.

Incapaz de ocultar toda mi confusión, corregí mi postura como si saltara lejos.

Cierto.

Siento como que he hecho algo bastante malo, pero en este momento la prioridad es encargarme de esa cosa.

Genial, parece que la cosa todavía esta mareada.

Lo restrinjo con [Brid] y acorto la distancia.

Lo que use fue un [Brid] no elemental.

Sin canto ni elemento. Planee ganar con eso, pero no resultó ser una herida mortal.

Sin embargo, fue más que suficiente como para hacerlo retroceder.

Gracias a eso, pude acortar distancias más que suficiente. Envolví poder mágico en mi mano derecha y le di un puñetazo al lado de su cara.

La variante, salió volando con mi puñetazo, golpeó varios asientos y barandillas por el camino y fue frenado por ello.

Estupendo.

Con esto, el rey de Limia debería estar a salvo.

Hechizos no elementales tienen la tendencia de tener menos poder de fuego en comparación con los hechizos elementales del mismo nivel, pero por lo que vi recién, un [Brid] es lo suficiente como para derrotarlo.

Hago un aria rápida, y haciendo un gesto como si preparara un arco, disparo una flecha blanca.

El [Brid] que dio justo en el pico no lo perforó inmediatamente y envió a la variante entera a la parte de atrás, zigzagueando por su camino hacia una parte de los asiento de los espectadores.

Esto se debe a que he reducido el poder perforador a propósito.

No sé lo que podría hacer, así que pensé que sería mejor mantener la distancia.

Pero parece que mis preocupaciones fueron innecesarias.

La variante se hinchó como si unas burbujas comenzaron a aparecer en su interior, y después, se dispersó en todas las direcciones y murió.

Ah, estaba preocupado por un segundo.

Veo que Shiki ha comenzado con el tratamiento de uno de los caballeros y suspiro una vez.

Parece que al menos uno de ellos se salvará.

He terminado un trabajo ahora.

… Sobre el príncipe, espero que no se convierta en un nuevo problema. Pero bueno, no creo que eso sea posible.

Si fuera sólo la pelea sería muy simple…

Trato de no hacer contacto visual con el príncipe y la llevo hacia donde está el rey.

Mientras pensaba en todo eso, oí un grito incomparable a los anteriores.

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          Tsuki ga capitulo 138   
–Disculpe. –

Una voz clara resuena en la zona de invitados que está siendo controlada por el desconcierto.

Hay una alfombra colocada y unos asientos alineados. Una sala que se divide de los asientos generales.

Así que estos son los asientos de los invitados eh.

La voz de Tomoe resuena bien. Probablemente atrajo la atención de los peces gordos de todos los países sobre ella.

Aunque también habían algunas miradas dirigidas hacia mí.

–¡¿Quién son ustedes?! ¡¿No saben que esta zona está fuera de los límites?! –

Una cara que he visto en retratos nos grita.

Ah, este tipo es el director de la academia.

Nunca supe dónde estaba, y por supuesto, nunca lo he visto antes, así que no podía decir inmediatamente que era él.

–Por favor, discúlpennos en esta situación de emergencia. Parece que ustedes los invitados no han evacuado a un lugar seguro, por lo que puede estar fuera de nuestro camino, pero pensamos que debíamos prestar nuestra ayuda. –(Tomoe)

Tomoe no mostró ningún signo de estar enfadada y le dice al director de la academia su asunto.

En ese momento, me di cuenta de que había una chica que le enviaba su mirada a Tomoe.

Por lo que puedo decir, parece ser a una chica con status social.

Parece joven, ¿así que tal vez sea la cabeza de la próxima generación de alguna familia noble? ¿O tal vez es una princesa de algún lugar?

Nn, ¿princesa?

Creo que Tomoe podría saber algo…



Podría ser, ¿que esa mujer sea la princesa del Imperio Gritonia, Lily?

Si realmente es ella, entonces es un pez bastante gordo.

Pero parece que estaba viajando con el héroe, por lo que sería extraño que esté aquí.

Está la posibilidad de que no sea ella eh.

Sentí como si hubiera una mirada familiar hacia mí y cuando me di vuelta para ver quién era, veo a un joven de pelo plateado que apoyaba su espalda en una pared con los brazos cruzados.

No sé qué tiene de divertido, pero él está sonriendo, separa sus brazos y mueve su mano hacia mí.

Es el pervertido Root.

Cierto, estaba aquí también.

Maldición.

¿Entonces no había ninguna necesidad de que venga a ayudarlos?

Si viene a hablarme de cosas extrañas, no sería bueno para mí o para mi compañía.

Pero parece que Root no tiene la intención de pasar a la acción. Él cruza sus brazos otra vez, su amplia sonrisa se convierte en una ligera sonrisa, y mira en silencio de nuevo a Tomoe.

No lo entiendo.

¿No está preocupado por el Gremio de Aventureros?

Aunque creo que ese lugar también se encuentra en peligro ¿o no?

–En primer lugar, ¡preséntense! No los conozco. –

–Perdón por mi falta de modales. Soy Tomoe, una de las empleadas de la compañía Kuzunoha, Director de la Academia. Y esta persona aquí está mi maestro Raidou. Él tiene un impedimento que no le permite hablar, por lo que yo, su sierva, soy la que tiene que presentarlo. Por favor entiéndalo. –(Tomoe)

–Tomoe y Raidou eh. –

[Un placer conocerle director de la Academia. Soy un profesor a tiempo parcial trabajando aquí, Raidou. Consideré que esta es una situación de emergencia, así que pensé en ayudar y por eso he venido aquí. Por favor, perdone nuestra grosería]

–Comunicación escrita. Ya veo, es usted. Recuerdo que había un profesor a tiempo parcial denominado Raidou. –

Parece que al menos sabe que hablo usando comunicación escrita, y también muestro una placa que sirve como certificado que demuestra que soy un profesor a tiempo parcial.

Al verme, la comunicación escrita, y la prueba de ello; el tono del director de la Academia se suavizó.

–Estoy contento de que haya entendido. –(Tomoe)

–Dijeron que iban a ayudar, ¿pero qué clase de ayuda intentan proporcionar? En esta situación en la que sólo sabemos que hay monstruos en la ciudad, no hay manera de que nos pueda guiar a un lugar seguro ¿saben? –

–Director de la academia, usted conoce varios lugares que son seguros ¿verdad? –(Tomoe)

–Por supuesto, ya hemos asegurado un lugar en situaciones de emergencia. Transmitir órdenes compuestas y ordenar información en un lugar peligroso es algo que me gustaría evitar. –

–Entonces, si nos dice ese lugar, voy a utilizar magia de teletransporte para enviarlos a todos allí. –(Tomoe)

–… ¿Teletransporte? ¡¿Teletransporte has dicho?! ¡¿Esta cantidad de personas, a un lugar que el usuario de la magia no ha ido antes?! Es imposible. ¡Nunca he oído hablar de un hechizo así! –

Por un segundo, el director de la Academia dejo salir una voz estupefacta, pero pronto comprendió el contenido y espléndidamente rechazó el plan de Tomoe.

Hay veces que creo que tranquilamente utilizamos demasiado la transmisión de pensamiento y la teletransportación.

La técnica de teletransporte es originalmente un hechizo avanzado y no es algo que alguien pueda utilizar tranquilamente, y con la transmisión de pensamiento está el tema de la distancia y la grabación, y es fácil de usar, por lo que es utilizado por la población en general, pero el que usamos es prácticamente una cosa completamente diferente.

No sería una exageración comparar la calidad de transmisión de una radio de mala calidad con un teléfono satelital.

–Pero sabe, en realidad es posible. Bueno, ciertamente no se puede evitar que sospeche de esto como una trampa. Fumu… –(Tomoe)

Aunque es por eso que es problemático explicar esta complicada teletransportación.

Tomoe no parece como que realmente esté en problemas.

Tal vez tiene un método para convencerlos.

Lo único que se me ocurrió es disponer de un sujeto de prueba para mostrar que funciona.

Bueno, aunque tener a esa persona cooperando será la parte problemática.

Todos ellos son peces gordos después de todo.

¿Hay alguien que conozco que pueda ayudar?

Uhm, excluyendo al pervertido…

–¡Jajajaja! Que persona interesante, Director de la Academia. Realmente interesante. Es cierto que nunca he oído hablar de un mago tan sobresaliente con un hechizo de teletransporte. –(Root)

–Falz-dono. –

–Persona llamada Tomoe, ¿qué tal si lo intentas conmigo en primer lugar?. Cierto, ¿me puedes teletransportar a los asientos de los invitados alrededor de esa parte de allí? Está bien si solo me lo imagino ¿verdad? –(Root)

Root.

Actuando como si nunca la hubiera visto antes, él se ofreció como sujeto de prueba.

Tomoe probablemente sabía que esto pasaría, no se veía agitada para nada.

Bueno, incluso si él es así, sigue siendo Maestro del Gremio de Aventureros.

Debe haber una buena cantidad de confianza en él.

–¿Su nombre es Falz-dono ¿correcto? Entonces, introdúzcase en el interior de esta niebla. –(Tomoe)

–Jeeh… en el otro lado también apareció una niebla eh. Pues bien, vamos a probarlo y ver si realmente existe un hechizo tan conveniente. –(Root)

En el lugar donde Root señaló con su dedo, también está apareciendo una niebla. Y mientras seguía haciéndose el tonto, desaparece en la niebla, y al instante siguiente, sale del lugar señalado.

Entonces gira su cabeza hacia los asientos de los invitados y agita su mano.

Tomoe le dio una mirada a la princesa (?) Que tenía sus manos en su boca y sus ojos bien abiertos.

Parece que ella está bastante sorprendida.

Root camina a través de la niebla desde ese lado y regresó.

–Sorprendente, ¡es todo un logro significativo! ¡Esta es la primera vez que he visto un hechizo tan grandioso! Por lo que veo, es un poder creado por la espada que cuelga de su cintura, ¿verdad? –(Root)

¿Qué clase de locura está diciendo?

Lo que Tomoe utilizó fue teletransportación.

Normalmente sale de ella misma.

Él también debe saber acerca de la aplicación de nuestro espacio de teletransporte.

Realmente no sé lo que está pensando.

–Me atrapó. Falz-dono tiene unos ojos bastante aterradores. Así es, este es el poder especial de esta espada. No es necesario un aria y permite teletransportarse de un punto a otro. –(Tomoe)

… ¿Hm?

¿Tomoe le está siguiendo?

Pero no está relacionado con mi confusión, Tomoe y Root se miraron el uno a la otra y sonrieron ligeramente.

¿Por qué?

Por supuesto, la mirada de todos se reunieron simultáneamente sobre la espada de Tomoe.

En la katana más corta que ella señaló.

Oh.

Me he dado cuenta de que hay otras caras que conozco.

El sacerdote y la de Lorel… Sairitz-san, ¿verdad?

Así que también vinieron a ver el torneo.

Habían varias personas que parecían más importantes que el sacerdote-san a su lado, así que me tomó tiempo fijarme en él.

El sacerdote-san es una de las más altas posiciones en la iglesia de Rotsgard, por lo que significa, que la gente de allí son incluso superiores que él. Incluso podrían ser de la iglesia principal de Limia.

Me tomó tiempo darme cuenta de la gente de Lorel simplemente porque estaban en una esquina.

Sairitz-san está allí también, pero también hay muchos otros allí.

La mayoría de ellos tienen la piel bastante oscura.

¿Son las personas de allí en su mayoría de ese color de piel?

Tal vez se dio cuenta de mi mirada, Sairitz-san hizo una sonrisa por un segundo.

Aunque pronto dirigió su interés hacia la espada de Tomoe.

–No puedo creerlo. –

El director de la academia había perdido completamente las palabras.

La teletransportación en sí misma es una técnica muy avanzada, y por el sólo hecho de ser capaz de utilizarla, serías admirado.

Es por eso que, con el fin de hacer esta técnica avanzada tan fácil de hacer como sea posible, es que recrearon la formación de teletransporte con precisión, y también hay formaciones apoyo que reducen la carga.

Y que se les diga que esta acción se puede hacer con el poder de una espada, es más, que le permita teletransportarse a un lugar específico; no es ninguna sorpresa que no lo creyeran.

Bueno, para el sentido común de esta academia, es algo que ni siquiera podrían pensar que existe.

Y esto también es una prueba de que esto no es algo común.

Las gente influyente que provienen de varios países están concentrando sus ojos en esa espada.

Espero que esto no se convierta en una nueva chispa.

–¿Que les parece, a todos? Ya que pasaron por la molestia de venir a ayudarnos, ¿qué tal si confiamos en ellos? –(Root)

Root mira a todos y les propuso esa idea.

Parece que los va a incitar por nosotros.

No sé si este tipo es un enemigo o un aliado, pero parece que en este momento al menos, actuará como nuestro aliado.

–… Cierto. Es tal como dijo Falz-dono. Raidou-dono, le agradezco por su valiente acción, y prometo que sin duda le pagaré por ello. En el nombre de Lily del imperio de Gritonia. ¿Y los demás? –(Lily)

Lily de Gritonia.

Así que en realidad es la princesa.

Incluso vino al festival escolar, impresionante.

¿Tal vez ella también asistió a esta academia?

Sentí que miraba a Tomoe por un instante, pero no conozco sus intenciones.

Por lo que he oído hablar de Tomoe, ellas no tienen una conexión profunda y simplemente se separaron en ese punto en el tiempo.

Con las palabras de Lily como el impulso, varios “yo también” “yo también” aparecieron y más personas decidieron recibir nuestra ayuda.

La gente está dispuesta.

Las personas relacionada con la Iglesia, la Unión Lorel, y también los nobles que parecen ser de Aion. El director de la Academia, que está siendo cargado sobre el hombro de una mujer que parece ser su secretaria, también estuvo de acuerdo.

O más bien, viejo, ¿por qué tus piernas se debilitan hasta el punto de necesitar que alguien te preste un hombro?

¿No es eso acoso sexual?

–La gente de allí también, por favor decídanse rápidamente. –(Tomoe)

Tomoe apura a los 5 restantes, pero no mostraron signos de moverse.

¿Qué está pasando?

Ya que no creo que tenga algún sentido que un invitado se quede aquí.

–… Éste está bien aquí. Tengo la obligación pasar por alto eso. –

¿Éste?

¿Es un rey?

Deber de pasar por alto, dice. Está mirando hacia el escenario.

El combate entre los estudiantes y el monstruo eh.

–Padre, eso es… –

–Todos ustedes, regresen. –

–Rey, no podemos hacer eso. El que está parado en el escenario es mi hijo, después de todo. –

… Ese es el grupo de Limia.

El padre de Ilumgand, el rey de Limia, y dijo “padre” ¿así que quizás es el príncipe?

A juzgar por el comportamiento de los 2 restantes, probablemente son caballeros.

Por lo que son un grupo totalmente relacionados eh.

¿Qué se debería hacer?

Creo que la mejor opción sería refugiar a las otras personas en primer lugar.

–Waka, estaré llevando a la gente de aquí al lugar seguro que pensó el director de la academia. –(Tomoe)

Estaba a punto de darle órdenes a Tomoe y la miré, pero ella estaba un paso por delante de mí.

Por supuesto, eso es lo que quería que hiciera, así que asentí.

Una niebla mucho más grande que la que cruzó Root apareció.

Parece una neblina, pero tiene un espesor que hace que no puedas ver el otro lado.

Eso hace a uno pensar que se trata de algo producto de magia.

–Pues bien, voy a colocar esta katana bajo su cuidado, Waka. Te dejare los asuntos de aquí a ti. –(Tomoe)

–¡¿?! –

Oi.

¿Qué planeas dejándome la katana corta?

Instintivamente tomé la espada corta que me fue dada y miré a Tomoe.

Con una sonrisa sugestiva, desaparece en la niebla.

Maldición.

Uhm, ¿así que debería convencer a los otros de Limia?

Pero no conozco la etiqueta cuando se habla con un rey.

… ¿Debo pedir disculpas primero antes de persuadir?

[Esta es la primera vez que me he reunido con una persona tan grande como usted, rey, por lo que podría llegar a ser grosero. Por favor, perdóneme si eso sucede]

–Usted dijo que su nombre era Raidou, ¿verdad? Su comunicación escrita es habilidosa. Y su magia debe serla igual. –(Rey)

[Sí. No puedo hablar lenguaje común, por lo que me comunico por escrito de esta manera. Una vez más, soy el jefe de la compañía Kuzunoha, Raidou]

–Lo sé. –(Rey)

[¿Hm? ¿Se refiere, a que también conoce sobre mi tienda?]

¿Por qué alguien como el rey de Limia tiene información de una pequeña tienda en Rotsgard como la mía?

–¿Verdad, Hopelace? –(Rey)

–¡¡¿?!! –

–Si no recuerdo mal, la compañía que estabas investigando era la Compañía Kuzunoha, y sobre un profesor a tiempo parcial denominado Raidou, ¿verdad? –(Rey)

–Ese es un hecho que ya hemos confirmado, Hopelace-dono. –(príncipe)

¿Qué?

Parece que un desarrollo completamente diferente está ocurriendo ahora.

La persona delgada que probablemente es el príncipe añade a las palabras del rey y las arroja sobre Hopelace.

Ya veo, Hopelace.

Eso significa que las diversas cosas que Ilumgand hizo ya han sido expuestas eh.

–Quiero una explicación Hopelace. En cuanto a su segundo hijo, Ilumgand, que se ha transformado, y sobre la calamidad que está ocurriendo en toda Ciudad Academia. –(Rey)

–… Rey, es cierto que he escuchado la petición de mi hijo y he investigado sobre este profesor. También he utilizado dinero para doblar las reglas en este torneo. Sin embargo, esta situación definitivamente no fue creada por mí. Ilumgand es mi hijo, y él es un hijo importante que podría convertirse en el jefe de la familia en estos tiempos de guerra. Convertirlo en esa clase de… clase de monstruo para conspirar algo, ¡¡yo nunca lo haría!! –

–… Entonces, ¿por qué Ilumgand tomó interés en Raidou? –(Rey)

–… No lo sé. ¡Realmente no sé nada! –

En realidad también quería saberlo.

¿Por qué me odiaba tanto hasta el punto de investigarme y declararme la guerra?

Yo sólo cubrí a Ruria. ¿Eso es algo por lo que iba a llegar a ser tan tenaz?

¿O era del tipo que no puede tolerar la desgracia?

No soy un noble, así que es difícil para mí entender por completo sus patrones de pensamiento.

El jefe de la familia Hopelace repite su disculpa al rey una y otra vez.

–Voy a oír sobre eso en detalle después de que hayamos pasado a través de esta situación y volvamos a nuestro país. Pero por la vergüenza que nos has cargado sobre las muchas naciones, no será barato. –(Rey)

–Uh …–

–Y bien, Raidou, usted es un comerciante ¿verdad? Y un profesor a tiempo parcial en esta academia que enseña habilidades prácticas. Los estudiantes que están peleando allí ¿son sus estudiantes? –(Rey)

[Sí, no hay ningún error. Ellos son los estudiantes que toman mi clase. Sólo que, no han estado asistiendo durante tanto tiempo]

–…Joh. ¿Cuánto tiempo ha pasado? –(Rey)

[Menos de medio año]

–Medio año… ¿Eran esos niños así de fuertes desde entonces? –(Rey)

[No. Empecé mi negocio en Tsige, por lo que he visto el estilo de pelea de los aventureros de allí. Les enseñé una parte de ello, y parece que se ajustó bien a ellos y han ido aumentando sus habilidades]

Así que el rey Limia también tomó interés en ellos eh.

Aún viendo al escenario, continúa con la conversación.

–Tsige eh. Ciertamente. Los aventureros que héroe-dono trajo desde allí tenían un estilo de pelea similar a éste. Parece que no es mentira. –(Rey)

¿Aventureros de Tsige en Limia?

Jeh…

En ese caso, el actual Limia tiene bastante aventureros de alto nivel allí.

Si la gente que el héroe reclutó eran personas con las habilidades necesarias como para entrar y salir del baldío a voluntad, llegarán a ser todo un potencial de guerra para Limia.

Héroe.

No pregunté nada específico, pero fue a un lugar tan remoto como Tsige eh.

Pensando en ello de una manera lógica, ¿la razón por la que fue sería para entrenar, tal vez?

[Rey-sama, por favor, venga conmigo a un lugar seguro. No hay ninguna garantía de que este lugar no vaya a ser atacado por otros enemigos]

–Si tengo al profesor de esos espléndidos estudiantes a mi lado, no tengo mucho de qué preocuparme. Por cierto, Raidou, ¿puedes usar esa espada? –(Rey)

El rey de Limia mira a la katana corta que sostengo.

Por la historia inventada acerca de poder utilizar teletransporte con ella eh.

Tomoe, esto se está volviendo algo problemático ¿sabes?

[Si, puedo. Si se trata de mí o de Tomoe que estaba aquí hace un momento, podemos utilizarla]

–Entonces ¿me puedes llevar a ese lugar? Si Ilumgand me ve a mí y a su padre, podría volver a sus sentidos. –(Rey)

–Rey, eso no es bueno. Es demasiado peligroso. –(Príncipe)

–Un noble de Limia está causando daños a la Academia. Tengo que proveer mi ayuda para controlar esta situación, o no voy a ser capaz de mantenerme en pie. ¿No es así, Hopelace? –(Rey)

Al rechazar las palabras del príncipe, el rey mira a Hopelace.

Él reacciona con un sobresalto, y hace una pequeña inclinación con su cabeza.

Es probable que no quiera hacer frente a su hijo transformado.

–Por supuesto, ponerse uno mismo en peligro no es ayudar, pero demostrando que estás dispuesto, a veces es necesario. Si los que tienen que tienen que hacerlo somos Hopelace y yo, entonces no se puede evitar. Una cosa bastante torpe y poco natural de hacer, si me permite decirlo. –(Rey)

–… Raidou-dono, ¿nos puede teletransportar allí? –(Príncipe)

Parece que el príncipe se dio por vencido.

Bueno, aunque realmente no me importa.

Entonces, ¿estaré actuando como el guardaespaldas de esta gente por un tiempo?

[Es posible. Pues bien, los cinco, ¿está bien si los teletransporto en torno al asiento de allí?]

Diciendo eso, señalo un área estimada.

el Príncipe asiente.

Los caballeros se quedan en silencio.

Probablemente significa que silenciosamente obedecerán. Debe ser difícil para ellos también.

Bueno, si salen a salvo de esta, deberían ganar grandes puntos por ello.

En ese lugar están Shiki y Mio.

Levanté la katana corta.

Tengo que mostrar el acto, por lo menos.

Creo una niebla que no es tan diferente de la que Tomoe hizo.

La niebla también se crea en el lugar señalado.

Preparaciones completadas.

–Definitivamente se lo pagaré, Raidou. –(Rey)

El rey de Limia me habló.

Sería raro que me separe de mi katana en este momento, por lo que sólo bajé la cabeza.

En mi mano izquierda tengo la vaina y en mi derecha la katana. Fue bastante feo.

Los caballeros, Hopelace, el principe, y luego el rey; en orden, desaparecieron dentro de la niebla.

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          Tsuki ga capitulo 137   
–¿Que está pasando? –

La pelea aún no ha comenzado.

Aun así, en mi camino, hice una pregunta a nadie en particular.

– – -La situación. – – –

El ex Ilumgand ha aumentado a casi el doble de su tamaño original y se ha convertido en una cosa con forma humanoide que brilla tenuemente.

El cuerpo que parece una bola de carne se ha vuelto ahora un tanto delgado.

Se ve como un gigante mal hecho.

Y en su mano, sostenía el cuerpo de uno de sus compañeros caídos.

El daño es terrible y con sólo una mirada se puede decir que esa persona está muerta.

Al mirar la boca del monstruo, puedo decir lo que pasó en cierta medida.

–Esa cosa se movió. Cuando él estaba comiendo, los estudiantes llegaron a detenerlo. Y así es como esta situación terminó así. –(Makoto)

Sin ninguna duda, eso come gente.

Creo que la voluntad de Ilumgand ya se ha ido.

No está haciendo ningún ruido extraño. Tal vez recibió una orden de algún tipo, ¿o será que simplemente se mueve por sus propios instintos violentos? Eso es aún desconocido.

Jin y los demás están de pie en el escenario en donde está Ilumgand en posición de batalla.

Puede ser leve, pero puedo sentir una vacilación, o más bien desconcierto, de todos allí.

Probablemente sintieron una emoción similar al temor después de ver a Ilumgand comerse a un compañero de equipo, en otras palabras, un compañero que asiste a su misma escuela.

–¿La Academia no está enviando ayuda? –(Makoto)

–Están saliendo justo ahora. –(Shiki)

Shiki me responde.

Después de lo que dijo, un grupo de personas vestidas de color púrpura salieron del pasillo que conecta con la sala de espera.

Pero que gustos.

Púrpura.

El grupo de alrededor de diez, apuntaron sus báculos a la espalda del gigante y comenzaron su arias.

Sus números son pocos, ¿pero tal vez tengan buenas habilidades?

¿O es el daño a otros lugares más grandes de lo esperado y no pueden mover a tanta gente?

Vamos a confiarle ese aspecto a Tomoe.

–Tomoe, quiero que vayas a captar el daño alrededor de la ciudad y que me lo reportes. No me importa si es sólo aproximado. ¿Puedes hacerlo? –(Makoto)

–Déjamelo a mí. –(Tomoe)

La pelea comenzó.

Jin y los demás todavía están en alerta sin participar.

Están esperando y viendo.

Parece que esos tipos de púrpura no les han dicho que peleen de repente, por lo que sólo le están dando prioridad a observar.

En el grupo púrpura son todos magos.

Tienen báculos equipados y también están haciendo arias mágicas, por lo que no debería haber ningún error.

… Tal mal balance.

–Shiki, ven a ayudar. –(Tomoe)

–Entendido. –(Shiki)

Shiki asiente a la orden sin-preguntas de ayudar de Tomoe.

El fuerte de Shiki es elemento tierra.

Tanto el viento como la tierra son buenos para la topografía.

Si ambos cooperan, seremos capaces de confirmar la situación de una manera bastante rápida.

Me siento y descanso mi barbilla en una mano.

Viendo el avance de la batalla, una vez más pienso en el método que debería tomar.

–Ara ara, los magos se están acercando tanto. ¿Pero que es lo que están pensando? –(Mio)

Mio es directa sobre la situación.

La fuerza de combate de la Academia no debería ser sólo esto.

A decir verdad, esta Ciudad Academia es una tierra sin experiencia en combates.

No hay peleas, por lo que incluso hay rumores que dicen que los gastos en materia de defensa están siendo puestas en otras áreas.

Aún así, deberían tener un poder de combate de un cachorro de tigre, por lo menos.

Especialmente en el festival escolar cuando las potencias de diferentes países los visitan.

Deberían tenerlos preparados por si acaso.

Los visitantes que vienen aquí deben tener sus propios guardias y un poco de poder de combate con ellos para protegerse a sí mismos.

El problema es si eso será suficiente.

Si eso no es suficiente, seguramente tendríamos que intervenir.

Si nos involucramos, la negociación con la raza demonio será más difícil.

–Eso es interesante-desu wa. Ese monstruo. De los 4 elementos básicos, está anulando a 3 de ellos. Para algo que es prácticamente un fracaso de una mezcla hyumana, está bastante bien hecho. ¿Será un subproducto, o un efecto esperado? –(Mio)

Hmm.

Al oír las palabras de Mio, levanto mi cabeza.

Los 4 elementos básicos eh.

Ella se refiere a los elementos de tierra, agua, fuego y viento.

La mayoría de los espíritus son de esos elementos y la mayoría los utilizan, entonces es así como son llamados.

A pesar de su apariencia exterior desagradable, tiene altas especificaciones.

Cuando miré, el lado de los magos púrpuras incrementaron repentinamente su poder.

Fue en un instante.

No parecía como si hubieran hecho algo. ¿Es posible ese tipo de fortalecimiento?

… Ah.

Me di cuenta de qué se trataba.

–La bendición. –(Makoto)

–Eso parece -desu. Pero solo aumentar la potencia de fuego no va a ayudar mucho en esta situación. Porque todo es magia de ataque. Y por si fuera poco, hay muy pocos usando el elemento efectivo, el fuego. Con eso, ellos sólo aumentarán su vigor wa-desu. –(Mio)

Dijo Mio muy sorprendida.

El progreso de la batalla se mueve como si coincidiera con sus palabras.

Los magos lanzaban sus magias e Ilumgand hacía un grito demoledor. No sonaba como si se estuviera debilitando. Eso fue un grito que se sentía como si se estaba fortaleciendo.

Ilumgand se dirige hacia el grupo de púrpura y acelera.

Mostró un gran poder instantáneo.

Bien entonces.

Parece que el turno de mis estudiantes no llegará por un tiempo.

Por lo tanto, sobre la manera de utilizar este disturbio.

El éxito de esto (aunque no sé cuál es el factor que indique el éxito del mismo) debería ser importante para la raza demonio en cierta medida.

Debe ser por eso que Rona no me dijo nada y así lo puso en acción.

Quiero Kaleneon, pero no puedo pasar por alto este alboroto hasta el final.

En ese caso, ¿cómo debo actuar?

Mientras que distraídamente… Echo un vistazo a la fuerza de combate de la academia que se rompe, me irrito por mis pensamientos que no muestran signos de organizarse.

–Waka, tengo una idea aproximada de la situación. Parece que hay unos 50 de esos monstruos alrededor de toda la zona. Las formaciones de teletransporte y las formaciones de teletransporte auxiliares están siendo atacadas activamente y fueron destruidas. Hay unos pocos en los pueblos de los alrededores, y muestran el mismo patrón. Además, la interferencia de la transmisión de pensamiento, puede ser débil en este momento, pero parece que es sólo el principio. Puede que no sea visible en Ciudad Academia, pero en los pueblos de los alrededores, se siente como que están cerrando lentamente el círculo. –(Tomoe)

Tomoe, eso fue rápido.

E incluso también captaste la situación de los pueblos de los alrededores.

Que gente aterradora.

–Ya veo. ¿Y la situación de la batalla? –(Makoto)

–No es buena. Tal vez estaban más acostumbrados a la paz de lo esperado. No han sido capaces de derrotar a uno solo aún. Parece que lo están haciendo bien en contener a uno de los monstruos que se dirige a la formación de teletransporte interna de la Academia, pero los otros lugares han recibido una gran cantidad de daños. –(Shiki)

Vaya vaya.

Ya veo. La están teniendo difícil.

Si no es sólo éste sino que son todos los que están afuera los que están teniendo esta negación mágica o lo que sea, puede que sea un rival difícil para los estudiantes y magos.

Puede colapsar la noción de la academia.

Bueno, no es de extrañar.

Este lugar no ha sido nada más que pacifico después de todo.

En comparación con Tsige y la base, este lugar prácticamente no tiene tensión.

Escuchando el informe de Shiki, he comprendido que la situación se pondrá mala si no nos unimos para suprimirla.

–Waka-sama, esos tipos han sido acabados-desu wa. –(Mio)

Oh.

Mio me notifica sobre que fueron acabados con un suspiro mezclado.

Para esos chicos de púrpura que sirvan sólo como una comida… ¿qué tan débiles pueden ser?

–¿Jin y los otros no ayudaron? –(Makoto)

–Lo hicieron, pero su forma de lucha no fue una buena-desu wa ne. No se movieron como lo hicieron en los enfrentamientos. –(Mio)

Que inusual.

De los informes que he recibido de Eris, he oído que son capaces de moverse adecuadamente cuando pelean contra mamonos.

No se puede evitar. Parece que necesitan instrucciones.

Ahora que lo pienso, cuando me empujaron al sitio de entrenamiento real por Sensei, era torpe hasta que me acostumbré a ello.

Ellos también son estudiantes. Incluso si su cuerpo no se mueve como quieren, no hay nada de qué avergonzarse.

Bueno, no sería bueno si acaban muriendo a causa de eso, pero en este momento estoy aquí con ellos.

–Caray. Mi evaluación de ellos se había ido un poco más alta, y poco después, mostraron un comportamiento tan triste. –(Mio)

Uh, se siente como soy yo quien recibe esas palabras.

–Shiki, ¿no los mimaste demasiado? Utilizar tu elemento fuerte de una única manera, eso es un patrón de hyumanos. Deberías enseñarles adecuadamente cómo tener un campo de visión más amplio como en la vez en que estaban peleando en las batallas en equipo. –(Mio)

Que estricta, Mio.

¿Por qué es que? Siento como si toda su reprimenda está dirigida hacia mí.

Ah, yo soy del tipo que sólo puede hacer una cosa.

Además, soy del tipo que se pierde cuando estoy bajo presión.

Puedo hacer este tipo de peleas con facilidad, pero cuando se trata de negociaciones y de negocios, muestro mi verdadero yo de inmediato… ¿Mh?

–… ¿Eh?–

Utilizar tu fuerte con un campo de visión más amplio…

Mi fuerte…

Poder mágico y defensa. Además, la capacidad de hablar. {NTI: Probablemente se refiera a su capacidad para hablar con otras razas}

He usado mi capacidad de hablar y la hice brillar en diferentes aspectos, pero ¿qué pasa con mi poder de combate?

Odio amenazar con fuerza bruta, así que no lo hago, ¿pero hay muchas otras formas de usarlo aparte de esa?

En los negocios, en el trabajo, en las cosas dignas, pensé que tenía que hacerlo de manera correcta y justa.

En base, no ha cambiado incluso ahora, y es por eso que no he utilizado mercancías de tipo poder.

Porque si tuviera que poner mi poder de combate como mercancía, lo que sería óptimo para nosotros sería convertirnos en un grupo de mercenarios. Ya estamos utilizando Asora, por lo que ese sistema sería demasiado ventajoso para los comerciantes.

Intercambiar vidas por dinero se siente un poco mal para mí, esa es la mayor razón por la que no lo hago, pero…

Entonces, ¿cuáles serían las correctas y justas?

Siento que algo encaja ahí…

La violencia es también una de las cartas que tengo.

No, yo no estaría en peligro de forma activa.

Pero estar preocupado por algo que no voy a estar usando constantemente es… ¿inútil?

Si nuestros alrededores captan aunque sea sólo una impresión de que somos un grupo que posee diversas habilidades, aparte de los negocios, es obvio que nos verán como una amenaza.

Usando el respaldo del país, ellos ponen presión sobre otros comerciantes.

Utilizan la posición que han construido como ventaja frente a los recién llegados.

Creo que eso es una técnica de negocios obvia.

Entonces, poner tus activos en un uso diferente, ¿no es algo similar?

Contactos personales, activos, poder; ese es el poder de esos tipos.

Utilizar todo de ti para desafiar a algo no es extraño.

¿No es aún más extraño excluir la fuerza?

Es cierto que tal vez no sea bueno para tu imagen, pero hay otras formas utilizar la fuerza, aparte de hacerle daño a alguien.

Cierto. Por ejemplo: en una situación en la que hay una amenaza que utiliza la misma fuerza para causar daño.

Miro los asientos de los invitados.

Todavía veo a unas cuantas personas allí.

El jefe de la academia probablemente está allí también, usando la transmisión de pensamiento para transmitir órdenes.

Ver a su propia fuerza de combate derrotada tan fácilmente debe haber afectado a su espíritu.

… Sí.

Vamos a probarlo.

–Waka-sama, ¿qué ocurre? Parece que sus alumnos van a estar peleando. –(Mio)

–… Mio, y también Shiki. Por favor, denles instrucciones a Jin y los demás. Si están a punto de ser acabados, está bien que los ayuden. –(Makoto)

–¿Eh? –

–¿Jah? –

–Nn, ¿ no me escucharon? –(Makoto)

–¡No, no es eso! Entendido! –(Mio)

–Sus órdenes han sido recibidas. Voy a darles instrucciones como mejor pueda y haré que adquieran experiencia. –(Shiki)

Les pido de nuevo y Mio y Shiki que corran allí.

Después de llegar a la parte interna de los asientos de la audiencia donde está la barandilla, saltaron hacia el centro del terreno del Torneo, sobre el escenario.

También está la promesa que le hice a Rembrandt-san.

No dejaré que ni uno solo de mis estudiantes muera.

También, como dijo su esposa: “Experimentar la sensación de estar a punto de morir seguramente les servirá en el futuro.”

No como el ataque por sorpresa al dragón de bajo grado. Sin duda hay un significado diferente en pelear en un combate de frente.

Pues bien, aunque desde el momento en que llegué a este mundo, las peleas fueron en su mayoría fáciles para mí, así que no estoy en condiciones de decir eso.

–Tomoe, ven conmigo. –(Makoto)

–Como quieras. Parece que te has decidido sobre qué hacer. –(Tomoe)

–Sí. Por ahora, voy a proteger a esta ciudad detrás de la escena. Por favor haz que Lime y Mondo se muevan. Está bien que rescaten a los residentes. Si la situación no ha disminuido después de eso, pueden decidir libremente si quieren suprimirla. Y mientras están en eso, capturen a uno o dos como muestras y que los envíen a Asora. Dejaré los detalles de las ordenes a ti. –(Makoto)

–Permíteme confirmar esto, ¿está bien que yo entre en escena cuando lo crea apropiado? –(Tomoe)

–Sí, te lo dejo a ti. Te daré los detalles después de que este lugar esté totalmente bajo control. –(Makoto)

–Como quieras. Y entonces, ¿a dónde vamos ahora? –(Tomoe)

–Vamos a ayudar a las personas que se encuentran en el lado de los invitados. En esa parte, vamos a actuar como héroes justicieros. –(Makoto)

–… Ya veo. No vas a ir con los residentes, sino con las personas que tienen puestos en los países. –(Tomoe)

–… Te dejaré eso a tu imaginación. –(Makoto)

Tomoe probablemente sabe todo lo que estoy pensando.

Si quiero que los invitados escapen a un lugar seguro, tener a Tomoe sería la mejor opción.

Soy un comerciante, y ella es mi acompañante y ayudante cercana.

Si quiero que miren a la Compañía Kuzunoha, es más fácil que les muestre a Tomoe y a Mio.

Mi pensamiento es aún poco profundo, pero Tomoe se atiene a ello.

Puede ser difícil, pero estoy agradecido.

Mi pensamiento es simple.

Recompensa y castigo.

Ayudar e intimidar.

Lo que está bien que nosotros hagamos cuando utilizamos fuerza.

He empezado a pensar que las cosas que podemos hacer en realidad son muchas.

Siento que mi campo de visión se ha incrementado en un instante.

Puede ser grosero utilizar a los invitados que probablemente están asustados como mis primeros sujetos de prueba.

Hacer algo como esto, ¿dejará una buena impresión?

De hecho es una idea extremadamente simple.

Me dirijo a los asientos de los invitados con sentimientos como si tuviera que rendir un examen después de estudiar toda la noche.

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Poner las ventajas y desventajas como prioridad a la hora de pensar es algo desagradable.

A decir verdad, no queda conmigo.

Los tiempos cuando estaba en el baldío sin saber nada eran en realidad más tranquilos.

En este momento, incluso si trato de volver a esos tiempos, no voy a poder hacerlo.

Si yo fuera lo suficientemente hábil como para actuar dentro de las cosas que sé y que no, no estaría en esta situación en la que estoy en un problema.

–¡Raidou-dono, he estado buscándole! Es bueno ver que estás a salvo. –

[Ustedes dos también. No es como que algo haya ocurrido aquí aún, por lo que no es tan extraño]

–… Eso es claramente un estado anormal. Parece estar todavía en medio de una transformación. Usted está verdaderamente calmado. Parece que también hay algo ocurriendo en la ciudad. Todos escucharon la situación afuera, vieron esa cosa y entraron en pánico. –(Rembrandt)

[No, si esto es un escenario de combate, ya estoy acostumbrado a ello, eso es todo. Bueno, tengo un montón de preocupaciones sobre tantas cosas que carece mi tienda, así que no estoy tan tranquilo como usted piensa]

–Todavía no entendemos la situación, ¿pero sabe algo? Desde el momento en que mis hijas se fueron, no se han mostrado de nuevo. Esto hace que sea difícil movernos. Y es por eso que estoy aquí, pero… –(Rembrandt)

Parece Rembrandt-san entiende más o menos la razón de este pánico.

Él y su esposa no parecen estar tan nerviosos.

¿Tal vez se sientan seguros porque Tomoe y Mio están aquí?

¿O es que los comerciantes habilidosos son capaces de entender este tipo de situaciones y racionalmente pueden ponerlo en orden?

Sea lo que sea, su calma es diferente de la mía que es una simple compostura derivada de mi método de defensa llamado violencia.

[La mayoría de la información que tenemos es que, en la ciudad, hay monstruos como ese que apareció arrasando. Sif-ojosan y Yuno-ojosan parecen haberse agrupado con sus compañeros y están planeando hacer algo sobre ese ex Ilumgand. Shiki oyó hablar de eso con la transmisión de pensamiento]

–En el lugar de trabajo de Raidou-dono, todos los empleados saben cómo utilizar la transmisión de pensamiento ¿correcto? Poder tener una comunicación en estos momentos de crisis, que envidiable. Ya veo, ¡¡¡¿así que mis hijas están planeando hacer algo al respecto con eso?!!! R-Raidou-dono, ¡¿qué quiere decir con “algo”?! –(Rembrandt)

Asintiendo varias veces, Rembrandt-san digiere lentamente el contenido de mi comunicación escrita, pero en medio de ello, se sorprendió y claramente estaba empezando a agitarse.

Me sorprendió que estuviera tan tranquilo cuando supo que sus hijas estarían peleando, pero parece que ese no es el caso.

[Ellas ya están en esa edad, después de todo. Probablemente quieran poner a prueba sus habilidades]

–E-Eso no es bueno… Raidou-dono, eso no es bueno. Lo siento, ¿pero pueden ustedes por favor hacer algo al respecto. Como que… ¿usted puede habilidosamente hacer frente a esta situación? En primer lugar, no es necesario que prueben sus habilidades en esta clase de situación. Cierto, he oído que hay una fuerza como una tropa que está formada por la Academia por el bien del orden público. Es cierto. Desde el principio, es extraño que los estudiantes peleen. –(Rembrandt)

É-Él de repente empezó a ponerse nervioso.

Mientras estaba totalmente nervioso, murmuraba una y otra vez.

… Su esposa también tiene una mirada como si estuviera pensando en algo, pero parece como que no está tan agitada.

En esta clase de momentos, los padres normalmente se ponen muy protectores, pero se ve bastante tranquila.

–… Raidou-sama, usted es su sensei y no está aterrado al respecto, así que mi marido y yo no estamos tan preocupados por nuestras hijas. –

Tal vez se dio cuenta de algo de mi mirada, me habló.

No espera, su marido está completamente preocupado.

Incluso ahora no está mostrando signos de calmarse.

–Además, el grupo de Raidou-sama está aquí después de todo.Estoy seguro de que no se producirá el peor de los casos.Esas chicas también, algún día aprenderán que no importa la cantidad de poder que adquieran por sí mismas, hay una realidad contra la que no pueden hacer nada.Si ese día pasa a ser hoy, no se puede evitar.En realidad, estoy feliz de que usted esté de pie a su lado en ese momento.Incluso si este hombre se ve nervioso, él no lo está realmente. –

… Aterrador.

O más bien, no es como si ella creyera ciegamente en las posibilidades de sus hijas.

“Ellas algún día comprenderán sus límites, por lo que es mejor hacer que sientan esa frustración” ¿es lo que está tratando de decir?

Esta mujer, está diciendo algo realmente espartano.

A primera vista, su cuerpo parece estar tranquilo, pero cuando se lo ve de cerca, sus manos que se agarraban estaban temblando, por lo que probablemente se está forzando a sí misma.

En el caso de esta pareja, el padre es el especialista en consentir.

Las dos son chicas, así que, como padre, ser estrictos con ellas es difícil, ¿o algo por el estilo?

Al ver a su mujer poniendo su mano izquierda sobre su derecha y con fuerza en ellas, pensé de esta manera.

[Me alegra que tengan fe en nosotros. No es como si siempre pueda estar a su lado, así que esta vez, voy a asumir la responsabilidad y protegerlas adecuadamente. Y la pareja casada, ¿qué van a hacer a partir de ahora? Este lugar no es muy peligroso, así que si no tienen ningún asunto en particular, les sugiero que se queden aquí]

–… Ya veo. Cariño ¡Cariño! –

–No, si llega lo peor, podemos reunir mercenarios del gremio de comerciantes y… – (Rembrandt)

–¡¡Ca-ri-ño!! –

–¡¡Uo!! ¿Q-Qué pasa, Lisa? En este momento estoy pensando en cómo resolver esta situación como verás. –(Rembrandt)

–Raidou-sama estará cuidando de este lugar, así que es seguro. Y entonces, este lugar es seguro, pero nos preguntó lo que vamos a hacer ahora. –(Lisa)

–¿Q-Qué? Ya veo. Raidou-dono va a. Fuuuh. –(Rembrandt)

¿Qué hay con ese “fuuuh…”?

Incluso trajo las palabras “gremio de comerciantes” que no quiero escuchar en este momento.

Además, mercenarios.

De hecho he oído que se pueden contratar mercenarios baratos en el gremio.

Es más barato que ir por ahí pidiéndole a cada aventurero que ayuden en el transporte de mercancías, así que he oído de muchos comerciantes utilizan este método.

Aunque es algo que no me concierne, por lo que no conozco los detalles.

Después de que la esposa de Rembrandt-san le habló, parece que se calmó.

–¿Qué debemos hacer? Está también la cuestión de las chicas, por lo que creo que es una buena idea quedarse aquí, ¿qué te parece? –(Lisa)

–… No, vamos a tratar de ir al gremio una vez. –(Rembrandt)

–¿Al gremio? ¿No fuimos hace unos días? Además, incluso si vamos ahora con esta situación, no creo que podamos esperar una recepción decente. –(Lisa)

Es exactamente como dice ella.

Además, teniendo en cuenta que estaré en el panorama y que no me importa que algunas chispas  vuelen hacia ese lugar, que él vaya al gremio de comerciantes no es algo que me gustaría mucho.

–No creo que el gremio de comerciantes de aquí esté acostumbrado a este tipo de situaciones. Además, he experimentado varias batallas en Tsige y he tomado el mando en ellas. Así que debería poder ayudar en reducir la cantidad de daño. –(Rembrandt)

¿Q-Qué ha dicho?

Sólo hace unos momentos su mente estaba completamente llena con sus hijas, y sin embargo dice eso de repente.

Mientras estaba pensando en eso, Rembrandt-san se dirigió desde su esposa hacia mí.

–Si este lugar estará protegido por Raidou-dono, no tengo que preocuparme sobre mis hijas para nada. Además, no es como que no conozca al representante del gremio de aquí. –(Rembrandt)

–El representante de este lugar… ah, Zara-san. Cariño, fuiste a reunirte con él antes ¿verdad? –(Lisa)

Zara.

Ese representante, si no recuerdo mal, tenía ese nombre.

No sólo Rembrandt-san, su esposa también es una conocida de él eh.

Jah… Todavía suspiro con sólo recordar su rostro.

–U-Umu. De todas formas, si mi familia está a salvo, tengo que hacer lo que pueda. No hay pérdida en ayudar al gremio de comerciantes, y esta es la ciudad donde mis hijas están. Por lo tanto, Raidou-dono, me dirigiré al gremio de comerciantes para ayudar a resolver este pánico. –(Rembrandt)

–… No se puede evitar. En ese caso, voy a acompañarte. –(Lisa)

–L-Lisa, no me importa si te quedas- –(Rembrandt)

–Voy a ir. Estoy más acostumbrada a situaciones duras que las personas del gremio de aquí. Además, me gustaría dar mis saludos a Zara-san. Ha sido un largo tiempo. –(Lisa)

Por alguna razón, Rembrandt-san quiere ir solo.

¿Hay algún tipo de inconveniente si su mujer va allí?

Esta es la ciudad donde sus hijas asisten, así que en el caso de esta persona, él no tendría ningún asunto ni nada de eso.

En primer lugar, él está loco por su mujer.

Pero, ¿los dos intentan dejar el recinto del torneo?

¿Qué debería hacer? La elección en la que tengo méritos…

….

Ah, ¡carajo!

¡Al carajo con poner las ventajas y desventajas como prioridad!

¡Ya estoy en mi límite!

Tengo una deuda de gratitud con ellos.

Quiero protegerlos.

Quiero que estén a salvo.

Entonces, eso es suficiente para mí.

Compruebo mi entorno.

Parece que todavía hay personas en los asientos de los invitados.

Además, aún hay unas pocas personas que quedan.

En ese caso, sería malo hacerlo “aquí”.

–Raidou-dono, lo siento pero, le dejaré mis hijas a su cuidado. Si se las dejo a usted, no tengo por qué dudar. Voy a tratar de hacer lo que pueda. Es lo que estoy diciendo, pero sólo voy a estar creando un favor, jajaja. –(Rembrandt)

–Entonces, hasta luego. Nos vamos. –(Lisa)

[Esperen. Voy con ustedes medio camino]

No hay ninguna garantía de que nada les vaya a pasar si los dejo ir solos.

Pongámosle una escolta.

No quiero que las pocas personas en quienes puedo confiar se enfrenten al peligro.

… Si fuera a entrar al lado de los demonios, voy a tener que ayudar a Rembrandt-san desde detrás, o puede que también se enfrenten al peligro.

Bueno, eso se lo dejare para cuando realmente tenga que pensar en ello.

Parecían estar un poco desconcertados por un momento, pero la pareja casada aceptó que los acompañara.

Le ordene a Tomoe que teletransporte a Eva-san y a Ruria a la tienda por transmisión de pensamiento.

Después de confirmar que Tomoe asintió, dejo a todos y sigo a Rembrandt-san.

Dejando los asientos del público, continuamos por un pasillo oscuro.

[¿Ustedes dos están en buenos términos con que el representante-dono?]

–Buenos términos… Es una relación complicada. Lo que puedo decir con certeza es que tenemos una relación inseparable. –(Rembrandt)

–Hubo un momento en que ambos cuidaban sus respectivas tiendas. Eran vecinos. –(Lisa)

–¡Lisa! –(Rembrandt)

–¿No está bien? No es algo que ocultar. Además, ustedes dos son como una masa de éxito, y eran similares. –(Lisa)

Rembrandt-san era eh.

No puedo imaginarlo.

Y parece que la conexión del representante y Rembrandt-san es más profunda de lo que pensaba.

En un lado, aliados y compañeros que pueden confiar entre sí.

Por otro lado, son contundentes y se desprecian entre sí.

Qué cosa misteriosa.

[Ya veo. Ese tipo es implacable dependiendo de la persona, a un nivel extraordinario. Daba la imagen de una persona bien comerciante, por lo que es un poco sorprendente oír que es similar a Rembrandt-san]

–… Fue ayer eh. El día que se reunió con él. Usted dijo que estaba con problemas con el negocio. Parece que le dijo algo. –(Rembrandt)

[Yo no era consciente de mi falta de conocimiento y la fricción en mi entorno]

–Hablé con él un poco sobre usted y sus seguidores de antemano. Parece que no le llegó adecuadamente. Lo siento. –(Rembrandt)

[No se preocupe. No es algo por lo que tengas que disculparte. Fue la prueba que me faltaba, después de todo]

–Se trata de ti cariño, ¿así que no le habrás dicho cosas vagas a Zara-san? –(Lisa)

–Se trata de información personal de Raidou-dono después de todo. No puedo fácilmente decir los detalles, Lisa. Fumu, si no le llegó, debe haber actuado de manera muy ruda. –(Rembrandt)

[Por desgracia, parece que ni siquiera me trató como un comerciante. Fue realmente una vergüenza]

–Aun cuando es así, él también tiene una parte amable, pero él es del tipo que sólo le falta vocabulario. Hay momentos en los que es malentendido. –(Rembrandt)

¿Malentendido?

No estaba en ese nivel. El abusó completamente.

Bueno, no hay duda de que no esperaba nada de mí, así que definitivamente no es un malentendido.

Rembrandt-san parece conocerlo muy bien.

–Él estaba haciendo un negocio más agradable que Cariño. Tú eras más del tipo que viene en silencio desde atrás y ataca. Aunque es cierto que su boca era una gran desventaja para él. –(Lisa)

–Lisa, ¿siento malicia allí? ¿No me acabo de ocupar hábilmente del asunto? –(Rembrandt)

Hábilmente.

Como era de esperar, el mundo de los comerciantes no es simple.

Yo fui demasiado indulgente.

[Son viejos conocidos eh]

–Sí. Desde hace mucho tiempo. Morris también conoce bien a Zara, y también han competido entre ellos. Me he dado cuenta al final que mi familia es lo más importante, por lo que ya he dibujado una línea, pero él todavía no está casado y sólo ha estado viviendo en el mundo de los negocios. Tal vez debido a que su sentido del olfato se ha vuelto más opaco, o podría ser debido a que no le gusta mi sombra, parece que mostró una mala actitud hacia Raidou-dono. –(Rembrandt)

[Así que eso es lo que era. Me dijo que era demasiado rápido como para que trabaje aquí, así que vuelve a Tsige y retírate como comerciante]

–Fuh… Él no va a decirlo amablemente ¿verdad? “Regresa y haz que tu colega te cuide” sería más bien lo que hubiera querido decir. Bueno, si es así como usted lo tomó sería grandioso para él. –(Rembrandt)

Conoce realmente bien a ese tipo.

Sinceramente, le dije a Rembrandt-san que lo dijo de esa manera, pero en realidad, lo que saque de las palabras de ese tipo fue en su mayoría “desaparece de aquí granuja”.

–Esa es la manera de decir de Zara. Ara, ya estamos fuera. Raidou-sama, hasta aquí está bien, el resto podemos ir nosotros mismos. Por favor, cuida de nuestras hijas. –(Lisa)

–Umu. Incluso si tengo este aspecto, sé autodefensa. No se preocupe. También voy a hablar correctamente con el representante Zara. –(Rembrandt)

No, no era como si me quejara ni nada.

Pero bien, debe haber sonado como una queja hacia ellos.

Jah… Verdaderamente estoy siendo cuidado por Rembrandt-san.

Tengo que reflexionar en ello.

Pues bien, vamos a la tarea principal. Invocar una escolta.

[Por favor esperen. Pensé que iba a llamar la atención en donde estábamos antes, por lo que los acompañé hasta aquí. Pero ya que estamos aquí, me gustaría traer una escolta para ustedes dos]

–¿Escolta? –

–¿Se refiere a uno de sus seguidores? Pero todos están en donde estábamos antes. –

Sin responder a la pareja casada, creo una puerta de niebla.

A simple vista, sólo se vio como una nubosidad del tamaño de un cuerpo, pero apareció a mi lado.

De allí, apareció una sombra, y una forma lentamente se hace más clara.

Cuando dos hombres lagartos con hermosas escamas aparecieron de la niebla, la pareja tragaron aliento.

Sorprendidos de que dos mamonos aparecieron de repente.

Parece que estaban abrumados por su presencia y su comportamiento del que uno puede sentir inteligencia de ellos.

[Como pueden ver, estos son mamonos que he invocados. Poseen una poder fiable, así que por favor vayan con ellos. Si por casualidad son atacados, estos dos resultarán ser extraordinariamente útiles. En público, sólo digan que uno de ustedes utilizó alguna herramienta mágica para invocarlos]

–A-Ahora que lo mencionas, Raidou-dono era capaz de utilizar invocación mágica. No esperaba que aparecieran al instante, así que quedé realmente sorprendido. –(Rembrandt)

[Pueden comprender el lenguaje común, por lo que si quieren darles órdenes, con sólo decirlo normalmente funcionará. Por cierto, el que sostiene una lanza es Azu- quiero decir, Fia; y el que tiene un arco es Hyun]

Coordinando con mi presentación, ambos lagartos de neblina se arrodillaron frente a la pareja.

Parece que desde que es mi orden, la siguen.

Estoy agradecido.

Parece que la pareja también se calmó después de ver la forma en que actuaron.

–Ellos pueden entender palabras eh. Eso es fiable. Raidou-sama, muchas gracias. –(Lisa)

–Sí. Permíteme expresar mi agradecimiento. Gracias. –(Rembrandt)

[Por favor, manténganse a salvo. Vamos a encontrarnos más adelante]

Hice que los Lagartos de neblina 4 y 5 actúen como guardaespaldas de la pareja.

Planeo hacer que el número 3 trabaje junto con los estudiantes, así que tal vez debería ponerle un nombre como hace un momento.

Los dos nombres que les di recién fueron improvisados, pero fue más bien como unos nombres en código por lo que no debería haber ningún problema.

Viendo a la pareja irse, regreso al recinto del torneo, donde los estudiantes probablemente ya están combatiendo.

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          Lazy Dungeon Master capitulo 129   
La santa escribió una carta. ¿Qué debería hacer…?

Cuando le di un vistazo, parecía que el contenido decía que yo les daría el derecho de destruir el dungeon core, junto con la solicitud de apoyo financiero, pero… pensando en cuánto DP y fondos nos estaba proporcionando, no puedo decir que eso sea algo malo.

Sin embargo, sería algo realmente malo si el Reino Sagrado comenzara a ponernos el ojo encima.

Una dungeon que gane la atención del Reino Sagrado, cuya doctrina dice “destruye dungeons”… tendría una esperanza de vida más baja. Literalmente.

Debido a eso, llamé a Rokuko para tomar algunas contramedidas.

— Kehma, fisgoneando en una habitación donde está una chica, ¿ese tipo de cosas son tu hobby?

Se me quedó mirando con ojos considerablemente fríos. Que fastidio. Es reconocimiento del enemigo, ¿sabes?

Síp, es porque es una enemiga. No es como si quisiera observar sus piernas bien formadas y sus descalzos e indefensos pies o algo así. Si realmente lo quisiera, me podría complacer con Meat o Ichika, así que no es como si me estuviera muriendo de hambre.

— Entonces, ¿un plan para qué? ¿Para no dejar que obtengan fondos?

— Buena suposición, Rokuko. Es correcto. Espera… no puede ser, ¿eres una impostora?

— No, es obvio que sabría eso… la pregunta es cómo podemos evitar que obtengan el dinero. ¿Reemplazar las cartas? ¿O tal vez detengamos las entregas?

— ¿Estás bien? ¿¡Te sientes enferma!?

Rokuko estaba siendo inusualmente brillante. Coloqué el dorso de mi mano en su frente para asegurarse de que no tuviera fiebre.

— ¡Oye, no estoy enferma! ¡No me menosprecies tanto!

— Estabas algo caliente…

— ¡Es tu imaginación!

— ¿Es así? Entonces está bien. Estaba preocupado porque repentinamente te volviste inteligente.

— Aunque estoy feliz de que te preocupes por mí. Fufun, podrías alagarme más, ¿sabes?

Muy bien, ahora ha vuelto a ser Rokuko.

— Entonces, ¿qué vas a hacer? Fuera de la dungeon sería difícil detener las entregas de los aventureros después de que acepten la comisión. Cierto, podríamos tomarlas cuando se las entreguen al gremio de aventureros.

— Darle al gremio la responsabilidad del problema suena como que sería problemático de varias formas. Incluso si las reemplazamos, las cartas van cerradas con sellos de cera…

Cuando puso las cartas en los sobres, la santa las estampó con su sello. Con eso, sería obvio si fueran manipuladas.

— Para eso, ¿no estaría bien si la magia de Kehma arreglara el sello? Podrías romper el sello y luego repararlo después, ¿cierto? Ah, pero si hay un efecto mágico en el sello de cera no podrías mostrar tu técnica, necesitaríamos otro también, ¿no?

— Hey, Rokuko.

— ¿Qué? ¿Se ha reavivado tu amor por mí?

— Tú… … … ¿eres la verdadera Rokuko?

— ¿¡Qué si soy la verdadera!? ¡Qué grosero, pienso que ya es demasiado!

— Lo entiendo, entonces muéstrame tu pie y lo confirmaré.

— ¿¡Puedes confirmarlo con eso!? Bueno, aunque realmente no sé por qué necesitas mi pie… T-toma.

Quitándose una de sus medias, Rokuko expuso su pie… Fuuu. Me tomé mi tiempo validándolo, pero ella es la verdadera. A decir verdad, los pies de Rokuko no tienen ninguna marca especial en absoluto, pero sé que es ella. Para ser exacto, lo confirmé mirando la función del mapa del menú.

Bueno, aunque estaría en problemas si se tratara de un imitador. ¿Se comió algo que apareció en la gacha, como una fruta de la sabiduría o algo así?

— No hay dudas, eres la verdadera Rokuko.

— Es lo que te he estado diciendo… así que, ¿tienes un plan?

— … Sí, lo tengo. Pondré una queja.

Mi plan era extremadamente simple.

También escribiríamos cinco cartas, enviándolas a la misma dirección que las de la santa.

Debido a que serían a la misma dirección, los aventureros que tomaran su comisión naturalmente iban a tomar la nuestra también debido al beneficio. El gremio incluso podría recomendar a la gente que las aceptasen de forma conjunta.

De esta forma no tendríamos que obstruir las cartas de la santa para nada.

Si se convierte en una situación en la que ninguna de las cartas de la santa llega, tampoco lo harán nuestras quejas, pero en ese caso no hay problema en absoluto.

— Heeh, el plan de Kehma es diferente después de todo.

— Pero, ¿quién iría a leer una carta del jefe de aldea cuyo pueblo ni siquiera tiene un nombre? Ese es el único hueco en el plan. Y así, Rokuko, tú lo harás.

— ¿Yo?

— Eres la hermana menor de Haku-san. Es decir, la hermana menor de Haku Raverio, ancestro del imperio.

— ¡Oh, puedo pedir prestada la influencia de Haku Ane-sama, ¿eh?!

En particular, dado que este es el lugar favorito de Haku-san. Probablemente no habría ningún problema en usar su nombre para esto… Más bien, “la hermana menor de Haku-san” podría ser un título más influyente que el de “la santa en quiebra”.

Y debido a eso, usando el nombre de Rokuko, preparamos cinco cartas para que coincidieran con las de la santa.

Su contenido: [Estamos preocupados debido al apetito voraz de la santa que está acabando con nuestras raciones de invierno, sin importarle los costos. Le hemos estado vendiendo porque somos un negocio, pero hay un límite para esas cosas. ¿Podrían por favor decirle eso a ella de forma indirecta, como sus gobernantes?].

Era una petición, una escrita de forma grandilocuente.

Lo sellaremos con cera y lo estamparemos con el sello imperial.

En verdad, es algo que Haku-san nos dio cuando Rokuko le escribió cartas de [Solicitud]. Aunque lo estamos usando para comunicarnos directamente con Haku-san a través de cartas… tomar prestado algo usado para hablar directamente con Haku-san es muy aterrador.

Por otra parte, incluso si tomamos prestado el sello imperial, tengo la sensación de que estaría bien dado que Haku-san dijo: “Este sello es para que Rokuko lo use en lo que quiera”.

… Si posteriormente le enviamos a Haku-san una nota de agradecimiento de parte de Rokuko, definitivamente se alegrará. Definitivamente. Síp. Definitivamente tomaría ventaja de ello, si muestro debilidad aquí, así que terminaré con un agradecimiento unilateral.

Parece que las cartas fueron terminadas mientras pensaba en eso, las cinco fueron completadas.

— Quedaron perfectas. Aunque escribir cinco cartas con el mismo contenido es agotador.

— Buen trabajo. Bueno, con esto estaremos haciendo algo respecto a las cartas de la santa… me apresuraré para asegurarme que sean aceptadas junto a las de ella.

— Sí, por favor.

El asistente acababa de salir del gremio, dejando las cartas de la santa. Me apresuré a adentrarme al gremio, llevando las cartas que Rokuko escribió.

La comisión fue aceptada fácilmente por recepcionista-san del gremio, que pidió la cuota para las cinco cartas… además de ser entregadas en otro país, la tarifa era un poco cara debido a que quería que fueran tomadas junto a la otra comisión, cinco monedas de plata en total. Cinco de plata no se siente como un gran desembolso en este punto, ¿eh?

Después de eso, el panfleto del encargo fue colocado en el tablón de anuncios. Fue colocado cerca de la de las cartas de la santa, un poco arriba para ser exactos. Con esto, probablemente serán tomadas en conjunto.

Además, la tarea de llegar a donde guardaban las cartas de la santa dentro del gremio habría sido un fracaso… Fueron guardados en la caja fuerte del gremio, así que no hubiera sido capaz de tomarlas. Es más, hay una restricción que hace que no pueda usar la función de recolección del dungeon para quitarle las cosas a otras personas cuando yo quiera, ¿eh?… Bueno, si fuera capaz de hacerlo, podría seguir la salvaje estrategia de hacer algo como quitarle la armadura y las armas a los guerreros en mitad del combate.

Preparar cartas por nosotros mismos fue la opción correcta.

— Fufufu, ¡el plan de Kehma era el correcto, tal como esperaba!

— S-sí.

Aunque no fui capaz de usar su plan de manipular las cartas… ¿Rokuko luce feliz por alguna razón?

…Pero incluso así, sin dinero, ¿eh? ¿Cuánto más duraran los fondos de la santa?

Tal vez sería mejor hacer algo para aprovecharme de ella.

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          Re: Debating a weekend in Chicago (south side)   
Bfwolf wrote:
Meaty wrote:Chicago is a literal war zone.


Come on. This is outrageous hyperbole. NO city in America is a LITERAL war zone. And Chicago is far from being the worst city in America.

There were 28 murders per every 100,000 people in Chicago in 2016. This was behind St Louis (#1 at 59.3), Baltimore, Detroit, New Orleans, Cleveland, Newark, and Memphis. Are all these cities literal war zones?

I live in Chicago. I'm looking out my window right now. There's no tanks out there.

Parts of the city have a big gang violence problem, and they are relatively unsafe. If you earn a middle class income, you'll never live in these areas. If you're a tourist, you'll never go to those areas.

Chicago's problems are real and need to be addressed. But for many of the city's residents and almost all of the tourists, those problems have 0 impact on them (which is probably why they aren't addressed as well as they should be).


There are parts of Iraq that I felt safer than the south side. While IEDs are not a problem, you are taking your life in your hands.

I don't me to be flippant but I've spent years in actual combat. The south side isn't much different in terms of random violence
          Proper tactical combat boots for cadets.   
From fancy to affordable, which combat boots do you rate the best? Comfort, stability, grip. These are just a few Read More
          Dawn of the Celebs 2   

Big Try to fight off more Hollywood zombies with your powerful mini-gun and knuckle punch. Fast-paced shooting action and hilarious zombie combat.


          - Interview d'Aaron Russo sur les confidences de N.Rockefeller   


Aaron Russo (14 février 1943, New York - 24 août 2007) était un producteur et réalisateur américain de films, basé à Hollywood.

Russo a notamment été le manager de Bette Midler entre 1972 et 1979. Durant sa carrière cinématographique, il a produit des acteurs tels que Eddie Murphy, Dan Aykroyd dans Trading Places, qui deviendra pour le public un des classiques de Noël. Il réunira Nick Nolte, Morgan Freeman et Ralph Macchio dans Teachers. Il a reçu un Grammy, un Tony et un Emmy pour OL' Red Hair is Back en 1978.

Son dernier documentaire America…From Freedom To Fascism, sorti en 2006, dénonce la politique américaine en matière de taxe fédérale sur le revenu et quant au système bancaire fédéral. Selon lui, la politique américaine depuis la création de la Banque Fédérale Américaine, conduit à une restriction croissante des droits des citoyens américains, surtout avec la mise en place des nouvelles lois depuis les attentats du 11 septembre 2001 et de la création de la nouvelle carte d'identité.

Très impliqué dans la vie politique américaine, il s'est présenté aux élections du gouverneur du Nevada en 1998, sous les couleurs du parti Républicain, où il a fini deuxième, avec presque 30% des votes. Membre important du Parti Libertarien américain, il a été candidat de ce parti lors des primaires organisées pour l'élection présidentielle de 2004.

En 2007, dans une interview de Alex Jones, il dénonça le CFR, supporte les théories du complot à propos des attentats du 11 septembre 2001, la guerre contre le terrorisme, ainsi que le plan de domination mondial des sionistes (Rockefeller, etc…).

Il y raconte une discussion tenue entre Nicholas Rockefeller et lui-même 11 mois avant les attentats du 11 septembre 2001, expliquant entre autres les propos tenus par Rockefeller : comment "un évènement allait se produire … et comment à partir de cet évènement nous (les USA) allions envahir l'Afghanistan, construire des pipelines pour amener le pétrole de la mer Caspienne, que nous allions envahir l'Irak pour prendre le contrôle du pétrole au Moyen-Orient et pouvoir nous implanter là-bas et intégrer cette région dans un nouvel ordre mondial et qu'ensuite nous irions nous occuper de Chavez, au Vénézuela ainsi que de l'Iran. Je me rappelle qu'il me disait qu'on verrait des soldats fouiller des grottes à la recherche des responsables, en Afghanistan, au Pakistan et dans toutes ces régions-là. Il y aurait alors une guerre contre le terrorisme où il n'y aurait pas de véritable ennemi. Tout cela ne serait qu'une mystification. Ce serait une façon pour le gouvernement de contrôler les Américains.

Rockefeller lui a aussi affirmé que ses projets pour l'avenir étaient de réduire la population mondiale de moitié et de remplacer la monnaie de papier par des puces sous-cutanées ou seraient stockées toute les informations personnelles de la personne. Tout ceci étant une manière détournée de contrôler ce que Nicholas Rockefeller a désigné comme les "serfs", les "esclaves", en parlant de la population mondiale.
Il évoque aussi l'émancipation des femmes comme étant une duperie. Ce mouvement n'aurait pour finalité rien d'autre que de doubler le nombre de contribuables et de demandeurs d'emploi, mais aussi de réduire l'influence familiale sur chaque enfant, qui finira, par la présence restreinte des parents, par s'attacher plutôt à l'Etat, de façon indirecte.

Il meurt six mois plus tard d'un cancer de la vessie après 6 ans de combat.


          - Allah aime les équitables   



Allah ne vous défend pas d'être bienfaisants et équitables envers ceux qui ne vous ont pas combattus pour la religion et ne vous ont pas chassés de vos demeures. Car Allah aime les équitables. Allah vous défend seulement de prendre pour alliés ceux qui vous ont combattus pour la religion, chassés de vos demeures et ont aidé à votre expulsion. (Le Coran, sourate al-Mumtahana, versets 8-9)



          Climate change could greatly widen US inequality: study   
If the United States fails to take decisive measures to combat climate change, it will become a poorer country facing more dramatic inequality, according to a study published Thursday.
          Op-Ed: Minister Mbalula, can the crime reduction results really be measured currently?   
In combatting crime we need to categorise and analyse the information and make this available, writes crime analyst CHRIS DE KOCK.
          Al menos un soldado murió tras combates con el ELN en Colombia   
Al menos un soldado muerto y otro herido dejaron combates con la guerrilla Ejército de Liberación Nacional (ELN) registrados en una zona rural del municipio colombiano Corinto, en el departamento de Cauca (suroeste), informaron hoy fuentes militares y autoridades civiles. El choque se registró en un área rural de Corinto entre integrantes del Batallón de […]
          439 excombatientes de la guerrilla se graduarán en cárceles   
El Ministerio de Justicia colombiano graduará a 439 excombatientes de la guerrilla y las autodefensas colombianas en dos cárceles del país, tras haber cumplido con el Programa Especial de Resocialización para Postulados a la Ley de Justicia y Paz del Gobierno, informó la institución. Para obtener su graduación, los excombatientes tuvieron que cumplir con más de 130 horas […]
          PORTUGAL À SOMBRA DE AMBIGUIDADES AINDA NÃO ULTRAPASSADAS – VIII   



Em saudação aos 60 anos do MPLA, aos 52 anos da passagem do Che por África e aos 43 anos do 25 de Abril… e assinalando os 50 anos do início do “Exercício ALCORA” e os 50 anos do início da Guerra do Biafra.

15- O fascismo e colonialismo do Estado Novo, em função dos problemas que criou, tornou-se praticamente indigente no que ao armamento e equipamento militar dizia respeito: e vassalo nas obrigações internacionais no quadro da NATO e do Exercício ALCORA, uma vassalagem que não parou com o 25 de Abril de 1974.

Em Goa, Damão e Dio, ficou evidente que a capacidade militar do colonialismo português praticamente não existia e no campo da NATO, muito poucos tinham interesse em ajudar essa indigência avassalada, inclusive o aliado Grã-Bretanha.

Logo em 1961 relativamente a Angola, era essa a impressão do cônsul-geral da África do Sul em Luanda e por isso os portugueses recorreram desde logo ao “apartheid” para criar comunicações que levassem a futuros entendimentos com a África do Sul.

Se a vassalagem era impotente em relação à NATO, iriam buscá-la noutras paragens.

Em Setembro de 1963, a África do Sul ofereceu assistência militar e um ano depois, os portugueses manifestaram ao “apartheid” que estavam interessados num acordo permanente para o fornecimento de peças e outros serviços de apoio para os helicópteros Alouette III.

Em 1967 os dois países deram mais um passo no sentido do fornecimento por parte da África do Sul de material militar, algo que agradava ao “apartheid”, que além do mais se ia apercebendo que Portugal iria ficar em dependência em relação ao seu poderio e interesses.

Em 1968 os enlaces derivaram no sentido de se criar as bases do acordo do âmbito do Exercício ALCORA, sendo definida a entrada das SADF e Polícia sul-africana no sudeste de Angola, a pretexto do “apartheid” se juntar aos portugueses e dar caça simultaneamente às guerrilhas da SWAPO e do MPLA.

Em ambos os casos o “apartheid” aproveitou para estreitar laços com a PIDE/DGS, uma vez que o conceito e a doutrina dos Flechas às ordens de Óscar Cardoso lhes interessava, tanto como a Operação Madeira.

De entre os equipamentos que a África do Sul se comprometeu a fornecer nesse ano, estavam 5 helicópteros Alouette III, 33 autometralhadoras Panhard AML e 283 rádios TR 28C.

Algum desse armamento foi parar aos “Dragões” instalados no Bié, o que é um indicativo da percepção que o colonialismo português tinha sobre a importância geoestratégica da Região Central das Grandes Nascentes em Angola.

Para efeito desse fornecimento, os sul-africanos solicitaram ao Estado Novo que pedisse autorização aos franceses, uma vez que eram eles os produtores desses meios e o “apartheid”, que sob licença os produzia no seu território, respeitava os compromissos existentes com a França…

Portugal acedeu e os fornecimentos a partir de então passaram a ter plena garantia.

A França passou a ser um fornecedor de material de guerra que supria as necessidades do“apartheid”, no âmbito da internacional fascista que renitentemente se erguia em armas na África Austral e por tabela do colonialismo português, em especial nos teatros operacionais de Angola, Moçambique e Guiné Bissau.

É evidente que isso não teria sido possível sem que houvesse fortes laços entre os interessados da internacional fascista, ao abrigo do “Le Cercle”, um dos mentores mais reaccionários das políticas de então, unindo as tendências fascistas e colonialistas na Europa, na América Latina e em África, com respaldo das sucessivas administrações estado-unidenses.

O “Le Cercle” haveria de ter muitos êxitos nos seus “bons ofícios” na “defesa da civilização judaico-cristã ocidental” e entre eles os resultantes dos papados no Vaticano dum polaco (João Paulo II – 22 de Outubro de 1978 a 2 de Abril de 2005) e dum alemão (Bento XVI – 24 de Abril de 2005 a 28 de Fevereiro de 2013)…

As mais “conservadoras” doutrinas da Igreja Católica Apostólica Romana, impactaram em Angola nos anos da “glasnost”, nos anos de chumbo, precisa e sincronizadamente na mesma altura dos impactos do capitalismo neoliberal após o desaparecimento do socialismo real da Europa e essa, sob o ponto de vista ideológico, é uma das explicações das aproximações que em função de Bicesse se fizeram a Angola, por via de partidos como o CDS, PSD e PS, até aos nossos dias… coisas de agenciados social-democratas do âmbito da “civilização judaico-cristã ocidental” e dos negócios que ela tão bem propicia, já se vê…

Antes era nesse mesmo esteio que se movia a “Aginter Press”, no quadro das “redes stay behind” da NATO e do “Le Cercle”, acima das capacidades operacionais dos serviços de inteligência de Portugal, Rodésia e África do Sul, ainda que tivesse ficado sem efeito a Concordata do Estado Novo com o Vaticano…

O apoio da França foi garantido e a África do Sul teve luz verde para continuar o fornecimento de material militar ao Estado Novo, o que reforçou o seu relativo domínio na definição, formulação e organização das tarefas e missões implícitas no acordo do Exercício ALCORA.

O Estado Novo foi ficando cada vez mais avassalado ao “apartheid”, à medida que progredia a instalação do Exercício ALCORA.

As políticas de Richard Nixon para África por seu turno, deram outra cobertura às iniciativas em prol do Exercício ALCORA e no leste de Angola, a África do Sul desencadeou a Operação Bombaim, contra as guerrilhas do MPLA e da SWAPO, dando início a uma prolongada “border war” que só iria terminar em finais da década de 80 do século XX, quando a Linha da Frente passou irreversivelmente do paralelo de Brazzaville – Dar es Salam, para o paralelo da fronteira sul de Angola, Zâmbia e Moçambique, dando posteriormente origem à criação da “Southern African Development Community”, SADC.

O Exercício ALCORA teve início formal entre 4 e 7 de Dezembro de 1971, permitindo um aumento dos fornecimentos de material de guerra por parte da França e da África do Sul ao Estado Novo.

Em 1973 e 1974 o estudo dos riscos e ameaças, em função das informações colhidas em Kinshasa no âmbito do Exercício ALCORA (que envolveu também a “antena diplomática” que dava pelo nome de António Monteiro), apontava para a eminência dum ataque a Cabinda e norte de Angola, sob orientação do apêndice da CIA, Mobutu, Presidente do Zaíre, reforçado por outros países africanos.

O Zaíre havia adquirido armamento e os programas de acção contra o colonialismo português em suporte das FLEC e da FNLA, começaram a ganhar corpo.

A escalada de fornecimento de material de guerra em 1974, por parte do “apartheid” ao colonialismo português, subiu uma vez mais a fasquia: os sul-africanos iriam fazer reconhecimentos aéreos em Cabinda e norte de Angola, “a fim de detectar indícios de preparativos de concentração de forças inimigas”, estimularam o fornecimento de mísseis Crotale e prepararam um acordo financeiro, com uma ampla política de crédito disponível.

O 25 de Abril de 1974 inviabilizou alguns dos fornecimentos militares e o reconhecimento aéreo acordado, não terá inviabilizado o financiamento (que lhe terá sido anterior também por causa do Plano do Cunene e Cabora Bassa), mas o aproveitamento das iniciativas de Mobutu na direcção de Cabinda e do norte de Angola, estimuladas pela CIA no encontro “secreto” entre o general Spínola e Mobutu na ilha do Sal, ficaram proteladas para o quadro das disputas relativas à independência de Angola a 11 de Novembro de 1975.

Foi assim que o aproveitamento das iniciativas de Mobutu, passaram a integrar a Operação IAFEATURE, da “CIA contra Angola”, conforme a denúncia de John Stockwell.

De entre esses aproveitamentos esteve o Exército de Libertação de Portugal, ELP, um resultado dos compromissos do general Spínola, que depois de ultrapassar a hesitação de alinhamento directo com o “apartheid”, acabou por alinhar na operação da “CIA contra Angola”, tendo à frente o Coronel Santos e Castro, um profundo conhecedor das áreas a norte de Luanda (Caxito e Dembos).

O ELP aglutinou alguns sectores ligados à Frente Unida de Angola, FUA e à Frente Revolucionária de Angola, FRA (criado por Jaime Nogueira Pinto), entre outros, cujos programas levavam à independência de Angola de acordo com as ideias de Ian Smith na Rodésia e de forma a “repescar”em tempo oportuno o Exercício ALCORA.

Em “Jogos africanos”, Jaime Nogueira Pinto (membro assumido do “Le Cercle”), revela:

“… Com a partida de Silvério Marques e a chegada de Rosa Coutinho a situação agravou-se muito em todos os sectores.

O Almirante Vermelho, que logo se fizera rodear de uma segurança nunca vista, mostrava-se frio e eficaz no prosseguimento dos seus objectivos.

Achei que era tempo de passar a formas superiores de luta.

AGITPROP.

Tive então a ideia de criar a FRA – Frente Revolucionária de Angola.

O conceito era simples.

Se fôssemos fazer uma coisa de raiz, nós, os miúdos, os militares metropolitanos, não teríamos qualquer hipótese de ser levados a sério pelos civis locais.

Por isso achámos melhor recorrer à acção psicológica e à agitprop, criando um mito, uma lenda.

Engendramos então uma organização secreta – a FRA.

Redigíamos os panfletos originais da dita organização e fazíamos como se nos tivessem vindo parar às mãos.

Depois fotocopiávamos os panfletos e distribuíamo-los por círculos de activistas, onde estavam o Engenheiro Pompílio da Cruz, o capitão Seara e outros.

O Mariz Fernandes era a única pessoa, para além de mim e do Nunes, que sabia da coisa.

A ideia que passávamos era a de que existia uma forte organização secreta de resistência ao MFA e que quem aderia a essa sofisticadíssima rede clandestina passava a fazer parte duma poderosa máquina subversiva.

Assim a FRA funcionou, teve adesões, recrutou militantes e fez até algumas operações.

Era o que importava: não estar quieto, tentar coisas contra o apocalipse que se aproximava”…

…Por aquela altura já estava eu incorporado no Movimento Democrático de Angola (MDA) que, antes da chegada do MPLA a Luanda, sob orientação da Drª Maria do Carmo Medina e de Antero de Abreu, se contrapunha às influências da FUA e do FRA.

O ELP tinha influências também no sul de Angola, (Huíla, Namibe e em Benguela), com resíduos que foram permanecendo até hoje, com influência nos sectores económicos e sócio-políticos daquelas províncias, e intimamente associados a outros intervenientes dentro e fora de Angola, nomeadamente em Portugal e na África do Sul.

Era nesse cadinho que a BOSS/NIS recrutava agentes, como os que foram mais tarde detectados e neutralizados pela segurança angolana; Amílcar Fernandes Freire, Francisco Alberto Abarran Barata e Dongala Kamati, (meados da década de 80)… eu fui um dos oficiais instrutores do processo que lhes foi correspondente em defesa dasegurança e soberania de Angola… mal sabendo eu que em breve seria acusado, julgado e condenado por “golpe de estado sem efusão de sangue”(Processo 76/86)…

Foi assim também que o “apartheid”, tacitamente, desencadearia a Operação Savana, em apoio a Savimbi, em simultâneo à Operação da “CIA contra Angola” e na perspectiva de Holden e Savimbi alcançarem o poder em Luanda, a 11 de Novembro de 1975…”border war” já se vê…

… E foi assim que Portugal (onde já se vivia o após 25 de Novembro de 1975), retardou o reconhecimento da República Popular de Angola, (só o fez a 22 de Fevereiro de 1976 e foi o 83º país a fazê-lo) na espectativa de sua inviabilização!

É evidente que à medida que a aristocracia financeira mundial assumia o domínio, todas as peças da “civilização judaico-cristã ocidental” se iam encaixando na sua estrutura em pirâmide, cada vez mais avassaladora, preparando a hegemonia unipolar.

16- A passagem da linha da frente progressista e informal, para a Linha da Frente contra o“apartheid” a sul de Angola, acompanhou a trajectória da evolução do Exercício ALCORA até ao seu colapso.

Em Brazzaville, sucederam-se vários governos progressistas, fora da órbitra das redes de Jacques Foccard e para tal muito contribuiu a ajuda internacionalista da 2ª coluna do Che, que teve em Jorge Risquet um dos seus principais dirigentes.

Instalada a partir de 1965, a 2ª coluna do Che, que continuou mesmo depois da passagem do Che pelo Congo na espectativa dos sucessos da guerrilha de Mulele, vocacionou-se também e desde logo no apoio ao Movimento de Libertação em África, nomeadamente no apoio ao MPLA.

No livro “El  Segundo Frente del Che en el Congo – Historia del Batallón Patricio Lumumba”, Jorge Risquet Valdés dá conta do papel da iniciativa solidária e internacionalista para com África, nos termos da linha da frente progressista informal que se instalou entre Dar es Salam e Brazzaville, narrando com detalhe as acções e citando uma nota do Comandante Fidel de Castro de 30 de Dezembro de 1966:

“Informa a nuestros compañeros en esa,

A nuestros instructores militares, que han permanecido meses alejados de nuestra pátria, cumpliendo misión histórica de solidariedade com pueblos hermanos de África y que han puesto mu yen alto el prestígio de la Revolución cubana envio un caluroso y bien merecido Saludo en estes dias de fiestas navideñas.

La actitud firme y decidida de ustedes, combatientes revolucionários, de permanecer voluntariamente junto a pueblos hermanos, amenazados y agredidos por el imperialismo, demuenstra el alto espiritu de internacionalismo proletário y de solidariedade revolucionaria que há alcanzado nuestro Pueblo. En esse gesto está presente el ideal revolucionaria de Camilo y la decisión inquebrantable de lucha del Che.

Nuestro partido, las fuerzas armadas revolucionaias y nuestro Pueblo, que se apresentan a festejar el octavo aniversario de nuestra Revolución, se sienten orgullosos de ustedes, abnegados jóvenes por la disposición de ofrendar sus vidas si fuere necessário por la causa justa de los pueblos oprimidos, conscientes de que com ello sirven a la pátria y a la humanidade”.

Muita capacidade operativa do MPLA e do PAIGC foi forjada nessa conjuntura, inclusive as três colunas que partiriam em socorro da Iª Região Política Militar do MPLA, cercada e vulnerável
a incursões militares e de inteligência por parte do colonialismo português.

Para o MPLA foi também muito importante para reverter as situações vividas com a sua expulsão do Zaíre.

As colunas do MPLA, Camilo Cienfuegos, Cami e Ferraz Bomboco foram apenas um dos resultados dessas iniciativas progressistas a partir de Brazzaville, além da continuidade da guerrilha de Pierre Mulele e da própria consolidação do poder progressista no Congo (Brazzaville).

Os guerrilheiros angolanos forjados nessas lutas inquebrantáveis, foram utilizados depois para a abertura da Frente Leste do MPLA já no início da década de 70 do século XX, fazendo progredir em direcção a sul a Libertação em África, tendo como rectaguarda o território zambiano e ponto de apoio logístico principal Dar es Salam; muitos dos chefes estiveram na proclamação das FAPLA.

A abertura da Frente Leste foi determinante para o “apartheid” se decidir a envolver no Exercício ALCORA, dando início à “border war” em 1968 e presença de suas forças no sudeste angolano, facto que por si comprova quanto era negativamente avaliado o poder militar do Estado Novo em Angola.

A abertura da Frente Leste obrigou por outro lado a internacional fascista (com Mobutu incluído) a reforçar as linhas etno-nacionaistas da FLEC, da FNLA e da UNITA…

Com o 25 de Abril de 1974, o Exercício ALCORA desmorona-se dos termos previstos pela internacional fascista que incluía Portugal, a Rodésia, a África do Sul e alguns aliados africanos infiltrados pelo seu sistema e pela CIA.

O plano de Mobutu para assaltar Cabinda e o norte de Angola, foi então “reconvertido”, o que só por si era um obstáculo à progressão em direcção sul das linhas progressistas a partir de Dar es Salam e Brazzaville.

Com a data de independência de Angola à vista, Mobutu “fazia-se ao bife”, sob os auspícios da CIA e tacitamente alinhado com o “apartheid”, enquanto os portugueses, perdidos nas lutas internas do MFA entre o 25 de abril de 1974 e o 25 de Novembro de 1975, iam respondendo conforme cada tendência política.

O Governador de Cabinda de então, Themudo Barata, veladamente alinhou com Mobutu e a FLEC, por efeito das políticas do general Spínola, conferindo à FLEC uma representatividade que não era internacionalmente reconhecida, numa polémica que é sustentada até nossos dias, com muitas entidades portuguesas a seguirem a trilha spinolista desde o 25 de Novembro de 1975.

As FLECs contam com apoios desse tipo em Portugal desde então.

Na aproximação do 11 de Novembro, Mobutu apoia a FLEC e a FNLA, de forma a intervir em Angola ao abrigo da CIA, pelo que angolanos e cubanos tiveram de travar as batalhas decisivas de Cabinda, Quifangondo e Ebo, a fim de ser proclamada a República Popular de Angola.

Em Cuba o Comandante Fidel apercebeu-se da importância de defender a capital angolana e simultaneamente Cabinda, pois sem isso seria impossível a progressão da linha da frente infrmal entre Dar es Salam e Brazzaville, para a Linha da Frente que mis tarde daria origem à SADC.

Pouco relevo se tem dado à batalha de Cabinda, mas o general de corpo de exército das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba, Ramón Espinosa Martin, elaborou um relato completo dos acontecimentos no seu livro “La Batalla de Cabinda”.

Desse livro destaco uma das lições geoestratégicas do Comandante Fidel em África.

“Mensage de Salida nº. 58

Destino: Luanda.

Al: 1er. Comdt. Arguelles- Gondin.

El comandante en Jefenos há pedido les trasmitamos el seguiente texto:

Para Angola se envio todo lo solicitado e incluso más.

Se decidió reforzar Cabinda com recursos absolutamente adicionales.

Se envio também personal que estuviera en disposición de combatir.

Cabinda es el punto más débil y peor defendido.

Si se pierde Cabinda no lo podran recuperar más.

Angola sin Cabinda no podrá consolidar su independenciaporque alli están los recursos económicos fundamentales.

Mobutu quiere apoderar-se de Cabinda y tarde o temprano la va a agredir, sobre todo si sabe que está indefensa.

Es necessário que ustedes entiendan esto y se lo hagan compreender al MPLA.

Se acordo además enviar a Angola el personal necessário para la técnica soviética.

Por esto no lo creemos que se deba continuar debilitando Cabinda.

Si ya bajaron los morteros 120 en Bengela, úsenlos entonces en Angola pero no reduzcan más los medios destinados a Cabinda.

Debemos atenernos a los planos acordados.

Ahora se lucha en Angola pero no sabemos lo que puede ocurrir en Cabinda y no debemos dejar nuestro personal alli debilitado, ya que en caso de ataque por fuerzas d Zaire tendrán que luchar muy duramente y prácticamente solos.

En Angola tienen ya bastantes médios.

Estan recebuiendo además el material de otros países y se puede continuar reforzando desde aqui com personal cubano.

Si Hay peligro real en Luanda es mejor reforzar esa dirección com médios de las otras escuelas antes que descuidar Cabinda.

Ustedes tienen ahi varias opciones posibles cuando lo consideren realmente necesario.

Los ruego analicen com serenidade estos hechos.

Si se gana la guerra en Angola Y se pierde en Cabinda, se habra perdido mucho.

Hay que tratr de obtener los objectivos completos en ambos puntos.

Saludos, Fidel.

Firmado: Colomé.

18.10.75”.

A Operação Carlota estava lançada e a RPA levaria a linha da frente para a sua própria fronteira sul, o que obrigaria o “apartheid” a reinventar e reconverter a “border war”, nunca desperdiçando o que quer que fosse dos “bons ofícios” à portuguesa no quadro dos sucessivos governos de após 25 de Novembro de 1975, tendo em conta a absorção de muitos conceitos e práticas do colonialismo português e dos nexos de inteligência que todos eles propiciavam.

Isso perdurou não só enquanto esteve em vigência o “apartheid”, mas também quando as políticas hegemónicas unipolares incentivadas pela “civilização judaico-cristã ocidental” se fortaleceram e impactaram da maneira mais terrível (choque neoliberal entre 1992 e 2002), quanto da maneira mais “persuasiva” (quando se foi evidenciando a terapia neoliberal em Angola, de 2002 aos nossos dias)… para esse efeito a inteligência económica dos sucessivos governos de Portugal, vassala dos poderosos, tal como do Bilderberg, esperaram a sua hora!

Em relação a Angola, por alturas do passamento físico do Comandante Fidel, foi justo o que escrevi na Embaixada de Cuba enquanto “soldado do MPLA” e antigo combatente angolano, face à fotografia do Comandante, insigne lutador pelas mais justas causas libertárias de África:

“… De Argel ao Cabo…

Cavalgando com Fidel!

… Levando o ardor progressista desde contra o baluarte do colonialismo francês no Norte de África…

… Até contra o bastião mais retrógrado e fascista que existia à face da Terra após a IIª Guerra Mundial, em seu perverso domínio em toda a África Austral…

… Precisamente no sentido inverso ao projetado pelo império anglo-saxónico sob inspiração de Cecil John Rhodes… do Cabo ao Cairo…

… Em 55 anos foi de facto um vulcão libertário que sacudiu África e se distendeu, um vulcão libertário cuja energia tem aqui e agora, no berço da humanidade, oportunidade para muito melhor se refletir, se equacionar e inteligentemente aproveitar!...

… Quanto os africanos não têm saudavelmente absorvido do legítimo contributo e histórica responsabilidade revolucionária cubana, por via das armas enquanto houvera que ser, por via da educação e da saúde enquanto nesses 55 anos o foi, o é… e o será no porvir!?

Vencido o colonialismo pelas armas… vencido o apartheid pelas armas… vencidas algumas de suas sequelas pelas armas… quando face às bombas nucleares nenhum combatente progressista recuou… a paz, a harmonia e a luta contra o subdesenvolvimento tornou-se mais possível que nunca!...”

A consultar de Martinho Júnior:
Eleições na letargia duma colónia periférica – http://paginaglobal.blogspot.com/2013/10/eleicoes-na-letargia-duma-colonia.html 
Programa soft power da CIA contra Angola, passa por Portugal – http://paginaglobal.blogspot.com/2017/01/programa-soft-power-da-cia-contra.html 
Neocolonialismo em brandos costumes e dois episódios – http://paginaglobal.blogspot.com/2017/03/neocolonialismo-em-brandos-costumes-e.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – I – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/04/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – II – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/04/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_30.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – III – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – IV – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_8.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – V – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_14.html 
Portugal à sombra de ambiguidades ainda não ultrapassadas – VI – http://paginaglobal.blogspot.pt/2017/05/portugal-sombra-de-ambiguidades-ainda_18.html


          HORA DE ENFRENTAR FACEBOOK E GOOGLE?   


Punição da União Europeia e estudo independente reconhecem: os dois gigantes querem cercar a internet e eliminar sua diversidade. Mas como frear seu poder?

Rafael A. F. Zanatta | Outras Palavras

Essa semana, Google e Facebook – dois dos maiores gigantes do capitalismo de vigilância contemporâneo – sofreram duros golpes em suas reputações corporativas, abrindo um debate mundial sobre a ética de suas ações e as vulnerabilidades de nossa dependência a esses monopólios da era digital.

Na terça-feira (27/06), a Comissão Europeia impôs uma multa de quase 9 bilhões de reais ao Google por “abuso de posição dominante como motor de busca” e “por dar vantagem ilegal a seu próprio serviço de compras comparativas”. Trata-se da maior punição antitruste a uma única empresa já realizada na Europa.

As investigações foram conduzidas por Margrethe Vestager, comissária da União Europeia para defesa da concorrência (e forte liderança do Partido Social-Liberal da Dinamarca). Ela revelou que oGoogle situava sistematicamente em lugar destacado seus próprios serviços de compras comparativas, “colocando em lugar pior os serviços de comparação rivais nos resultados de busca”. Para a comissária, o Google “ocupa uma posição dominante nos mercados de busca de internet no Espaço Econômico Europeu” e, com suas práticas de manipulação, “abusou da posição dominante dando a seus próprios serviços uma vantagem ilegal”.

Em um processo de investigação sigiloso, realizado desde 2014, Vestager reuniu um amplo conjunto de provas, incluindo 5,2 terabytes de resultados de busca (1.700 milhões de consultas), experimentos e estudos que demonstravam a visibilidade e o comportamento de consumidores em número de cliques, dados financeiros da Google e seus competidores e o declínio de acessos em websites europeus.

Para analistas do Financial Times, a decisão é um divisor de águas na regulação antitruste aplicada à “nova geração de empresas de tecnologia dominantes dos Estados Unidos”. Um terço da receita do Google com publicidade em buscas na Europa vem dos anúncios de compras que foram analisadas pela União Europeia. A decisão, enfim, “abre o coração do mecanismo de busca do Google” e possibilita o debate sobre como outros poderão utilizar seu mecanismo para conseguir uma melhor exposição.

Para quem se recorda do chamado de Richard Sennett de 2013 para “quebrar o poder de mercado do Google”, a decisão reabre um debate sobre monopólios na era digital. “A dominação é real e deve ser combatida”, dizia Sennett, por mais que essas empresas nos pareçam boazinhas.

Na quarta-feira (28/06), o centro independente de investigação ProPublica divulgou documentos internos do Facebook sobre o modo como seus 2 bilhões de usuários têm seus discursos avaliados, passando por filtros de censura sobre o que poderia configurar “discurso de ódio”.

De acordo com a denúncia do ProPublica, os algoritmos – fórmulas matemáticas que executam ações e comandos – do Facebook geram resultados socialmente questionáveis, assegurando os direitos de grupos com posições sociais asseguradas (como homens brancos) e desprotegendo grupos minoritários (crianças negras, por exemplo). Documentos internos vazados da empresa mostram que revisores de conteúdo eram orientados a trabalhar com uma fórmula simples (protected category + attack = hate speech). “Sexo” e “identidade de gênero”, por exemplo, são consideradas categorias protegidas, ao passo que “idade” e “ocupação” não. Como a fórmula exige uma dupla combinação de categorias protegidas (PC + PC = PC), discursos voltados a mulheres motoristas não são considerados de ódio, pois há uma categoria não protegida, que é ocupação (PC + NPC = NPC).

O simplismo de fórmula matemática do Facebook e a tentativa de “proteger todas as raças e gêneros de forma igual” despertou a crítica de acadêmicos. Denielle Citron, da Universidade de Maryland, argumentou que as regras do Facebook ignoram o espírito do direito e a análise contextual da proteção. O Facebook saiu em defesa própria, alegando que as políticas não possuem resultados perfeitos e que é “difícil regular uma comunidade global”.

Em ensaio para revista Wired, Emily Dreyfuss analisou a denúncia da ProPublica e argumentou que o problema é maior é que o Facebook é “muito grande para ser deletado”. Ao conectar um quatro da humanidade, as pessoas que precisam de uma plataforma para expressão não são capazes de sair – mesmo se forem alvos de censuras arbitrárias ou desproteções, como o caso dos algoritmos de “discurso de ódio”.

Isso leva a uma situação paradoxal. Ativistas em defesa da privacidade e lideranças do movimento negro – que atacam práticas realizadas pelo Facebook, como coleta maciça de dados e tratamento tecnológico desigual para brancos e negros – dependem do Facebook para compartilhar informação, pois as perdas são muito grandes ao deletar sua conta e isolar-se da rede de Zuckerberg. “São poucos os que podem se dar ao luxo de abandonar o Facebook e utilizar outras redes”, afirma Dreyfuss.

Renata Mielli, ativista integrante da Coalizão Direitos na Redeem ensaio para o Mídia Ninja nesta quinta-feira (29/06), foi perspicaz no diagnóstico: “O Facebook está sugando a internet para dentro de sua timeline”. Ele é o “maior monopólio privado de comunicação do mundo”, colocando em cheque as bases de nossa democracia.

Retomamos, assim, à grande provocação de Richard Sennett: se sabemos que esses gigantes devem ser quebrados e se estamos cientes dos aspectos prejudiciais desses monopólios sociais, o que podemos fazer?

A The Economist, em matéria de capa no mês de maio1, surpreendeu os progressistas ao oferecer uma crítica ao poder do Google e Facebook. A revista inglesa argumentou que é necessário “repensar radicalmente” os instrumentos antitrustes para os gigantes de coleta de dados (Google e Facebook), pois os reguladores ainda estão presos a conceitos de era industrial, ao passo que os instrumentos de análise devem ser voltados a empresas de tecnologia focadas em dados.

A Economist também propôs duas ideias embrionárias: aumentar a transparência sobre como os dados pessoais são coletados e monetizados (aumentando poder de barganha dos “fornecedores” – ou seja, nós mesmos) e redefinir conceitos jurídicos aplicáveis a essa nova indústria, tratando os data vaults (bancos de dados modelados para fornecer armazenamento histórico de longo prazo) como “infraestrutura pública”, forçando o compartilhamento de dados para estimular a competição.

Seriam ideias viáveis? Talvez. O mais importante, nesse momento, é mobilizarmos essas perguntas e forçarmos uma discussão sobre alternativas políticas e institucionais.

1Regulating the internet giants: the world’s most valuable resource is no longer oil, but data

* Rafael A. F. Zanatta é pesquisador em direito e sociedades digitais. É mestre em direito e economia política pela International University College of Turin e mestre em sociologia jurídica pela Universidade de São Paulo, onde foi coordenador do "Núcleo de Direito, Internet e Sociedade"


          Domani a San Valentino Torio Titolo Internazionale IBF tra Ceglia e Iglesias   
Mario Loreni sembra non conoscere soste, ma soprattutto sembra non conoscere difficoltà per far combattere i suoi in qualsiasi località. Ecco quindi apparire San Valentino Torio nell’area della Villa Comunale (Complesso Fieristico) per presentarci un Titolo Internazionale IBF dei leggeri, vacante, tra Gianluca Ceglia, campione italiano della categoria, e lo spagnolo Eloy Iglesias, anch’egli titolare […]
          Comment on Halo: Combat Evolved PC Game Download Links by Von   
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          Murió el luchador Cosmos frustrando asalto como Policía   
Medio Tiempo informa que, Gladiador enmascarado que de día combatía el crimen como uniformado, Cosmos perdió la vida intentando frustrar un asalto.
          Andrew C. McCarthy on the absurdity of the Trump obstructionism charges   
McCarthy writes: What [Trump] told Comey, in substance, was that Flynn had been through enough. A combat veteran who had served the country with distinction for over 30 years, and who had not done anything wrong by speaking with the Russian ambassador as part of the Trump transition, Flynn had just been cashiered in humiliating […]
          ACQUISITION DE PASSEPORT AU MALI : Le blocage s’appelle Ecobank   
Avoir aujourd’hui un passeport au Mali relève du parcours du combattant : l’embellie n’ayant duré que le temps d’une convalescence après la crise de 2015. C’est le retour à la case départ. Et le principal goulot d’étranglement n’est autre que la banque dite panafricaine, Ecobank, pièce essentielle dans la délivrance du document de voyage. Pour …
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          "Megadimension Neptunia VIIR" Trailer Takes Us to the Virtual World   
Rie Tanaka helps introduce some of the new game's elements


The 14th entry in the Neptunia series is coming to PlayStation 4 in Japan on August 24, so it's time for Compile Heart to unleash the first full promo. This one has Neptune herself, voiced by Rie Tanaka (Maria in Hayate the Combat Butler, Mitsuru in Persona 3), narrating as the trailer sets up the story before introducing the cast of characters, VR elements, battle system, theme songs, and Memorial Edition contents. 


          CIERRE DE LISTAS EN MAR DEL PLATA....HERIDAS QUE NO CIERRAN Y SANGRAN TODAVIA   








El sábado pasado sobre el cierre de listas, el Frente Unidad Ciudadana, el espacio que lidera la ex presidenta de la Nación, Cristina Fernández de Kirchner, presentó en Mar del Plata seis listas para competir en las PASO.
Una de ellas, la que responde a la camporista Fernanda Raverta,  encabezada por el actual concejal Marcos Gutiérrez. El segundo lugar de la misma quedó para la representante de La Cámpora, Virginia Sívori, y el tercero para Daniel Rodríguez. El cuarto lugar la referente del Movimiento de Mujeres Verónica Lagos y el quinto para el gremialista Roberto “Chucho” Páez.
La segunda lista estaba encabezada por el ex embajador en Venezuela Carlos Cheppi. Lo acompañaban en los principales lugares de la nómina Karina Ponce, el socialista Andrés Cordeu y la representante de “Seamos Libres”, Lourdes González.
Por otra parte, la tercera lista que se presentó fue “Unidos por Mar del Plata” que llevaba como primer precandidato a Horacio Tettamanti, quien estaba acompañado por la dirigente Stella Casasola en el segundo lugar y por el representante del Movimiento Obrero Luis Orsi en el tercer puesto.
Por otro lado había otras listas que encabezarían el dirigente cooperativista Aldo Albarracín; Edgardo Díaz junto a Liliana Frías y Rubén Canalle y finalmente Braian Cardozo.
En las últimas horas se confirmó que finalmente habrá una lista única y será la que encabeza Marcos Gutiérrez. El resto debió deponer sus candidaturas por lo cual el kirchnerismo se presentará con una sola lista, tal como ocurre en la mayoría de los distritos del país.
“Estamos muy contentos por esta unidad y de aquí en más tenemos mucho trabajo por delante. Estamos felices y con muchas ganas de encarar esta nueva campaña”, señaló brevemente Marcos Gutiérrez a Loquepasa.net.

En política muchachos,queridos compañeros, estimados contertulios,cofrades y afines, la suma de agrupamientos puede restar puesto que no es matemáticas,
Se presenta a la lista de Unidad, como el resultado del acuerdo de distintas agrupaciones u “orgas “ como se las llama con cierta evocación setentista media trucha.
Pasa que estas agrupaciones se corresponden a una construcción que responde a una lógica peculiar,alejada de esa convocatoria lanzada por Cristina en su primer discurso en Comodoro Py...vayan a las fabricas,barrios y cooperativas,  en una palabra.Vayan al pueblo llano sufre , late y combate.
Luego de las PASO del 2015,previendo la derrota , miles de  militantes inorgánicos se pusieron la campaña al hombre. Al arribar la peste, luego del desconcierto inicial,la resistencia al ajuste pasó por activistas sindicales ,vecinalistas,militancia en los organismos de derechos humanos,cooperativistas...
Toda esa activo no está expresado en la Lista Unidad.
Por encima del jucio de valor que se tenga con los integrantes de la misma,muy positivo en en algunos caso ,en forma directa o por referencias,esta Lista representa el acuerdo entre capillas sin  expresar el malestar y descontento profundo de los marplatenses ante el peor gobierno en decenios.
No hay vecinalistas conocidos,no hay gente que se haya cimentado en el cooperativismo,salvo Chucho Paez no hay sindicalistas activos, ausencia de gente del arte la cultura o la ciencia,no hay gente conocida por su lucha de siempre en los DDHH.
La lista de Garquemos expresa el cinismo y la delincuencia
La del Massimo el cogobierno con  ellos.
El randazzismo a un elemento ligado al Intendente  Arroyo, un despistado y un sujeto deleznable.
Tengo para mí que el kirchenrismo cayó en la trampa que él mismo levantó.
Acción Marplatense ,el partido vecinal desplazado en la última elección,por encima que se presente solo localmente,va a ser la opción para el vecino común,el que no tiene otra referencia que el dia a día.
¿Gusta? No ,por supuesto que no..pero nunca es triste la verdad...

En lo personal . como viejo soldado, votaré esa lista sin el entusiasmo y alegria que despierta la nacional


          See The Elder Scrolls Online Developers Take On Group Content   

Three Zenimax Online Studios leads on the ambitious The Elder Scrolls Online have come together to demonstrate why teaming up in Tamriel is a good idea. The video features creative director Paul Sage, lead gameplay designer Nick Konkle, and dungeon lead Dan Crenshaw.

The video begins with two of the party members, a mage and healer, taking on an enemy. Following that, we get a look at the fast travel options that enable parties to more easily find one another. Wayshrines allow players to teleport directly to others in the group.

The main attraction is a “dark anchor” encounter, during which Daedric prince Molag Bal attempts to pull the mortal plane into his own world. Cultists, sacrifices, and waves of enemies are on display as the trio dislodges the anchor from Tamriel.

(Please visit the site to view this media)

A couple of things we noticed is how fluidly combat moves, regardless of which point of view is in play. Additionally, the hallmarks of Elder Scrolls gameplay, especially stealth and the flexibility of character builds have been translated into the MMO.

The Elder Scrolls Online launches first on PC and Mac on April 4. Xbox One and PlayStation 4 releases will come later. For more on The Elder Scrolls Online, you can check out our coverage from the June 2012 issue and read a journal of our time with the game at Gamescom 2013.


          A Two Hour Journal Of Bethesda's MMORPG   

The MMORPG genre and The Elder Scrolls series are known for being engrossing time sinks. Players pour hours into these worlds and still feel like they hardly scratched the surface. Bethesda is combining both game types with The Elder Scrolls Online, potentially creating an even bigger threat to fantasy fans’ calendars (and wallets). I played two hours of Zenimax Online Studio's ambitious title at a Gamescom 2013 preview event in Cologne, Germany. The time I spent exploring Bleakrock Village and clearing bandits from a mine flew by, so I kept a detailed journal to archive my experience.

9:00 a.m.

Bethesda representatives sit us down at our computer stations, explain the basics of character customization and skill distribution, then set us loose.

9:09 a.m.

I begin by selecting a male Dark Elf and am dropped into Bleakrock Village, an island off the coast of Skyrim. I’m a Templar, which is a precursor to the Dawnguard featured in The Elder Scroll V: Skyrim’s post-launch DLC. A Bethesda employee helps me with the skill point distribution system. I drop a point into my combat skills, acquiring Puncturing Strikes, which allows me to attack several enemies in front of me at once. Attacks like these can be leveled up, independent of your character level, allowing players more progression without the regular old grind. I start off with a quest to commander Rana.

9:18 a.m.

I encounter a woman preaching at a statue about Rana. She claims Rana is risking people’s lives. I continue to explore the snowy Nord village and talk to a Denskar Earth-Turner, a dairy farmer that tells me he moved to this village to start a new life.

9:22 a.m.

I find commander Rana, who needs my help warning the townsfolk. She believes an invasion ship is on the way. She tells me I need to find important Bleakrock citizens at a dragon shrine, a haunted hollow, and an abandoned mine. I decide to start off by killing the bandits inhabiting the mine and send Rana’s compatriot Seyne back to town.

I find a journal in your quarters which reveals Rana’s partner Seyne is also a Dark Elf, and that the commander has been exiled to command a garrison or Nords on Bleakrock. The journal mentions a mysterious body that showed up on the beach, which was curiously dry. A Bethesda employee watches me curiously as I type and read this journal entry simultaneously. I believe they think I’m feverishly copying down the content of the in-game journal.

9:30 a.m.

I test out the first-person swordplay on some unsuspecting deer wandering through the woods. I feel like a monster. The action feels familiar to Skyrim, which helps me settle into the experience more quickly. I find sergeant Seyne outside the mine. She killed one of the bandits and asks me to wear its clothes and sneak into the mine and see what they’re doing down there.

9:35 a.m.

I attempt to sneak into the bandit encampment and blow it. I’m discovered pretty quickly and begin battling. The first guard I kill drops a letter. These bandits have been charged to wrangle up villagers and sell them for supplies. I accept a secondary quest to burn the bandits’ supplies, but the quest marker is far off. I attempt stealth again, but a patrolling sentry spots me. I get ambushed, die, revive on my corpse, and try again. I kill the first sentry I see, take its uniform, and try to be more careful. I’m almost discovered again when the sentry immediately respawns on my location.

9:42 a.m.

I make it to the mine, but the person on the other side of the massive door won’t let me in. I explore the surrounding area for clues. I fight some more bandits, settling into a steady attack, block, attack rhythm familiar to Elder Scroll’s basic combat. I find a contract in a nearby house that reveals the bandits took over the town in order to retrieve magical artifacts from the mine, Hozzin’s Folly. The note warns of traps in the mine, as it used to host old Nord rituals.

9:50 a.m.

I find more clues, including a relic and an old journal. The relic is shattered and has lost its magical potency. The journal reveals that the Nords were performing rituals in the mines to appease their god, but otherwordly creatures called scamps are causing trouble. I knock on the door to the mine, tell the guard I’m there to help take care of the trouble, and I’m let in. The fool immediately flees upon recognizing me as a stranger and is immolated by an old booby trap.

10:00 a.m.

I batter enough bandits to level up. I spend the skill point on the Puncture ability, which allows me to damage my enemies’ armor for a short duration. I blow my cover again and am swarmed by disgruntled miners toiling away. Puncture changes up the way I play quite a bit. I now open up combat by using the armor-weakening move on my foes, then peppering them with regular sword swipes for increased damage.

10:10 a.m.

I find my way into the tomb, and I’m prompted to avoid a series of fire traps. The scamps blast me with fire spells as I slowly work my way into the tomb. A swirling, glowing mass of purple and yellow light is in the middle of an improvised ritual chamber. This is a portal to the hellish world of Oblivion, and I have the option to enter. Stepping within I’m prompted to destroy the Unspeakable Sigil. I stare down the mouth of a twisted, red cavern with intimidating red banners hanging from above.

10:16 a.m.

I fight several more scamps. The little fiery goblins like to cast area-of-effect fire spells, but the casting time and telltale ruins give me a moment to step out of the way. I kill the remaining scamps and approach a floating sphere basking in bright light. I click the Unspeakable Sigil and my character is knocked back, sent through a portal, and suddenly outside the mine. A message informs me that I’ve destroyed the strange item. Seargeant Seyne meets me outside. I tell her what happens and she tells me a group called the Covenant is behind it all. She rewards me with a new sword and suggests we head back to speak with Captain Rana.

10:22 a.m.

I return to Bleakrock via a toll-based shrine teleportation system. This luxury cuts my travel time in half, which allows me to warn Rana more quickly to evacuate citizens. Seyne is already there, fervently reading a book near her commander. Rana asks me to start rounding up people to get out safely. Being the upstanding denizen of Tamriel I am, I set out to find the 15 people I need to help evacuate.

10:30 a.m.

I run into a wounded warrior named Hoknir. A beast named Deathclaw has eaten off his foot (though his character model still clearly has the appendage). He wants me to end the beast in his stead. Hoknir lost a slew of gear as he limped away from Deathclaw’s base. He suggests I follow the trail of equipment like breadcrumbs to the fiend’s lair.

10:35 a.m.

I find Hoknir’s arrows and sword on the wait to Deathclaw’s lair. I take out a couple of wolves chewing on a deer carcass. I loot the dead doe’s carcass and use the meat to lure Deathclaw outside. An unremarkable battle ensues that I easily win. I begin questioning Hoknir’s claim to be a lifelong hunter of dangerous beasts. Nevertheless, I take Deathclaw’s talon and head back. Hoknir miraculously rises to his feet and asks me how my hunt went. I exchange the memento for Hoknir’s axe, he limps a few steps towards the road, the dissolves into nothing. My quest tracker indicates I’ve rescued one of the missing townsfolk of Bleakstone. I decide to head back to Bleakstone to see if we can advance the quest without rescuing any more schleps like Hoknir.

10:42 a.m.

Rana gives me a chance to change my mind about abandoning the missing people. I’m still rewarded for rescuing the people that I did. I gladly equip the new pair of pants. The Covenant has arrived, and Rana charges me with cutting a swath through them and lighting a warning beacon to warn the mainland about them. In the meantime, Rana goes to rally the villagers. 

10:49 a.m.

I fight a handful of Covenant troops on my way to the tower. One enemy rogue uses an ability to leap over my head and land behind me, forcing me to turn quickly and block his follow up attack. I encounter an archer with a red, glowing charge shot which can perceptive players can sidestep. I like the simple cues the game displays to telegraph enemy attacks. I climb the tower, light the warning beacon, and am prompted to go talk to Tillrani Snow-Bourne.

10:56 a.m.

A trail of dead villagers leads all the way back to Bleakstone Village. Snow-Bourne is mortally wounded. Between bloody coughs she mentions that the townsfolk must be saved from the spreading fire. She points me towards a well and water buckets, so I get to work. I click on the buckets near the well and make for the closest flaming building. An incendiary mage is blocking barring my route, but the blade Seyne gave me makes short work of him. I use the water bucket on the flaming door and enter. Within I find the dairy farmer cowering in building and lead him out. I set out to put out more fires when I’m informed my two hours is up.

 

Time in Tamriel flies by whether you’re playing a single-player Elder Scrolls game or checking out Bethesda’s new MMO. I haven’t played World of Warcraft for years, and Star Wars: The Old Republic couldn’t hold my attention, but I’m excited to play more of The Elder Scrolls Online. The interesting questlines and familiar combat have kept me engaged so far, and doing it all with friends should make the experience even more exciting. The Elder Scrolls Online hits Xbox One, PlayStation 4, and PC early next year.

Check out more impressions from a previous The Elder Scrolls Online preview


          Exploring Daggerfall   

An extended session of hands-on time with the hotly anticipated MMO brought us to the familiar city from Elder Scrolls II, and we got a taste of combat and questing.

Hot on the heels of the announced console versions of Elder Scrolls Online, we've had a chance to once again sit down with an early build of the game here at E3. A few weeks back, Tim Turi explored one approach to the large demo space, so I took a different route this time around, and spent some extra time exploring the character creator, abilities, and a separate quest line.

First, I dug into the detailed options for the character creator. In addition to choosing a race, face and body morphing options help to assure that each character should look distinct within the game world; these options are significantly more detailed than many MMOs. I opted for the Dragon Knight class, which appears to be a multi-purpose fighter class with a wide variety of ability options.

The demo popped me a little past the starter area of the game, right into the heart of Daggerfall, though the game's setting several thousand years before the other Elder Scrolls games means that the city looks decidedly different than it does in later years (in Elder Scrols II: Daggerfall). My character begins at level six, so I immediately hop in and explore the game's level-up and ability screen. Here, I'm greeted by abilities spread across three distinct trees. For my dragon knight, I can select abilities in the Ardent Flame, Draconic Power, and Earthen Heart groups -- each of which has multiple abilities that can be leveled up. Powers map to a small action bar at the bottom of the screen, keeping your options limited to a small number of five or six special moves in each battle, in addition to a standard left-mouse click melee swing. As I move through the city and begin a series of quests, enemy combatants regularly arrive, and help show off the fast-moving combat. Battles are highly focused on movement, blocking, positioning, and smart power use; the whole affair feels more action-oriented than most MMOs.

During my hour of playtime, I make my way through a number of small sidequests, as well as an extensive mission chain that sees my character thwarting an assassination attempt on the local king. Questing feels more directed and story-driven than many MMOs, and less focused on "kill this many foes" or "collect this many objects." Even so, in the balance between traditional MMOs and the familiar Elder Scrolls games, the game undeniably feels closer to an MMO than its single-player RPG forebears.

As my demo ends, the king has been saved, and I head out of Daggerfall to help save a nearby hamlet from attack. The Elder Scrolls Online is an undeniably pretty MMO, with great looking characters, monsters, and environments, and the established world of Tamriel should be an exciting place to explore. After finally getting some hands-on time with the game, I'm most enthusiastic about the combat mechanics, and the way they combine strategic use of powers with a decidedly action game feel. Like any MMO, even an extended demo only scratches the surface of The Elder Scrolls Online's feature set. Nonetheless, I came away excited about what I played, and eager to see how Zenimax Online continues to build out the ancient history of one of my favorite fantasy worlds. 


          Mort de Simone Veil : les hommages de la presse française   
« Combattante », « un exemple de mère courage », « fidèle à ses convictions », « immortelle » : les superlatifs se multiplient dans la presse, samedi, pour la qualifier.
          Pakistani journalist arrested under cyber crime law   
QUETTA, Pakistan (Reuters) - Pakistan authorities have arrested a journalist under a new electronic crime law aimed at combating terrorism and preventing blasphemy but which critics say is used to suppress political dissent.

          Twitter is testing a tool for reporting fake & offensive content   
In this post-2016 presidential election world, the way social networks combat the spread of fake news has become a major issue. Facebook is the big culprit here, and it’s admitted it needs to take steps to improve, but Twitter isn’t far behind. While the company has yet to pledge to take action, it appears at least internally they’re testing one … Continue reading
          SSPX regularization: Is it worth the risk?   
SSPX regularization: Is it worth the risk?
SOURCE
You all know what I have to say on the matter...
Last week, I commented upon an article written by Fr. Jean-Michel Gleize, SSPX, an English translation of which was published online by the Remnant under the title:
A MAJOR SSPX CLARIFICATION: Towards a Doctrinal Agreement?
In the article, Fr Gleize articulated his objections to any possible agreement with Rome that would result in its canonical regularization apart from “a correction of the Council’s errors.”
Prior to publishing my post, I requested confirmation from my contacts at the SSPX District House here in the U.S. as to whether Fr. Gleize’s statements reflect the official position of the Society itself, or if they stand in contrast to it; i.e., against the position currently held by Bishop Fellay.
Thus far, I’ve received no response, which seems to all but confirm my initial impression that it is the latter and not a “major clarification” from the Society itself.

If anything changes in this regard, I will let you know.



At this, I’d like to take a closer look at certain of the propositions that Fr. Gleize set forth in support of his argument to see just how reasonable they are, or not.
Perhaps the most critical point; the one upon which his entire argument rests, is the following:
“As we have already explained, our goal is for Tradition to recover all of its rights in Rome. This goal is first in our intention…”
I’m not so sure that the primary “goal” of the Society is the conversion of Rome.
Certainly, the conversion of Rome is a goal, but at least insofar as I am aware, the SSPX has never articulated this as its raison d’ê·tre.
On its website under the heading, What is the Society of St. Pius X, we find:
“The Society of St. Pius X is an international priestly society of common life without vows, whose purpose is to train, support, and encourage holy priests so that they may effectively spread the Catholic Faith throughout the world … Together they seek the goal of the priesthood: the glorification of God, the continuation of Our Lord’s redemptive work, the salvation of souls. They accomplish this by fidelity to Christ’s testament, the Holy Sacrifice of the Mass.
Indeed, striving for Tradition to recover all of its rights in Rome is intimately related to the Society’s mission, but the bottom line purpose of its existence is the salvation of souls.
This also happens to be the supreme law of the Church and the very reason why the SSPX can legitimately lay claim to supplied jurisdiction.
In support of his position, Fr. Gleize provided the following quote of Archbishop Lefebvre:
“What interests us first of all is to maintain the Catholic Faith. That is our combat. So the canonical question, which is purely exterior and public in the Church, is secondary. What is important is to remain in the Church… in the Church, that is to say in the Catholic Faith of all time and in the true priesthood, and in the true Mass, and in the true sacraments, in the Catechism of all time, with the Bible of all time. That is what interests us. That is what the Church is. To be recognized publicly, that is secondary. So, we mustn’t seek secondary things by losing what is fundamental, what is the primary object of our combat.”
First, let me say that I am not a proponent of proof-texting with quotes lifted from the Archbishop’s various statements (an attempt to play the WWMD card that I wrote about some time ago).
That said, I find this citation rather odd given that it in no way supports Fr. Gleize’s argument.
If, indeed, what interests the Society “first of all is to maintain the Catholic Faith,” including all of the things Archbishop Lefebvre listed, how exactly is regular jurisdiction opposed to it?
Obviously, it is not; that is, not directly so.
Fr. Gleize, however, would argue that it does so indirectly as follows:
“The bad effect [of accepting a canonical recognition] is itself double: firstly, the risk of relatavizing Tradition, which would thenceforward only appear as the particular good and the personal theological preference of the Society of Saint Pius X; secondly the risk of betraying and abandoning this particular good because of the ambient favens haeresim which characterizes the Conciliar Church per se.”
Let’s look at these two risks separately.
Question: To whom would Tradition “appear” as little more than a matter of personal preference as opposed to the Faith of all time?
Answer: The ignorant.
Let’s be honest, there are numerous ignorant persons to whom, thanks to the status quo, the SSPX appears to be rebelling against the Church, and even as “schismatic” and somehow less-than-Catholic.
Is it really the case that one form of ignorance is preferable to the other?
Sorry, I’m not buying it.
The second risk, on the other hand; namely, that of the Society somehow “betraying and abandoning” Tradition deserves consideration.
Until rather recently, I had no reason to question the Society’s resolve. Today, however, I must admit that I am deeply concerned about it.
Let me be clear: I do not believe for a moment that Bishop Fellay will ever allow the SSPX to adopt the modernist mindset of the “Conciliar Church;” e.g., positively arguing in support of the Novus Ordo, ecumenism, religious liberty, inter-religious dialogue, etc.
There is, however, more than one way to betray Tradition, and one of them concerns the failure to condemn blasphemy and heresy for what they truly are – loudly, clearly and plainly.
Ironically, it is thanks to Fr. Gleize and his series of articles presenting the official position of the SPPX on Francis and Amoris Laetitia  that I am no longer convinced that the Society has the resolve to speak with clarity and conviction moving forward.
Unless they do, being regularized would be like going on a bear hunt while leaving the rifle at home.
I have always maintained that the granting of regular jurisdiction to the SSPX is a matter of justice; one that boils down to the fundamental question:
Is the Society of St. Pius X Catholic?
The truth is they are, and Rome has an obligation to acknowledge as much and to treat them accordingly.
While I still believe this, I also believe that it is reasonable to wonder whether or not the Society has the wherewithal to uphold their own obligation to the truth.
In other words, if already the SSPX is treading lightly in the face of the unprecedented danger to souls represented by Amoris Laetitia and its “humble” author, how can anyone be confident that they will do any better if regularized?


RELATED:
http://tradcatknight.blogspot.com/2017/02/why-it-doesnt-matter-if-sspx-is.html
http://tradcatknight.blogspot.com/2015/02/why-we-should-leave-sspx.html
http://tradcatknight.blogspot.com/2016/07/sspx-accepts-personal-prelature-from.html
http://tradcatknight.blogspot.com/2016/11/neosspx-for-or-against-agreements.html
http://tradcatknight.blogspot.com/2016/09/neosspx-still-on-red-light.html
http://tradcatknight.blogspot.com/2016/10/neosspx-adopting-conciliar-language.html


Lose The Doctrine and You Will Lose Your Soul - Fr. David Hewko

 


          Protests in India Against 'Cow-Protecting' Vigilantes Succeed in Breaking Prime Minister's Silence   
Do some Indian lives matter more than others? The Modi government seems to think so.

On June 29, Indian prime minister Narendra Modi gave a long-awaited (though mild) admonishment of violent “cow protection” vigilantes who have been let loose in the streets of India, on its trains, buses and village and city public spaces, lynching Indians (almost always Muslims or Dalits, members of the lowest caste). Modi, who is normally outspoken, has previously been mum on the spate of killings, conveying an overall climate of immunity to murderous mobs. What appears to have broken this studied silence are the spontaneous protests that finally erupted all over India and coalesced on July 28 when citizens, including celebrities, in 12 cities took over public squares and promenades after a spontaneous call by Delhi-based filmmaker Saba Dewan in a Facebook post.

Though they took some time in coming, the protests appear to have had their desired effect, temporarily at least. Not only has Modi spoken, but the normally distanced Indian commercial television channels have given space to this democratic expression of outrage.

The immediate provocation was the lynching of a Muslim teenager named Junaid Khan on a train, shortly after it departed from Delhi. The men who stabbed Junaid also left his brothers seriously injured. The incident occurred on June 23, the last Friday of the holy month of Ramzan (Ramadan), when the auspicious Alvida Namaaz(prayers) are read and which has a special significance for the devout.

At SabrangIndia, we reported the train incident following an unusually prompt press release from the Communist Party of India, whose politbureau members had visited the site of the incident. We commented in our report that India would soon need its very own “Lynch Calendar.” What we could not report until three days later was that on the same Friday, some 1,088 kilometers away in Chatra Jharkhand, 24-year-old Mohammad Salman was shot and killed in cold blood by men in uniform who simply entered his home, shoved him outside and ordered their subordinates to commit the crime.

In the same eastern Indian state of Jharkhand, there have been a spate of horrific killings, including lynchings, that still haunt public memory—particularly the March 2016 hangings of dairy farmers Mazloom Ansari and 12-year-old Imteyaz Khan in a deserted public village. What has faded away from the current outrage and even the media commentary is the fact that the National Commission for Minorities (a statutory body set up specifically to protect the rights of minorities) had been compelled to send a team to investigate.

The report of the Commission severely indicted the Jharkhand police and the political class for failing to “rein in the cow protection groups who are taking law into their own hands.” The NCM also recorded in its report that “Deep and widespread communalisation of sections of the Jharkhand police force, and slogans like ‘go to Pakistan’ were frequently used by the local police against the Muslims, pointing toward a larger communalisation of the state police.” That report was from May 2016. Today the NCM stands discredited with political appointments by the Modi government who have put into position representatives who have no background in terms of autonomy and rights and are simply toeing a majoritarian government’s line.

Noted activist Shabnam Hashmi returned her 2008 NCM Award on Tuesday, making a strong public statement. She said in her open letter:

“I am returning it [the award] in the memory of the innumerable innocent victims lynched by marauding mobs. Mob Lynching of Muslims and Islamophobia have taken over India. Even before the community can mourn its dead, the next incident takes place. There is an atmosphere of fear and terror. Under the present Government, the marginalization of minority groups has become the norm.

“The design of turning India into a Hindu Rashtra [nation], which began decades ago with calling Muslims dirty, having too many children and being illiterate moved on to excluding them from residential spaces, targeting them as terrorists, has now reached its pinnacle where all public spaces and all means of livelihood are becoming unsafe for the Muslim community.

“Similar to Hitler’s Germany, Muslims are being projected as the biggest enemy of the state and the people of the country. There is legitimization of the communal ideology by the State and the media, [which] has led to acceptance of prejudices and stereotyping without questioning them in popular consciousness, deep infiltration of hate in the minds and hearts of ordinary people and apathy on the part of a large section of the society especially ‘educated’ middle classes.”

The list of assaults is gruesome: The Muslim Maulvi (cleric) who was beaten in April 2017, on a day supposedly important for devout Hindus (Ram Navmi, the birthdate of Lord Ram), in Jharkhand; the beating death of cattle farmer Pehlu Khan from Mewat while he was on agrarian business in Alwar Rajasthan in April 2017; or the lynch mob murder of political activist Zafar Hussain of the Communist Party of India, also in Rajasthan. Each of these murders is happening in the name of faith by the mob proponents of the Hindu nation, who believe the cow to be more precious than human life. The militarized march to a Hindu nation is laden with such dutiful tasks as cleansing the nation of the “dirty,” be it Dalits, Christians, Muslims or Communists.

Countries around the world need to better understand this: If the protests on June 28 drew Indians out of a numb fear that appeared to have gripped even opponents to this ideal, they need to continue and intensify. At the first instance of such an episode in September 2015, a similar dam of protest had broken. Writers led by the eminent Nayantara Sahgal returned their national awards in a powerful protest that embarassed the Modi government and put it on the defensive. Dozens of writers in over a dozen Indian languages, all winners of awards and powerful cultural commentators in their own right, followed by filmmakers, joined in this powerful symbolic protest. But life went on, and the killings continued. It would be tedious to list all the dead, and the circumstances in which they were lynched—most for rumors or frenzied hysteria about transporting cows or bullocks or eating beef, some for marrying a Hindu.

What is crucial to emphasize is the chain of command of culpability in this climate of impunity and lynchings. They began after the Modi government came to power and were aided and abetted by those in power within the government who spewed venom against Indian Muslims and Christians even while holding senior constitutional posts. They were further emboldened when governments run by the same party Modi represents, the Bharatiya Janata Party (BJP), passed unconstitutional “beef laws” to curtail the slaughter, consumption and transportation of beef. They got greater pats on the back when their parent organization, the Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), spoke of the Holy Cow and its protection. The nail in the coffin was the recently introduced ban on the sale of cattle passed by the Modi government.

Indian newspapers have extensively reported recently, as they also did a year ago, that despite Modi’s apparent regrets about the lynchings, in his previous position as Gujarat chief minister, he was a firm proponent not just of cow protection, but against beef exports. The Indian Express recalls Modi statements of 2013, 2012 and 2014, when he attacked the previous Congress-led government for allowing the export of beef. That politicians indulge in the proverbial doublespeak, before and after a campaign, is only part of the problem. The other is more substantive.

As I have argued:

“For years now, since distributions of trishulsthrough trishul dikshaprogrammes, since violent arms trainings by the RSS and Bajrang Dal, since the terror unleashed by the Mobs on the Street—ever available at the blow of the metamorphical whistle—be it the Mob that lynched Christians (there were over 75 attacks between 1999 and 2002 documented by the All India Christian Union and published by Communalism Combat)or the Mob that attacked Naroda Patiya or Gulberg Society or Odh or Sardarpura villages (Gujarat 2002) or the Mob terror unleashed in Muzaffarnagar, Shamli, Baghpat and Meerut (September 2013)—we have been arguing, with and to the political class and law enforcement agencies: treat Mob terror and Bomb Terror on Par. Do not look at these equally debilitating and vicious kinds of violence that impact innocent lives, differently.”

When there is the terror of the mob attacking a neighborhood, or lynching people, there is a section of the populace, including law enforcement, that participates through its silence, simply looking on. It is this majority participation, through the silence of complicity, that ensures selective outrage and token utterances from the powerful. No wonder then that the Modis, and the Venkaiah Naidus and even law minister Ravi Shankar Prasad only speak selectively and occasionally. Do some Indian lives matter more than others?

Unfortunately it seems that they do. The killers of Mohammad Ayub in Gujarat, lynched on the eve of Modi’s visit to his home state, were given bail by the higher courts; the killers of Mazloom Ansari and Imiteyaz in Latehar also got out on bail six months ago. On the other hand, those accused, even falsely, of acts of bomb terror do not get bail, often until the final acquittal. They remain incarcerated. This imbalance, even prejudice or bias—privileging mob terror over bomb terror—must stop. The Indian establishment must look at them as two sides of the same coin, or else we are perpetrating an injustice of our own.

That the numbness has finally broken is a good beginning, even if it comes somewhat late. It needs to go further, however, to assert, again and again, in public discourse, that mob terror is as vicious as bomb terror, and to ensure that every police station, every district collector, every railway policeman functions as the Indian Constitution requires him to, with equality before the law and non-discrimination as his credo.

To end with hope, it’s worth reproducing this Facebook post from a mother, which went viral on Thursday. With the picture of an Indian woman holding the holy book of India, its Constitution, she writes:

NOT IN MY NAME

Junaid was lynched by a mob of cruel human beings. I don’t care what religion those lynchers belonged to. Nor do I care what religion Junaid belonged to. I only care about one thing. A group of mean, cruel human beings killed a teenager and assaulted three other young men brutally!
Junaid was 16.
My elder son will turn 16 next year.
My heart breaks for Junaid’s mother.
Not only did a group of cruel human beings kill Junaid, another group of cruel human beings egged them on. Junaid was also killed by those cruel people who witnessed the insanity & chose to remain silent.
There are some cruel people who justify this lynching.
Yes! Hate allows for all sorts of justification.
There has been a long list of these lynchings. It has become so common that no one talks about it. Nobody asks questions about what happened to the perpetrators. Whether they were caught & given the strictest punishment or whether they were released to unleash more violence!
I cannot fathom how anyone can kill unarmed, innocent human beings!
I cannot fathom how people can justify this horrific violence!
Instead of taking law into their own hands why are police complaints not made?
Is it because the lynch mob knows that there is no reason behind what they have done?
All they want to do is to kill in the name of hate.
Whichever religion, ideology, language, ethnicity you belong to, lynching done in any name cannot be condoned!
We’ve suffered so many riots, terrorist attacks, pogroms, lynchings but we haven’t learnt anything.
The bottom line is that innocent human beings become the target of that hate. They are usually poor. They are usually those who are incapable of fighting back. It is really too, too disheartening.
Innocence dies when hate rules!
I cannot be a part of those who encourage hate.
I was with the Ekta Manch marching from Parel to Azad Maidan singing “Hum hongey kaamyaab….” to promote brotherhood between fellow citizens of all faiths in 1993 after the horrendous riots followed by the heinous bomb blasts in Mumbai.
I marched to the Gateway of India to protest the utter failure & crass mishandling of 26/11 by the then Congress Govt in the State and the Centre in 2008.
I supported the Anna Hazare anti corruption movement when he waged the civil battle against the UPA 2 Govt at the Centre.
I was vocal about women’s safety after the horrendous rape & murder of Jyoti Singh as well as Pallavi Purkayastha as well as the sickening hacking of Swathi.
Today I stand firmly against the lynch mentality that has an active political patronage in our country.
I do not belong to any political party. I am a citizen of one of the finest democracies in the World. That is why it is so important for all of us to respect & protect the tenets of our Constitution.
I, as a proud citizen of India, do not conform to the views of anyone who actively or passively supports this lynching.
My allegiance lies with the Constitution of India.
If the Govt or any other body does anything to undermine the basic tenets of democracy in our country, I will vocally oppose it.
I so wanted to be a part of the peaceful civil protest at Carter Road today but I can’t. But I will not be a part of this hate!
I do not want my children to inherit this hate.
I will not have the blood of innocents on my hands.

NOT IN MY NAME!

 

 

 

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Comenzamos nuestro repaso veraniego a los juegos de Goku.

Dragon Ball FighterZ fue uno de los grandes anuncios del E3 y ha hecho que muchos jugadores de todas las edades se motiven con este juego de lucha tan fiel a la serie de animación. Tras ver la impresionante recepción del anuncio y con muchos meses por delante hasta el lanzamiento, hemos decidido dedicar cada día de los meses de julio a recordar un juego importante basado en las aventuras de Goku. Desde el 1 de julio al 31 de agosto recordaremos 62 de los juegos más importantes basados en Dragon Ball y sus diferentes adaptaciones o secuelas.

Para quien quiera profundizar más en el tema, se acaba de poner a la venta Dragon Ball: Los videojuegos de una generación (Vol. 1), de la editorial STAR-T Magazine Books y escrito por el desarrollador de videojuegos David Jaumandreu, que abarca los juegos de 1986 a 1997.

Dragon Ball Z: Budokai (2002)


Aunque las aventuras de Goku y compañía nunca se fueron de nuestro lado y siempre han estado presentes en nuestras vidas de un modo u otro, lo cierto es que hubo una época en la que sufrimos una considerable sequía de juegos basados en la mítica obra de Akira Toriyama. Siendo más concretos, tuvieron que pasar la friolera de cinco años antes de que Bandai Namco volviera a apostar con fuerza por la licencia.



Curiosamente, pasamos de no tener ningún tipo de nuevo material jugable de Dragon Ball a recibir de golpe y porrazo tres juegos en 2002, marcando de este modo una nueva fiebre por el lanzamiento indiscriminado de Kame Hame Has entre el gran público. De estos tres, The Legacy of Goku, Legendary Super Warriors y Budokai, fue probablemente este último el que más culpa tuvo de poner otra vez de moda a estos icónicos saiyans.

No en vano, se lanzó inicialmente para PlayStation 2, una de las consolas más exitosas de todos los tiempos y la sobremesa que arrasaba por aquel entonces, y se trataba del que era sin duda el juego con mejores gráficos hasta la fecha jamás realizado basado en Dragon Ball.


Los modelados poligonales de los personajes no es que fueran ninguna maravilla, pero captaban perfectamente la esencia de cada uno de ellos, y el despliegue de efectos del que hacía gala el juego en cada una de sus batallas elevaban el espectáculo a unos niveles que nunca habíamos visto en un producto de la serie (y si encima lo comparábamos con el anterior título, Dragon Ball GT: Final Bout, el salto era todavía mayor).

Pero, tal y como se suele decir, no todo eran gráficos, ya que el título resultó ser un entretenido juego de lucha tridimensional que si bien carecía de cierta profundidad, supo cómo hacernos pasar buenos ratos intercambiando golpes, técnicas y combos con nuestros amigos o contra la IA en su genial Modo Historia, gracias al cual pudimos revivir las sagas de los Saiyans, Namek y Cell con mucha fidelidad gracias a los vídeos generados por el propio motor gráfico que nos iban interconectando una pelea con otra, las cuales solían tener condiciones especiales para ajustarse más todavía a lo que pudimos ver en las viñetas y en la televisión.

Precisamente, es aquí donde encontramos uno de sus mayores contras: el juego solo llegaba hasta la saga de Cell, por lo que su plantilla de personajes se veía muy limitada por culpa de esto mismo, aunque se permitieron el "lujo" de incluir a Great Saiyaman como jugable. En total, 23 combatientes, una cifra que no estaba nada mal para lo que estábamos acostumbrados por aquel entonces, pero que se quedaría muy corta en pocos años.


En cuanto a su jugabilidad, cabe destacar el hecho de que contaba con un sistema personalizable de cápsulas, mediante el cual podíamos configurar las técnicas, transformaciones y mejoras con las que contarían nuestros personajes en el terreno de combate. Como el espacio para equiparnos cápsulas era limitado, teníamos que pensar muy bien qué cosas queríamos y cuáles preferíamos sacrificar.

El problema es que este sistema era demasiado restrictivo y nos obligaba a realizar combos concretos para poder realizar una técnica especial, de modo que, por ejemplo, no podíamos ejecutar un simple Kame Hame Ha si no impactábamos con una secuencia de golpes predeterminada previamente, lo que limitaba mucho nuestra creatividad durante los combates, dando como resultado unos combates que acababan cansando rápidamente por culpa del poco margen que nos daban para improvisar.


Por suerte para todos, la jugabilidad mejoraría sustancialmente con sus secuelas (algo que ya comentaremos en próximas entregas de este "Verano de Dragon Ball"), por lo que podemos concluir que se trató de un primer paso lo suficientemente decente y bueno como para devolver el interés general por Dragon Ball y alegrarnos la vida a toda su legión de fans.

Nota: Las imágenes pertenecen a la remasterización HD del juego.

Verano de Dragon Ball: Dragon Ball Z: Budokai
          Morais Sarmento espera "num futuro próximo" voltar a fazer combates ao lado de Rio    
O ex-ministro Morais Sarmento definiu hoje a sua candidatura pela secção de Lisboa do PSD como uma aposta "na revitalização do partido" e, sobre um eventual apoio a Rio, disse esperar "fazer combates" com o ex-autarca "num futuro próximo".
          O AMOR DO WHITE DAY (DE 08 A 19 DE MARÇO)   

Duração da atividade: De 8 a 19 de março
Detalhes da atividade: Nesse White Day,enfrente um combate junto da pessoa que você ama!
Regras da atividade: Durante a atividade,vencer 8 combates de casal para terminar a tarefa!
Recompensas da atividade: 3000 exp,200 moedas grátis, "Bênção do Amor"x1Abrindo a "Bênção do Amor" poderá adquirir aleatoriamente um dos seguintes prêmios:Pedra de fortalecimento de nível 3-4,pedra de composição de nível 3,broco elementar x6,anel do romance,grande auto-falante,Símbolo dos Deuses.
          PREPARAÇÃO DO WHITE DAY (3) (De 3 a 11 de março )   

Duração da atividade:
De 3 a 11 de março
Detalhes da atividade: O White Day está chegando,você já tem o presente para a pessoa que você ama?
Regras das atividades: Durante a atividade,completar 10 combates de sociedade para terminar a tarefa.
Recompensas da atividade: 3000 exp, 1500 moedas de ouro, medalha x2,"chocolate"x1
          PREPARAÇÃO DO WHITE DAY (1) (De 3 a 11 de março )   

Duração da atividade:
De 3 a 11 de marçoDatalhes da atividade O White Day está chegando,você já tem o presente para a pessoa que você ama?
Regras das atividades: Durante a atividade,vencer 6 combates competitivos para completar a tarefa.
Recompensas da atividade: 2500 exp,500 moedas de ouro,"chocolate"x1
          Economias para o Natal(De 25 de dezembro a 6 de janeiro)   

Duração da atividade: De 25 de dezembro a 6 de janeiro
Datalhes da atividade: Nesse ano,você economizou muito dinheiro esperando pelo Natal não é?
Regras das atividades: Durante a atividade,obter 6 vitórias em combates competitivos...

Recompensas da atividade: "3000 experiências,1500 moedas de ouro,Cofre x1
Abrindo o ""cofre"" poderá ganhar aleatóriamente um dos seguintes prêmios:Pedra de composição de nível 3,Pedra de fortalecimento de nível 3,Anel aleatório,Cartão 2x EXP de 1 dia,Cartão de mudança de cor,Cartão de duplicação de méritos."



          Ronda Rousey é vítima de vazamento de fotos nuas de ensaio para revista   
Ronda Rousey é vítima de vazamento de fotos nuas de ensaio para revista
Segundo site americano, lutadora teve fotos de bastidores do ensaio para a "ESPN Body Issue" publicadas na internet há dois dias. Ela ainda não se pronunciou
          Justine Kish revela conversa com Dana e promessa de bônus após incidente   
Justine Kish revela conversa com Dana e promessa de bônus após incidente
Lutadora russa que defecou no octógono ao tentar evitar ser finalizada conta que o presidente do UFC lhe ligou preocupado, no dia seguinte, após toda a repercussão
          BLOG: Luta pelo título peso-pesado do LFA termina em finalização impressionante   
BLOG: Luta pelo título peso-pesado do LFA termina em finalização impressionante

          Jungle Fight anuncia edição com três disputas de cinturão em Minas Gerais   
Jungle Fight anuncia edição com três disputas de cinturão em Minas Gerais
Evento de número 91 da franquia encerra hiato de 10 meses, com luta principal sendo com Bruce Souto e Carlos Eduardo Blade, valendo o título da divisão dos meio-médios
          Provocação fica pesada, e Gaethje diz que luta com Johnson "é até a morte"   
Provocação fica pesada, e Gaethje diz  que luta com Johnson "é até a morte"
Michael Johnson insulta família do ex-campeão dos pesos-leves do WSOF, que responde afirmando que adversário parece "criança insegura" e é um "idiota de m***"
          Mayweather vai "acabar rápido" com McGregor, crê filha de Muhammad Ali   
Mayweather vai "acabar rápido" com McGregor, crê filha de Muhammad Ali
Laila Ali alerta fãs para não se decepcionarem com falta de competitividade no ringue
          Dana admite "erros" com Cyborg no UFC: "Mínimo era dar a luta pelo título"   
Dana admite "erros" com Cyborg no UFC: "Mínimo era dar a luta pelo título"
Presidente do Ultimate critica a ex-campeã da categoria peso-pena e elogia a "corajosa" Tonya Evinger: "Está entre as melhores e procuro lutadoras com esse perfil"
          O que se espera de um Papa com esse nome?   
O que se espera de um Papa com esse nome?
 qui, 14/03/13
por: Andre Trigueiro

 Ao homenagear Francisco de Assis na escolha do nome que o acompanhará ao longo do pontificado que se inicia, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, agora Papa Francisco, poderia se inspirar no poverello de Assis para promover algumas inovações na forma como a Igreja administra seu patrimônio e seu imenso rebanho. Respeitosamente, compartilharei aqui algumas sugestões sem a pretensão de que elas cheguem ao Vaticano – imerso em inúmeros problemas e desafios mais urgentes – mas a todos aqueles que compreendem a imensa responsabilidade que é tornar-se o primeiro Papa da história a chamar-se Francisco. 1 – Francisco de Assis veio ao mundo há oito séculos para constranger a opulência e poder político de uma igreja que se afastara dos princípios mais elementares do evangelho de Jesus. Como líder espiritual e chefe de estado, o Papa Francisco poderia dar o exemplo de austeridade sem precedentes na forma como a Igreja realiza suas compras, planeja suas obras físicas, organiza eventos e cerimônias, define logísticas de viagem e hospedagem, enfim, tudo o que represente consumo e posse de bens. Usar com parcimônia e moderação. Combater excessos de toda ordem. Ser simples por convicção e princípios éticos. 2 – Francisco de Assis é conhecido como o protetor dos animais, a quem sempre consagrou respeito e veneração. No mundo moderno, animais das mais variadas espécies ainda sofrem toda sorte de violência. Alguns são supliciados por diversão. Outros são alvos da crueldade obstinada de seus donos. As leis de proteção dos animais – presentes em vários países – não conseguem erradicar as muitas atrocidades cometidas contra os bichos. Os que são consumidos como alimentos foram reduzidos à categoria de “proteína animal”, o que credenciaria seus proprietários a tratá-los como se não houvesse ali um ser senciente, capaz de sentir dor. Papa Francisco tem a preciosa chance de denunciar tudo isso e defender protocolos éticos de criação, transporte e abate de animais, bem como a proteção das espécies silvestres. 3 – Francisco de Assis também é conhecido como o padroeiro da ecologia. No “cântico das criaturas”, eternizou a sacralização da natureza em suas múltiplas formas e expressões. O Papa Francisco tem a chance de reeditar o “cântico das criaturas” – versão século XXI – de forma ainda mais contundente em defesa da vida. Pode exercer sua enorme influência em favor dos recursos naturais não renováveis e dos ecossistemas ameaçados de extinção. Sem meio ambiente sadio e protegido não há “vida em abundância”, parafraseando o Cristo. Sem vida, a religião não faz o menor sentido. 4 – A abnegação em favor dos pobres – que o levou inclusive a renunciar a todos os bens e viver como eles – fez de Francisco de Assis um legítimo representante da caridade, do amor ao próximo e da abnegação de si mesmo em favor dos valores espirituais. Hoje sabe-se que as principais vítimas das mudanças climáticas, da escassez de água doce e limpa, da destruição da biodiversidade e de todas as manifestações de desequilíbrio ecológico em diferentes pontos do planeta são justamente os mais pobres. O Papa Francisco tem, portanto, a oportunidade de conjugar em um mesmo movimento apostólico as lutas em favor da inclusão social e do meio ambiente. São ações que se complementam e se misturam. Uma mesma causa. 5 – Que ninguém se iluda com o fato de o Papa Francisco ser o chefe de estado de um país que ocupa uma área de apenas meio quilômetro quadrado com aproximadamente novecentos moradores. Ele é o líder espiritual de 1,2 bilhão de pessoas. O que disser, o que fizer, o que escrever, seus gestos, suas companhias, hábitos e comportamentos, risos e reprovações terão repercussão imediata mundo afora. Usar isso em favor dos valores franciscanos – humildade, simplicidade, fraternidade, abnegação em favor dos pobres, etc – fará toda a diferença. 6 – O Papa Francisco terá vez, voz e voto nos encontros multilaterais da ONU que discutem os rumos do planeta. O novo Papa pode tornar o Vaticano ainda mais ativo e presente nesses debates, qualificando seus negociadores e mobilizando católicos do mundo inteiro a acompanhar os rumos desses acordos (sobre clima, biodiversidade, água, desertificação,etc) e pressionarem pelo sucesso deles. 7 – Mesmo nas miudezas do dia-a-dia em seu novo endereço, o Papa Francisco poderá promover ajustes em favor da ecoeficiência. Consumo inteligente de água e energia, segregação de resíduos, compras públicas sustentáveis, frota de veículos mais econômica (quem sabe uma versão elétrica do papamóvel?) são medidas que podem ser otimizadas no Vaticano e estimuladas pelas paróquias do mundo inteiro. Quem sabe o novo papa interfira desde já nos protocolos do próximo conclave, e substitua por decreto o ritual de carbonização das cédulas (que sinaliza os rumos das votações pela cor das fumaças) por algum outro método que não polua ainda mais os céus de Roma? Seja qual for o rumo que o Papa Francisco decidir tomar, terá pela frente, pelo resto de seus dias (ou de seu pontificado, posto que há o precedente da renúncia) um nome forte, emblemático, pleno de significado que marcará seus passos como o sucessor de Pedro. A simplicidade como guia, a pobreza como referência, a natureza como objeto de veneração e respeito. Que o Papa seja sempre Francisco.

Andre Trigueiro
http://g1.globo.com/platb/mundo-sustentavel/2013/03/14/o-que-se-espera-de-um-papa-com-esse-nome/


          Agrochemical formulations comprising 1-vinyl-2-pyrrolidinone co-polymers   
The present invention comprises formulations comprising at least one pesticide and at least one co-polymer comprising a) 1-vinyl-2-pyrrolidinone as comonomer a); and b) 60-99 wt % at least one comonomer b) chosen from the group of laurylacrylate and vinyl ester of neodecanoic acid in polymerized form, methods of combating harmful insects and/or phytopathogenic fungi, a method of controlling undesired vegetation and methods of improving the health of plants based on the afore-mentioned formulations.
          Rocket Launcher 2017   
Rocket Launcher 2017

War has begun! Enemies army forces started attack on our elite commando areas with missile launcher 3d , bazooka , rocket launcher and occupied border war area of our land. rocket launcher 3d commando now it's your time to destroy your enemies and clear all the obstacles and hurdles with your rocket launcher and missile launcher in the battlefield against danger enemies and prove yourself more Lethal Fighter in the counter combat of the enemies elite strike and battle combat.

Test your skills by completing challenging missions of battlefields of Epic War and destroy enemy troops by shooting enemies in the battle by shoot down enemy tanks, humvee , trucks with you super missile launcher, Bombs, bazooka and unlimited ammunition of rocket launcher. Get rid of enemies in the war zone and eliminate enemy shooter , tanks and obliterate convoys for best war victory.

*** Rocket Launcher 2017 Features ***
=> Realistic shooting experience
=> Missile launcher games 3d
=> bazooka. rocket launcher. missile launcher. deadly fighter rocket shots. battle trucks. tanks 3d
=> High-quality, interactive 3D graphics
=> Dangerous Intense Shooting Missions
=> gunship destroyer missions
=> army missile simulation, missile attack missions, army truck missile simulator
=> best army games 2017 missions
=> best army war scenarios and army shoot 3d missions
=> best 3d shooter adventure, deadly rocket launcher 3d missions

Recent changes:
=> initial release
          Ah. De Russen presenteren hun Iron Man suit   
Russian military lab unveils prototype of Star Wars-like combat suit https://t.co/svaAapfnIP pic.twitter.com/bhO7PWJtw3— RT (@RT_com) 30 juni 2017 Goed bezig Ivan, lekker gewerkt. Het Central Research Institute for Precision Machines onthulde gister zijn concept voor de next-gen infanterie-uitrustingen. Een soort Master...
          Film Wonder Woman FR R5 en streaming et téléchargement   
Sortie 2017

C'était avant qu'elle ne devienne Wonder Woman, à l'époque où elle était encore Diana, princesse des Amazones et combattante invincible. Un jour, un pilote américain s'écrase sur l'île paradisiaque où elle vit, à l'abri des fracas du monde. Lorsqu'il lui raconte qu'une guerre terrible fait rage à l'autre bout de la planète, Diana quitte son havre de paix, convaincue qu'elle doit enrayer la menace. En s'alliant aux hommes dans un combat destiné à mettre fin à la guerre, Diana découvrira toute l'étendue de ses pouvoirs... et son véritable destin.

          Series Peaky blinders saison 3 episode 5 FR Nouvelle episode Streaming et Téléchargement   
Peaky blinders S 3 Ep 5 FR
En 1919, à Birmingham, soldats, révolutionnaires politiques et criminels combattent pour se faire une place dans le paysage industriel de l’après-Guerre. Le Parlement s’attend à une violente révolte, et Winston Churchill mobilise des forces spéciales pour contenir les menaces. La famille Shelby compte parmi les membres les plus redoutables. Surnommés les « Peaky Blinders » par rapport à leur utilisation de lames de rasoir cachées dans leurs casquettes, ils tirent principalement leur argent de paris et de vol. Tommy Shelby, le plus dangereux de tous, va devoir faire face à l’arrivée de Campbell, un impitoyable chef de la police qui a pour mission de nettoyer la ville. Ne doit-il pas se méfier tout autant la ravissante Grace Burgess ? Fraîchement installée dans le voisinage, celle-ci semble cacher un mystérieux passé et un dangereux secret.

          Series Peaky blinders saison 3 episode 4 FR Nouvelle episode Streaming et Téléchargement   
Peaky blinders S 3 Ep 4 FR
En 1919, à Birmingham, soldats, révolutionnaires politiques et criminels combattent pour se faire une place dans le paysage industriel de l’après-Guerre. Le Parlement s’attend à une violente révolte, et Winston Churchill mobilise des forces spéciales pour contenir les menaces. La famille Shelby compte parmi les membres les plus redoutables. Surnommés les « Peaky Blinders » par rapport à leur utilisation de lames de rasoir cachées dans leurs casquettes, ils tirent principalement leur argent de paris et de vol. Tommy Shelby, le plus dangereux de tous, va devoir faire face à l’arrivée de Campbell, un impitoyable chef de la police qui a pour mission de nettoyer la ville. Ne doit-il pas se méfier tout autant la ravissante Grace Burgess ? Fraîchement installée dans le voisinage, celle-ci semble cacher un mystérieux passé et un dangereux secret.

          Series Peaky blinders saison 3 episode 1 FR Nouvelle episode Streaming et Téléchargement   
Peaky blinders S 3 Ep 1 FR
En 1919, à Birmingham, soldats, révolutionnaires politiques et criminels combattent pour se faire une place dans le paysage industriel de l’après-Guerre. Le Parlement s’attend à une violente révolte, et Winston Churchill mobilise des forces spéciales pour contenir les menaces. La famille Shelby compte parmi les membres les plus redoutables. Surnommés les « Peaky Blinders » par rapport à leur utilisation de lames de rasoir cachées dans leurs casquettes, ils tirent principalement leur argent de paris et de vol. Tommy Shelby, le plus dangereux de tous, va devoir faire face à l’arrivée de Campbell, un impitoyable chef de la police qui a pour mission de nettoyer la ville. Ne doit-il pas se méfier tout autant la ravissante Grace Burgess ? Fraîchement installée dans le voisinage, celle-ci semble cacher un mystérieux passé et un dangereux secret.

          Series Wynonna earp saison 2 episode 4 VOSTFR Nouvelle episode Streaming et Téléchargement   
Wynonna earp S 2 Ep 4 VOSTFR
Descendante du légendaire as de la gâchette Wyatt Earp, leffrontée Wynonna Earp na peur de rien. De retour dans sa ville natale, elle combat les vampires et autres démons tués par son arrière-arrière grand-père, qui reviennent hanter les vivants à cause dune malédiction qui pèse sur sa famille depuis plusieurs générations. Grâce à des dons exceptionnels et dimprobables alliés, la jeune femme traque les créatures surnaturelles.

          Macron: Priorité aux "transports du quotidien"   
Le président de la République Emmanuel Macron a annoncé samedi, lors de l'inauguration de la nouvelle ligne Paris-Rennes, qu'il entendait mettre la priorité sur "les transports du quotidien" plutôt que sur de nouveaux "grands projets" tels que la LGV."Le combat que je souhaite engager pour les années à venir, c'est celui des transports du quotidien, c'est celui de l'ensemble des mobilités prioritaires à mes yeux", a-t-il dit, ajoutant qu'il...
          Celebrities need to be more open about depression stories, says Adwoa Aboah   
The model says openness is important in combating mental health stigma.
          United States: Department Of Labor Sets Its Sights On Foreign Worker Visa Fraud And Abuse - Lewis Brisbois Bisgaard and Smith LLP   
In a Press Release issued on June 6, 2017, Secretary of Labor Alexander Acosta announced the Department of Labor's (DOL) aggressive plan of action to combat visa program fraud and abuse.
          5pb. anuncia un juego de la franquicia Danmachi   
5pb. ha anunciado Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatteiru Darou ka Infinite Combate, un RPG de mazmorras para plataformas no reveladas. El juego se basará en la franquicia Danbmachi y su web te ... - Fuente: www.blogiswar.net
          5pb. anuncia el desarrollo de un videojuego de DanMachi   
5pb. ha anunciado el desarrollo de Is It Wrong to Try to Pick Up Girls in a Dungeon? Infinite Combate (Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatteiru no Darou ka Infinite Combate), un Action RPG de ex ... - Fuente: www.koi-nya.net
          Strike Force Is Created To Combat Chicago Gun Violence    
Copyright 2017 NPR. To see more, visit SCOTT SIMON, HOST: More than 1,700 people have been shot in Chicago or harmed in acts of violence there this year. More than 300 people have died. The city's homicide crisis continues. And President Trump tweeted that, quote, "killings in Chicago have reached such epidemic proportions that I am sending in federal help." The attorney general announced a Chicago gun strike force of more than 20 Alcohol, Tobacco, Firearms and Explosives agents will be sent to the city, where they'll prosecute gun crimes and work with local police and prosecutors. We're joined now by Carol Marin, political editor at NBC5 in Chicago. She's also on WTTW. Carol, thanks so much for being with us. CAROL MARIN: My pleasure, Scott. SIMON: Are Chicago officials eager to see this strike force? MARIN: They're willing to see the strike force. Nobody objects to having more manpower. But I hasten to say 20 ATF agents does not an army make. And therein is part of the problem. SIMON
          Food Waste Is Overwhelming. Here Are Five Things People Are Doing About It   
The food world is buzzing today about the latest news on just how often we waste perfectly good food. And we admit, the statistics are pretty depressing. About 40 percent of food in the United States today goes uneaten. The average American consumer wastes 10 times as much food as someone in Southeast Asia — up 50 percent from Americans in the 1970s. Yet, 1 in 6 Americans doesn't have enough to eat, says the U.S. Department of Agriculture. And food waste costs us about $165 billion a year and sucks up 25 percent of our freshwater supply. That's all according to the report with the not-so-subtle title, "Wasted: How America Is Losing Up to 40 Percent of Its Food from Farm to Fork to Landfill," just released by the Natural Resources Defense Council. As we've reported, there are all kinds of offenders in this game, from restaurants to regular consumers and our refrigerators . But we thought we'd bring you some info on what some folks are doing to combat the waste and reroute the food where
          Turismo de narcóticos, tendencia al alza.   



La legalización de la marihuana en el Estado de Colorado ha disparado el interés por viajar a dicha parte de Estados Unidos, según muestran las estadísticas de hotels.com. El turismo del porro o de narcóticos también es una tendencia en Jamaica, pero en otros países como Uruguay se quiere evitar este tipo de viajes mientras que en Holanda se busca una mayor regulación.






Desde principios de año las personas mayores de 21 años pueden comprar y consumir marihuana "para uso recreativo" en Colorado. La venta, limitada a 28 gramos, se permite sólo en 160 establecimientos especializados del Estado. A este producto se le aplica un impuesto estatal del 25%.
Existen además medio millar de farmacias en Colorado donde se puede comprar marihuana para usos médicos.
Durante los tres primeros meses del año, la búsqueda de hoteles en la ciudad de Denver, capital de Colorado, ha aumentado un 25% respecto al mismo período del año pasado, según hotels.com.
En cualquier caso, la posesión de marihuana en los aeropuertos está prohibida, así como en parques nacionales y estaciones de esquí.

Jamaica
Al tratarse de una actividad ilícita y para evitar posibles problemas con la justicia, los turistas deben demostrar que realmente son excursionistas y no policías de incógnito fumándose un cigarro de marihuana delante del guía. 
Uruguay
Por otra parte, la ministra de Turismo y Deporte de UruguayLiliam Kechichián, recordaba recientemente que, tras la regularización del consumo de cannabis en el país, no se producirá "bajo ningún concepto" un paquete turístico relacionado con su consumo.
Y es que según ha recordado la ministra de Turismo, la ley estipula que solo podrán acceder al cannabis los residentes uruguayos.
Las autoridades uruguayas han remarcado que el objetivo de esta legislación responde a la necesidad de buscar nuevas vías para combatir el narcotráfico, después de que las más represivas se hayan mostrado obsoletas.
Holanda
En mayo de 2011, entró en vigor en Holanda una ley que limitaba la venta de marihuana en los 'coffeeshops' en tres provincias del sur del país. Ver Holanda pone fin al turismo de los "coffeeshops".

Sin embargo, en noviembre de 2012 el alcalde de Ámsterdam anunció que los turistas extranjeros podrán seguir accediendo a los 220 coffeeshops de la ciudad y consumir marihuana libremente. Ver El turismo del porro se mantendrá en Amsterdam.
Ámsterdam recibe anualmente unos siete millones de turistas, de los que se estima que aproximadamente medio millón acude a esos establecimientos a fumar marihuana.

Fonte: www.hosteltur.com

          Por interesse local, município pode legislar sobre o meio ambiente   
Na defesa de interesses locais, cabe ao município legislar sobre a proteção ao meio ambiente e o combate à poluição. Assim entendeu o Supremo Tribunal Federal ao concluir julgamento iniciado há 13 anos e negar recurso de empresas de transporte coletivo em Belo Horizonte contra normas da capital m...
          Meretrice   


A Lola P. Nievala descubrí con  Esclavo de tus deseos” y su ironía sobre la vida, me conquistó con el aullido del lobo en “Los tres nombres del lobo” y “Tras las huellas del lobo” y después me mostró la esperanza con “Bruma azul”, hoy regresa a nuestras manos para presentarnos Meretrice, una obra que os dejará sin respiración.

Esta novela encierra en sí la clave del amor verdadero, de aquel que con una sola vida no es suficiente y que parece estar condenado por el destino y las malas artes de los demás, sin olvidar la fortaleza frente al infortunio y a la venganza gestada en el tiempo que sabe dulce al lector en su momento.

Está historia nos la muestran dos voces femeninas en dos tiempos distantes pero que están unidas no solo por la sangre sino por el alma, dos destinos marcados por el destino y su capricho.

Alonza era una joven del siglo XVI que vivía en una Venecia azotada por la peste, tras perder a toda su familia pasa a ser tutelada por un buen amigo de su padre que contaba ya con tres hijos, Marco y Caterina, dos malo bichos y Lanzo, un joven inteligente quien le entregó su corazón con solo verla. Su amor parece prohibido a los ojos de todos, hecho que les llevará a una trágica relación convulsa que se forjará a fuego en sus corazones aunque sus cuerpos ya no les pertenezcan, dado que cada uno buscará su libertad.

Alessia es una joven de nuestros días que en su herencia ha recibido un diario escrito por Alonza, una meretrice veneciana que esconde un tesoro entre sus páginas, frente a una vida gris y apagada, decide ir en busca del tesoro a la vez que se encamina en la búsqueda de su propio pasado y futuro.

Alessia encontrará en Luca un ayudante fiel, un compañero de viaje sincero que sabe más de lo que dice y que despierta en ella sentimientos que no creía poder volver a sentir, es como si junto a él pudiera volver a respirar.

El pasado de Alonza regresará para ponerles las cosas difíciles a Alessia y Luca, aunque la venganza que se cierne sobre ellos tiene una magnitud inesperada por su cercanía y que será revelada el momento preciso.

Con una prosa fluida, rica en detalles tanto en una época como en la otra, cosa que remarca una gran investigación que se esconde tras un trabajo minucioso sobre la Venecia del siglo XVI y el papel de la mujer en él. Con unos personajes tan bien construidos, la autora nos invita a sentir no solo empatía por nuestras fuertes protagonistas, sino a odiar a otros y a sentir y vibrar con un amor puro entre dos almas.

Seguiremos junto a ellos dos vidas distintas, una ayudará a forjar la de la siguiente guiándola con sus acertijos y encriptaciones a descubrir el verdadero tesoro de sus vida.

Decir que Ediciones Martínez Roca nos presenta una lectura adictiva, inteligente, profunda, irónica, psicológica y muy bien hilvanada es quedarse corta, la autora mantiene el nivel de su prosa de las novelas anteriores, aunque me atrevería a decir que consigue más profundidad en sus personajes, sobre todo en aquellos secundarios que dan solidez a la trama.

Espero no haber revelado nada sustancial, he medido mis palabras pero mi mente iba en otra dirección, así que lo mejor será que os deje sus primeras páginas aunque si sois débiles de voluntad, esperad a leer la novela en vuestras manos, ya que no podréis dejarla ir.

Yo la he terminado y creo que el espíritu combativo de Alonza y la inteligencia de Alessia me acompañaran bajo la piel.




          Forest fire in Spain extinguished   

Madrid, July 2 (IANS) The wildfire that began on Wednesday evening in the Sierra Calderona natural park between the cities of Valencia and Castellon on the east coast of Spain was finally extinguished in the early hours of Saturday morning, Valencia regional government said.

Over 600 people worked through Friday night to bring the fire under control after it destroyed 1,200 hectares in the area famous for its forests of cork trees, Xinhua news agency reported.

A total of 27 helicopters and aircraft helped with firefighting duties.

Jose Maria Angel, General Director of Emergencies in the Valencia region, thanked those responsible for combating the fire, while Government delegate Juan Carlos Moragues explained that although the cause of the blaze was still being investigated, there had been an electrical storm in the area early in the week.

He said heat from a lightning strike had probably built up in a tree, which had later combusted under a combination of favourable weather conditions, including high temperatures, low humidity and high winds.

This is the second major fire in Spain in just over a week following a destructive blaze which burned over 8,000 hectares in and around the Donana National Park in the country's southwest region.

--IANS

sku/


          Burgum, State Agencies Introduce Efforts to Provide Timely Information on Disaster and Emergency Response Activities   
By ND Joint Information Group
Gov. Doug Burgum and state officials today unveiled a new website and related social media sites designed to provide information during issues of significant public impact and involving a multi-agency response. NDResponse.gov supports response and recovery coordination with state and local agencies in each county and tribal nation within North Dakota.
 
“It is vitally important for the citizens of North Dakota to have resources for timely and accurate information on events such as the Dakota Access Pipeline and potential spring flooding,” Gov. Burgum said. “Our coordinated effort will ensure that a consistent, factual message reaches the citizens of North Dakota, reducing confusion, combatting rumors and myths, and providing the public with the information they need to be best prepared for whatever situation arises.”
 
In the event of major events impacting North Dakota citizens, the state will use NDResponse.gov as a single source for accurate and timely information. Currently, the website will provide information on the response to the Dakota Access Pipeline protest events and potential spring 2017 flooding.
 
“North Dakota has a great tradition of agencies coming together in times of crisis and natural disaster. We want to reinforce all of the great efforts by our agencies and highlight the dedicated work done by our first responders,” Gov. Burgum said. “These efforts in coordination with our Joint Information Center – a collection of communications staff from various state agencies – will continue to ensure a consistent and accurate message moving forward to better inform our citizens and battle misinformation.”
 
NDResponse.gov will also include a media resources section with photos, videos and a press contact request form.
 
The social media sites for NDResponse are located at https://www.facebook.com/NDResponse/ and https://twitter.com/ndresponse.
 
The North Dakota Joint Information Center provides 24/7 emergency communications and resource coordination with more than 50 lead and support agencies, private enterprise, and voluntary organizations to assist local jurisdictions in disaster and emergency response activities.  

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          Burst of Growth in Hotels Extends Across the State   
By The Bismarck Tribune
Ashok "Smiley" Thakker is just trying to keep up.

The owner of seven hotels in Grand Forks has watched as more and more competition springs up around town. Since the beginning of 2014, the city has seen an influx of six new hotels -- all of which sit on South 42nd Street.

The burst of growth in hotels isn't limited to Grand Forks but extends to other cities across the state. Overall, the number of hotels operating in five major North Dakota cities has jumped by 39 percent from five years ago.

The spike in new establishments doesn't come without consequences for the industry.

Hotels' annual occupancy rates and other key indicators that measure the industry's success are falling in Grand Forks and across the state.

An abundance of new hotels has owners such as Thakker trying to find a solution to attract guests and keep their businesses afloat.

Thakker reopened his Ramada Inn this past week after a large-scale renovation, which included refurbishing guest rooms, the restaurant, lobby, restrooms and more.

"It's been a big project," Thakker said.

Grand Forks has seen a 29 percent increase in available hotel rooms since 2010, according to data from the North Dakota Department of Commerce Tourism Division. In that same time frame, occupancy rates peaked in 2012 and are now on a downslide.

In the first six months of 2015, just 54.7 percent of hotel rooms were filled in Grand Forks, according to data provided by STR, a company that researches and tracks the hotel industry. That's down from a high of 69.8 percent during the same period three years ago.

Though the hotel market is cyclical, with more people staying in hotels during the summer months than in the winter months, those in the industry say the hotel market has remained down this summer, and they don't see it getting much better soon.

Trending downward

The hotel market as a whole is down across the state, said Dean Ihla, tourism development manager for the Department of Commerce.

Slipping occupancy in the eastern portion of the state can be attributed to a weakening Canadian dollar and possibly overbuilding, he said.

In western North Dakota, in places such as Minot and Dickinson, Ihla said the decrease is due to a combination of more permanent housing for oil field workers--they no longer have to stay in hotels for long periods of time--and a little bit of overgrowth.

"I think there's some overgrowth because of not knowing where this oil growth was going," Ihla said. "Now that the oil has slowed down, we're seeing that in hotels, too."

However, lower occupancy rates in places such as Minot likely stem from those cities returning to normal instead of an indication of a widespread problem, Ihla argued.

In 2011, Minot had an annual occupancy rate of 86.6 percent, but that rate was down to 65.4 percent as of last year, according to STR. Between 65 to 70 percent is considered a good rate, Ihla said.

Over the past five years, the number of hotels in Minot nearly doubled, growing from 17 to 32, according to STR.

Despite that, Wade Regier, director of sports and events for the Minot Convention and Visitors Bureau said Minot has a "perfect" number of rooms for the city.

Regier pointed to few vacancies on weekends when Minot hosts events such as the North Dakota State Fair or the state basketball tournament.

"When there's big events in town, we actually don't have enough hotels," Regier said.

Sara Otte Coleman, the director for the Tourism Division, said hotel owners are always concerned when new businesses enter the market, but she expects this to only be a short-term issue.

"It's natural that occupancy rates would fall with more hotels, but we think that will eventually correct itself," she said.

Bismarck also has seen a similar trend. In 2011, its occupancy rate was 78 percent. Last year, it fell to 70.1 percent. In the last five years, Bismarck has added 11 hotels, according to the Department of Commerce.

Fargo has remained steady since 2010, with its occupancy rate last year sitting at 67.5 percent.

Attracting guests

It's not just occupancy data that has slipped recently.

Revenue per available room, or RevPAR, is one of the top performance measures in the hotel industry. In the first six months of 2015, Grand Forks' RevPAR was $48.73, down 23 percent from its high in 2012. That means each room is making less money than it once did.

Troy Ausmus, general manager of Yellowstone Management, which owns three hotels in Grand Forks, said he's not sure how to combat the problem. His hotels have increased advertising, included more promotional deals and lowered rates all to draw in more tenants.

"There was a fixed number of customers coming down and now there's more options," Ausmus said. "I've seen other hotels drop their rates more than we have, but everybody's down. I've talked to a few different hotel groups and they're all saying the same thing."

Ausmus and Ihla both said one of the problems is that Grand Forks, and North Dakota as a whole, have only a limited number of people who come to visit. The state lacks a major metro area and doesn't have a large-scale attraction, such as Yellowstone National Park or a Disneyland to attract more visitors.Advertisement (1 of 1): 0:27According to the Department of Commerce, the occupancy rate for the entire state in the first six months of 2015 was 56 percent, which is a 9.3 percent decrease from that same months a year ago.

"I think it's more of a stabilization," Ilha said. "The numbers aren't alarming right now. We went through a period where you couldn't do a lot of promotion because there was just nowhere to stay.

"So, of course occupancy is going to change when you've added 10,000 rooms to your inventory. That's a lot of growth for a population of 725,000 and no large, major cities."

Canadian dollar

Without those large urban populations and attractions, cities such as Grand Forks have relied on Canadian travelers.

However, with the Canadian dollar continuing to struggle, fewer visitors from the north are coming down.

The Canadian dollar fell to its lowest level against the U.S. dollar since early 2009, according a MarketWatch report published earlier this month. A Canadian dollar was worth 76 cents as of Thursday, according to the Bank of Canada.

Meanwhile, border traffic has slumped. In the first six months of 2014, 158,254 personal vehicles were recorded at the Pembina, N.D., crossing, which decreased to 145,609 in the same period this year, according to federal data.

"We can't really do anything to bring more people to town in our market, so there becomes an internal competition to see if somebody can pull a bigger market share than the other hotels," Ausmus said.

Though several hotels have popped up recently, there are no new hotels on the horizon, according to the Grand Forks City Planning Department.

Julie Rygg, executive director for the Greater Grand Forks Convention and Visitors Bureau, said despite the recent growth, it's still too early to say if there's too much inventory in town.

"We just want to help the hotels stay busy," she said.

Rygg said hotels are busy at different times of years, so it's hard to say how exactly the industry is doing.

But by most measures, including the Grand Forks' lodging tax collections, the industry is down. Collections between January and May were down 6.9 percent in the first five months of 2015 from a year ago.

"There's no question that everybody's down," Ausmus said of the city's hotel industry. "Now we have to figure out a way to bring it back up."

Burst of Growth in Hotels Extends Across the State - The Bismarck Tribune

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          First North Dakota-Manufactured Drone Unveiled in Wahpeton   
By The Olympian
State and industry officials have unveiled the first unmanned aircraft manufactured in North Dakota in Wahpeton.

ComDel Innovation signed an agreement in February with Florida-based Altavian Inc. to manufacture drones and components at ComDel's plant in Wahpeton, where the companies showcased their first model.

The Altavian Nova F6500 is the first plane to roll off the assembly line in Wahpeton, and while many unmanned aircrafts are used in overseas combat, these will be used to monitor agriculture and livestock, KFGO-AM reported.

"It's hard to get the kind of repetition that farmers need over the fields to get the real answers that they're trying to get," said Damon Wolfe of Altavian.

The industry is expected to create 10 to 20 jobs in the southeastern North Dakota town.

U.S. Sen. John Hoeven hailed the state's first drone as a success for North Dakota. Hoeven has long been a proponent of unmanned aerial systems, having helped establish and secure tenants for Grand Sky, the UAS technology and business park next to the Grand Forks Air Force Base.

"Today marks an important step forward for the UAS industry in North Dakota," Hoeven said. "We have worked to bring together many partners to help establish our leadership in UAS research, development and manufacturing.

The first North Dakota-made drone will be donated to the Fargo Air Museum.

Originally published by "The Olympian".


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          Another Major Defense Company Interested in ND Drone Park   
By The Washington Times
The nation's first unmanned aircraft business park currently under construction in North Dakota has a second major defense contractor interested in setting up shop.
 
Linden P. Blue, the CEO of General Atomics Aeronautical Systems, Inc., plans to visit in July to look into Grand Sky, a 1.2 million-square-foot park located on Grand Forks Air Force Base property. The base recently switched its operations from air refueling tankers to unmanned aircraft.
 
U.S. Rep. Kevin Cramer said the General Atomics affiliate is looking not only to test aircraft, but train pilots. "They're the kind of prospect that has more than a casual interest, for sure," Cramer said.
 
Among the unmanned aerial systems General Atomics produces are drones for military combat missions. The MQ-1 Predator drones are being flown by the North Dakota Air National Guard and MQ-9 Reaper planes are being used by U.S. Customs and Border Protection. Several graduates of the University of North Dakota aviation school are among the more than 6,000 employees for the San Diego-based company.
 
Already, defense technology company Northrop Grumman last month signed a lease to become the park's lead tenant, finalizing a plan that had been in the works for years. Northrop Grumman makes the RQ-4 Global Hawk drone, which is considered particularly valuable because it can conduct long-range missions, fly at 60,000 feet and roam in a particular area for 24 hours or more.
 
"I always have been a big believer in momentum, and someone like Northrop Grumman signing that lease, that's momentum," Cramer said.
 
The momentum continued this past week at an international trade show in Atlanta, where Grand Sky Development President Tom Swoyer said he received inquiries from seven companies. A handful of other businesses also have publicly expressed their interest, he said.
 
"The questions I heard were, 'What do I have to do to get space, what's the process, how fast can I get it, and what does it cost?'" Swoyer said.
 
In addition to the fledgling tech park, North Dakota is one six sites around the country testing unmanned aircraft and the only one to receive approval from the Federal Aviation Administration to fly in expanded airspace. Airspace, Swoyer said, was the No. 1 topic at the Atlanta convention.

Another Major Defense Company Interested in ND Drone Park - The Washington Times 


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          Grand Forks Air Base Manages Dual UAS Operations   
By Bill Carey
?Grand Forks U.S. Air Force Base in North Dakota recently managed the simultaneous operation of two unmanned aircraft systems (UAS) in unrestricted airspace, the first such feat in the U.S., the Air Force said. Officers at the base said they are now developing procedures that would accommodate simultaneous operation of three or four UAS.

Controllers with the 319th Operations Support Squadron on August 1 managed two U.S. Customs and Border Protection (CBP) MQ-9 Predator Bs operating in close proximity to each other after the Federal Aviation Administration authorized the base to host simultaneous UAS operations within its tower airspace. At the time, a University of North Dakota (UND) student pilot contacted the tower to conduct a practice approach, bringing a manned airplane into the traffic pattern with the unmanned Predators, said Lt. Col. Jonathan Castellanos, OSS commander. The base serves as the radar approach control for nearby Grand Forks International Airport, a public airport and home to UND’s 120-aircraft training fleet.

“The difference between manned and unmanned [aircraft] is that the tower controllers have to provide visual separation for the unmanned. You have to sequence them in,” Tech Sgt. Bianca Jakeman told reporters during a recent briefing at the air base. “We used to be able to have only one UAS in tower airspace at one time. We used not to be able to mix civil aviation and UAS.”

Grand Forks AFB is an Air Mobility Command base that lost its mission of supporting KC-135 tankers in the 2005 Base Realignment and Closure process. It now hosts a detachment of
A Customs and Border Protection MQ-9 awaits permission to launch as another passes by at Grand Forks AFB. (Photo: U.S. Air Force) the 119th Wing of the North Dakota Air National Guard, which operates the MQ-1 Predator, and the 69th Reconnaissance Group, an Air Combat Command tenant unit that operates the RQ-4 Block 20 and 40 Global Hawk. It is also the UAS training base of the CBP, an agency of the Department of Homeland Security that operates the MQ-9 Predator for border surveillance. MQ-9s stationed at the air base transition to mission altitudes through a temporary flight restriction area.

“The biggest lesson we’re learning is in the development of our procedures,” Castellanos said. “We started with a blank canvas and we developed safe procedures for one [unmanned] aircraft, to make sure that we knew exactly what the aircraft was going to do at different points in its flight plan. Then we sat down and put a lot of good brains together to figure out how we can bring two aircraft into that same airspace and deconflict them if the worst-case scenario happens—the worst-case scenario being lost link, meaning they have no control and they’re flying on their scheduled flight plan until they receive that link again from the satellite.”

The base is considering developing procedures that would accommodate three or four simultaneous UAS flights, although “we’re not there at this time,” Castellanos said. 

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          Here's How the Immune System Helps Combat Chromosome Imbalance   
A mechanism by which the immune system eliminates genetically imbalanced cells from the body has been identified by biologists at the Massachusetts Institute of Technology.

          Mutation Linked to Bisphosphonate Drugs in Combatting Osteoporosis May Cause Femur Fracture   
Mutation that has been uncovered due to the use of bisphosphonate drugs for treating osteoporosis, could make the bones vulnerable, finds a research team

          Comment on SWTOR Charles Boyd on KOTFE Backstory by Deewe   
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           Clash of Kingdom - Empire : Battle Age (Games)   

Clash of Kingdom - Empire : Battle Age 1.0


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Category: Games
Price: Free, Version: 1.0 (iTunes)

Description:

Clash of Kingdom – Empire is a strategy game with fun and innovative new gameplay on the genre. Build a base to withstand attack, and play with your friends and against your enemies in PvE and PvP modes.

Get ready to Clash!

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GAMEPLAY
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CLASH OF KINGDOM FEATURES:
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          Soldat d’infanterie - Canadian Armed Forces - Canada   
L’École de combat, Princess Patricia’s Canadian Light Infantry à Wainwright, en Alberta; Les soldats d’infanterie font partie de la principale force combattante... $49,400 a year
From Canadian Armed Forces - Tue, 13 Jun 2017 16:39:35 GMT - View all Canada jobs
          Teatro: "Leandro y Lisandro"   
Hoy no te cuento un libro sino una obra.

Autor Pacho O'Donnell
Elenco: Mario Alarcón - Juan Vitali
Director: Gerardo La Regina


La obra ficciona un encuentro entre LEANDRO N ALEM y LISANDRO DE LA TORRE. Ambos murieron por mano propia, ambos representan la génesis del primer partido popular argentino, ambos son considerados víctimas de las malas prácticas de la política argentina, ambos terminaron abrumados por el cinismo y la corrupción, ambos decidieron terminar con sus vidas.

La acción transcurre en la vivienda de Lisandro quien transita los últimos momentos antes de suicidarse. Es entonces cuando se hace presente el fantasma de Leandro, su padre en la política y en el ejemplo, con la intención de evitar el hecho.

Sus convicciones son vigorosas y han luchado en contra del fraude y los negociados del poder, sin embargo el conflicto surge a partir de la rigidez de sus convicciones éticas, de la sospecha de haber sido funcionales a los intereses de aquellos a quienes creyeron combatir, de la oculta soberbia de su martirio. El vínculo entre ambos oscila de la compresión a la hostilidad, de la solidaridad al reproche, de la confluencia a la competencia por su importancia histórica.

Leandro y Lisandro es también una valiente y profunda reflexión sobre un tema tabú: el suicidio, fantasía que habita en todo ser humano y que a casi todos nos ha tentado en algún momento.

Nos llena de esperanza pensar que con Leandro y Lisandro podemos coincidir con Max Weber cuando afirmaba: "No solo debemos esperar y anhelar. Debemos hacer algo más. Debemos ponernos a trabajar para descubrir y obedecer el demonio que maneja los hilos de nuestra propia vida"
          Stressed teachers offered electric shock therapy to combat anxiety and depression   
none
          À Tripoli, alaouites et sunnites se réconcilient au café après des années de combat   
none
          Macky Sall :  » Dakar est un combat dans le combat »   

La bataille risque d’être rude à Dakar, lors des prochaines législatives. Et cela, le chef de l’Etat le comprend parfaitement. Pour lui, «Dakar est un combat dans un combat». Il l’a affirmé lors de sa rencontre avec les investis de la Coalition Beno Bok Yaakar ce vendredi au Grand Théâtre, selon Le Journal Les Echos. …

The post Macky Sall :  » Dakar est un combat dans le combat » appeared first on Rewmi.com - actualité au sénégal.


          Screen freeze while in combat - As answered on wowace,...   
As answered on wowace, this will be looked into. No promise at this point, so I'll leave the status as "under review" for now.(Interface: | Feature: Screen freeze while in combat)
          Boomsticks...   

          Gratuitous Gun Pr0n #165...   
It's the Wilson EDC X9! The gun that makes the internet lose its tiny little collective mind in the comments section of Lucky Gunner videos!


          Ensemble Petit & Screenland Orchestra ‎ "TV Themes Best Collection" (1980) -Various-   


Label : CBS/Sony


01 - Theme From 'Starsky And Hutch' (Lalo Schifrin)
02 - Theme From 'Charlie's Angel' (J. Elliot & A. Ferguson)
03 - Kojak (W. Goldenberg)
04 - Mystery Movie Theme (Henry Mancini)
05 - Wonder Woman (C. Fox & Norman Gimbel)
06 - The Rockford Files (Mike Post & P. Carpenter)
07 - Theme From 'Switch' (Glenn Larson)
08 - McCloud Theme (D. Shire)
09 - The Bionic Woman Theme (J. Fielding)
10 - The Bad News Bears (J. Fielding)
11 - A Man Called Ironside (Quincy Jones)
12 - Mission: Impossible Theme (Lalo Schifrin)
13 - F.B.I. Theme (B. Kaper)
14 - The Man From U.N.C.L.E. (Jerry Goldsmith)
15 - The Untouchables (Nelson Riddle)
16 - 77 Sunset Trip (M. David & J. Livingston)
17 - Laramie (C. Mookridge)
18 - Rawhide (Timokin & Washington)
19 - Combat (L. Rosenman)
20 - Swat (Barry deVorzon)


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1/35 Israel Main Battle Tank Merkava Mk.3D Late LICThis is a plastic model kit, which comes unassembled and unpainted. So glue, model paints and other basic modelling tools are additionally required.

The Kingdom of Israel ruled by the King Solomon was famous for its prosperous economy and powerful military forces. Its unique chariots were the important tool to expand the territory. Three thousand years later, there is a tank named after the King Solomon's chariots and is used to defend the modern Israel on the same land. This is the Merkava main battle tank. The Merkava Mk.3D LIC MBT is a variant of the Merkava Mk.3 MBT. The operational efficiency of armoured forces in urban area has become increasingly important since the 1990s. Thus the Merkava Mk.3D LIC MBT is developed. The tank has a series of improvements for low intensity conflicts in urban area, like: protection has been added for the turret sights; belly armour is added under the hull against the threats of anti-tank mines and improvised explosive devices; front and rear towing horns have been added on its chassis for urban operations. The latest Merkava Mk.3D Late LIC has optimized turret add-on armour for better protection.

The cheap and easy-to-use anti-tank mines have been a powerful weapon by the infantry against tanks for many years. Therefore, armoured forces of every country pay close attention to landmine clearance. The Israel Defense Forces (IDF) found in combats that enemy tanks used outstanding Soviet KMT-4 mine rollers. Later, they made a Nochri Degem Gimel mine roller on the basis of the KMT-4. The one used on the Merkava Mk.3D LIC tank is the latest version of the Nochri Degem Dalet heavy mine roller. There are rubber bumpers and electrical equipment on the adaptor, so it doesn't need any tank crew member to manually assemble or disassemble the mine roller. This has helped improve the operational efficiency.

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The McDonnell Douglas F/A-18 Hornet is a twin-engine supersonic, all-weather carrier-capable multirole combat jet, designed as both a fighter and attack aircraft (hence the F/A designation). Designed by McDonnell Douglas (now Boeing) and Northrop, the F/A-18 was derived from the latter's YF-17 in the 1970s for use by the United States Navy and Marine Corps. The Hornet is also used by the air forces of several other nations and, since 1986, by the U.S. Navy's Flight Demonstration Squadron, the Blue Angels.

The F/A-18 has a top speed of Mach 1.8 (1,034 knots, 1,190 mph or 1,915 km/h at 40,000 ft or 12,190 m). It can carry a wide variety of bombs and missiles, including air-to-air and air-to-ground, supplemented by the 20 mm M61 Vulcan cannon. It is powered by two General Electric F404 turbofan engines, which give the aircraft a high thrust-to-weight ratio. The F/A-18 has excellent aerodynamic characteristics, primarily attributed to its leading edge extensions (LEX). The fighter's primary missions are fighter escort, fleet air defense, Suppression of Enemy Air Defences (SEAD), air interdiction, close air support and aerial reconnaissance. Its versatility and reliability have proven it to be a valuable carrier asset, though it has been criticized for its lack of range and payload compared to its earlier contemporaries, such as the Grumman F-14 Tomcat in the fighter and strike fighter role, and the Grumman A-6 Intruder and LTV A-7 Corsair II in the attack role.

Markings:

- Royal Canadian Air Force 409SQ, 410SQ & 425SQ.
- Royal Australian Air Force No. 75SQ, No. 77SQ & No. 3SQ.
- Spanish Air Force Ala 46, Ala 12 & Ala 15.
- Decal printed by Cartograf S.r.l., Italy
- Decal designed by Cross Delta

Model Features:

- Positional flaps, slat
- Extra outer wing for fold wing configuration
- New engraving technology for crispy panel line and laser engraving for super detail
- Highly detailed cockpit
- Full intake
- Super detail MLG and NLG bay
- CF-188 landing gear

Weapon includes:

- Fuel tank
- CVER
- AAQ-13/14, AAQ-28/Sniper

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          Los CDR son pieza de museo   
Los CDR son pieza de museo
30 de junio de 2017 - 20:06 - Por EDITORIAL DIARIO LAS AMÉRICAS

Con los años, la célula que funciona a nivel de cuadra y en la cual se
deben inscribir todos los residentes mayores de 14 años, devino en el
núcleo que permite llevar un control estricto de los movimientos
individuales de cada persona en Cuba

Como parte de los últimos estertores de un sistema que fijó sus bases en
la implantación del terror y el espionaje, los Comités de Defensa de la
Revolución (CDR) en Cuba están por desaparecer.

La reciente visita de un periodista que lo observó de cerca e
intercambió opiniones con los actores de esa realidad permite corroborarlo.

El 28 de septiembre de 1960, en una de sus alocuciones a la población,
el fallecido gobernante Fidel Castro llamó a instaurar un "sistema de
vigilancia revolucionaria" para lo cual tomó como pretexto combatir la
injerencia en el entonces naciente proceso.

Con los años, la célula que funciona a nivel de cuadra y en la cual se
deben inscribir todos los residentes mayores de 14 años, devino en el
núcleo que permite llevar un control estricto de los movimientos
individuales de cada persona.

Observar quiénes son asiduos a una casa; saber de dónde provienen los
ingresos económicos de una familia; otorgar el aval o desaprobarlo para
que alguien pueda obtener un empleo y tener el compromiso de informar
todo cuanto pueda parecer irregular en la casa de un vecino, son algunas
de las funciones esenciales de los CDR que con el tiempo se han ido
desvirtuando.

En su momento de mayor preponderancia y cuando en el país la crisis
imperante provocó estallidos como los éxodos de Camarioca y Mariel, los
CDR sirvieron para alentar y ejecutar la represión contra quienes
decidían abandonar el país y se convertían en blanco de las más crueles
vejaciones y agresiones físicas y verbales.

Los CDR contaron por mucho tiempo con suficiente potestad para salvar o
enjuiciar a cualquier ciudadano, amén de que quienes pertenecen casi de
forma obligatoria, tienen que cumplir con el pago de una cuota mensual
que sustenta al aparato burocrático de la organización hasta la
instancia nacional.

Pero a estas alturas del deterioro social, económico y estructural que
padece Cuba la vigencia de los CDR se convierte en un absurdo.

Resulta prácticamente imposible que en un país desabastecido, donde la
moneda con que se pueden adquirir los artículos de primera necesidad no
es la misma en que se perciben los salarios, que alguna persona intente
sobrevivir alejada de la ilegalidad.

Perdieron entonces los CDR su razón de existir porque sus principales
defensores forman parte del ejército de los que sobreviven en la doble
moral y la invención aunque a cambio haya que delinquir.


Las opiniones emitidas en esta sección no tienen que reflejar la postura
editorial de este diario y son de exclusiva responsabilidad de los autores.

Source: Los CDR son pieza de museo | Cuba -
http://www.diariolasamericas.com/opinion/los-cdr-son-pieza-museo-n4125709
          Cuba vive el fracaso de los CDR, esos "vigilantes" comités de barrio   
Cuba vive el fracaso de los CDR, esos "vigilantes" comités de barrio
30 de junio de 2017 - 18:06

Los Comités de Defensa de la Revolución, CDR, convertidos en los
"minicuarteles" del régimen, hoy tienen operatividad casi nula en medio
de una crisis que obliga al cubano a buscar, en primer lugar, cómo
sobrevivir
JULIO GONZÁLEZ
Especial

LA HABANA.- Los Comités de Defensa de la Revolución (CDR), que desde el
28 de septiembre de 1960 han sido los ojos vigilantes y tentáculos del
castrismo para controlar a la población cubana, podrían tener sus días
contados a raíz de un "creciente desinterés ciudadano" por el desgaste
político del régimen cubano y la prioridad por la supervivencia de la
población en la mayor de las Antillas.

Los CDR, que son los "minicuarteles" que Fidel Castro creó en cuadras y
edificios multifamiliares para espiar "la vida de todos" y que
presionaba a los vecinos para ser miembros activos, han dejado
prácticamente de funcionar en vastos sectores de La Habana, a pesar de
que todavía siguen cobrando una cuota de membresía para su sostenimiento.

La operatividad de estos organismos sectoriales hoy es casi nula por
factores como la pobre economía y el desabastecimiento en una isla
dirigida por un monopolio familiar, hechos que han ocasionado que la
gente dedique mayor tiempo a conseguir los recursos para sobrevivir en
medio de una profunda escasez, similar a la que se vivió en la época del
Periodo Especial, en los años 90.

Así lo cree Mario, un hombre sesentón que en otros tiempos se desempeñó
como militar y encargado de uno de los talleres de las Fuerzas Armadas
Revolucionarias (FAR) en la capital cubana. Según su criterio, "nadie
quiere pertenecer a los CDR porque, primero, no quieren ser vistos como
chivatones (espías) y, segundo, porque hay que emplear el tiempo para
buscar unos pesos para poder vivir".

La explicación del militar retirado es más realista y profunda: "Es que
si en casa no hay para comer bien, y solo encuentras arroz y frijoles,
llega el momento en que tienes que hacer algún 'invento' en la calle,
donde sea, y como sea, para poder tener al menos un pedacito de carne
una vez al mes".

A ello atribuye el habanero la realidad que se cierne en torno a los
CDR, que se encuentran desmantelados o en algunos casos funcionando a
medias por la falta de vecinos que estarían dispuestos a formar parte
del cuerpo vigilante porque –asegura– "con hambre y necesidades nadie
puede estar pensando en perder el tiempo en esas cosas".

Otro factor

A la realidad económica de la nación insular, que es el más serio
agravante para la existencia de las 136.000 agrupaciones CDR que
reportan las autoridades cubanas, también se agrega otro factor en el
que coinciden varias personas, y es el resurgimiento de un "incipiente"
sector privado.

En el pasado reciente, el Estado era el único empleador y si el CDR no
daba "buenas referencias", una persona no podía lograr una posición
laboral o, por el contrario, era muy posible que perdiera el trabajo por
"una mala opinión".

Juliana, una emprendedora mujer, que tiene un pequeño puesto de ventas
en una deteriorada edificación de la céntrica calle Neptuno, en Centro
Habana, afirma que no se siente obligada a pertenecer al CDR de su
cuadra, en la municipalidad de La Lisa, porque "sencillamente no me da
la gana".

Aunque la expresión parezca peyorativa, la dinámica de la vida en la
isla le muestra que "nada ni nadie" puede obligarla a hacer lo que no
desea. "Yo me gano mi dinerito sin robarle un kilo a nadie, y también le
pago una tarifa al Gobierno para que no tener problemas".

Como ella, muchas otras personas opinan que una "mejor función" cumplen
actualmente las denominadas "juntas de vecinos" que realizan labores de
limpieza, poda de árboles o corte de maleza ante la incapacidad de las
autoridades locales para realizar esas tareas con mayor frecuencia.

Tiempos de opresión

Pero Javier, un hombre entrado en los cincuenta años, que siempre ha
vivido en el Reparto Almendares, estima que los CDR cumplieron un "papel
criminal" al servicio del G2 o policía política para señalar a todos
aquellos hombres y mujeres que manifestaran el más mínimo desacuerdo con
los designios del Gobierno castrista.

Este hombre, que se gana la vida vendiendo arroz frito y pizzas que
sirve en trozos de un rústico "papel cartucho", recuerda que uno de sus
mejores amigos no fue admitido en la universidad para estudiar por ser
calificado por el presidente del CDR como "poco combativo" y, además, un
"frikie", un joven "desafecto" a la ideología oficialista, porque le
gustaba la música rock.

No contento con cercenarle sus deseos académicos, más tarde lo hizo ir a
parar a la cárcel tras acusarlo de "peligrosidad predelictiva" por el
corte de cabello y su forma de vestir poco convencional.

Al abrir lo que él mismo considera una "caja de pandora", Javier también
trajo a colación las historias de miles de cubanos que deseaban
marcharse de la isla "en la época de los rusos cuando la cosa todavía no
estaba tan mala como ahora".

"Eso pasaba aquí en mi barrio y en todas partes en La Habana. Si alguien
quería marcharse para la 'yuma' (Estados Unidos) tenía que hacerlo en
completo secreto, sin que los CDR lo supieran", dice Javier, al hacer
alusión a una de las funciones de ese organismo: "Detectar la
planificación de grupos de cubanos que quieran emigrar sin autorización"
y vigilar a quienes recibían el ansiado permiso "para que no sacaran de
casa sus pertenencias", muebles, ropas e incluso la vajilla que
quisieran regalar, luego que los enseres de la vivienda eran
inventariados por un agente oficial y la propiedad expropiada.

Además, a los CDR se les ha comparado con grupos de choque que intimidan
y en otros casos agreden físicamente a las personas "enemigas de la
revolución", como quienes optaron por salir del país durante el éxodo de
Mariel, en 1980, o más recientemente a opositores, como es el caso de
las Damas de Blanco, mujeres que en forma pacífica exigen el
restablecimiento de los derechos democráticos en la isla.

Javier nunca olvida que contra la vivienda del mejor amigo de su padre,
"un negro santiaguero de seis pies de altura", los "cederistas" lanzaban
huevos, al tiempo que le gritaban "consignas revolucionarias" obligando
al hombre a vivir con las puertas y ventanas cerradas, y a realizar una
precaria vida social.

Historia y "funciones"

Los CDR se fundaron con el argumento castrista de "desempeñar tareas de
vigilancia colectiva frente a la injerencia externa y los actos de
desestabilización del sistema político cubano", pero realmente –como lo
escribiera el escritor y periodista Carlos Alberto Montaner– "con el
propósito de husmearlo todo en Cuba".

Entre las actividades más importantes de los CDR, está la de ejercer una
vigilancia desde lo más básico de la sociedad civil como un aporte
valioso para la policía política cubana y el Departamento Técnico de
Investigaciones, a quienes les ofrece información detallada de los
objetivos de vigilancia.

Cada CDR tiene un presidente, y en la puerta de su casa se puede leer un
cartel que así lo indica. Es la persona que suministra información sobre
cada ciudadano que reside en su cuadra.

Otras acciones de los CDR contemplan el mantenimiento de edificios, la
limpieza de calles, la separación de los residuos para su reciclaje, la
activación de mecanismos para el ahorro energético y el patrullaje
nocturno de vigilancia, entre algunas tareas que hoy poco o nunca realizan.

"Nada humano les es ajeno: con quién se acuesta la señora del quinto
[piso], cuándo se baña el calvo del primero, por qué Zutano no fue a
cortar caña", dijo también Montaner al referirse a los CDR en los
"mejores" momentos de una historia que puede estar llegando a un triste
final.

Source: Cuba vive el fracaso de los CDR, esos vigilantes comités de
barrio | Cuba -
http://www.diariolasamericas.com/america-latina/cuba-vive-el-fracaso-los-cdr-esos-vigilantes-comites-barrio-n4125712
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Hi Robin,I recently foudend an organization called Someone's Child. Our goal is to empower moms to use their unique gifting to combat human trafficking., We believe moms are the most under-utilized group and yet, they are the ones speaking into the next generation of abolitionists,AND, two of us (myself and one of my co-founders) are heading to Cambodia to visit Transitions Global in August!I would love to talk with you all. We are going to host a community-wide Kids Clothing Swap in early September, along with booths that bring awareness to our purchasing power as moms and slavery in the supply chain.It would be wonderful if you all could perhaps join us!?!?Look forward to future conversations with you. And come like us on Facebook!!Warmly,Carrie KubaFounder, Someone's ChildEngage. Act. End Human Trafficking.
          Tekken 7 - Test de Tekken 7   
Il aura fallu attendre 10 ans pour voir arriver la suite d'une des licences de combat les plus populaires. La famille Mishima est de retour et ce qu'on peut déjà dire, c'est qu'ils ne sont pas venus les mains vides !
          Prof. Jordan B. Peterson   
What does CAF think of Canadian Professor of Psychology Jordan B. Peterson? I have been watching his lectures on the Bible and he seems to be really forcing his way into the phenomenology of the narratives. It's quite interesting. Also, he is a great combatant of leftism on college campuses. Any thoughts?
          Profiling in Your Pocket   

Last month, the National Sheriffs’ Association unveiled the latest update to its BlackBox Digital Witness app, which allows users to report suspicious activity to law enforcement: an anti-terrorism feature. The sheriffs’ association developed the feature with the Department of Homeland Security and the National Fusion Center Association after the 2015 mass shooting in San Bernardino, California. According to the association’s executive director and CEO, Jonathan Thompson, the fight to stop “homegrown extremist[s] ... requires we work with our citizens and provide them with new tools to help in the fight against crime and to protect their families and schools.”

The updated app sends another message as well: that sheriffs are authorizing profiling on an alarming scale.

When BlackBox first launched in 2013, it served primarily as an emergency alert system. Users could record videos of crimes in real time and notify their personal contacts if they were in immediate danger. While neighborhood watch groups used the app to monitor suspicious activity and see where incidents were frequently reported, the program did not alert local police. The version of the app released last month, however, gives users a direct line to law enforcement, allowing them to send participating agencies recordings of possible threats. Police officials can also use the app’s GPS feature to locate suspects and respond to reports of suspicious activity.

BlackBox Digital Witness is not yet a runaway hit. According to Edward Horcasitas, the app’s creator and a technical adviser to the sheriffs’ association, it has approximately 15,000 users who have recorded roughly 18,000 videos. While Horcasitas said users have reported a wide range of crimes, including domestic violence and aggravated robbery, the app’s online reviews mostly lay out hypothetical use cases. “Been watching a young man pick up and throw a beautiful Doberman puppy every day for the past few weeks. Now I can document his abuse and save this dog’s life,” wrote one user.

At least thus far, law enforcement agencies have been more excited than the general public about the app’s potential. After the latest version was released in May, nearly 70 agencies committed to using BlackBox Digital Witness. The sheriff of Florida’s Orange County told the Orlando Sentinel that the app will allow to users to “provide information to law enforcement so that we can mine the data and make a determination of whether or not it’s useful.” An officer using the tool in Muskogee, Oklahoma, told local reporters the app makes police officers safer because they can witness incidents as they happen. He also said it will make prosecution easier by providing video evidence to support a case. (Although he did not provide specifics, Horcasitas says he knows of several cases in California that have been prosecuted based on evidence provided via the app, including an animal abuse case.)

While the app itself represents a potentially dangerous incursion on civil liberties, what’s more disturbing is what it reveals about the priorities of the National Sheriffs’ Association and the Department of Homeland Security. National Sheriffs’ Association President Greg Champagne said in February that the organization agrees with Donald Trump’s approach to enhancing national security, particularly when it comes to clamping down on immigration. “We have to give our president the benefit of the doubt,” he said, pointing out that Trump was the first in “quite a while” to invite the association’s leadership to the White House.

The app’s new terrorism feature comes at a time of heightened scrutiny of Muslim Americans and immigrants, scrutiny that’s been sanctioned by President Trump, the Justice Department, and DHS. In that Orlando Sentinel story, the Orange County sheriff encouraged civilians to report on “individuals who indicate that they’ve been self radicalized by the way they communicate with others either through social media, emails or other communications [and] by their behaviors sometime in their neighborhoods [and] statements that they make.” This is a recipe for rampant profiling.

BlackBox urges its users to surveil anyone they consider a “terrorist,” a dangerously vague concept. Colloquially, government officials and media outlets use the term to describe Muslim extremists as opposed to white supremacists or mass shooters. DHS also now considers some Black Lives Matter protesters terrorists. Even if local agencies choose not to follow up on a report, the data is stored forever and can potentially be used to conduct long-term surveillance on anyone who’s considered a threat, not just people who exhibit dangerous behavior. According to an investigation by the Intercept, people who are mislabeled as terrorists may be added to a no-fly list or end up in jail. Family members and acquaintances are sometimes identified as possible terrorists by proxy. Even with such high stakes, Horcasitas says the app includes no built-in features to handle false reporting or abuse.

The BlackBox app is the latest iteration of the post-9/11 “See Something, Say Something” campaign, which started in New York City and has since been adopted by DHS and the Transportation Security Agency. Ten years after its adoption by New York’s Metropolitan Transportation Authority, there was no indication that the campaign successfully derailed a terror threat. What we do know is that apps and websites for reporting crime and suspicious activity to law enforcement have consistently led to the profiling of marginalized communities.

Locals have used the French Quarter Task Force app in New Orleans to report suspicious people to law enforcement, which has sometimes devolved into criminalizing homeless people and people of color. In Washington, D.C.’s affluent, predominantly white Georgetown neighborhood, a local shoplifting prevention app became a mechanism for monitoring black shoppers. According to the Washington Post, around 70 percent of people flagged through the app were black, even though black residents make up less than 4 percent of Georgetown’s population. Research by Rutgers University professor Jerome Williams indicates black people are no more likely than whites to shoplift but are more likely to be reported to the authorities. Earlier this year, Wired also reported on a web portal called the Thin Blue Line Project, which was supposed to use GPS to track Muslim “threats.” According to the Southern Poverty Law Center, it actually monitored harmless civilians, including mosque worshippers and Muslim student organizations.

Although the French Quarter app is still operational, the Thin Blue Line Project and the Georgetown app are both now defunct. While there is very little evidence that crowdsourced crime-fighting apps are effective, many police departments remain optimistic about their power to prevent criminal acts. If the growing support for BlackBox in the law enforcement community is any indication, anti-terrorism apps won’t be going away. In an era of heightened racism and surveillance, these tools seem more likely to ruin lives than to save them.


          System 5Q65-4 (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)   
System 5Q65-4 (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)
          System OAIG-0 (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)   
System OAIG-0 (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)
          System R0-DMM (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)   
System R0-DMM (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)
          System UZ-QXW (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)   
System UZ-QXW (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)
          System 5DE-QS (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)   
System 5DE-QS (Wicked Creek) held by Combat Wombat. has been upgraded (2 -> 3)
          Alliance Combat Wombat. has gained control over the system TZE-UB (Wicked Creek)   
Alliance Combat Wombat. has gained control over the system TZE-UB (Wicked Creek)
          County awarded $3.3 million to drive lead-based paint removal here   
The Kenosha County Division of Health announced Friday that it has been awarded a multi-million dollar grant to combat lead-based paint and other home health and safety hazards. From the announcement released by the county: The U.S. Department of Housing and Urban Development (HUD) this week awarded $3,300,000 to the Kenosha County Division of Health to […]
          Akira Kurosawa's Seven Samurai (01/07/2017)   
Soundtrack Factory presents Akira Kurosawa’s epic historical adventure drama 'Seven Samurai' (1954) has consistently ranked highly in critics’ lists of the greatest films, such as the BFI’s Sight & Sound and the Rotten Tomatoes polls. It has remained highly infl uential, widely regarded as one of the most remade, reworked, referenced fi lms in cinema. It was most famously remade in Hollywood as the western The Magnifi cent Seven in 1960.

Akira Kurosawa’s epic historical adventure drama 'Seven Samurai' (1954) has consistently ranked highly in critics’ lists of the greatest films, such as the BFI’s Sight & Sound and the Rotten Tomatoes polls. It has remained highly infl uential, widely regarded as one of the most remade, reworked, referenced fi lms in cinema. It was most famously remade in Hollywood as the western The Magnifi cent Seven in 1960.

The story takes place in 1586 during the Sengoku Period of Japanese history, and it follows the story of a village of farmers that hire seven ronin (masterless samurai) to combat bandits who will return after the harvest to steal their crops.

'Seven Samurai' stars Toshiro Mifune as Kikuchiyo, and has poignant music by Fumio Hayasaka, all of which is presented on this release. NHayasaka died of tuberculosis shortly after in 1955 at the age of 41. Hayasaka’s complete music for the 1955 Kurosawa film 'I Live in Fear' [aka Record of a Living Being], which was the last score the composer made before his death (it was completed by Masaru Sato, who would continue working with Kurosawa), has been added here as a bonus.

All music composed & conducted by FUMIO HAYASAKA
Orchestrations by Fumio Hayasaka & Masaru Sato.
Recorded in Tokyo, Japan, 1954.

BONUS TRACKS: I LIVE IN FEAR [aka Record of a Living Being]
All music composed & conducted by FUMIO HAYASAKA & MASARU SATO.
Recorded in Tokyo, Japan, 1955.

          Irritable Bowel - Fiber Supplements To Beat Irritable Bowel Syndrome (IBS)   
ibs medicine in homeopathy: Fiber supplements can be tremendously beneficial for IBS sufferers. Although supplements such as Metamucil and Citrucel are generally marketed as laxatives, and are very useful for constipation sufferers, they can also be used to combat diarrhea... Irritable Bowel
          Calambres. Tratamientos y Remedios de Medicina Natural   

Definición de calambre
Calambre: Contracción espasmódica, involuntaria, dolorosa, y transitoria, de un músculo o músculos, especialmente de la pantorrilla o de la túnica muscular del estómago.

Causas de los calambres

Las causas que provocan los calambres son, entre otras:

  • El frío
  • El esfuerzo físco excesivo
  • La deshidratación excesiva del músculo (como en el cólera)

También existen los llamados calambres "profesionales" que están relacionados con los esfuerzos continuos y prolongados que se realizan en el caso de ciertas profesiones: guitarristas, futbolistas, pianistas, ciclistas, bailarinas, etc.

Generalmente un buen masaje o una aplicación de calor ponen fin en poco tiempo al calambre, provocando la relajación del músculo contracturado. Además señalamos otros tratamientos que se utilizan en Medicina Natural para combatir la tendencia a los calambres.

Medicina Natural para calambres con Plantas Medicinales

Ortiga Verde, Fresno, Castaño de Indias, Ajenjo, Cebolla, Eufrasia, Vara de oro, Abedul, Cola de caballo, Espino albar, Ruda, Tilo, Valeriana

Medicina Natural para calambres con Complementos

Calcio. Magnesio (todos los días). Punta de un cuchillo de cascara de huevo triturado (2 o 3 veces día).
Aesculaforce y Sal del Himalaya

Remedios con Esencias para calambres

Albahaca, Mejorana, Lemongrás

Medicina Natural para calambres con Hidroterapia

Si son de pantorrillas, baño de pies de temperatura ascendente. Dos veces por semana un baño completo caliente.

Medicina Natural para calambres con Homotoxicología

Veratrum-Homaccord (g) y Spascupreel (c. sup.) como tratamiento de choque en caso de calambres.

Remedios con Homeopatía para calambres. Cuprum metalicum 7 o 9 CH

Para más información vea: Tratamiento de las enfermedades con medicina natural

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- Even if you are not playing games, I will give you gold!
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          Tsuki ga capitulo 140   
–Amelia, voy a ir hasta allí para proporcionar tratamiento médico a los caballeros heridos. No hay necesidad de que se fuercen demasiado. Cuando regrese, voy a hacer algo con él. Mio-dono, los dejaré a tu cuidado por un momento. –(Shiki)

–Está bien. Waka-sama te está llamando, así que date prisa. No hay necesidad de preocuparse aquí-desu wa. –(Mio)

Shiki-san, que está atrás, me habla.

Puedo decir que él está siendo considerado con nosotros porque estamos teniendo dificultades contra la existencia que una vez era Ilumgand.

Pero, al mismo tiempo, mi estómago me duele por el hecho de que no puedo cumplir con sus expectativas.

… Mi conexión con Ilumgand ahora no tiene ninguna importancia.

Incluso si eso está conectado un poco con mis malos movimientos.

Los movimientos de todos los demás tampoco son buenos después de todo.

Si hacíamos algo así en una clase habitual, estaría al nivel en que se suspendería la pelea y nos darían unas lecciones.

Debido a que el oponente al que nos enfrentamos actualmente no es un simple Mamono, sino un estudiante que asiste a la misma escuela y se ha transformado, no importa cuánto lo intente, es difícil lidiar con ello.

Vacilo en matarlo, e incluso cuando tratamos de hacerlo regresar a sus sentidos, no estamos recibiendo ni una simple respuesta decente.

Apuntando a un lugar a donde su vida no estaría en peligro, nos las arreglamos para hacerle perder sus brazos.

Pero parece que ese dolor no tuvo ningún efecto sobre él.

Probablemente hizo un grito lleno de ira, pero pronto regeneró sus brazos enteros y la pelea se reanudó.

Si Misura no daba un paso adelante en ese momento, habríamos sido tragado por la agitación y probablemente habríamos quedado como los capas púrpuras.

Quede sin palabras por mi gratitud hacia él.

Lo qué es “mortificante” es que el actual Ilumgand es bastante más fuerte que nosotros.

Aunque esto no es una evaluación de él como hyumano, sino como la cosa que Shiki-san lo llamó una variante.

Dejando a un lado si podremos hacerlo regresar o no, se volvió más fuerte que nosotros.

Puedo sentir una cierta emoción brotando dentro de mí.

Hay una parte mía que quiere dejar que mis emociones tomen el control e ir a darle un puñetazo. Pero eso es algo que no puedo hacer a toda costa.

Se convertiría en el impulso para la destrucción de todo nuestro grupo después de todo.

En primer lugar, no sería capaz de mostrarme tan patética ante esa persona, no, no quiero mostrárselo a nadie.

Es por eso que en esta situación, la mejor opción sería esperar a que Shiki-san vuelva.

La que se está quedando aquí, Mio-san, no muestra ninguna señal de que nos preste ayuda alguna, y se siente como si ella nos estuviera diciendo que tratemos con él de alguna manera con las instrucciones que ha dado hasta ahora.

Ella es de un tipo muy diferente a Shiki-san.

La naturaleza de los ataques de Ilumgand, su inmunidad a todos los elementos menos uno, y su punto vital; ella ya nos ha dicho varias cosas importantes para pelear contra Ilumgand.

Cuando preguntamos cosas, ella responde; cuando nos equivocábamos, nos da consejos.

El orgulloso cuerpo de guerreros mágicos de la Academia (aunque los que vinieron aquí eran los del cuerpo de magos) los capas púrpuras.

Es cierto. Incluso si era la primera vez que pelearon contra esto, el poder de combate más fuerte en esta ciudad fue derrotado fácilmente.

La razón por la que podemos pelear de alguna manera contra un enemigo como este es sobre todo porque tenemos la curación de Shiki-san, los consejos de Mio, el equipamiento de Sensei, y la bendición de la diosa. No, prácticamente esa es la razón completa por la cual estamos en condiciones de enfrentarnos a él.

En otras palabras, hemos sido mejorados en todos los estándares y ahora estamos en esta posición.

Si peleáramos llevando esta duda sin la curación, consejos y equipamiento excepcional; hubiéramos caído hace mucho tiempo.

Hemos estado entrenando todos los días para derrotar a esta cantidad de diferencia en fuerza con nuestro trabajo en equipo, y aún así, que patético que somos.

–¡¡Maldición!! sólo cae de una vez. –

Jin es amable.

Todavía está evitando lo vital y apunta a incapacitar a Ilumgand.

Él todavía piensa en él como nuestro senpai.

El estilo que está utilizando ahora mismo para hacerlo retroceder son las espadas duales.

Derrotar antes de ser derrotado.

Ese es el estilo de pelea al que apunta Jin.

Y aún así, hay una falta de vigor en el estilo implacable con las espadas de él que se traga hasta los ataques de sus oponentes.

Ante un rival que tiene una fuerte capacidad de regeneración, un estilo con las espadas opaco, sólo creará el peor ciclo.

Lo que una vez fue Ilumgand, sin duda está viniendo a nosotros con la intención de matar, por lo que hace que sea aún peor.

–¡No soy bueno con el elemento fuego, sabes! –

Diciendo eso, Izumo se ve como si estuviera sufriendo mientras dispara magia.

Usando el elemento viento, obstruye los movimientos del oponente y les priva de su visión, y mientras mantiene su mejora movilidad de alta velocidad, lanza una andanada de hechizos.

La táctica de pelea que utiliza normalmente no se ve en ninguna parte.

Los hechizos de viento que se aproximan a esa cosa son todos dispersados.

En lugar de llamarlo resistencia, era más como una anulación.

Incluso cuando dispara de cerca, el poder de ataque de sus hechizos de elemento fuego no es lo suficiente y no muestra mucho efecto.

Es por eso que dio un paso atrás a la retaguardia y permanece de pie, y para compensar por ello, se está concentrando sólo en ataques para aumentar el poder de ataque aunque sólo sea un poco.

Es más, puesto que él está disparando en una rápida sucesión de hechizos que originalmente no es su punto fuerte, su poder mágico está disminuyendo a un ritmo acelerado.

Izumo no tiene una cantidad de poder mágico que se ajuste a peleas largas después de todo, por lo que no se puede evitar.

–¡Aún no! ¡¡Todavía puedo detenerlo!! –

Sólo Misura, que está parado en el frente y detiene los ataques, tiene suficiente fuerza de voluntad.

Contrariamente a su voluntad, si su magia de curación se agota, el peligro al que se enfrenta aumentará en un instante.

Solo deteniendo los ataques y estar tranquilo por eso es peligroso.

Él tiene que proteger la línea entre nosotros o todo el mundo sucumbirá.

–¡No hay fin para este tipo! –

–¡Él prioriza los ataques que tienen como objetivo el poder acabar con uno! ¡¡Que cansador!! –

Daena y Yuno usan la velocidad y fintas para atacar.

Pero sus resistencias han llegado a sus límites hace bastante. Es más, al transformarse en un monstruo se volvió menos inteligentes, pero a cambio, su instinto se hizo mejor. No nos deja darle ningún golpe importante.

El estilo de pelea de potencia instantánea, que da prioridad a la velocidad, obviamente, no es para nada apto para batallas largas.

Puede ser que sea mejor para Yuno dar un paso atrás y atacar con su arco.

Si los dos reciben un golpe en el momento en que se queden sin energía, sería fatal.

–Sefuto aruosute eda Kurai. –

Sif está cantando un hechizo de fuego de alta potencia.

La que es capaz de lanzar los ataques más efectivos contra Ilumgand es ella.

Ella también es una de nuestros apoyos espirituales junto con Misura.

En otras palabras, si no utilizamos adecuadamente su poder mágico, no vamos a tener una oportunidad de ganar.



Es cierto.

Si queremos ganar esta pelea con nuestro propio poder sin más ayudas… ” incapacitarlo” ya es imposible.

No tenemos otra opción más que disparar un ataque en su punto débil, con la intención de matarlo.

Normalmente, Jin sería el que haría un plan y nos organizaría, pero es difícil esperar eso de él en su estado actual.

Incluso cuando habló tan mal de su senpai, no hay duda de que él está tratando de salvarlo.

Ese es el mayor punto fuerte de Jin y al mismo tiempo su debilidad.

Tal vez él cambie en el tiempo que quede en esta academia. No, probablemente no va a cambiar.

Una sonrisa amarga salió inconscientemente.

En mi cabeza ya hay un plan.

Pensé en ello varias veces y llegué a la misma conclusión.

Si vamos contra él con la intención de matarlo, todavía podemos hacerlo.

Debemos poder hacerlo.

… No es necesario dudar. Es mejor que preocuparse por ello y que termine siendo demasiado tarde como para poder hacer algo.

“Pueden curarnos, así que está bien perder” No quiero algo por el estilo.

Además, perder contra este enloquecido Ilumgand, definitivamente no quiero.

No quería involucrarme con él, y aún así, él continuó metiéndose conmigo y todos los demás.

Y entonces se convirtió en esto…

Un sonido agudo resonó.

Es el sonido de la espada de Jin chocando con la gran espada que ha sido absorbida por el brazo derecho de Ilumgand.

En una pelea de fuerza, haría retroceder a Jin.

Lo más probable es que Jin ya sepa el resultado, así que antes de que suceda, él agarró el impacto del ataque y saltó hacia atrás. Para disminuir el daño aunque sea un poco.

Ilumgand no persiguió a Jin.

En lugar de eso, abrió ampliamente su boca y estaba haciendo un extraño método para reunir poder mágico.

Esta es la primera vez que lo veo haciendo eso.

En un instante, una sensación desagradable asaltó mi mente.

Ah.

¡Podría ser!

–Todos, ¡barreras! ¡¡Viene un rugido!! –(Amelia)

Al instante grito y creo una barrera para cubrir la retaguardia.

¡Mi rango no es suficiente como para llegar a la primera línea!

De repente regresan los recuerdos de haber sido arrinconado por ese dragón inferior, así que pude utilizar reflexivamente el método de la barrera que pensé contra los rugidos.

Debido a que era mi peor trauma.

Aunque sabía que iba a reducir mis opciones, todavía me aseguré de ser capaz de crear una barrera en cualquier momento, y fue inesperadamente útil en este momento.

Y como pensaba, un rugido que tenía algún tipo de efecto dotado resonó en el centro mismo de mi cuerpo y nos asaltó.

Parece como si tuviera el mismo efecto que el dragón, abrumador. Como si se hubieran paralizado, los movimientos de Jin, Daena, y Yuno se detuvieron.

En el momento en que vi esa escena, la pequeña vacilación que quedaba en mí… desapareció.

Tal vez fue una técnica que lo dejó rígido, Ilumgand todavía no se movía.

Soy diferente de Jin.

En lugar de perder a mis compañeros, preferiría matarlo.

–… Sif, ¿puedes dotar ese hechizo en mi flecha? Lo siento por pedir que hagas una dotación, en lo que no eres tan buena. –(Amelia)

–¿Eh? Eso es imposible. No sólo porque no soy buena en eso, el hechizo ya está completado ¿sabes? Podría ser, ¿qué estás hablando de la técnica que Shiki-san nos mostró una vez? Si hago dicha dotación imprudente, incluso si tiene éxito, no durará ni 10 segundos antes de que explote. Eso solo fue posible porque era Shiki-san. –(Sif)

–¿10 segundos eh? No hay problema. ¡Izumo! ¡Puedes moverte ¿verdad?! –(Amelia)

–Tsuuu, de alguna manera. Gracias por la barrera. ¿Eso es lo que llamas la carta de triunfo? Me recordó al bolsillo de la abuela. –(Izumo)

–Basta con la charla sin sentido. Usa el aumento de velocidad en mí. ¿Puedes hacerlo? –(Amelia)

–Eh, sí, puedo. Pero en este momento tenemos que cubrir a todos los demás. –(Izumo)

Niego con la cabeza.

–Ya sabes que no hay margen para hacer eso ¿verdad? Voy a acabar con este tipo. –(Amelia)

–¡¡¿?!! –

–Mira, ¡¡está empezando a moverse!! Si son golpeados en ese estado indefenso, ¡incluso Misura morirá al instante! –(Amelia)

–P-Pero… –(Izumo)

Por lo que veo, Izumo probablemente está en el lado que quiere salvar a Ilumgand.

–… “Cargaré con la culpa”, ¿es lo que intentas hacer? Entonces voy a asegurarme de que será un golpe directo esta vez, así que por favor crea una apertura. –(Sif)

Sif está del lado que no le importa si muere.

Es por eso que está preocupada de que yo lleve la carga, así que está tratando de ensuciarse sus propias manos.

Pero eso no va a funcionar.

–Imposible. Su actual defensa mágica es demasiado alta. En términos de daño físico y mágico, tiene que poseer bastante poder o no pasará a través. ¿Puedes hacer incluso más que el último ataque, en una situación en la que podrías arrastrar a tus compañeros con él? –(Amelia)

Hemos sido capaces de asegurar el espacio suficiente, es por eso que ella pudo disparar el ataque anterior que hizo caer los brazos de Ilumgand.

No creo que Sif pueda controlar tanto ese poder de fuego como para dar en su punto vital.

La precisión de sus ataques no es tan alta. Esa es una de las debilidades que tiene.

Bueno, ella tiene demasiados puntos a favor, por lo que no importa tanto, pero en este momento no es el caso.

–E-Eso… –(Sif)

–Es por eso que lo haré. Para darle con un ataque tanto físico como mágico, lo mejor es utilizar mi flecha y dotarla con magia después de todo. Está bien, la posibilidad de éxito es decente. Por favor, déjame mostrar mi lado genial frente a Shiki-san. –(Amelia)

Con un tono ligeramente bromista, pero con una mirada seria, miro a Sif y le pido su cooperación.

De repente, mi cuerpo se sentía más ligero.

–¡¡Aah!! ¡Esto ya es una situación desesperada! detendré a Ilumgand con todo el poder mágico que tengo, entonces Amelia, ¡te dejaré el resto! ¡No preocuparse por lo que vaya a suceder sólo porque Shiki-san está aquí, ¡es muy mala onda!! –(Izumo)

Con una expresión llorosa, el desesperado Izumo comenzó a disparar magias de ataque hacia Ilumgand.

–… Entendido. En las veces que Jin es incapaz de moverse, tú eres la líder. Eso es lo que decidimos ¿verdad? –(Sif)

–Gracias Sif. –(Amelia)

El poderoso hechizo de elemento fuego que Sif completo se está condensando en la punta de la flecha en mi mano derecha.

¿Qué era eso de “si tiene éxito”?

Yo sabía que ella sin duda sería capaz de hacerlo.

Mi objetivo es el mismo camino que el de ella, así que sé cuántos pasos por delante de mí está.

Definitivamente durará 10 segundos.

Corrí al instante.

Corrí detrás del fuego de cobertura que Izumo lanzó exprimiendo su última cantidad de poder mágico, y, después de acelerar en un respiro, pateo al suelo.

Alcanzando una altura que es superior a la media con mi salto, activo un hechizo  para flotar.

Teniendo una sensación suave en todo mi cuerpo que se está elevando, Alcancé la altura máxima alcanza con mi salto.

Por debajo de mí, Ilumgand me está mirando.

Justo como lo planeé.

Él piensa que es natural recibir los ataques.

Eso es cuanta confianza tiene en su poder defensivo.

Pero en este momento no tienes ni un solo obstáculo a tu alrededor que podría servirte como defensa.

No hay nada obstruyendo el espacio entre tú y yo.

Disparar desde el aire.

Lo estaba haciendo como si fuera normal, pero por alguna razón, Raidou-sensei se sorprendió.

Su cara estaba diciendo “Que habilidosa”.

Aunque si alguien como él, que tiene una tasa de éxito del 100% en sus disparos, me dice eso, sólo podría tomarlo como que se está burlando de mí.

Dependiendo de la situación, saltar y disparar es una opción válida.

Es más fácil de asegurar un espacio de tiro.

Si no me fijo en el estado de la batalla, también corro el riesgo de exponerme al ataque del oponente, por lo que no es sólo una cosas positiva.

Gracias al ataque previo de Sif, yo era capaz de decir el grado del poder defensivo que orgullosamente tenía.

Incluso si lo bloquea con sus dos brazos, mi flecha que tiene una dotación feroz todavía será capaz de por lo menos alcanzar su cuello.

Es por eso- ¡¡¿?!!

–¡¡!! ¡¿No me digas, que esa cosa en su brazo?! ¡¡Esto es malo!! –

Recluida en mi posición, veo algo increíble.

Con su mano izquierda agarra el brazo que había sido eliminado previamente, y lo arroja hacia mí.

Me estás tomando el pelo ¿verdad? Usar tu propio brazo… No me lo esperaba…

–¡Niño sin nombre de la tierra! ¡Brinda tu apoyo! –

¡La voz de Sif!

Sinceramente, no esperaba más apoyo de la chica que me dio su hechizo completado.

Pero aún tenía la magia de espíritus.

No tiene mucho efecto sobre Ilumgand, pero parece que todavía tiene más bajo su manga.

Varios brazos de piedra se extendieron desde debajo de Sif y agarraron las piernas de Ilumgand.

Lo que es verdaderamente problemático de él es que, aparte del elemento fuego y de los hechizos no elementales, los otros elementos ni siquiera pueden entrar en su entorno.

Destruir su equilibrio, usar viento para cegarlo y obstruir sus movimientos; las cosas que queríamos hacer, no nos dejo hacerlo.

Especialmente con la resistencia al elemento agua. Incluso parecía que estaba siendo potenciado por ella.

Es lo peor.

Y así, el hechizo que Sif utilizo ahora fue activado en una zona cercana a ella y se extendió hacia el objetivo.

Los hechizos de tipo restricción se activan normalmente alrededor de la zona del objetivo, así que éste es bastante irregular.

…Ya veo, creo que de alguna manera entiendo el origen de su idea.

¿Utilizo el hechizo que Eris-san usó esa vez en el verano como referencia?

Entró lo suficiente como para tocarlo, pero como era de esperar, el hechizo se dispersó en un instante.

Pero la trayectoria del brazo que está volando hacia mí ha sido ligeramente desviada.

Eso es suficiente. Gracias.

Siento un impacto leve a mi lado, pero comparado con recibir un golpe directo, este dolor no es nada y que acabo de acomodar mi flecha en el arco.

Estoy contenta de haber utilizado mitigación del dolor por si acaso algo sucedía en la caída.

Ese impacto se sintió como una mala noticia.

Siento como que iría a llorar si lo veo, así que no lo hago.

Mientras veo la punta de la flecha que está a punto de arrasar, acomodo mi puntería hacia la cabeza de la “variante”.

Sin dudar.

No hay tiempo.

Si el hechizo explota antes del impacto, se habrá terminado.

Esto no es una dotación de poder mágico, sino una dotación de un hechizo mágico.

Esto no puede ni siquiera ser llamado magia de dotación. Un irregular entre los irregulares.

Tiene demasiados deméritos.

Pero Shiki-san lo hizo como si fuera nada.

Y ahora mismo el mérito es lo que hace que valga la pena.

Quiero derrotar a esa cosa.

Quiero superarlo.

No vacilaré sobre ninguna cosa y me dirigiré hacia “el siguiente paso”.

Tengo que acertar no importa qué.

Es por eso… Que rezo.

La cara de Shiki-san, y de otra persona, apareció en mi mente.

… Aunque incluso si yo rezo a ti, definitivamente no seré capaz de obtener ese poder tuyo con mi actual yo.

Aparecen en mi mente.

Las dos personas que mi actual yo considera que son los más fiables de todos.

–¡¡Dar en el centro!! –

¿No es así, Raidou-sensei?

La flecha roja que disparé voló espléndidamente al lugar destinado como si fuera bendecida. Penetró en los brazos cruzados de la “variante”.

Por un momento el impulso disminuyó, pero fácilmente atravesó.

Es más, desde la cabeza que estaba oculta entre ambas manos, puedo decir que la flecha se hundió profundamente en el punto vital y en una parte del cuello que era a lo que apuntaba, en la columna interior.

Eso… Acertó.

… Se acabó.

Estaba segura.

Veo al hombre que ha gritado varias veces viendo la lucha desde los asientos de espectadores.

Esa persona es muy probable que sea el jefe de la familia Hopelace del Reino de Limia.

Esa persona es mi…

Y pensar que quería evitar cosas problemáticas, así que vine aquí desde una región remota del imperio a esta academia…

¿Por qué terminó así?

Pero bueno, ya está bien.

Debido a que con esto, es todo…

Mis pensamientos… No puedo ordenarlos correctamente.

Por alguna razón, un sentimiento de tristeza vacía se propaga a través de mi pecho.

Y entonces, en el momento en que fui testigo de los resultados y que mi tensión desapareció…

Quería gritar por el dolor que sentía en mi lado por un momento, pero incluso con eso, de algún modo fui capaz de apretar los dientes.

En mi estado de silencio, encomiendo mi cuerpo a la sensación de la caída y al agotamiento, y renuncio a mi conciencia.

La explosión que se produjo un segundo más tarde y el sonido atronador que vino después.

Eso resonó en mis oídos, junto con los gritos horrendos distantes del “hombre” del que nunca fui capaz de sentir alguna emoción real.

--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

–Hola, Tomoe. –

–Root eh. ¿Está bien para el Gremio de Aventureros que estés en esta clase de lugar? –(Tomoe)

–Por suerte las oficinas centrales parecen estar vacías. Además, no es Root, es Falz. En este lugar es así. –(Root)

–Hmph, bueno, este será mi agradecimiento por tu cooperación-ja. Voy a seguirte en eso. –(Tomoe)

Excluyendo al grupo del Reino de Limia; Tomoe evacuó a los invitados a uno de los refugios que el director de la Academia conoce.

Después de eso, se paró en la entrada del refugio con el frente que es para protegerlos.

En verdad, hay una simple razón por la que era más conveniente dar instrucciones a los miembros de la compañía con la transmisión de pensamiento si ella está allí.

Además, debido a que no lo ha consultado con Makoto acerca de cómo mover a los invitados de los diversos países, estaba tratando de reducir el contacto que tiene con ellos.

–¿Y la situación es? No me importa si solo me dices lo que puedes decir. –(Root)

–La mayor parte está yendo favorablemente. Es probable que se estabilice en alrededor de uno o dos días. –(Tomoe)

–¿Hm? No, no, no me refería a eso. Sobre Mako-, Waka-sama. Me preguntaba si pudiste preguntarle lo que querías. –(Root)

Tomoe le estaba diciendo el estado actual de la crisis, pero en contraste a eso, Root lo negó y le dice lo que quiere saber sobre ella misma.

Al escuchar esas palabras, Tomoe estaba un poco nerviosa y responde con una reacción facial.

–¡¿?! –

–Eso es lindo. No sé lo que querías preguntar que incluso fuiste tan lejos como para confiar en el poder del alcohol, pero, ¿cómo te fue? ¿Te ha dicho algo en tu estado de embriaguez? –(Root)

–Eres muy molesto. Al final, incluso sin depender de tal panacea, más o menos entiendo lo que está dentro del corazón de Waka. En este momento… Estoy bien con eso. –(Tomoe)

–Qué, así que no hubo ningún punto en emborracharse eh. Que desperdicio. Esa cosa, tu cuerpo desarrolla resistencia a ello, así que después de un mes que no podrás usarlo de nuevo. Desde que tienes la oportunidad, ¿qué hay de beber de nuevo cuando aún es efectivo? –(Root)

–Todavía puedo disfrutar del alcohol, incluso sin embriagarme con ello. Aunque creo que fue una experiencia difícil de lograr. En serio. Me preguntaba que ibas a decir y aquí sales con una cosa tan estúpida. –(Tomoe)

–Eso es porque estoy interesado, sabes. El camino que él intenta tomar. –(Root)

–… No tengo ninguna intención de ponerme amistosa contigo. Pero es cierto que nos has ayudado en estos pocos días. Voy a contarte un poco. Con esto, Waka probablemente se dará cuenta de la gran cantidad de caminos que puede elegir. –(Tomoe)

–Hmph…. Ya veo. Parece que ustedes tienen una buena cantidad de secretos, ¿pero puedo tomarlo como que ustedes comenzarán a cambiar este mundo? –(Root)

Root entrecierra sus ojos y le pregunta a Tomoe el verdadero significado.

En esa pregunta se sentía como si estuviera feliz y al mismo tiempo lleno de curiosidad.

Y, también se sentía como que estaba siendo prudente.

–Quién sabe. –(Tomoe)

–Caray, ¿no está bien que sólo me digas un poco más? Algo asó como, unirse al héroe de Limia y convertirse en la esperanza de los hyumanos, acelerar la locura de Gritonia, recibir la protección del credo de los sabios de Lorel y vivir en paz, o ya sabes, separar a Tsige de Aion y hacerlo independiente. –(Root)

–… Me sorprende que puedas pensar en tantos-ja na. –(Tomoe)

Tomoe murmura sorprendida por la posibilidades que Root señaló.

–Entonces… ¿ir a la iglesia y volverse un creyente de la diosa? Si quiere mezclarse en este mundo, eso también es una opción. Parecía como si quisiera encajar con los hyumanos después de todo. –(Root)

–Nada que decir-ja. –(Tomoe)

–… También está la opción de asistir al Señor Demonio en la destrucción de la sociedad hyumana que considera deformada, ¿verdad? –(Root)

–… –(Tomoe)

–Aterrador… Por lo que está eligiendo un camino para el futuro sin ser consciente de que él mismo estará en una posición de controlar la escala de la guerra. Ah… En mi opinión, creo como que está subestimando ligeramente el poder que posee. Si se sintió obligado, no sería extraño que se haya movido hace mucho tiempo. –(Root)

–… Waka también cuenta con la experiencia y los valores con los que ha vivido hasta ahora. Esa persona también tiene un lado terco después de todo. También tenemos muchas cosas avanzando en nuestro lado-ja yo. –(Tomoe)

–¿Valores? ¿Sus? Quiero saber. –(Root)

–…–

–Permaneciendo en silencio eh. Eso es problemático. Entonces, ¿puedes por favor decirme una sola cosa? Tampoco tiene por qué serlo todo. A cambio, también te daré una información que será de utilidad. De esta manera, siento que me estás dejando en una situación tensa. –(Root)

–Hum. Depende del contenido. –(Tomoe)

–¿Veo un interés? Estoy feliz. De lo que estoy más interesado en este momento es de la charla que tuvimos antes, la charla sobre el cambiando. ¿Cómo va? –(Root)

Las palabras de Root se referían a la conversación que tuvieron antes en una noche del verano.

Las cejas de Tomoe se retorcieron y sostenía su cabeza hacia abajo como si estuviera pensando en algo.

–Eso eh. Bueno, debería estar bien contarte un poco. –(Tomoe)

Tomoe levanta un poco la cabeza y acepta.

–¡¿De Verdad?! Sé que él ha cambiado un poco desde entonces, pero quería la opinión de alguien que es cercana a él, como tú, Tomoe. –(Root)

Root estaba encantado e hizo una sonrisa inocente.

–Un cambio dramático como el que estás asumiendo aún no ha sucedido todavía. Waka aún no se ha decidido sobre lo que quiere hacer, después de todo. Pero, en términos de poder, ha crecido completamente. Si por ejemplo, tú y Waka terminaran peleando, nosotros seríamos capaces de ver sin preocupaciones. Eso es lo mucho que ha crecido. –(Tomoe)

–¡¿?! Jeh… Pero creo que hubiera podido dar pelea contra mí incluso antes de conocerme. No suena como que haya crecido mucho. –(Root)

–Dije: “ver sin preocupaciones”, ¿o no? Si fueras a pelear contra él de frente, bueno, en síntesis tú estás en la cima de los dragones superiores, así que podrías ser capaz de dejarle algunos arañazos. –(Tomoe)

Root mira a Tomoe como si hubiera perdido totalmente sus palabras.

La palabra sin habla le quedaba bien en este momento.

–En este momento todavía no sé desde qué lugar tan alto mi maestro está viendo a esta sociedad o que es lo que él está pensando de ella-ja. Sin embargo, con respecto a Waka, te recomiendo que no pongas una mano sobre él-ja na. Si mi maestro entra en el paso del “cambio” que hablaste, no importa si se trata de un dragón superior, no sería diferente de un lagarto. –(Tomoe)

Incapaz de continuar con sus palabras, Tomoe habla con Root como si diera el golpe final.

–Y entonces, ¿que era esa información útil de la que hablabas-ja? –(Tomoe)

–… La carta de triunfo de los hyumanos está empezando a moverse. Bueno, si él se ha vuelto así de fuerte, puede que no haya ninguna necesidad de que preocuparse. –(Root)

–Carta de triunfo. ¿La matadragones? Si no recuerdo mal, es la hyumana más fuerte-ja na. –(Tomoe)

–Matadragones, ¿hablas sobre Sofía? De ninguna manera. Ella es sólo la chica con el nivel más alto entre las personas que están registradas en el Gremio y la que venció a Lancer, eso es todo. Si dices más fuerte, ese no es el caso. –(Root)

–Entonces, ¿de quién estás hablando-ja? –(Tomoe)

–El que es el más amado por la diosa después de los héroes. Parece ser un Imadai bien hecho. –(Root)

–Imadai… ¿es ese un ser ascendido? –(Tomoe)

–Ya veo, probablemente no lo sabías. Se refiere a un linaje especial de hyumanos que pueden utilizar un elemento que incluso la diosa no puede utilizar. Por ahora, sólo piensa en ello como que la diosa está empezando a poner un serio esfuerzo incluso cuando está ocupada. Aunque que ella esté ocupada es su justo merecido. –(Root)

–Fumu. Bueno, voy a recibir con gratitud tu información. Si has terminado con tu asunto, regresa. Si estás conmigo todo el tiempo y sospechan de algún tipo de relación, sería problemático. Además, siento como que he pagado demasiado. Voy a hacer que tú calmes adecuadamente la cuestión de la teletransportación, ¿de acuerdo? –(Tomoe)

Con su mano izquierda hace un “Shoo shoo”, mostrándole un gesto a Root para ahuyentarlo.

–Entendido. Finalmente conseguí la oportunidad de que Makoto-kun se sienta en deuda conmigo, así que voy a hacer correctamente mi parte. Estoy más acostumbrado a interactuar con hyumanos que ustedes después de todos. Iré a dar un informe más tarde sobre cómo ha ido. Para Waka-sama eso es. –(Root)

–Hmph, solo te digo, que no voy a darte la katana. Y, por supuesto, que me acompañes en mi teletransporte está fuera de cuestión-ja. –(Tomoe)

–Por supuesto. Déjamelo a mí. Pues bien, dale mis recuerdos a él. Además… Parece que ninguno de los países se ha dado cuenta, pero mantén la intercepción de la transmisión de pensamiento a un nivel moderado, ¿de acuerdo? En serio, incluso la transmisión de pensamiento de ustedes es aterradora. No te preocupes, no voy a hablar con Makoto-kun. La transmisión de pensamiento y el teletransporte; si los países aprendieran sólo esas dos, la guerra contra la raza demonio se prolongaría durante muchos años. –(Root)

Como si estuviera sorprendido, Root se encoge de hombros y se aleja del lugar en donde está Tomoe.

El lugar al que se dirigía es al área donde están los invitados.

Justo cómo le dijo a Tomoe, parece que se está comportando obedientemente como el maestro del gremio Falz.

Tomoe, que está parada en un lugar lejano con el pretexto de ser una guardia, ve la espalda del que se va.

–Prolongaría… ese Root, así que está informado también de las condiciones internas de la raza demonio. Realmente no tengo ningún interés en la guerra entre los hyumanos y la raza demonio, pero si él está involucrado con las dos partes, me compadezco un poco de ellos. Pues bien, me pregunto cuándo deberíamos contraatacar. Mientras tanto, le dejaré a ellos que ayuden con la evacuación. Siento que podemos utilizar este cuidado de niños como pretexto dentro de pocos días-ja –(Tomoe)

Después de ser dejada sola otra vez, Tomoe reanuda sus instrucciones a la compañía.

Ella organiza los informes que recibió por la transmisión de pensamiento en el momento en que estaba hablando con Root.

Los informes de sus subordinados, interceptando la comunicación de los países; en el tiempo en que Tomoe misma se está concentrando, una cantidad masiva de información fluyo en ella.

Encima de eso, Tomoe está calculando el momento para moverse.

Ella se está deshaciendo de la tienda que ya no tiene más inventario en ella y ahora se ha convertido en un mero edificio.

Debido a que está bien que simplemente lo reconstruyan si quieren.

No es necesario preocuparse sobre la seguridad, es lo que ella está pensando.

Los empleados de la compañía que están recibiendo instrucciones de Tomoe están ahora dispersos en torno a las diversas zonas de la ciudad. Ya teniendo una lista de las áreas en las que las variantes no están devastando y de los lugares que pueden ser utilizados como refugio, guían a los residentes de la ciudad que son presa del pánico.

Actualmente ha conseguido el visto bueno del barrio bajo donde los semi-humanos están viviendo, y lo ha añadido a la lista de lugares seguros.

El caos se sigue propagando, pero la Compañía Kuzunoha así como Tomoe, continuaron sus movimientos sin mostrar ningún tipo de confusión.

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–Ya veo. Makoto-kun ya se ha vuelto así de fuerte eh. –

Root estaba impactado por las palabras de Tomoe, sin embargo, sus sentimientos de alegría eran mayores.

“Él ciertamente es capaz de derrotarte”, incluso cuando dijo eso, no mostró ningún signo de pesimismo.

–Tal vez, realmente te convertirás en una existencia que pueda derribar a la diosa. Tú dices que eres desafortunado, ¿pero por qué? Pensando en el estado actual de la diosa en la que no puede moverse, Makoto-kun podría ser en realidad increíblemente afortunado. Estoy teniendo un montón de diversión. Como pensaba, realmente eres el mejor. No me importa en qué cambies. Estoy deseando que llegue el día en que pueda ver tu poder. Si es posible, algún día quiero poder caminar a tu lado y ver el mismo panorama que tú. Fufu. –(Root)

Murmurando en voz baja, su expresión se veía satisfecha. Una atmósfera difícil de acercarse lo rodea.

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          Recensione Dragon Ball Xenoverse 2 DB Super Pack 4, si chiude il cerchio – PS4, Xbox One, PC   

Da pochi giorni è disponibile il DB Super Pack 4 di Dragon Ball Xenoverse 2, ultimo DLC del titolo Dimps e targato Bandai Namco. L’espansione è acquistabile al prezzo di 7,99 euro, ma se siete abbonati al Season Pass del gioco, di cui il DB Super Pack 4 è l’ultimo add on, potrete scaricarlo gratuitamente. Vediamo insieme tutto ciò che offre il DLC di Dragon Ball Xenoverse 2, cercando di analizzare pro e contro del pacchetto. Vale l’acquisto del DB Super Pack 4? Il DLC offre i seguenti contenuti:
  • 2 nuovi personaggi giocabili: Vegeth Super Saiyan Blue e Zamasu (Fusione)
  • 1 nuova missione storia
  • 1 nuovo stage
  • 3 missioni parallele
  • 5 nuove tecniche
  • 4 costumi e accessori aggiuntivi
  • 6 nuove Super Anime
La nuova storia introduce un arco narrativo piuttosto importante e atteso dai fan, quello visto nei recenti episodi giapponesi di Dragon Ball Super e dedicato alla saga di Black Goku e Zamasu – due villain entrati prepotentemente nei cuori dei fan dopo le rispettive comparse nella serie televisiva e nel manga ideati da Akira Toriyama. La struttura del nuovo capitolo storia è praticamente la stessa dei DLC precedenti e della modalità storia base di Dragon Ball Xenoverse 2: il sommo Kaioshin e il Kaioshin del Tempo convocano il Time Patroller perché la storia – la nuova storia – è minacciata ancora una volta. Così come il Torneo dei due Universi, il normale svolgersi degli eventi nella battaglia tra Black Goku, Zamasu e Goku, Vegeta e Trunks è stato alterato a favore dei due villain. Il protagonista dovrà affrontare una serie di boss battle affiancandosi agli altri comprimari del gioco e della storia di Dragon Ball, fino al combattimento finale che vede Trunks Super Saiyan Rage e Zamasu corrotto. Purtroppo la grande pecca del DB Super Pack 4 è che questi due combattenti, che nelle cutscene finali della storia appaiono in tutto il loro splendore, non sono stati aggiunti al roster di gioco. C'è da fare una menzione speciale alle cutscene, la cui realizzazione si conferma di altissimo livello: in questo, negli altri DLC e in generale nel gioco la qualità delle immagini supera largamente persino l'anime - senza contare il finale di questo DB Super Pack 4, che scioglie più di qualche dubbio circa diverse problematiche di continuity poste dalla community di Dragon Ball. Le due guest star, i due personaggi inclusi nel DLC a pagamento, sono invece il potentissimo Vegeth Super Saiyan Bluee Zamasu Fusione – per intenderci, la versione precedente a quella corrotta, nata dall’instabilità causata dalla fusione tra l’immortalità di Zamasu e la “mortalità” di Black Goku. I due guerrieri rappresentano un’aggiunta piacevole, con Vegeth che si ritrova un parco di movimenti completamente rinnovato e molto più veloce, il tutto attorniato da una grande quantità di Ki e Vigore; Zamasu, invece, rappresentai il perfetto binomio tra il combattimento ravvicinato e dalla distanza, con la possibilità di alternare potenti combo a letali “proiettili” di Ki a lungo raggio. Tutto questo, unito ai nuovi oggetti, tecniche, costumi e altri contenuti, amplia maggiormente la giocabilità di Dragon Ball Xenoverse 2 e chiude un Season Pass che possiamo definire quasi soddisfacente. Ci sarà modo di analizzare nel dettaglio il Pass nella sua interezza, ma in sostanza ogni pacchetto ha incluso qualche piccola delusione che ne ha leggermente inficiato la godibilità. Per concludere, consigliare l’acquisto di questo singolo DLC e non di tutti gli altri forse è più calzante rispetto alle volte precedenti. Per quanto, per gli amanti della completezza, se proprio non si vuole spendere circa 25 euro per il pacchetto completo il nostro consiglio è acquistare perlomeno il Pack 3 e il Pack 4, che includono tutti i contenuti legati all’arco narrativo finora più interessante di Dragon Ball Super – escludendo il Torneo del Potere, attualmente in corso nell’anime. Ricordiamo che la stagione di contenuti di Dragon Ball Xenoverse 2 non è affatto terminata: fino alla fine del 2017 Bandai Namco ha promesso supporto con aggiornamenti e, forse, anche ulteriori DLC a pagamento che non saranno inclusi nel Season Pass, che ribadiamo essere in chiusura con questo DB Super Pack 4. Ma, anche su questo, ci sarà da ragionare meglio in futuro.
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La Verdad Oculta

Inicio del fin del ‘califato’: Daesh admite su derrota en Mosul

El grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe) ha reconocido su derrota en la ciudad iraquí de Mosul, insinuando la muerte de su líder Abu Bakr al-Bagdadi. Abu Baraa al-Mawseli, uno de los líderes de alto rango de la banda extremista, ha admitido este viernes la derrota de Daesh en Mosul, “sorprendiendo” a los simpatizantes, ha afirmado una fuente local de la provincial de Nínive (de la que Mosul es la capital) citada por la agencia iraquí de noticias Alsumaria News.
En declaraciones recogidas por Iraqi News, Al-Mawseli, que es número dos en Tal Afar, al oeste de Mosul, ha anunciado que esta localidad se convertiría de forma temporal en centro del denominado “califato” de Daesh.
Por su parte, Abu Qutaiba, un asesor del líder de Daesh, Ibrahim al-Samarrai, alias Abu Bakr al-Bagdadi, “rompió en lágrimas” cuando mencionaba el nombre de Al-Bagdadi en medio de un discurso pronunciado ante sus compañeros. Abu Qutaiba “balbuceó unas palabras que sugerían la muerte de Al-Bagdadi”, ha dicho la fuente.
Ayer jueves, el Ministerio de Defensa iraquí anunció oficialmente el fin de Daesh en Mosul, mientras que continúa el avance de las fuerzas iraquíes para erradicarlo por completo del suelo iraquí.
Hoy, las Fuerzas Antiterroristas de Irak (CTS, por sus siglas en inglés) han recuperado el mercado de Shaarin y los barrios de Nabi Girgis y Abd Jub, en el casco antiguo de Mosul, expulsando a algunos de los pocos extremistas takfiríes que permanecen en el centro histórico de la urbe.
El comandante de la unidad de élite de las Fuerzas Antiterroristas, Abdul-Qani al-Asadi, ha indicado este mismo viernes mediante un comunicado que la operación para liberar Mosul terminará en unos días, pues, según ha explicado, en la ciudad quedan entre 200 y 300 combatientes de Daesh, la mayoría de nacionalidad extranjera.
El jueves, Al-Asadi señaló que las fuerzas iraquíes habían acabado con 600 terroristas de Daesh y rescatado a 900 familias en la ofensiva por la Gran Mezquita Al-Nuri de Mosul.
Las operaciones para liberar la ciudad comenzaron el 17 de octubre de 2016. La parte oriental de la urbe fue totalmente liberada el pasado 18 de enero y luego comenzaron los combates para reconquistar la occidental hasta expulsar totalmente a los terroristas, quienes desde su entrada en Irak, provenientes de Siria, han cometido todo tipo de crímenes contra el pueblo iraquí.
hispantv


          Por cuarta vez esta semana, Israel bombardea al Ejército Sirio   

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Por cuarta vez esta semana, Israel bombardea al Ejército Sirio -- Los Dueños del Circo -- Sott.net


Es el cuarto incidente de este tipo en una semana. Las fuerzas israelíes atacaron una posición militar de tropas de Al Assad desde la que se había lanzado un mortero. "Quien nos ataca es atacado por nosotros", advirtió el premier Benjamin Netanyahu
© EFE
Los Altos del Golán, donde cayó el proyectil enviado desde Siria
    
El Ejército israelí bombardeó una posición militar siria desde la que asegura se lanzó un proyectil que cayó hoy en los Altos del Golán, ocupados por Israel, en el cuarto incidente de este tipo que ocurre en menos de una semana. "El proyectil errante es resultado de la lucha interna Siria. No hubo daños", informó un primer comunicado militar sobre el proyectil que impactó en un "área despoblada" de la meseta del Golán.
"En respuesta, un avión del Ejército (israelí) alcanzó una posición militar desde la que se había lanzado un mortero", precisó un segundo comunicado.
Es la cuarta vez que en menos de una semana que caen proyectiles desde Siria, como consecuencia del acercamiento de los combates del conflicto sirio a la línea divisoria con Israel, ante los que la aviación israelí responde bombardeando.
"Quien nos ataca es atacado por nosotros. Esa es nuestra política y vamos a continuarla", advirtió el primer ministro israelí, Benjamín Netanyahu, tras el último incidente del miércoles.
Desde el inicio del conflicto sirio en 2011, numerosos proyectiles han caído en la parte de los Altos del Golán ocupados por Israel desde 1967, que suelen proceder de fuego perdido en los enfrentamientos, aunque otros han sido considerados intencionados. Las fuerzas de seguridad israelíes suelen responder directamente contra los atacantes o contra posiciones del Ejército sirio, al que responsabilizan de la soberanía en la zona fronteriza.
(Con información de EFE)

Comentario:
Los israelíes son muy buenos para agreder a otros mientras se hacen pasar como las víctimas, mientras que los medios de comunicación son muy malos para cuestionarlos.
En primer lugar, los Altos del Golán pertenecen a Siria, pero Israel los ocupa ilegalmente desde 1967. Segundo, los sirios no han agredido directamente a Israel, mientras que Israel ataca a Siria como deporte cada tercer día. Y tercero:
Israel proporciona ayuda secreta a terroristas "moderados" en Siria, según informe del WSJ

          EEUU dice que su amenaza a Siria apunta también a Rusia e Irán   

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EEUU dice que su amenaza a Siria apunta también a Rusia e Irán -- Los Dueños del Circo -- Sott.net


War Whore
La amenaza de la Casa Blanca contra el Gobierno sirio sobre un supuesto ataque químico de Damasco también apunta a los aliados de Al-Asad, Rusia e Irán
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© Jewel Samad/AFP/Getty Images
    
El informe emitido el lunes por la Casa Blanca en el que advirtió al Gobierno sirio de la posibilidad de pagar un "alto precio" en caso de que lanzara "otro ataque químico", tenía por meta enviar un mensaje no solo al presidente sirio, Bashar al-Asad, sino también a las autoridades rusas y persas, ha afirmado este martes la embajadora de EE.UU. ante las Naciones Unidas, Nikki Haley. Durante su comparecencia ante el Congreso de EE.UU. ha manifestado su esperanza de que la amenaza de la Administración del presidente estadounidense, Donald Trump, obligara a Rusia e Irán a "pensarse dos veces" su apoyo a Al-Asad.
Asimismo, tras describir al mandatario sirio de "bárbaro", la titular norteamericana ha dicho que "no ve una Siria sana con Al-Asad a cargo".
La nueva intimidación de Washington contra Damasco se produce después de que, en un caso similar, EE.UU.
lanzara en abril ataques con misiles contra una base aérea siria
en Al-Shairat, en la provincia central de Homs, tras acusar,
sin presentar prueba alguna
, a Siria de perpetrar
un supuesto ataque químico contra la población civil en Jan Sheijun
, en la provincia noroccidental de Idlib, que se saldó con más de 80 muertos.
Las autoridades sirias rechazaron la acusación afirmando que todos sus arsenales químicos fueron retirados del país y eliminados en 2016 bajo la supervisión de la Organización Internacional para la Prohibición de las Armas Químicas (OPAQ).
Moscú, por su parte, manifestó que lo ocurrido ni siquiera fue un ataque, al suponer que la tragedia en Jan Sheijun fue un montaje o resultado del bombardeo de la Aviación siria a arsenales donde los terroristas guardaban armas químicas.

Comentario:
Y esto es precisamente lo que ha salido a la luz en los últimos días:
"EE.UU. atacó la base aérea siria a sabiendas de que Damasco no había usado armas químicas" Siria, como es de esperar, ha rechazado las acusaciones sobre otro "ataque químico":
El ministro sirio para la Reconciliación Nacional, Ali Haidar, ha afirmado este martes, en declaraciones a la agencia Associated Press (AP), que Damasco nunca ha utilizado armas químicas en el pasado ni piensa emplearlas en el futuro. La Casa Blanca denunció el lunes, mediante un informe, en el que no se citaban pruebas, que el Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad, está preparando un 'nuevo' ataque químico.
El documento indica que EE.UU. detectó supuestos preparativos del Gobierno sirio para "un nuevo ataque químico - similares a los del "ataque químico" del pasado 4 de abril en Jan Sheijun, en la provincia noroccidental de Idlib - que podría derivar en una matanza de civiles, incluyendo niños inocentes", y advirtió que Al-Asad y sus Fuerzas Armadas pagarán un alto precio si se atreven a perpetrarlo.
Haidar ha asegurado que el comunicado que difundió la Casa Blanca presagia una "batalla diplomática" que será librada contra Siria en la Organización de las Naciones Unidas (ONU).
Y funcionarios rusos también han expresado sus preocupaciones al respecto, afirmando que las declaraciones de EEUU llevan a suponer que el país se está preparando para atacar a Siria nuevamente, justificándose con un ataque químico (posiblemente de falsa bandera).
Paralelamente a estas declaraciones, el vicepresidente primero del comité de Defensa y Seguridad del Senado ruso, Frants Klintsevich, ha alertado de que Washington "está preparando un nuevo ataque contra las posiciones de las tropas sirias, eso está claro". Klintsevich ha calificado de una provocación "cínica y sin precedentes" reciente informe de la Casa Blanca y ha indicado que esa provocación pone en peligro a las fuerzas rusas en Siria y a otros militares. "Existe una amenaza real a sus vidas", ha enfatizado, según publica esta jornada la agencia estatal RIA Novosti.
El senador no es el único que opina así. El experto en el mundo árabe del Instituto Ruso de Estudios Orientales de la Academia de Ciencias, Borís Dolgov, afirma que las acusaciones estadounidenses pretenden, una vez más, presentar al Gobierno sirio "como un tirano que hace de todo contra su propio pueblo", desacreditar al Gobierno y allanar el terreno para una provocación o una agresión con vistas a derrotar a las autoridades sirias".
Irán, por su parte también se ha manifestado con respecto a estas acusaciones:
El ministro de Exteriores de Irán asegura que las nuevas amenazas de EE.UU. contra Siria solo servirán al grupo terrorista EIIL (Daesh, en árabe). "Otra peligrosa escalada de Estados Unidos en Siria, bajo un falso pretexto, solo servirá a Daesh en momentos en los que (esta banda) está siendo aniquilada por los pueblos iraquí y sirio", ha tuiteado este martes el canciller iraní, Mohammad Yavad Zarif.
Y el Reino Unido no podía dejar de unirse a una oportunidad de combate real, por lo que ya han saltado a confirmar que respaldarían a EEUU en el caso de que el país decida atacar Siria:
El Reino Unido ha mostrado su respaldo a la reciente decisión de Estados Unidos de atacar a Siria. "Si los estadounidenses vuelven a emprender las mismas acciones, los apoyaremos", ha dicho este martes el ministro británico de Defensa, Michael Fallon, sin especificar qué tipo de apoyo —directo o indirecto— están listos a brindar a EE.UU.
El titular británico, durante su intervención en el programa 'Today', de la emisora británica BBC Radio 4, ha declarado que cualquier acción militar que utilice debe ser "justificada y legal como el ataque perpetrado por EE.UU. en abril de 2017 contra la base aérea de Al-Shairat", sita en la provincia central siria de Homs.
Asimismo, Fallon ha vuelto a acusar al Gobierno del presidente sirio, Bashar al-Asad, de emplear armas químicas, para luego agregar que bajo "esas circunstancias el apoyo del Reino Unido para la acción de Estados Unidos por Donald Trump sería inquebrantable".
El problema es que ese ataque no fue justificado ni legal y, además, se basó en completas mentiras. El Reino Unido ya apoyó a EEUU en otra guerra basada en mentiras, ¿será que a eso se refiere cuando habla de que "esas circunstancias" hacen que el apoyo del Reino Unido sea inquebrantable? ¿Serían, entonces, las circunstancias de que se trate de mentiras atroces?

          La guerra de Yemen en tiempos de Trump   




La guerra de Yemen en tiempos de Trump

El Viejo Topo

 


El primer ataque militar ordenado por Trump ha sido contra un pobre y pequeño pueblo de campesinos escondido entre las grises montañas del centro del Yemen. A finales de enero tropas de elite del ejército de Estados Unidos atacaron al Ghayil, en la provincia de al-Bayda. Qassim al Rimi, el líder de Al-Qaeda en la Península Arábiga, supuesto objetivo del ataque, se había esfumado horas antes –dijeron que había habido un chivatazo–. En el ataque, los soldados asustados por la resistencia masacraron a la población de la pequeña aldea. Además de destruir 12 casas y exterminar los burros y ovejas de la comunidad murieron asesinados seis mujeres y 10 niños menores de 13 años. Se desconoce el numero de combatientes que murieron en la refriega pero se sabe de la muerte de un oficial estadounidense y que uno de los helicópteros usados en la operación fue destruido. No sé sí será una premonición, pero el primer ataque ordenado para hacer grande a America otra vez fue un auténtico desastre1.
* * *
La población de al-Ghayil pertenece mayoritariamente a la tribu Qayfa. En Yemen la mayoría de las veces los hombres tribales no se alinean en términos territoriales sino sanguíneos. Los jeques de esta tribu –al-Bayda está dividida y es un frente de guerra– tienen relaciones con los saudíes; una relación sellada por el dinero. Esta tribu pelea en la guerra de Yemen al lado del depuesto Presidente Hadi y de los Estados Unidos. Estos hombres tribales reciben como combatientes de la coalición un salario mensual que los saudíes pagan, aun sabiendo que Qassim al Rimi, el líder de Al-Qaeda en Arabia Saudí –la organización de Al-Qaeda en Yemen y Arabia Saudí, están unidas–, está protegido por ellos. Mientras los saudíes les pagan, sus aliados de Estados Unidos los atacan. El caos de la política en Oriente Medio está por todos lados. Un caos que aunque parezca paradójico tiene su lógica.
Está documentado que Al-Qaeda ha sido un instrumento de Estados Unidos y Arabia Saudí, aunque obviamente no se reduce solo a ello. La usan a escondidas de su población porque saben que esta no aceptaría que apoyaran de alguna manera a grupos terroristas que luego atentan contra sus ciudades. Pero Washington, Ryad y otros gobiernos vienen aprovechándose desde hace décadas de estos grupos de jóvenes radicalizados. El nacionalismo árabe laico, enemigo histórico del Islam político, es también enemigo de las grandes compañías privadas petroleras occidentales que tienen a sus gobiernos en su nómina. Este doble juego entre policías y terroristas, basado en intereses comunes a corto plazo pero a la larga difícil de manejar, ha empezado a pasar factura en forma de ataques terroristas a ciudades y aviones de Europa y Estados Unidos.
Yemen llegó a mandar oficialmente a Afganistán a 3.000 guerrilleros reclutados en mezquitas o madrasas para luchar contra los soviéticos de manera organizada por la CIA; combatientes que usó después el Presidente Saleh contra los socialistas del sur. Luego fueron dos mil islamistas a la guerra de Iraq, la mayoría a luchar junto al líder de Al-Qaeda Abu Musab al-Zarqawi, cuya estrategia era enfrentar a los sunitas con los chiítas. Estrategia también usada por las fuerzas ocupantes. Estos combatientes, financiados por los saudíes y qataríes, a su regreso constituyeron los cimientos que han formado Al-Qaeda en Yemen. Hubo cierta continuidad porque lograron entenderse entre las diferentes generaciones y fundaron en el año 2009 la organización Al-Qaeda en la Península Arábiga.
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La guerra actual del Yemen, que lleva ya más de dos años, empezó con dos ataques de ISIS en Sanaa: el asesinato del periodista defensor de los derechos humanos Abdulkarim al-Jaiwani y el ataque suicida a dos mezquitas zaydíes cuando estaban repletas de feligreses. Fue un salto en la historia de los rebeldes salafistas en Yemen. Hasta ese momento habían atacado a objetivos colonialistas: el Cole de la marina estadounidense, instalaciones petroleras, turistas. Ha sido la primera vez y la última que ISIS se ha responsabilizado públicamente de atentados dirigidos contra civiles yemenitas, aunque se sabe que el Estado Islámico está operando en Taiz y Aden. Este terrorismo contra la población apareció cuando los intereses del Estado saudí lo requerían. Pero no son solo los saudíes quienes lo dirigen. Una y otra vez diferentes servicios de inteligencia acuden al terrorismo en la región cuando sus gobiernos no pueden conseguir sus objetivos con la diplomacia o la guerra convirtiendo al terrorismo en la tercera pata de su política. Para estos gobiernos los grupos “terroristas” a los que manipulan son la continuación de la política por otros medios. Por eso los saudíes protegen al líder de Al-Qaeda en Yemen. Pueden necesitarlo en el futuro si su guerra contra Yemen fracasa.
El caso en Londres de Bherlin Gildo, acusado de terrorista, es una muestra elocuente de lo que estamos hablando. Los fiscales abandonaron el caso cuando los abogados del acusado demostraron que la inteligencia británica había armado y asesorando al grupo en que militaba el acusado. El grupo armado estaba activo en Inglaterra y Siria. En el juicio los abogados preguntaron al juez si se podía mandar a alguien a la cárcel por seguir la política del gobierno. ¿No debía ir entonces también el gobierno a la cárcel?, preguntaron al juez2. Los fiscales, avergonzados, retiraron el caso. No es el único. En documentos desclasificados de la inteligencia estadounidense escritos en 2012 se da la bienvenida a “usar” a los salafistas (la corriente puritana wahabista del Islam saudí que siguen el ISIS y Al-Qaeda) en Siria e Iraq3.
The Economist publicó recientemente un articulo sobre Yemen en el que documentaba cómo Al-Qaeda se ha ido fortaleciendo en los dos últimos años gracias a la política de guerra saudí, una política que cuenta con el apoyo de Washington y Londres. Según el artículo, Al-Qaeda en Yemen es más poderosa que nunca4. Periodistas que han visitado el sur del país dicen que las banderas de Al-Qaeda y las independentistas son mas visibles que las del gobierno del Presidente depuesto Hadi, él mismo nativo del sur. Viendo el resultado sobre el terreno, los ataques de los drones o las operaciones especiales militares que han causado la muerte a cientos de civiles durante la administración Obama y que continúa Trump parecen operaciones militares dedicadas al consumo interno: aparentar que se hace algo contra Al-Qaeda, más que operaciones militares bien concebidas para debilitarla.
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Hay varias razones para este éxito de Al-Qaeda. Una de ellas es que las tribus que luchan contra el gobierno huzí-Saleh, sobre todo del sur del país, como la tribu Qaifa, ven a los militantes de Al-Qaeda como sus aliados. Es importante para Al-Qaeda dado el carácter tribal de la sociedad yemení. Sin el consentimiento de las tribus ninguna organización puede moverse libremente y prosperar. Pero hay otras razones reveladoras de lo que venimos diciendo. Un estudio hecho sobre los objetivos de los bombardeos aéreos de la coalición –realizados por aviones saudíes pero asesorados por militares ingleses o estadounidenses– muestra que ninguno de ellos, y son cientos las salidas documentadas de sus aviones, ha sido dirigido directamente contra Al-Qaeda a pesar de que llegó a controlar Mukalla, el segundo puerto más importante del Océano Indico después de Aden, durante un año4. The New York Times informó incluso que Al-Qaeda gestionaba los ingresos del petróleo de Hadramout en nombre del Presidente depuesto Hadi5. Cuando los saudíes permitieron a regañadientes –Estados Unidos estaba en una posición difícil cuando el The New York Times publicó la noticia– a soldados de la coalición de Emiratos Arabes Unidos sacar a los guerrilleros islámicos de la ciudad, Ryad solo lo autorizó con la condición de que se dejara escapar a los guerrilleros de Al-Qaeda hacia los wadis aislados del interior.
¿Porqué al Presidente Trump le gustan los halcones saudíes que apoyan a Al-Qaeda?
Esta política saudí de fortalecer a Al-Qaeda es en cierta manera el reconocimiento de que la guerra contra Yemen está siendo un fracaso. La coalición de los huzíes con Saleh ha demostrado ser más fuerte de lo que se pensaba. La mayoría de los yemeníes la apoyan a pesar del enorme sufrimiento –la agresión saudí está provocando según Naciones Unidas la mayor crisis humanitaria que existe actualmente, el país vive estos meses una epidemia de cólera dantesca que está causando cientos de muertos– porque ven al gobierno huzíes-Saleh como la resistencia de una nación frente a un poder externo. Las empresas de comunicación suelen presentar a los huzíes como un aliado iraní o un Hezbolah en Yemen que amenaza a la seguridad saudí. Pero es pura propaganda para legitimar la venta de armas millonarias a los agresores. Los huzíes tomaron Sanaa contra la opinión de Irán, que le aconsejó no hacerlo. En Yemen no hay tropas iraníes o de Hezbolah, son el ejército nacional y las milicias tribales quienes resisten a los saudíes bajo una política de defender a una nación agredida injustamente.
Los halcones que se han hecho cargo del poder en Ryad, representados por el Príncipe Mohammed bin al Salman, a cargo de la defensa y los ingresos petroleros, pueden dar un paso mayor y mandar al grueso de su ejército a invadir Yemen, pero es una opción cada vez más difícil de realizar por su coste político y económico. Un ataque a Hodeidah, el puerto del Mar Rojo por donde entran al menos el 80% de la comida y las medicinas importadas, llevaría al país al límite y las consecuencias son impredecibles. Este escenario se ha hecho todavía más improbable debido al conflicto entre saudíes y qataríes que está debilitando a la coalición. Doha ha ordenado a sus mercenarios pakistaníes regresar a casa. Los estrategas militares saben que entrar es fácil. Lo difícil es salir y para ello se necesita construir una solución política; cada vez más difícil de lograr. Los hermanos musulmanes, cercanos a Qatar, encuadrados en Yemen en el partido del Islah, apoyaban a Hadi. Ahora es una incógnita lo que van a hacer. En esta situación cualquier acuerdo político precisa incluir a los huzíes y Saleh.
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Arabia Saudí es un vampiro que se alimenta de petróleo. Ha anunciado que quiere diversificar la economía, pero de momento eso solo es un proyecto. El 90% de los ingresos del gobierno vienen del crudo. Del petróleo depende la vida extravagante de la masiva familia al-Saud, los salarios de dos tercios de los trabajadores saudíes y todo el entramado de política exterior de injerencia e intervención en asuntos ajenos. El gasto militar ha representado el 13% del PNB durante los últimos seis años. Arabia Saudí se ha convertido en el mayor comprador de armas per capita del mundo. El mejor cliente de Inglaterra y Estados Unidos. Pero también ha financiado, gastando miles de millones de dólares, el wahabismo, principal instrumento ideológico de la expansión saudí, y se ha gastado otro tanto para comprar a las empresas de comunicación que informan sobre Arabia Saudí. Ante tantos gastos su superdependencia petrolera hace que cualquier turbulencia en el mercado de petróleo sea vital para sus intereses. Ryad necesita intervenir en él si no quiere ser afectada fatalmente por cualquier crisis.
Los halcones saudíes necesitan a Estados Unidos para ello. En su guerra contra Yemen dependen de ellos para mover sus aviones, municiones, entrenamiento, refueling en vuelo y proteger las fronteras. Uno de las últimas medidas de Obama –hay una oposición creciente en el Congreso a vender armas a los saudíes– había sido bloquear una entrega de munición de precisión por su preocupación con los ataques a objetivos civiles. Hay más de 12 mil muertos, la mayoría civiles, a causa de ellos. Una prohibición que Trump levantó rápidamente.
El Presidente Trump está haciendo más caso a los militares que Obama cuando se trata de política de seguridad nacional. Esto significa menos diplomacia y más bombas, incrementando el riesgo de una guerra total en la región. De momento sigue la política de Obama de drones y operaciones especiales, aunque se han intensificado. Hay quien piensa que dada la relación que el Presidente Trump está creando con el Principe Salman los Estados Unidos podrían atacar directamente a los huzíes. Sí esto ocurre el conflicto quedará fuera de control, pudiendo convertirse en el primer enfrentamiento directo entre iraníes y saudíes en una guerra generalizada.
En su viaje a Ryad –era su puesta de largo diplomática– Trump anunció una venta de armas por valor de 110 mil millones de dólares. Hubo más contratos económicos, cerca de 270 mil millones de dólares, entre ellos uno con Exxon Mobil. En su visita Trump se hizo acompañar de Rex W. Tillerson, su Secretario de Estado. Tillerson es gran amigo de los saudíes debido a que es un hombre del petróleo. Durante décadas fue el jefe ejecutivo de Exxon Mobil. Tillerson conoce bien la región. El problema es que la conoce desde la óptica de los intereses de las compañías petroleras. Al nombrarlo, Trump se había comportado como el sirviente de los intereses petroleros, que en realidad es lo que ha demostrado al sacar a Estados Unidos del acuerdo climático de París. Los intereses petroleros son parte de su coalición reaccionaria.
¿Para qué quieren los saudíes una Al-Qaeda fuerte en el sur de Yemen?
A finales de mayo un barco petrolero, el MT MUSKIE, con bandera de Estados Unidos, fue atacado en el estrecho de Bab al Mandab. La Fuerza Naval de la Unión Europea dijo que los atacantes dispararon granadas propulsadas por cohetes antes de llevar a cabo su asalto al buque. Los saudíes acusaron inmediatamente a los huzíes del incidente, pero el presidente del Comité Supremo Revolucionario de Yemen, Mohamad Ali al-Houzi negó toda responsabilidad de sus soldados y acusó a Arabia Saudí de fabricar el incidente.
El estrecho de Bab al Mandab, donde acaba el mar Rojo al sur del Yemen, es uno de los siete mayores embudos de transporte energético en el mundo. Pasan cada día 3,8 millones de barriles de petróleo y el equivalente a 0,5-1 millón de barriles de gas natural. Un bloqueo significaría un repunte inmediato del precio del petróleo, algo muy beneficiosos para los saudíes, quienes se encuentran en aprietos financieros. El precio del barril del petróleo saudí es muy competitivo, está por debajo de los 10 dólares. Cualquier aumento del precio del barril es muy lucrativo.
Un bloqueo del estrecho de Bab al Mandab tendría efecto en los precios, pero afectaría muy levemente a las exportaciones petroleras saudíes, a diferencia de lo que ocurriría con las de Irán y otros países del golfo. Eso ayuda a entender, al menos parcialmente, las diferencias existentes entre Arabia Saudi y otros estados del Golfo Pérsico. Un conflicto que afecta también al futuro de Yemen del Sur. Mientras la Unión de Emiratos Árabes apuesta por un Yemen del Sur independiente, Ryad estaría tentado de apoyar una división del territorio en sultanatos gobernado a la vieja manera colonial inglesa, territorio fértil para las disputas y la inestabilidad. Emiratos Árabes Unidos ha desplegado miles de tropas en el sur a diferencia de los saudíes; han entrenado a 30 mil yemeníes como soldados de un ejército estatal; y han invertido 2 mil millones de dólares en proyectos para revivir la economía. Incluso ha llegado a participar en operaciones contra Al-Qaeda junto a las fuerzas especiales de Estados Unidos7.
Los saudíes necesitan menos el paso por el estrecho que otros países del Golfo, porque el oleoducto saudí que une el este y oeste de Arabia, el Golfo con el Mar Rojo, atravesando la Península Arábiga, ha empezado a ser operativo. Los grandes pozos petroleros saudíes están en zonas chiítas del Golfo Pérsico. Arabia solo necesitaría para exportar el grueso de su petróleo que los estrechos de Ormuz y Bab al Mandab estuviesen abiertos. Podría embarcarlo en sus puertos del Mar Rojo. Pero sigue necesitando el paso de sus tanques petroleros por el canal de Suez. La buena amistad con Egipto es vital para sus intereses. Por eso cultiva sus relaciones con el Mariscal de Campo al-Sissi atacando a los Hermanos Musulmanes, que están apoyados por Qatar. El desarrollo de la guerra de Siria está siendo una mala noticia para Ryad. El Presidente Bashar al-Assad parece estar ganándola, cerrando la salida de petróleo saudí a Europa por oleoducto vía Turquía o en barcos desde el puerto de Lattakia. La crisis con Qatar puede ser interpretada en esta clave. Su acercamiento a Irán podría facilitarle un futuro entendimiento con Siria, asegurándose el envío del gas –Qatar tiene cuantiosas reservas– a Europa a través de su territorio. Egipto está cerrando el canal de Suez a sus barcos por su apoyo a los Hermanos Musulmanes.
La política militarista saudí –la nueva generación macho rehusa establecer compromisos– busca controlar por la fuerza las salidas del petróleo en la región. Un objetivo estratégico por su alta dependencia de los ingresos petroleros. Es una de las razones que explican la guerra del Yemen y su apoyo a ISIS en Iraq y Siria. Los guerrilleros islamistas pueden dañar cualquier oleoducto que atravesando Iraq y Siria llegase a Europa o al Mediterráneo, incidiendo en el precio y perjudicando a sus adversarios. En su frontera sur un gobierno de los huzíes protegería el paso a través Bab al Mandab de los barcos de Irán y de otros países del Golfo que exportan millones de barriles cada mes por el estrecho. Esa es la razón del porqué Ryad necesita un Yemen bajo su control, o si fracasa una Al-Qaeda fuerte en el sur del Yemen. Es una política de piratas pero esa es la historia de la familia beduina de los al-Saud. ¿No están saqueando en su propio provecho el petróleo de su pueblo?
Notas:
  1. Ver “Death in Al Ghayil”, Iona Craig, The Intercept.
  2. “Terror trial collapse after fears of deep embarrassment to security services”, The Guardian, Monday 1 june 2017.
  3. “Now the truth emerges: how the US fueled the rise of ISIS in Syria and Iraq”, The Guardian, june 6
  4. “In its third year of war, Yemen risk fragmentation”, The Economist Apr 27th 2017.
  5. Ver “What is happening in Yemen and how are Saudi Arabia´s airstrikes affecting civilian”, The Guardian, The Date Yemen Project.
  6. “Yemeni Bankers Get in Troubles Over a costumer, Al Qaeda”, The New York Times. Nov 15 2016.
  7. Ver el articulo citado de The Economist.
Fuente: http://www.elviejotopo.com/articulo/la-guerra-de-yemen-en-tiempos-de-trump/




          Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas (NS) Review   
This is a familiar game on this last day of June. It's been reviewed twice across three different platforms so far. This Nintendo Switch review of Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas is now SuperPhillip Central's third look at the game. What can I say -- I'm a sucker for Legend of Zelda-like adventures! Here's my review of Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas for the Nintendo Switch, recently released on the Nintendo eShop for $14.99.

Doesn't out Zelda Zelda, of course, but Oceanhorn is a competent Zelda-like all the same.


Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas has seen a release on multiple platforms in the past (I even reviewed it once on iOS and then a second time on the PlayStation 4), and now this Zelda-inspired game is on the Nintendo Switch. Finally, a game modeled after Zelda releases for a platform made by the company behind the storied franchise.

You might wonder why you would want to even bother with a secondhand Zelda-like when there is the real deal already on the system and in a big way with The Legend of Zelda: Breath of the Wild. For one, Oceanhorn doesn't have full 3D movement or even an open world. It's an isometric action-adventure game whose areas span multiple elevations and the like, and exploration is occasionally based off of mastering how to cross the undulating areas for treasure and special points of events. The second reason that Oceanhorn might be of interest to not just Zelda fans but those who crave an actual-adventure game on a budget is that the game is overall rather good. It doesn't make huge strides towards shaking things up or pushing innovation, but Oceanhorn is a consistent and enjoyable gaming experience regardless.

The isometric camera angle and focus on elevation gives Oceanhorn a unique hook despite being a Zelda clone.
Oceanhorn starts off relatively slowly, introducing the basics of the game to players on the Hermit's Island. Your nameless hero wakes up and talks to the titular hermit living on the island, and is tasked with reclaiming his father's sword and shield in a nearby cave. The game doesn't hold your hand like many modern Zelda games had done so before Breath of the Wild, so all you really get for help are optional-to-read signposts along the way. The cave itself introduces simplistic puzzles to solve, but really, most, if not all of Oceanhorn's puzzles throughout the entire experience don't revolve around too much critical thinking. You won't really be perplexed all too long at all by any stretch of the imagination. Other than puzzles, mostly block-pushing fare, there's the typical need to find keys to unlock doors to progress. After you've acquired your dad's sword and shield, the true adventure begins.

It's then that you can go to new islands on the uncharted seas. However, there is a severely limited amount of freedom to do so than say another Legend of Zelda game, the GameCube's Wind Waker. Islands aren't automatically available to you on the ocean map. You have to talk to specific characters and examine certain objects to get keywords that will then open up those places for travel on the ocean. Not every island in the game is mandatory, but the story-related ones are usually quite easy to find their keyword to progress. The optional ones take a modest amount of exploring to uncover through the game.

Don't expect to sail with complete freedom in Oceanhorn. It's much more restricted here.
When you do actually set sail, you merely select an island to move across the ocean towards. Thankfully, if you change your mind on your destination, you can alter your course by selecting a new island mid-trip. At the start of the game, there is little interaction while sailing. You just sit and wait until you arrive at your intended island of choice and that's it. Thankfully, your small boat sails at a speedy enough clip that makes each trip serviceable instead of completely tedious. Once you reach a certain point in the game, you get a seed cannon added to the boat, allowing you to shoot at boxes, mines, and enemies in the water for coins, ammo, and other goodies.

Playing Oceanhorn features controls that are responsive but sluggish combat. Sword swipes don't always hit their targets, so you can sometimes be swinging wildly to no effect, only hitting rocks and walls instead of enemies. That said, movement with the Switch's analog stick is great. Much better than what was offered on mobile, and equal in feel to the PlayStation 4 and I imagine any other dedicated gaming system controls. Only one sub-item and one magic spell can be equipped at once, but they can be cycled through with the up and down directions of the left Joycon's d-pad. Sub-items include Zelda mainstays like bombs and a bow and arrow, but also a boot that allows you to jump over square-long chasms with ease.

Combat is sufficient enough, but does have its slight issues.
Oceanhorn has an upgrade system for your character that rewards you with experience for defeating enemies, uncovering experience shards within treasure chests, and completing certain island goals. These are as simple as reading 10 signs, pushing blocks 100 times, mandatory story-related objectives, and more. When you reach enough experience, your level increases, rewarding you with a new bonus such as the ability to carry more bombs and arrows, an increase to your energy meter, and so forth.

Like any dungeon of value, this forest dungeon has its fair share of puzzles and exploration.
Outside of the isometric view and the experience system, Oceanhorn strays a little too closely to The Legend of Zelda series' formula and structure. For instance, the item set is traditional Zelda, dungeons house small keys, puzzles, and most obviously the Master Key that unlocks the dungeon's main treasure and boss door (very Zelda, that one), and you need to acquire four heart containers to increase your health. But some of the influences of Zelda just aren't executed as well, such as many of the boss battles that feel low in polish.

While this one ups the ante puzzle and challenge-wise.
Despite these moments of error, Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas on the Nintendo Switch is an engaging adventure from beginning to end. Obviously it's been good enough and enjoyable enough that I've managed to play through it on three separate occasions on three different platforms. Each time, of course, I see more and more minor flaws that change my overall thoughts of the game. One part that remains great to me is the presentation with a lovely soundtrack mostly by Kalle Ylitalo with some additions by famous Japanese composers Nobuo Uematsu of Final Fantasy fame and Kenji Ito of Mana and SaGa series fame. The world is colorful and delightful to look at, though with the block-based world design, you can see small holes occasionally between adjacent corners of blocks. It's definitely dated graphically, especially since it was originally a lower budget mobile game from years ago, but I overall like the look of Oceanhorn.

If you want a different kind of Zelda-like gameplay romp on your Nintendo Switch with a campaign that will last you at least 7-10 hours if you're not rushing through just to finish the game but actually exploring the world, then Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas isn't a game you should sleep on. You may have on another platform already, so if that's the case, there really is no benefit of getting the Switch version again unless you really want to have the privilege of switching between docked play and portable play at any time. Oceanhorn is indeed a Zelda clone, but it being isometric and overall competently designed makes it a winner and a fun game to replay in my books -- or, in this case, adventure log.

[SPC Says: B]

Review copy provided by FDG Entertainment.
          They shit the bed over procedurally generated planets?    

They shit the bed over procedurally generated planets? The fuck? The only thing absolutely guaranteed by a procedurally generated planet, is that there will be nothing in the slightest bit narratively satisfying happening on that fucking planet! The combat worked! The driving worked! All they had to do was to create…

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          Global Clinical Trials Consumables Market to Grow at a CAGR of 5.81% During the Period 2017 - 2021; Finds New Report   

Market Research Reports, Inc. has announced the addition of “Global Clinical Trials Consumables Market 2017 - 2021” research report to their website www.MarketResearchReports.com

Lewes, DE -- (SBWIRE) -- 06/29/2017 -- Report forecast the global clinical trials consumables market to grow at a CAGR of 5.81% during the period 2017-2021.

Clinical trials are research studies that are undertaken to test a drug or a medical device before it is launched in the market. The data generated from these studies help with the approval of the tested drug or medical device. In clinical trials, endpoints are the key results that are expected from the study. Inclusion and exclusion criteria are points that define the scope of the research study. Typically, clinical trials are segmented into five phases, and each phase is as critical as the other.

The report covers the present scenario and the growth prospects of the global clinical trials consumables market for 2017-2021. To calculate the market size, the report considers the revenue generated from the sales of consumables to various end-users (government organizations, academic and research institutions, and university hospitals).

The market is divided into the following segments based on geography:
- Americas
- APAC
- EMEA

According to the report, one of the major drivers for this market is increased funding of clinical trials. The global pharmaceutical market is witnessing a surge in the funding to clinical research to combat various rare diseases and to explore new therapies for existing diseases. This has resulted in increased budgets by regulatory authorities in the leading economies of the world.

Further, the report states that one of the major factors hindering the growth of this market is recruitment and retention of patients for clinical trials. Regulatory organizations across the world encourage pharmaceutical and biotechnology companies to develop drugs, biologics, and medical devices that either fulfill an unmet medical need or launch drugs that contain new chemical entities. These organizations grant market exclusivity to the company for the drug. This prevents other companies from submitting new applications for similar drugs.

Global Clinical Trials Consumables Market 2017-2021, has been prepared based on an in-depth market analysis with inputs from industry experts. The report covers the market landscape and its growth prospects over the coming years. The report also includes a discussion of the key vendors operating in this market.

key players in the global clinical trials consumables market: Eppendorf, Merck Millipore, PerkinElmer, and Thermo Fisher Scientific.

Other Prominent Vendors in the market are: Agilent Technologies, Bellco Glass, CRYSTALGEN, Camlab, Reagecon, Sartorius, Spectrum Chemical, and VITLAB.

Market driver
- Increased funding of clinical trials
- For a full, detailed list, view our report

Market challenge
- Recruitment and retention of patients for clinical trials
- For a full, detailed list, view our report

Market trend
- Outsourcing of drug discovery and clinical trial processes
- For a full, detailed list, view our report

Key questions answered in this report
- What will the market size be in 2021 and what will the growth rate be?
- What are the key market trends?
- What is driving this market?
- What are the challenges to market growth?
- Who are the key vendors in this market space?
- What are the market opportunities and threats faced by the key vendors?
- What are the strengths and weaknesses of the key vendors?

Spanning over 70 pages "Global Clinical Trials Consumables Market 2017 - 2021" report covers Executive summary, Scope of the report, Research Methodology, Introduction, Market landscape, Market segmentation by product type, Market segmentation by end-user, Geographical segmentation, Decision framework, Drivers and challenges, Market trends, Vendor landscape, Key vendor analysis, Appendix.

Please visit this link for more details: http://www.marketresearchreports.com/technavio/global-clinical-trials-consumables-market-2017-2021

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Global Serological Transplant Diagnostics Market 2017-2021 - Visit at - http://www.marketresearchreports.com/technavio/global-serological-transplant-diagnostics-market-2017-2021

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Sudeep Chakravarty
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          SYNTAX scoring: growing stronger   
This editorial refers to ‘Impact of the SYNTAX scores I and II in patients with diabetes and multivessel coronary disease: a pooled analysis of patient level data from the SYNTAX, PRECOMBAT, and BEST trials†’, by R. Cavalcante et al., on page 1969.
          Impact of the SYNTAX scores I and II in patients with diabetes and multivessel coronary disease: a pooled analysis of patient level data from the SYNTAX, PRECOMBAT, and BEST trials   
Abstract
Aims
To assess the impact of the SYNTAX scores I and II in outcomes after percutaneous coronary intervention (PCI) and coronary artery bypass graft (CABG) for patients with diabetes and multivessel disease (MVD).
Methods and results
We performed a patient-level pooled analysis of three large randomized trials of patients with MVD. The impact of coronary anatomic complexity as measured by the SYNTAX score in the differences in outcomes following PCI and CABG was assessed at a median follow-up of 5 years. We also assessed the performance of the SYNTAX II score model in patients with and without diabetes. From the 3280 patients enrolled in the three trials, a total of 1068 (32.6%) had diabetes. The rate of the composite of death, myocardial infarction (MI), or stroke was similar in the PCI and CABG arms in patients with low-intermediate (≤32) SYNTAX scores (15.1% vs. 14.9%, respectively; P = 0.93) while it was significantly higher in the PCI arm in patients with high (≥33) SYNTAX scores (24.5% vs. 13.2%, respectively; P = 0.018). The SYNTAX score II showed good calibration and moderate discrimination ability in patients with diabetes (c-index = 0.68) as well as in those without (c-index = 0.67).
Conclusions
Differences in 5 years outcomes following PCI and CABG for patients with MVD and diabetes were influenced by anatomic complexity as measured by the SYNTAX score. The SYNTAX score II mortality prediction model showed similar performance regardless of the diabetes status.

          ALLIANCE MMA PROMOTING RECORD SIX EVENTS IN JULY   
ALLIANCE MMA PROMOTING RECORD SIX EVENTS IN JULY ALLIANCE MMA PROMOTING RECORD SIX EVENTS IN JULY   COMBAT GAMES MMA, IRON TIGER FIGHT SERIES, NATIONAL FIGHTING CHAMPIONSHIP & ROY ENGLEBRECHT PROMOTIONS TO KICK OFF PRODUCTIVE Q3 NEW YORK, NY – June 29, 2017 – Alliance MMA, Inc. (“Alliance MMA” or the “Company”) (NASDAQ: AMMA), a professional mixed martial arts (MMA) company that brings together the best regional productions to build the next generation of MMA champions, is promoting six fights across the country in the month of July, building towards the Company’s previously stated objective of reaching an annual run rate of at least 125 regional MMA events per year. “Alliance MMA is hosting six regional events over the next 31 days which sets a new Company record,” said Paul K. Danner, Chief Executive Officer of Alliance MMA.  “Four of our eleven markets will host regional MMA events during July, which we expect will Continue Reading
          Combined Locks volunteer takes it one neighborhood at a time   
Jenni Eickelberg works through Habitat, other organizations to combat poverty housing.
      

          MITOS Y LEYENDAS SOBRE EL PELAJE DE LOS CABALLOS.   

MITOS Y LEYENDAS SOBRE EL PELAJE DE LOS CABALLOS.
Así como el signo del zodíaco para los seres humanos, el hombre de campo según el pelaje del caballo le asigna propiedades sobresalientes o de las otras. Algunas de estas condiciones tienen algún asidero científico, otras son mitos que han pasado de generación en generación.
Los blancos, de ellos se dicen que son caballos muy sudadores y por lo tanto poco resistentes para andar al rayo del sol. Esto puede ser debido a la cantidad de albinismo, es decir pestañas blancas que se dan en estos animales y por supuesto no ven bien en la claridad del sol.
Además se les atribuye atraer los rayos durante las tormentas. En la”Huella para mi tropilla”, Fernán Silva Valdés tiene una cuarteta que dice: “A la huella, la huella, caballo blanco, cuidado en las tormentas, que atrae el rayo”.
Las yeguas blancas eran las preferidas para los sacrificios entre los indios, e incluso el caballo zarco era de mal agüero. Basta recordar aquel pasaje del Martín Fierro cuando llega la peste a la toldería y los indios matan a un chico, cautivo blanco por tener los ojos claros como echándole la culpa de la epidemia.

Había un gringuito cautivo
Que siempre hablaba del barco
Y lo ahogaron en un charco
Por causante de la peste;
Tenía los ojos celestes
Como potrillito zarco.

De los tordillos oscuros se dice que son muy buenos nadadores.
Los bayos son considerados como los más bonitos y elegantes. El famoso cacique Ramón tenía un bayo que era envidiado por su belleza, conformación y su elegancia para trotar y el célebre Baigorrita tenía un bayo cabos blancos que era su mejor animal de pelea, no debemos olvidar el bayo con el que el general San Martín entró en combate en San Lorenzo, del cual el General Bartolomé Mitre en su historia de San Martín dice: “El General San Martín, al bajar precipitadamente de su observatorio encontró al pie de la escalera a Robertson, a quien dirigió esta frase – Ahora en dos minutos más estaremos sobre ellos espada en mano. Un arrogante caballo bayo de cola cortada al corvejón, militarmente enjaezado, se veía a pocos pasos, teniéndolo de la brida su asistente Gatica. Montó en él, apoyando apenas el pie en el estribo y corrió a ponerse al frente de sus granaderos.
Los gateados son ponderados como hábiles y voluntariosos. Hay un viejo refrán que dice: “Cuando montás un gateado, montás una tropilla”.
Dicen que los lobunos son infatigables, bravos y desconfiados, esto los hace peligrosos para aquel que no es buen jinete, dado que se dice que son espantadizos ante lo desconocido. Hay una copla que dice:
“Cuidado con el lobuno
en la mañana muy fría,
que arriba vigila Dios
pero abajo el diablo mira”.
Los moros son muy buscados por los paisanos, más si son dueños de algún chapeado, pues la plata se luce muy bien sobre el pelaje oscuro.
Aquí debemos recordar al moro de Martín Fierro en la literatura y el famoso moro de Facundo Quiroga.
De estos caballos se dice que se les puede confiar el alma.
“a la huella, la huella,
caballo moro
contigo y con mi prenda,
lo tengo todo.”
De los picasos se dice que son animales veloces y con mucho pique de arranque, de ellos hay la creencia que fueron engendrados en un día de tormenta con rayos o con viento fuerte, por eso son ligeros como el rayo o como el viento.
Los rosillos tienen sobre su lomo la creencia de ser animales lerdos y flojos para trabajar.
Un pelo muy apreciado también es el pangaré, dice la copla: Pangaré, Pangaré, galopa que te veré.
Una historia refiere que el cacique Calfiaó, encontrándose perseguido por una patrulla y con su caballo boleado atrás, logró huir de sus perseguidores llevando en ancas de su pangaré a un hijo de 15 años.
Y también en nuestra zona hay que recordar al famoso Pangaré Buey llamado también el pangaré buey del Salado, un parejero que no perdió una sola carrera en toda su vida. Su dueño era el coronel Benito Machado.
De los zainos se dice: zaino bueno para todo.
Los overos tienen buena fama como valientes y rendidores, era el pelaje elegido por los indios, aún más pintaban círculos blancos cuando salían de pelea.
De los tobianos, mejor ni hablar, se dice “el tobiano, para nada”.
Incluso tienen fama de poco galopadores.
Omar Moreno Palacios en una milonga corralera que tiene grabada junto a Alfredo Abalos, dice en una cuarteta:
Soy nacido en Chascomús,
Pago que fundó Escribano,
Y no conozco la envidia
Ni parejero tobiano.
Los caballos bragados tienen fama de valientes, esto viene de la leyenda que da nombre a ese pueblo de la provincia de Buenos Aires y que cuenta de un caballo de ese color que perseguido por los indios prefiere tirarse desde la barranca de la laguna del mismo nombre, antes de ser capturado.
De los caballos con clinas y cola blancas amarillentas, es decir lo que se llaman roanos o ruanos, se dice que es caballo de mujeres.
Esta creencia viene de las mujeres rubias que llegaban desde las islas británicas o desde el centro Europa.
El caballo calzado de una, es decir con una sola pata blanca se los considera de mal agüero, es decir de mala suerte.
En cambio para los calzados de dos se dice: Calzado de dos, reservalo para vos y para el calzado de tres, no lo vendas ni lo des.
Calzado de cuatro, vendelo caro o barato. ( se dice que son rodadores)
Cuando un caballo tiene una mano mora se asegura es muy ligero y con mucho amor propio.
“El pingo de mano mora,
es gaucho como mi abuelo,
corriendo no afloja un pelo
y cuando no alcanza, llora.”
Pero el color que se lleva los laureles como infatigable y ligero, aun en otras culturas es el alazán y más aun el alazán tostado.
Hay una copla: alazán tostado, antes muerto que cansado.
En un libro árabe llamado “Los caballos del Sahara” hay un párrafo que dice: “Si os aseguran haber visto volar un caballo por los aires, preguntad su pelaje, si os contestan que alazán tostado: creedlo.”
Según una leyenda que cuenta Juan Benigar, Ben-Dyab, jefe renombrado del desierto, que vivía por el año 905 de la hégira, perseguido un día por Saad-el-Zanaty, scheik de los Oulad-Yagoub, se dio vuelta hacia su hijo y le preguntó: ¿Cuáles son los caballos del enemigo que llevan la delantera?. ¡Los blancos!, contestó su hijo. “Está bien, dirijámonos del lado del sol y se derretirán como manteca.”
Algún tiempo después Ben-Dyab, dándose vuelta otra vez, preguntó: “¿Cuáles son los caballos que van ahora a la delantera?”. “Los oscuros”, le gritó el hijo. “Está bien, vayamos por las piedras y no tendremos nada que temer, esos caballos se parecen a las negras del Sudán que no pueden caminar descalzas sobre los guijarros”.
Pasado un tiempo, volvió a preguntar a su hijo: “¿Y, ahora, cuales son los caballos del enemigo que llevan la delantera?”. El hijo respondió: “Los alazanes tostados y los zainos negros”.
“En este caso, exclamó Ben-Dyab, talón, muchachos a nuestros caballos, porque estos bien nos podrían alcanzar si no hubiésemos dado cebada a nuestros animales durante todo el verano.

En la foto, “EL BEDUINO Y SU ALAZAN”. Escultura en madera de cedro policromado. EN VENTA.
MITOS Y LEYENDAS SOBRE EL PELAJE DE LOS CABALLOS. Así como el signo del zodíaco para los seres humanos, el hombre de campo según el pelaje del caballo le asigna propiedades sobresalientes o de las otras. Algunas de estas condiciones tienen algún asidero científico, otras son mitos que han pasado de generación en generación. Los blancos, de ellos se dicen que son caballos muy sudadores y por lo tanto poco resistentes para andar al rayo del sol. Esto puede ser debido a la cantidad de albinismo, es decir pestañas blancas que se dan en estos animales y por supuesto no ven bien en la claridad del sol. Además se les atribuye atraer los rayos durante las tormentas. En la”Huella para mi tropilla”, Fernán Silva Valdés tiene una cuarteta que dice: “A la huella, la huella, caballo blanco, cuidado en las tormentas, que atrae el rayo”. Las yeguas blancas eran las preferidas para los sacrificios entre los indios, e incluso el caballo zarco era de mal agüero. Basta recordar aquel pasaje del Martín Fierro cuando llega la peste a la toldería y los indios matan a un chico, cautivo blanco por tener los ojos claros como echándole la culpa de la epidemia.  Había un gringuito cautivo Que siempre hablaba del barco Y lo ahogaron en un charco Por causante de la peste; Tenía los ojos celestes  Como potrillito zarco.  De los tordillos oscuros se dice que son muy buenos nadadores. Los bayos son considerados como los más bonitos y elegantes. El famoso cacique Ramón tenía un bayo que era envidiado por su belleza, conformación y su elegancia para trotar y el célebre Baigorrita tenía un bayo cabos blancos que era su mejor animal de pelea, no debemos olvidar el bayo con el que el general San Martín entró en combate en San Lorenzo, del cual el General Bartolomé Mitre en su historia de San Martín dice: “El General San Martín, al bajar precipitadamente de su observatorio  encontró al pie de la escalera a Robertson, a quien dirigió esta frase – Ahora en dos minutos más estaremos sobre ellos espada en mano. Un arrogante caballo bayo de cola cortada al corvejón, militarmente enjaezado, se veía a pocos pasos, teniéndolo de la brida su asistente Gatica. Montó en él, apoyando apenas el pie en el estribo y corrió a ponerse al frente de sus granaderos. Los gateados son ponderados como hábiles y voluntariosos. Hay un  viejo refrán que dice: “Cuando montás un gateado, montás una tropilla”. Dicen que los lobunos son infatigables, bravos y desconfiados, esto los hace peligrosos para aquel que no es buen jinete, dado que se dice que son espantadizos ante lo desconocido. Hay una copla que dice: “Cuidado con el lobuno en la mañana muy fría,  que arriba vigila Dios  pero abajo el diablo mira”. Los moros son muy buscados por los paisanos, más si son dueños de algún chapeado, pues la plata se luce muy bien sobre el pelaje oscuro. Aquí debemos recordar al moro de Martín Fierro en la literatura y el famoso moro de Facundo Quiroga. De estos caballos se dice que se les puede confiar el alma. “a la huella, la huella, caballo moro contigo y con mi prenda, lo tengo todo.” De los picasos se dice que son animales veloces y con mucho pique de arranque, de ellos hay la creencia que fueron engendrados en un día de tormenta con rayos o con viento fuerte, por eso son ligeros como el rayo o como el viento. Los rosillos tienen sobre su lomo la creencia de ser animales lerdos y flojos para trabajar. Un pelo muy apreciado también es el pangaré, dice la copla: Pangaré, Pangaré, galopa que te veré. Una historia refiere que el cacique Calfiaó, encontrándose perseguido por una patrulla y con su caballo boleado atrás, logró huir de sus perseguidores llevando en ancas de su pangaré a un hijo de 15 años. Y también en nuestra zona hay que recordar al famoso Pangaré Buey llamado también el pangaré buey del Salado, un parejero que no perdió una sola carrera en toda su vida. Su dueño era el coronel  Benito Machado. De los zainos se dice: zaino bueno para todo. Los overos tienen buena fama como valientes y rendidores, era el pelaje elegido por los indios, aún más pintaban círculos blancos cuando salían de pelea. De los tobianos, mejor ni hablar, se dice “el tobiano,  para nada”. Incluso tienen fama de poco galopadores. Omar Moreno Palacios en una milonga corralera que tiene grabada junto a Alfredo Abalos, dice en una cuarteta: Soy nacido en Chascomús, Pago que fundó Escribano, Y no conozco la envidia Ni parejero tobiano. Los caballos bragados tienen fama de valientes, esto viene de la leyenda que da nombre a ese pueblo de la provincia de Buenos Aires y que cuenta de un caballo de ese color que perseguido por los indios prefiere tirarse desde la barranca de la laguna del mismo nombre, antes de ser capturado. De los caballos con clinas y cola blancas amarillentas, es decir lo que se llaman roanos o ruanos, se dice que es caballo de mujeres. Esta creencia viene de las mujeres rubias que llegaban desde las islas británicas o desde el centro Europa. El caballo calzado de una, es decir con una sola pata blanca se los considera de mal agüero, es decir de mala suerte. En cambio para los calzados de dos se dice: Calzado de dos, reservalo para vos y para el calzado de tres, no lo vendas ni lo des. Calzado de cuatro, vendelo caro o barato. ( se dice que son rodadores) Cuando un caballo tiene una mano mora se asegura es muy ligero y con mucho amor propio.  “El pingo de mano mora, es gaucho como mi abuelo, corriendo no afloja un pelo y cuando no alcanza, llora.” Pero el color que se lleva los laureles como infatigable y ligero, aun en otras culturas es el alazán y más aun el alazán tostado. Hay una copla: alazán tostado, antes muerto que cansado. En un libro árabe llamado “Los caballos del Sahara” hay un párrafo que dice: “Si os aseguran haber visto volar un caballo por los aires, preguntad su pelaje, si os contestan que alazán tostado: creedlo.” Según una leyenda que cuenta Juan Benigar, Ben-Dyab, jefe renombrado del desierto, que vivía por el año 905 de la hégira, perseguido un día por Saad-el-Zanaty, scheik de los Oulad-Yagoub, se dio vuelta hacia su hijo y le preguntó: ¿Cuáles son los caballos del enemigo que llevan la delantera?. ¡Los blancos!, contestó su hijo. “Está bien, dirijámonos del lado del sol y se derretirán como manteca.”  Algún tiempo después Ben-Dyab, dándose vuelta otra vez, preguntó: “¿Cuáles son los caballos que van ahora a la delantera?”. “Los oscuros”, le gritó el hijo. “Está bien, vayamos por las piedras y no tendremos nada que temer, esos caballos se parecen a las negras del Sudán que no pueden caminar descalzas sobre los guijarros”. Pasado un tiempo, volvió a preguntar a su hijo: “¿Y, ahora, cuales son los caballos del enemigo que llevan la delantera?”. El hijo respondió: “Los alazanes tostados y los zainos negros”. “En este caso, exclamó Ben-Dyab, talón, muchachos a nuestros caballos, porque estos bien nos podrían alcanzar si no hubiésemos dado cebada a nuestros animales durante todo el verano.  En la foto, “EL BEDUINO Y SU ALAZAN”. Escultura en madera de cedro policromado. EN VENTA.

          “SAN GREGORIO”, La batalla olvidada.   


Hace 31 minutos 

“SAN GREGORIO”, La batalla olvidada.

Hoy se cumplen 160 años de la Batalla de San Gregorio.
Esta batalla, signada, no entiendo porque razón en el olvido, se libró entre las fuerzas de la Confederación Argentina y las del Estado de Buenos Aires.
El lugar del acontecimiento es en la boca del Río Salado en su llegada a la bahía de Samborombón.
El 22 de enero de 1853 casi 3.000 hombres de las tres fuerzas, artillería, caballería y unos pocos infantes (incluyendo algunos indios amigos) al mando del coronel Pedro Roxas y Belgrano, que era comandante en la frontera de Azul y formó la fuerza de su propio peculio al servicio de Buenos Aires y por el otro lado el ejército de Hilario Lagos, con unos 2.500 hombres que puso al mando del general Gregorio Paz para defender la causa de la Confederación Argentina.
El resultado de las armas fue rápido y favoreció a los confederados, pero de acuerdo a Guillermo Hudson, el recordado autor de “Allá Lejos y Hace Tiempo”, que vivía en las proximidades no fueron muchos los muertos “porque todos estaban bien montados”.
Hasta aquí la efemérides de hoy, pero yo quiero ahondar un poco más en este tema.
Todos los amigos conocen mi gusto por la historia y el tradicionalismo.
Para todos los tradicionalistas la figura de José Hernández, el autor del Martín Fierro es tradición pura, pero no es solo así. Yo quiero destacar de Hernández su faceta de aprendizaje y su espíritu de luchador.
Fue un gran autodidacta, periodista, soldado y luchador federalista cuyo poema Martín Fierro, considerado un clásico nacional, canta la independencia, el estoicismo y el coraje de los gauchos.
Nació el 10 de Noviembre de 1834, en la Chacra de Pueyrredón, en el caserío de Perdriel, partido de San Martín, provincia de Buenos Aires.
Sus padres fueron Don Rafael Hernández y Doña Isabel de Pueyrredón, prima hermana de Juan Martín de Pueyrredón. A la edad de 4 años José ya leía y escribía, y cursó su escolaridad en el Colegio de Don Pedro Sánchez.
Cuando tenía 9 años, a causa de una enfermedad y ya con su madre fallecida, los médicos recomendaron a su padre (capataz de las estancias de Rosas) que lo llevara a vivir al campo. Se trasladaron entonces al sur de la provincia, al poblado de Camarones. Fue allí donde entró en contacto con el estilo de vida, las costumbres, la lengua y los códigos de honor de los gauchos. Vive 9 años en el campo y tiene participación en varios enfrentamientos con los indios, que en aquel entonces ocupaban gran parte de la provincia de Buenos Aires.
Entre 1852 y 1872, durante una época de gran agitación política en el país, defendió la postura de que las provincias no debían permanecer ligadas a las autoridades centrales, establecidas en Buenos Aires. En el año 1853 viste uniforme militar y combate en Rincón de San Gregorio contra las fuerzas del coronel rosista Hilario Lagos.
Y aquí me quiero detener en su biografía para explicar el motivo que hago de Hernández en este comentario.
A partir del año 1983 y durante cinco hermosos años fui director de la Escuela Rural Nº 26 del Partido de Chascomús. Está ubicada a 45 kilómetros de la ciudad por camino de tierra. La última parte, unos 15 kilómetros, es un terraplén de tierra hecho con la sacada del llamado canal 18, al que bordea. Este canal desagota en el río Salado.
El paraje donde está ubicada la escuelita es precisamente: San Gregorio. El lugar donde se desarrollo la batalla que hoy se recuerda y en la que combatió José Hernández.
En muchas casas de los padres de mis alumnos guardan balas de cañón que se habían encontrado en el lugar.
Cuando los productores rurales araban sus campos, como testigos mudos de esta batalla, solían aparecer restos de fusiles, y trozos de sables, que el tiempo y la corrosión habían prácticamente destruido.
Sabiendo mi gusto por la historia y el tradicionalismo un día un alumno me trajo, de parte de su padre, una empuñadura de un sable. Lo había encontrado, precisamente rastreando el campo.
Cuando lo tuve en mi mano, imaginé un montón de cosas. ¿A quién habría pertenecido? ¿De qué bando habría peleado? ¿Habría muerto en la batalla? Y me imaginé… ¿Y por qué no, que había pertenecido a José Hernández?
La verdad es que este trozo de historia pesaba en mi mano, me quemaba. ¿Cuántas cosas le preguntaría si pudiese contestarme?
Todavía lo conservo, está muy deteriorada, y hasta hubo gente que visitando mi casa me preguntó ¿Para qué guardás esa porquería?
¡Como se ve que no sienten la historia!

Esta vieja foto me la regaló un vecino del lugar, la flecha señala un promontorio de tierra donde estaban emplazadas las baterías que interceptaron la entrada de la escuadra bloqueadora anglo-francesa en la época de Rosas, precisamente en los campos de San Gregorio.
 
 
          MALÓN DE DOLORES (1821) SECUENCIA DE LOS ACONTECIMIENTOS   

Hace 22 minutos 

Juego de ajedrez histórico. EN VENTA.
MALÓN DE DOLORES (1821)
SECUENCIA DE LOS ACONTECIMIENTOS

• 1806. Julián Martínez Carmona se hace de la estancia “Dos Talas” sita al sur del Río Salado y avanza hasta Ayacucho donde establece la estancia “Toldos Viejos”.
• 1811. Francisco Ramos Mejía se dirige al sur del río Salado y compra a los indios tierras cerca de la laguna Kakel Huincul. Con él viajaría como capataz y lenguaraz José Luis Molina, conocido como “El Gaucho”.
• 1812. Francisco Ramos Mejía inicia su estancia Miraflores en un lugar llamado Mari Huincul (diez lomas).
• 1814/15. La estancia de Martínez Carmona denominada “Toldos Viejos” en la zona de Ayacucho sufre un ataque por parte de los indios pampas, éste se retira a su establecimiento “Dos Talas” en Dolores.
• 1815. Se instala a orillas de la laguna Kakel Huincul un fortín. Estará al mando del Capitán Ramón Lara.
• 1817. Sobre tierras donadas por Julián Martínez de Carmona de su estancia “Dos Talas” se funda el pueblo de Dolores.
• 1818/19. Comienza una violenta reacción de los pueblos indígenas contra el avance de las fronteras hacia el sur.
• 1820. El gobernador Martín Rodríguez comisiona a Francisco Ramos Mejía a efectuar un parlamento de paz con los caciques pampas en su estancia Miraflores. El 7 de marzo se firma el tratado.
• 1820. Aparición del chileno José M. Carrera. Malones en Salto y Lobos.
• 1821. El gobernador Martín Rodríguez al mando de 2500 soldados se dirige al sur.
• 1821. La expedición es un fracaso y a su regreso, Martín Rodríguez ordena el arresto de Ramos Mejía, su familia y un grupo de indios que habitaban la estancia, quienes son trasladados a Buenos Aires.
• Muchos indios y gauchos logran huir, entre ellos el “Gaucho” Molina, quién aprovechando su ascendiente sobre algunos caciques pampas, como Ancafilú, Antonio Grande y Pichimán, llevan a cabo un malón con mil quinientas lanzas que el 30 de abril destruye el pueblo de Dolores y la mayoría de las estancias vecinas, entre ellas “Dos Talas”. “Miraflores” fue respetada en esta acción.
• El cacique Ancafilú muere años después en el combate de la Laguna Arazá.
• A Francisco Ramos Mejía se le prohibió volver a Miraflores, quedando confinado en la chacra de Tapiales. Muere el 15 de marzo de 1828. Sus deudos debieron esperar dos días para recibir el permiso para su inhumación. En este lapso un grupo de indios roban el cuerpo y se lo llevan con dirección sur y nunca se supo donde fueron enterrados sus restos.
• El Gaucho Molina luego de una azarosa y ajetreada vida muere en diciembre de 1830. Algunos dicen que en Chascomús, otros en Tandil.
• Julián Martínez Carmona muere en Buenos Aires en 1834.
• Martín Rodríguez muere exiliado en Montevideo en 1845.

LOS PERSONAJES DEL JUEGO:

Piezas Blancas:
Rey: Julián Martínez de Carmona.
Reina: Doña Francisca Ortiz
Alfiles: Capataces de la Estancia
Caballos: Dos peones montados
Torres: Dos ombúes
Peones: cuatro peones de la estancia
un viejo agregado
un negro esclavo
dos mujeres


Piezas Negras:
Rey: Cacique Ancafilú (Cuerpo de Víbora)
Reina: Su mujer
Alfiles: Cacique Ramón Grande
Gaucho Juan Molina
Caballos: dos indios de lanza montados
Torres: Dos Talas
Peones: cuatro indios guerreros
Cuatro personajes de la “chusma”: Dos mujeres
Un chiquillo
Un viejo

          Newest naval littoral combat ship to be christened LCS Billings   
MARINETTE, Wis. The U.S. Navy will christen its newest Freedom-variant littoral combat ship (LCS), USS Billings (LCS 15), during a July 1 ceremony in Marinette, Wisconsin, the home of shipbuilder Fincantieri Marinette Marine. The future USS Billings, the name of which honors the largest city in Montana, will be the first ship bearing that name in naval service.

          Benghazi: 44 soldats libyens tués en un mois (TribunedeGenève)   
Les hommes du maréchal Haftar ont subi de lourdes pertes dans les combats face aux djihadistes à Benghazi.
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          GLI USA SI RITIRANO DALLA SIRIA SUDORIENTALE   
Home / Notizie dal Mondo / Gli Usa si ritirano da Al-Tanaf e rinunciano all’occupazione della Siria Sudorientale

Gli Usa si ritirano da Al-Tanaf e rinunciano all’occupazione della Siria Sudorientale

FONTE: MOON OF ALABAMA
Gli Stati Uniti rinunciano alla posizione senza speranza al confine tra Siria e Iraq, vicino al-Tanaf, nella Siria sud-orientale. I militari statunitensi avevano già bombardato le forze siriane quando si stavano avvicinando alla posizione, ma si sono ritrovati esclusi, isolati a nord e chiusi in una zona inutile. Al-Tanaf è nell’area blu con le due frecce scure nella parte inferiore della mappa. Sarà presto rossa quando verrà liberata e posta sotto il controllo del governo siriano.
Qui appresso una versione più espressiva della mappa:
Per ricapitolare:
Il piano statunitense era avanzare da al-Tanaf a nord, verso l’Eufrate, per conquistare e controllare tutto il sud-est della Siria. Ma la Siria e gli alleati hanno effettuato una mossa inattesa impedendo il piano. Gli invasori sono ora separati dall’Eufrate da una linea ovest-est che termina al confine siriano-iracheno. Elementi delle Unità Militari Popolari irachene sotto il comando del governo iracheno, avanzano per incontrare le forze siriane al confine. Gli invasori statunitensi sono ora nel mezzo del deserto piuttosto inutile attorno al-Tanaf, dove la sola opzione è morire di noia o rientrare in Giordania da dove sono venuti” (1).
Le forze armate statunitensi avevano anche trasferito per 300 km un lanciarazzi HIMARS dalla Giordania ad al-Tanaf. Una ridicola bravata. Non ne migliorava le capacità passando dalla posizione iniziale in Giordania a poche miglia ad ovest. Ma qualcuno nell’esercito statunitense credeva che mostrare tale arma in una zona condannata avrebbe impressionato i siriani e i russi e cambiato la realtà. Non l’ha fatto. Era chiaro che gli Stati Uniti se ne sarebbero dovuti andare. Ora pare stia succedendo. Una fonte credibile afferma (2):

Evidentemente l’FSA di al-Tanaf sta davvero volando verso Shaddadi. È in corso di attuazione il piano C”.
C’erano a riguardo diverse voci (4) sin da ieri e quelle sopra riferite ora lo confermano. LOL davvero.
Circa 150 miliziani addestrati dagli Stati Uniti verranno trasferiti (5) da al-Tanaf alla Siria nordorientale, dove si uniranno alle (odiate) forze curde. Potrebbero poi cercare di raggiungere dal nord Dayr al-Zur, assediata dall’ l’ISIS, o eseguire una missione suicida contro un’altra posizione dell’ ISIS. L’Esercito arabo siriano si avvicina per liberare Dayr al-Zur probabilmente da sud e da est. È improbabile che lascerà che i fantocci degli USA vi partecipino. Il contingente statunitense si sposterà ad ovest da al-Tanaf, tornando in Giordania. Le forze siriane e irachene assumeranno il controllo del confine da al-Walid ad al-Tanaf per far riprendere il regolare traffico commerciale sull’autostrada Damasco-Baghdad.
I vari sostenitori che hanno propugnato (6) la grande missione statunitense di occupare l’intero confine iracheno-siriano e la Siria orientale hanno perso. Il collegamento diretto, la “mezzaluna sciita”, tra Iran e Libano che con tale mossa avrebbero voluto impedire non è mai stato un collegamento stradale fisico e certamente nulla che gli Stati Uniti avrebbero potuto combattere con qualsiasi genere di mezzi materiali. Quel loro spronare per una occupazione statunitense della Siria orientale e l’incitamento a un grande conflitto sono ormai falliti.

Fonte: www.moonofalabama.org
Link: http://www.moonofalabama.org/2017/06/us-retreats-from-al-tanf-gives-up-idea-of-occupying-south-east-syria.html
29.06.2017
Scelto e tradotto per www.comedonchisciotteoorg da OLDHUNTER

NOTE
1.http://www.moonofalabama.org/2017/06/syria-summary-the-end-of-the-war-is-now-in-sight.html
2.https://twitter.com/TomtheBasedCat
3.https://twitter.com/TomtheBasedCat/status/880450519663353861
4.https://twitter.com/WithinSyriaBlog/status/880451414174126082
5.https://twitter.com/ColoniumKoeln/status/880488058344415233
6.http://www.thedailybeast.com/where-to-draw-the-line-against-irans-mideast-takeover?via=twitter_page

          DAESH   

Daesh e il forte fetore di morte in Occidente

Ogni volta che Daesh aggiunge una perla alla sua tragica collana degli attacchi dei “lupi solitari “ o della “rete” – come a Manchester, Parigi, Londra, Nizza, Berlino – l’Occidente si infuria contro quei “perdenti malvagi” (copyright Donald Trump).
Ogni volta che la formidabile macchina militare dell’Occidente aggiunge una perla alla sua tragica collana dei “danni collaterali” – in Libia, Yemen, Somalia o nelle aree tribali del Pakistan – regna il silenzio. Nessun nome musulmano completo nelle prime pagine.
Ogni volta che i burattini della NATO/GCC aggiungono una perla alla loro stessa tragica collana di massacri premeditati – in Siria, in Iraq – gli autori sono scusati perché sono “dei nostri”, ribelli  “moderati” e combattenti per la libertà.
Questa inesorabile logica perversa non sarà alterata. Ora però c’è una variante, perché il presidente Trump ha spiegato ad un mondo sorpreso, e grazie al discorso preparatogli dall’islamofobo di fiducia, Stephen Miller, che è tutta colpa dell’Iran.
Trump ha professato la sua fede, mentre giurava su una sfera splendente a Riyad; l’alma mater di tutte le forme di terrorismo Wahhabita o Salafita-Jihadista.
Egli ha professato la sua fede dopo che aveva appena venduto una partita di armi da svariati miliardi di dollari agli sfarzosi teocrati totalitari del Regno Saudita.
Queste armi saranno usate dal Regno Saudita per cancellare lo Yemen dalla faccia della terra, per acuire una guerra fratricida sunnita-sciita su tutti i fronti, e per lasciare mano libera ai loro accuratamente selezionati “combattenti per la libertà” in Siria.
Non si ripete mai a sufficienza che Daesh e il Regno Saudita, sono le due facce cadaveriche della medesima moneta stampata da Medusa: la teocrazia totalitaria, attuata per mezzo della Jihad.
La classe dirigente statunitense o lo StatoProfondo, così come il Regno Unito, non lo ammetteranno mai.  Così tante armi, in così poco tempo.
E chi poi, in Occidente, paga, in sangue, per questo circolo vizioso e depravato?
Ragazze adolescenti [in inglese] a Manchester. Per citare luttuosamente Morrissey e Marr all’apice degli Smiths : “I freschi  lillà nelle brughiere / Non possono nascondere l’insopportabile puzza della morte”.
Il Califfato Senza Terra
Gli strateghi del Daesh non potevano fregarsene di meno di quello sfavillante globo a Riyad (né la Casa reale Saudita, se per questo). Rintanati in un salotto di attesa del deserto “Syraq”, desiderosi di impossessarsi presto del nuovo hardware americano – chiamatela la Linea dei Topi Saudita [in inglese, qui in italiano] – se ne sono usciti con piani alternativi.
Sia a Mosul che a Raqqa, gli uomini del Daesh non se ne staranno ad aspettare di essere sterminati. Ben protetti da tribù locali leali e devote, ingegneri e tecnici esperti di combattimento sono stati spediti in mezzo al nulla nel deserto a cavallo del “Syraq”.
La strategia è stata perfezionata a Sirte, in Libia, sulle montagne del Sinai, e adesso a cavallo del “Syraq”. Ma il campo di battaglia privilegiato, da ora in poi, saranno le terre europee degli infedeli.
Sul fronte occidentale, il Daesh può contare su una miriade di jihadisti pronti a colpire ad ogni istante, gente residente in Unione Europea, radicalizzata su Internet e, oltre a questi, il Daesh può contare su una rete selezionata di moschee e madrasse finanziate dai proverbiali, ricchi donatori del GCC (Gulf Cooperation Council [il Consiglio per la Cooperazione nel Golfo Persico]).
Il profilo dell’attentatore di Manchester è particolarmente eloquente: un Britannico di ascendenze libiche, con rapporti indiretti (presunti viaggi segreti in Siria) con la via di fuga Libia-Siria Takfiristan voluta da Hillary Clinton. Queste connessioni implicano l’esistenza dei collegamenti fra Al Qaeda e Daesh, perché il progetto originale della via di fuga prevedeva che il Lybia Islamic Fighting Group (LIFG), fosse affiliato ad Al Qaeda e pienamente sostenuto da Washington e da Londra.
E poi, il Daesh può contare su specialisti che gli guardano le spalle.
Ogni agenzia di spionaggio occidentale ha calcolato che in Libia ci sarebbero state fino a 6.000 vittime fra gli Jihadisti. Veramente, non è così, sono stati solo poche centinaia. Questa è la conseguenza di un ritiro organizzato degli Jihadisti dal deserto. Mentre la guerra civile libica di fatto continua a svolgersi, il Daesh troverà modi sicuri per infiltrare nuove ondate di jihadisti esperti in battaglia, confondendoli con i profughi e i rifugiati che attraversano il Mediterraneo.
Quelli pochi lasciati morire per la causa a Mosul rappresentano un problema diverso. I documenti [in inglese] trovati alla Università di Mosul hanno mostrato un dettagliato programma di armi chimiche grezze, sviluppato in loco, comprendente esperimenti con gas nervini sui prigionieri. C’è bisogno di specialisti per condurre tali esperimenti – e molti di essi potrebbero essere degli occidentali. Dove sono? Sono stati infiltrati nel profondo del deserto “Syraq” tra Deir Ezzor e Al Qaim.
La propaganda rimane implacabile. L’ultimo video del Daesh, pubblicato la scorsa settimana, presenta jihadisti occidentali, tra cui un americano, Abu Hamza al-Amriki. Essi invocano la vendetta dopo che “donne e bambini sono stati uccisi dai selvaggi bombardamenti degli Stati Uniti”. Così, secondo la loro logica, è “giusto” uccidere i civili occidentali, incluse le ragazze a Manchester.
Il video presenta anche le nuove attrezzature fai da te del Daesh fabbricate nella provincia di Mosul – dai droni ai lanciatori di razzi artigianali.
Quindi, strategicamente, il Daesh si sta adattando rapidamente ai nuovi campi di battaglia. Si tratta di combattere i missili e le bombe al fosforo dei “crociati” per mezzo di ondate crescenti di attentatori suicidi solitari.
Il Daesh potrebbe essere già stato espulso, o essere sulla via per esserlo, da Fallujah, Sirte, Mosul e Raqqa. Ma, al contempo, entra nel Califfato Senza Terra, negli snodi fantasma delle aree deserte lungo l’Eufrate, nel deserto libico, nelle montagne del Sinai.
Questo va aldilà di una battaglia per Mosul o di una battaglia per Raqqa.
Questo va ben oltre una politica di “Armi in cambio di Soldi” promossa dall’amministrazione Trump, a vantaggio di un complesso militare-industriale sempre più ingordo.
E questo va al di là del fatto che un Trump letalmente inconsapevole creda che una “NATO araba” sunnita composta dai despoti dei petrodollari disposti a distruggere l’Iran sciita – ed i suoi alleati – sia destinata a portare la “pace” tra gli Arabi e Israele.
Daesh non si preoccupa di nessuna di queste sfumature geopolitiche. I figliol prodighi del Salafismo-Jihadismo wahabita rappresentano, in questo momento, una “Morte–che-Cammina” senza nessun confine geografico. Parliamo qui di una ingegnosa divisione del lavoro: mentre i loro progenitori si abbuffano con le armi degli Stati Uniti, la loro missione di diffondere il “forte fetore della morte” in tutto l’Occidente si espande senza sosta.
Sorgente: Daesh e il forte fetore di morte in Occidente – Guard for AngelsGuard for Angels

          PORCOPAPPA SILURA MULLER   

Papa Francesco silura il cardinale Müller: decisiva la gestione ‘soft’ dei casi di pedofilia da parte dell’ex Sant’Uffizio

Il curatore dell’Opera Omnia di Joseph Ratzinger non è stato riconfermato al vertice della Congregazione per la dottrina della fede, dicastero tra i più importanti della curia romana nonché quello a cui spettano le condanne dei preti che commettono abusi sessuali sui minori. In tal senso, ad accusare il porporato tedesco di mancata cooperazione era stata Marie Collins, la vittima di atti di pedofilia nonché colei che il Pontefice aveva nominato nella Pontificia Commissione per la tutela dei minorenni.
Licenziato. Quando ieri mattina Papa Francesco lo ha ricevuto in udienza privata, il cardinale Gerhard Ludwig Müller era preparato a tutto. Bergoglio gli ha ricordato che il 2 luglio prossimo termina il suo mandato quinquennale come prefetto della Congregazione per la dottrina della fede e che non gli sarebbe stato rinnovato l’incarico. Il porporato è rimasto in silenzio fin quando il Papa non gli ha proposto un altro incarico a Roma, ovviamente di serie B considerando che l’ex Sant’Uffizioè il dicastero più importante della Curia romana e che Müller è il secondo successore di Joseph Ratzinger che è stato al vertice della congregazione per un quarto di secolo prima di essere eletto Papa. Si racconta che allora il porporato tedesco ha cortesemente declinato la proposta ringraziando per l’offerta che gli era stata fatta da Francesco. Molto probabilmente ora tornerà nella sua Germania, senza alcun incarico. In pensione ben cinque anni prima dell’età canonica delle dimissioni. Müller, infatti, il 31 dicembre 2017 compirà 70 anni.
Al posto, però, il Papa ha preferito una soluzione interna con la nomina del numero due del dicastero, l’arcivescovo gesuita spagnolo Luis Francisco Ladaria Ferrer. Bergoglio non ha voluto dunque chiamare un teologo a lui molto più affine anche per evitare un lungo passaggio di consegne e ha optato per una soluzione molto più rapida.”Il Santo Padre Francesco – si legge in un comunicato della Santa Sede – ha ringraziato l’Eminentissimo Signor Cardinale Gerhard Ludwig Müller alla conclusione del suo mandato quinquennale di prefetto della Congregazione per la dottrina della fede e di presidente della Pontificia Commissione “Ecclesia Dei”, della Pontificia Commissione Biblica e della Commissione Teologica Internazionale, ed ha chiamato a succedergli nei medesimi incarichi Sua Eccellenza Reverendissima Monsignor Luis Francisco Ladaria Ferrer, S.I., arcivescovo titolare di Tibica, finora segretario della Congregazione per la dottrina della fede“.
In queste ore, soprattutto negli ambienti tradizionalisti molto vicini al porporato, in tanti si sono affrettati a spiegare il licenziamento voluto dal Papa con le posizioni abbastanza fredde del cardinale alle aperture di Francesco ai divorziati risposati. Aperture contenute nell’esortazione apostolica di BergoglioAmoris laetitia, documento bersagliato da quattro cardinali, capeggiati da Raymond Leo Burke, che hanno più volte espresso i loro dubbi a Francesco. A dire il vero, però, Müller ha fatto fronte comune con il Papa davanti a tutti questi attacchi criticando la pubblicazione della lettera che era stata scritta dai quattro cardinali. “Amoris laetitia – ha più volte ribadito il porporato – è molto chiara nella sua dottrina e possiamo interpretare tutta la dottrina di Gesù sul matrimonio, tutta la dottrina della Chiesa in 2000 anni di storia. Francesco chiede di discernere la situazione di queste persone che vivono un’unione non regolare, cioè non secondo la dottrina della Chiesa su matrimonio, e chiede di aiutare queste persone a trovare un cammino per una nuova integrazione nella Chiesa secondo le condizioni dei sacramenti, del messaggio cristiano sul matrimonio. Ma io non vedo alcuna contrapposizione: da un lato abbiamo la dottrina chiara sul matrimonio, dall’altro l’obbligazione della Chiesa di preoccuparsi di queste persone in difficoltà”.
Il vero motivo del licenziato di Müller riguarda, invece, la gestione dei casi di pedofilia. È proprio la Congregazione per la dottrina fede, infatti, il dicastero vaticano a cui spettano le condanne dei preti che commettono abusi sessuali sui minori. È molto probabile che Francesco pensasse da tempo a congedare il porporato, ma lo scandalo del cardinale australiano George Pellaccusato nel suo Paese di aver commesso pedofilia e stupri ha convinto definitivamente il Papa a fare questa mossa. A puntare il dito contro Müller era stata Marie Collins, la vittima di abusi da parte del clero che Francesco aveva nominato nella Pontificia Commissione per la tutela dei minori. Dopo che anche l’altra vittima, Peter Saunders, aveva lasciato l’organismo vaticano istituito da Bergoglio per combattere la pedofilia, la Collins non era rimasta in silenzio nel momento in cui aveva deciso di dimettersi.
“Da quando la commissione ha iniziato i suoi lavori a marzo del 2014 – aveva spiegato la donna irlandese – sono stata impressionata dall’impegno dei miei colleghi e dal genuino desiderio di Papa Francesco di avere assistenza nell’affrontare il tema degli abusi sessuali del clero. Credo che costituire la commissione e coinvolgere esperti esterni per consigliarlo su cosa fosse necessario per rendere più sicuri i minori sia stata una mossa sincera. Tuttavia – proseguiva la Collins – nonostante che il Santo Padre abbia approvato tutte le raccomandazioni fattegli dalla Commissione, vi sono stati costanti ostacoli. Ciò è stata la causa diretta della resistenza da alcuni membri della Curia vaticana al lavoro della Commissione. La mancanza di cooperazione, in particolare da parte del dicastero più direttamente coinvolto nell’affrontare i casi di abuso è stata vergognosa”, aveva affermato la Collins riferendosi esplicitamente alla Congregazione per la dottrina della fede, ovvero a Müller.
“Alla fine dell’anno scorso (2016, ndr), – aveva denunciato ancora la donna – una semplice raccomandazione, approvata da Papa Francesco, è andata a questo dicastero per un piccolo cambiamento di procedura nel contesto della cura delle vittimee dei sopravvissuti. A gennaio ho saputo che quel cambiamento è stato rifiutato. Al tempo stesso è stata rifiutata anche una richiesta di cooperazione su un tema fondamentale del lavoro della commissione in merito alla salvaguardia. Mentre penso che la Commissione riuscirà a superare questa resistenza, per quanto mi riguarda è la goccia che fa traboccare il vaso”. Altrettanto esplicita è stata la Collins dopo lo scandalo che ha travolto il cardinale Pellpuntando il dito direttamente contro il Papa e parlando di nomina sbagliata. Del resto quando Francesco, appena un mese dopo l’elezione al pontificato, nominò il porporato australiano nel suo ristretto Consiglio di cardinali che lo consiglia nella riforma della Curia romana, lo scandalo della pedofilia per Pell era già alle porte oltre che sui giornali australiani.
Fondamentale nell’opera di tolleranza zero sulla pedofilia voluta da Francesco è stato, invece, il contributo del cardinale Sean Patrick O’Malley a cui il Papa ha affidato proprio la guida della Pontificia Commissione per la tutela dei minori. Il porporato cappuccino, infatti, ha dovuto gestire lo scandalo della pedofilia deflagrato in modo impressionante dell’arcidiocesi di Boston che gli fu affidata nel 2003 da san Giovanni Paolo II dopo l’inchiesta del Boston Globle sulle migliaia di casi di abusi sessuali commessi da preti e coperti dall’allora arcivescovo Bernard Francis Law. Una vicenda da cui è stato tratto il film Premio Oscar nel 2016 Il caso Spotlight.
Cinque anni fa, Müller, allora vescovo di Ratisbona, fu chiamato da Benedetto XVI a essere il suo secondo successore alla guida dell’ex Sant’Uffizio dopo un quinquennio in cui a capo della congregazione c’era stato il cardinale statunitense William Joseph Levada. Müller, che è anche il curatore dell’Opera Omnia di Ratzinger, era arrivato a Roma con la gioia di poter finalmente collaborare direttamente con quello che considera il suo maestro. Pochi mesi dopo, però, arrivarono le dimissioni di Benedetto XVI e l’elezione di Francesco. In Vaticano si disse subito che Müller non era il teologo di riferimento di Bergoglio e che difficilmente i due sarebbero potuti andare d’accordo. Invece, a sorpresa, nel suo primo concistoro, il 22 febbraio 2014, Francesco gli impose la berretta rossa seppur mettendolo al terzo posto della lista dei nuovi porporati dopo il Segretario di Stato Pietro Parolin e il segretario generale del Sinodo dei vescovi Lorenzo Baldisseri.
Nei sacri palazzi fu molto apprezzato il gesto di cortesia di Francesco nei confronti di Benedetto XVI di aver nominato cardinale il curatore dell’Opera Omnia di colui che nel frattempo era diventato Papa emerito. Un gesto ancora più prezioso perché nel suo ultimo concistoro, a pochi mesi dalle dimissioni, Ratzinger non aveva inserito Müller nella lista dei nuovi cardinali. Dopo quella celebrazione in San Pietro, il porporato fu festeggiato all’interno del cortile del Palazzo dell’ex Sant’Uffizioin perfetto stile tedesco. I fumi del barbecue di salsicce e l’odore di birra rigorosamente bavarese mutarono per un giorno l’aspetto di quell’edificio dove per secoli erano state emanate le condanne peggiori: da Giordano Bruno a Galileo Galilei, solo per citare due nomi. Da parte sua Müller sembrò avvicinarsi molto alle posizioni di Bergoglio quando pubblicò un volume scritto a quattro mani con uno dei più celebri teologi della liberazione, il peruviano Gustavo Gutiérrez, intitolato “Dalla parte dei poveri”. Così come indicativo del cambiamento di rotta del porporato fu l’uscita in libreria del suo testo “Povera per i poveri” che ha la prefazione proprio di Francesco. Ma evidentemente il già non facile idillio tra i due è finito abbastanza presto.
Twitter: @FrancescoGrana
https://www.ilfattoquotidiano.it/2017/07/01/papa-francesco-silura-il-cardinale-muller-decisiva-la-gestione-soft-dei-casi-di-pedofilia-da-parte-dellex-santuffizio/3699559/


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Collectif

Jack et son équipage sont prêts à tout pour leur première mission : trouver  la légendaire épée de Cortés, qui leur garantira des pouvoirs incroyables. Qu'il faille affronter la puissance des mers, combattre des pirates sanguinaires, déjouer d'anciennes malédictions ou encore braver les forces de la nature, ces jeunes chasseurs de trésor, assoiffés d'aventures, n'auront peur de rien pour arriver à leur fin.



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AV!024 LAKES Blood of the Grove LP (2013) A1 Blood Of The Grove A2 The Oldest Place A3 Crossed With Leaves A4 Night Lark A5 Wingless And Earthbound B1 Visitation Dawn B2 All The Waking Dreams B3 The Longest Reign B4 Ashes Black B5 Painted Wreath Fifth album by Lakes, aka Sean Bailey from Melbourne, Australia. Since 2002, Lakes has released a constant stream of 7-inch’s, cassettes, CD-R’s and LP’s cloaked in a thick mist of noise and lowfidelity. 2011’s Winter’s Blade pointed to a new direction and strength of production with a challenging take on bleak folk, medieval wanderings, and the darker side of post-punk. The newest Blood Of The Grove marks the squaring of the circle with ten brand new songs: simple yet evocative, direct but solemn. Think of Rose Clouds Of Holocaust-era Death In June covering Discharge’s Hear Nothing See Nothing Say Nothing and you’ll get what we might call combat-folk aka how to match peace-punk impetuosity with post-industrial acoustic ballads. One long-awaited and well-deserved comeback, for fans of the classic sounds of Current 93 and Sol Invictus, as well as for those you dig the curt and martial ones by Joy Of Life and Above The Ruins, obviously without forgetting to mention the influence of the local heroes Strength Through Joy. Comes in total black look: black wax in black paper inner sleeves and pic sleeves printed in black on the inner side too. Edition of 350
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          Fairy Tail   
Gran juego donde podremos disfrutar de grandes batallas con nuestros personajes favoritos de la serie Fairy Tail. Elige entre Natsu, Laxus y Gajeel para combatir en una batalla contra los enemigos que se van eligiendo automáticamente. Cada personaje trae sus poderes correspondientes, por ejemplo Laxus tiene sus 3 ataques de fuego, como en la serie. […]
          Can Massage Therapy Help Symptoms of Multiple Sclerosis?   

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Multiple Sclerosis (MS), a disease affecting the central nervous system that can cause a wide range of symptoms, is becoming more and more prevalent.  It is thought that over 2.3 million people worldwide are diagnosed with MS, with about 200 new cases cropping up in the United States every week.  March happens to be MS Awareness Month which makes right now a great opportunity to become a little more educated on this disease, and whether massage therapy is a viable way to relieve  some of the symptoms.

 

MS organizations like the National MS Society maintain that the way to really combat the effects, and possibly the progression, of this disease is through treatment with one of the FDA-approved disease-modifying drugs.  However, MS can bring about a slew of symptoms that massage, or other wellness practices, can help relieve or lessen.

 

Spasticity – This symptom causing stiffness and/or involuntary muscle spasms in limbs is one of the most commonly experienced.  Neurologists often prescribe medications, exercise, physical therapy, and daily stretching to relieve this symptom.  Massage can play a role in relief as well, in that receiving regular massage can help reduce muscle stiffness and can increase circulation to the affected areas.  Massage can help other spasticity treatments to be more effective by helping muscles be less sore or rigid.

 

Sadness and anxiety – Whether due to the unpredictability of MS, worry at what the future might hold, or sadness at the change and loss MS can bring, these feelings are very common with those diagnosed.  While seeking professional medical help for feelings of depression is an important first step, massage can help complement the mental health treatment already in place.  Massage can increase the “feel-good” hormone dopamine which regulates our sense of joy, enthusiasm, and inspiration.  Massage also helps promote endorphins, oxytocin, and epinephrine which can all help promote feelings of euphoria. 

 

Pain – Whether it’s pain from spasticity, pain in joints, knotted-up shoulders or back from stress, or an aching head or jaw, the pain relief that massage can bring is valuable and effective.  Both the affected areas, as well as the compensating areas are at risk for pain and tightening.  Massage can not only provide relief from pain in the body’s soft tissue, tendons, and muscles, but it can also help promote circulation to the area.  Also, there are tremendous therapeutic benefits to simply being cared for and touched by a human hand.  Massage is can be a comforting and effective method to help control pain.

 

Sleeping problems – sleep disturbances and MS seem to go hand-in-hand.  Frequent trips to the bathroom, periodic limb movements (PLMS), or the aforementioned spasticity or pain can all prevent a restful night’s sleep.  A vicious cycle can erupt, as the fatigue and stress caused by lack of sleep can trigger increased MS symptoms, leading to poorer sleep, and so on.  Massage can help to promote more restful sleep by promoting the production of serotonin which helps regulate the body’s circadian rhythm.  Massage also reduces the stress hormone cortisol which, when elevated, can disrupt sleep.

 

With MS, it’s important to seek regular medical treatment from a neurologist for the most effective treatment possible.  Make sure he or she agrees that massage therapy is a good complementary therapy option.  And then go ahead and enjoy the relaxing, comforting, and effective benefits of massage.

 


          Top 5 Reasons to Get a Massage This Winter   

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Yes, you’re busy.  And yes, you just spent a ton of money on the holidays.  And yes the thought of bundling up just to head someplace where you’ll take your clothes off may make you want to stay bundled up on your sofa.  However, we happen to believe that now is a great time to make an appointment with your massage therapist.  And in case you need some convincing, we’ve got the top 5 reasons why winter massage is about to be your new best friend.

 

  1. You just might need to destress.  After the whirlwind of shopping and cooking and errands and decorating and family and friends that comes with the Christmas season, you deserve some rest and luxury.  Treat yourself to an hour (or more!) of peace and quiet, where your only job is to lie down and relax while someone takes care of you

 

  1. Feeling a little sleep-deprived?  One of the great things about the holidays is that you get to spend time with your loved ones, often talking and laughing into the night (followed by a very early visit by St. Nick, of course).  Luckily, massage is an effective antidote to nights of poor sleep.  For one, massage help promote restful and deeper sleep by increasing serotonin, which then increases the melatonin, helping your circadian rhythms to regulate.  Massage also fights the production of the stress hormone cortisol which can interrupt sleep.

 

  1. Do the chilly winds and dry air have your skin feeling parched?  Add in the extra-hot showers you need just to warm up, and your skin turns into a dry, tight-feeling, chapped mess.  The oils we use at Elements are healthy and moisturizing for your parched skin, and they feel great.  Your skin will feel soft again, and will thank you for the head-to-toe dose of nourishment.  Not only that, our massage oils are infused with high quality essential oils to even further enhance your massage experience with relaxing or invigorating aromatherapy.

 

  1. Aahhhh-choo!  If you got a bit too snuggly with a coughing and sneezing little one over Christmas, or if your workplace resembles an infirmary more than an office, your immune system could likely use a little boost.  Amazingly, massage can do that, too.  While plenty of rest and good nutrition are the common key players in keeping you healthy, getting a massage is like adding a super boost to those efforts.  Massage increases the activity of your white blood cells, which help to combat viruses.

 

  1. The shoveling, and the ice skating attempt gone awry, and the undecorating.  And the countless other ways you put stress on your body in the cold weather.  Cold muscles are less fluid and are more easily pulled or strained.  Not only that, but once you hurt one area, your other muscles tense up to try and “help,” leading to greater potential soreness.  Getting regular massages is a great way to keep your muscles fluid, soothed, and less likely to get injured.

 

As you wind down from this season of giving, don’t forget to give yourself a gift of healing and wellness.  Making regular appointments with your massage therapist will help ensure that you can continue to give others your best self and live your healthiest life for many holiday seasons to come.

 

 


          Want to Avoid Holiday Stress?   

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Endless shopping mall traffic.  Long, winding lines at every retail location.  Harried postal workers.  Impossibly-long to-do lists.  ‘Tis the season indeed.  In an otherwise lovely season of joy and giving, holiday stress can sometimes sneak its way into our best intentions and get the better of us.  And while you really want to be sipping hot tea and watching the snow fall, you’re instead frantically tracking your online shopping deliveries and fake-smiling your way through an acquaintance’s ornament exchange party (your 3rd this month). 

 

It’s no secret that stress is not kind to the body.  Ongoing stress can disrupt your sleep, compromise your immune system, raise your blood pressure, and cause headaches, not to mention what it does to your muscles and tendons.  If you need some stress-handling tips, pronto, we’ve got some great ideas for you to use right away.

 

  • Sniff some citrus.  If you’ve always loved the scent of oranges, lemons, limes, or grapefruits, it’s for good reason.  Research has shown that some citrus scents can raise norepinephrine, a mood-boosting hormone.  You can get your aromatherapy fix by snacking on plenty of the healthy fruits, of course.  Otherwise, you can experiment with essential oils.  You can make your own room spray or body spray (recipe idea here http://helloglow.co/natural-air-freshener/), or use an essential oil diffuser in your home.  

 

  • Hit the road – on your feet, that is.  The rhythm of your footsteps during a brisk walk can have a meditative affect, and help you mull things over in a different, more relaxed way.  Not only that, the dose of vitamin D you’ll get from being outside, no matter how weak that winter sun is, will serve as a mood and energy booster as well. 

 

  • Less is more.  Less shopping, fewer social gatherings, and more calm quiet can greatly reduce your perceived stress level.  Be okay with RSVP’ing a polite “no, thank you” to a couple of your less-loved holiday season invites.  And then, that night, when you’re relaxing on your couch with your comfy clothes on, you’ll be oh-so happy you did. 

 

  • Change it up.  If your yearly neighborly kindness act of baking loaves of bread for your entire cul-de-sac (or co-workers, or church group) is feeling a little burdensome this year, feel free to change it up.  There’s no shame in swapping out the homemade for a tasty store-bought snack.   Or, instead of spending hours baking, cooling, and packaging your treats, consider a quick impromptu coffee hour gathering.  Face-to-face time with your friends can be the best stress-buster around.

 

  • Get those knots out.  Keeping up with regular massages during the holiday season can do wonders for your stress level.  Your massage therapist will work to soothe, smooth, and lengthen muscles that get so easily knotted up by stress and tension.  If your shoulders aren’t all bunched up and tight, you’ll feel better mentally as well as physically.  Plus, massage helps to combat anxiety and stress at its root – your brain.  Massage can release stress-busting hormones that can make us feel better almost instantly after lying down on the massage table.

 

As you’re rushing around, focusing on the gifts and kindness you can bring to others this holiday season, don’t forget to lavish some kindness on yourself, too.  You deserve it, and after taking care of yourself you’ll even more energy to spend with your loved ones, celebrating what these holidays are truly about.


          How To Beat The Winter Blues   

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True, the frosty landscape and holiday lights of the winter months are beautiful.  And true, winter snow does bring with it a chance to partake in a unique set of fun winter activities.  However, for many of us, these shortened days and sunshine-starved months tend to bring on a major case of the winter blues.  If severe enough, those blues can be diagnosed as Seasonal Affective Disorder, or SAD.  With up to 8% of adults in the United States who hold this diagnosis and many more who remain undiagnosed, it’s more common than you may have thought. 

 

SAD occurs in winter months, largely because of the lack of natural light.  Also, it is more prevalent in men than women.  In fact, about 80% of those with this disorder are women.  Those who are diagnosed can experience depression, trouble sleeping, irritability, lethargy, or even a weakened immune system during the winter.    And women with SAD can experience depressive symptoms with their menstrual cycle.  Some experts believe that the lack of sun causes some people to produce a higher-than-normal amount of melatonin, leading to feelings of sluggishness.  Our bodies’ natural rhythms can become out of sync, leading us to be restless at night and slothful during the day. 

 

So what to do about these life-altering winter blues?  Well, short of packing up and finding a sunny island to inhabit November through March, there are a few things you can do to combat the depressive symptoms of Seasonal Affective Disorder.

 

  • Believe it or not, massage may hold some relief for sufferers of Seasonal Affective Disorder.  During the winter our serotonin levels can drop, leading to feelings of depression.  Massage naturally raises our serotonin, leading to higher feelings of well-being.

 

Massage raises other hormones in your body that lead to feelings of productivity, and can promote a better sleep, both of which might be at a deficit with someone experiencing depressive symptoms.

 

Also, when you’re feeling depressed, it can be really hard to summon up the energy to take major steps toward self-care.  It’s the unfortunate irony of depression; the time when you really need to take steps to take care of yourself is the time when you’re the least likely to do so.  However, with massage, the self-care effort on your part is easy; simply lie down on the massage table and relax, letting the therapist take care of the healing part.    

 

  • Some SAD sufferers also utilize light therapy in the winter.  Light therapy, or phototherapy, uses special light bulbs and wattage that mimic the sun’s natural light.  Light boxes can be purchased online, and some experts recommend using light therapy in the early part of the day to help reset your circadian rhythm. 

 

  • Lastly, try to get outside when the sun is out, as weak as the rays might be.  Soaking up some natural light and vitamin D, and exercising a little while you’re at it, can help to raise your mood and energy level.

 

Don’t let your winter blues have the power to steal the joy out of your holiday season.  Taking these steps toward all-natural mood wellness may be the missing pieces toward a happier winter for you and your family.


          Relations entre Etats-Unis et Turquie   
Crise du Golfe : Trump et Erdogan ont discuté (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 18:38 Publié le 30/06/2017 à 18:33

Le président américain Donald Trump s'est entretenu aujourd'hui par téléphone avec son homologue turc Recep Tayyip Erdogan sur les moyens de résoudre la crise entre le Qatar et ses voisins du Golfe et de "mettre un terme au financement du terrorisme".

"Le président Trump a souligné l'importance pour tous nos alliés et partenaires d'accroître leurs efforts pour combattre le terrorisme et l'extrémisme sous toutes ses formes", a indiqué la Maison Blanche dans un communiqué.


L'Arabie saoudite, les Emirats arabes unis, Bahreïn et l'Egypte ont isolé économiquement et diplomatiquement le Qatar avant de poser un ultimatum qui expire dans les prochains jours sur une liste de 13 demandes, parmi lesquelles la fermeture d'une base militaire turque au Qatar.

Ankara, qui entretient des relations privilégiées avec Doha, mais aussi de bonnes relations avec les autres monarchies du Golfe, s'efforce de jouer un rôle de médiateur.

LIRE AUSSI :


          Philippines   
Après un an au pouvoir, le président flingueur des Philippines reste populaire (30/06/2017)

Après un an au pouvoir, le président flingueur des Philippines reste populaire  (30/06/2017)
Par Anne-Laure Frémont , AFP agence  Publié le 30/06/2017 à 11:20

VIDÉOS - Le président Rodrigo Duterte célèbre ce vendredi sa première année au pouvoir à des sommets de popularité. Retour sur cinq faits marquants de ce début de mandat aux multiples controverses.

Un massacre au nom de la lutte contre la drogue

3 171. C'est le nombre de personnes que la police dit avoir tuées dans le cadre de la campagne du président pour éradiquer le trafic de stupéfiants. Rodrigo Duterte a fait de cette «guerre contre la drogue» sa priorité, promettant d'éradiquer le problème en six mois, et allant même jusqu'à dire qu'il serait «heureux de massacrer» des millions de toxicomanes. Ses opposants l'accusent d'encourager n'importe qui à commettre des meurtres de masse : des meurtriers inconnus ont abattu 2.098 personnes en rapport avec la drogue. Parallèlement, la police enquête sur 8.200 personnes tuées sans mobile connu. Les victimes se multiplient, mais le trafic de drogue existe toujours.

Un avocat philippin a déposé en avril une plainte auprès de la Cour pénale internationale (CPI) visant le président Duterte et 11 autres hauts responsables, qu'il accuse de crimes contre l'humanité.

Brouillage de piste diplomatique

En septembre dernier, il insultait l'ancien président américain Barack Obama. Depuis son arrivée au pouvoir, Duterte semble vouloir prendre ses distances avec l'allié américain et réchauffer les relations avec Pékin, considérablement détériorées sous son prédécesseur en raison des revendications territoriales concurrentes de Manille et Pékin en mer de Chine méridionale. «Le truc politique et culturel a changé et l'Amérique a perdu. Je me suis réaligné sur votre mouvance idéologique (celle de la Chine) et je vais peut-être me rendre aussi en Russie pour parler au (président Vladimir) Poutine et lui dire qu'on est trois contre le reste du monde : la Chine, les Philippines et la Russie. C'est la seule voie», a-t-il déclaré à Pékin l'an dernier.

Mais dans les faits, Duterte n'a pas mis à exécution sa menace de rompre la coopération militaire avec l'Amérique. Et les relations se sont réchauffées avec l'arrivée de Donald Trump au pouvoir. Ce dernier a invité le président philippin Rodrigo Duterte à se rendre à Washington, lors d'uneconversation téléphonique «très amicale».

Un franc-parler qui dérape... souvent

À l'étranger, le président Duterte est surtout «connu» pour ses déclarations percutantes, parfois insultantes, voire au-delà. «Hitler a massacré trois millions de Juifs. Bon, il y a trois millions de drogués (aux Philippines). Je serais heureux de les massacrer», a-t-il par exemple déclaré en septembre dernier pour défendre sa guerre contre la drogue. Ce parallèle a suscité un tollé et le président philippin a présenté ses excuses «au peuple juif».

Dans une autre vidéo, on le voit en septembre dernier faire un doigt d'honneur à l'attention de l'Union européenne, dont il ne supporte pas les critiques vis-à-vis de ses méthodes expéditives.

Le défi de la menace islamiste

Jusqu'à récemment, la guerre contre la drogue était la priorité du président Duterte. Mais le 23 mai dernier, des djihadistes brandissant le drapeau noir de Daech ont mis à sac plusieurs quartiers de la ville méridionale de Marawi. Duterte a immédiatement déclaré la loi martiale à travers toute la région de Mindanao, qui représente le tiers sud des Philippines et où vivent 20 millions de personnes. Il a accusé les djihadistes de vouloir y décréter un «califat».

En dépit d'une campagne intensive de bombardements aériens soutenue par les États-Unis, l'armée n'a pas réussi à déloger les djihadistes. Les combats ont fait plus de 400 morts, selon le gouvernement, et ne semblent pas près de s'arrêter.

Une popularité qui atteint des sommets

Malgré sa politique violente et ses grossièretés, il incarne toujours l'anti-establishment et jouit pour cela d'une forte popularité. 75% des Philippins se disent satisfaits de la présidence Duterte, selon un dernier sondage national mené par un institut de recherche indépendant. Autre signe de sa popularité, la «super majorité» dont il dispose à la chambre basse du Congrès, où sur 296 sièges, sept seulement sont occupés par l'opposition. Mais comme le souligne un représentant de l'opposition, Edcel Lagman, les promesses de «changement» ne se sont pas traduites dans les faits, et «sa super majorité» pourrait un jour voler en éclats.

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          Violences anti-policières   
Face aux mouvements ultraviolents, les policiers se préparent aux combats de rue (30/06/2017)
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Le policier qui a sorti son arme à Rennes a bien été menacé et agressé (20.06.2017)

Militants d'extrême-gauche (prétendus antifa), trafiquants de drogue, racailles des cités, ils s'en prennent très fréquemment aux policiers et aux gendarmes, c'est-à-dire aux personnes chargées de faire respecter les lois de la République, et donc en fait ils s'en prennent à tous les citoyens de manière indirecte.

Leur objectif est la prise de contrôle violente d'un territoire ou d'une population par la terreur ou, une fois ce territoire conquis dans les faits, la mise à distance de tout contrôle de l'Etat de droit sur des agissements criminels et nuisibles aux populations résidentes (trafic de drogue, établissement de la charia).

Caillassages, insultes, actes de vandalisme, passages à tabac, les policiers et gendarmes subissent des pressions violentes dans l'exercice de leur métier et doivent voir leurs rangs regonfler (augmentation des effectifs) et leur salaire augmenté de 20-30 %. Les peines encourues par les fauteurs de trouble doivent être à la mesure de la gravité de leurs actes. Les associations défendant ces criminels doivent le cas échéant être poursuivies pour complicité de trouble à l'ordre public. 


Face aux mouvements ultraviolents, les policiers se préparent aux combats de rue (30/06/2017)

Par Jean-Marc Leclerc  Publié le 30/06/2017 à 09:00
http://www.lefigaro.fr/actualite-france/2017/06/30/01016-20170630ARTFIG00077-face-aux-mouvements-ultraviolents-les-policiers-se-preparent-aux-combats-de-rue.php

Lors d'une manifestation «Ni Le Pen ni Macron» le 27 avril dernier, un motard de la police a dû sortir son arme pour ne pas être lynché par des ­ultras de la gauche révolutionnaire.
Contre les ultraviolents de l'extrême gauche qui s'organisent afin de s'opposer aux réformes sociales annoncées, les forces de l'ordre attendent des pouvoirs publics qu'ils les munissent d'outils efficaces et leur délivrent des consignes claires.

La grogne sociale dans les semaines qui viennent, les forces de l'ordre la redoutent plus que tout et elles le disent. «Il n'y a plus de pause. Avant, il y avait le 14 Juillet et le Tour de France, et puis tout se calmait jusqu'à septembre. Aujourd'hui, c'est terminé. Il va falloir gérer en même temps les mouvements de rue contre les réformes du président Macron, les illuminés de Notre-Dame-des-Landes, la lutte contre le terrorisme qui ne faiblit jamais et la pression migratoire à Calais qui pourrait redevenir une poudrière. Evidemment que les policiers sont inquiets!», s'exclame Philippe Capon, le secrétaire général de l'Unsa Police.


«En tant que patron d'une unité des forces mobiles, j'espère vivement que le ministre de l'Intérieur va faire preuve de fermeté», renchérit un commandant de CRS. Selon ce policier aguerri, «les hommes sur le terrain sont épuisés par ...


Un policier battu à mort au Cachemire indien (23/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 23/06/2017 à 10:09 Publié le 23/06/2017 à 10:00
Un policier accusé d'espionner les fidèles de la grande mosquée du Cachemire indien a été frappé à mort devant la Jamia Masjid de Srinagar, ont rapporté aujourd'hui les autorités et des témoins.

La vallée de Srinagar, située dans la partie administrée par l'Inde de cette région poudrière, vit depuis avril au rythme d'une énième vague de violence. Les fusillades opposant rebelles aux forces de sécurité et les manifestations meurtrières contre New Delhi sont quasi-quotidiennes.
» Lire aussi - Au Pakistan, des manifestations contre l'intervention indienne au Cachemire
"Un nouvel officier de police a donné sa vie pour son devoir", a annoncé la police dans un communiqué vendredi, rapportant qu'il avait été "attaqué et frappé à mort par la foule".Tard dans la nuit d'hier, des personnes ont abordé Mohammad Ayub Pandith alors qu'il prenait des photographies avec son téléphone portable à l'extérieur de la mosquée de la vieille ville de Srinagar durant "la nuit du destin", un temps fort du ramadan musulman où se tiennent des prières nocturnes.
Selon des témoins, des fidèles ont demandé au policier, qui était en civil, de s'identifier. Saisi de panique, il a sorti son pistolet et tiré, blessant trois personnes. Son collègue, également en civil, s'est enfui.


"À ce moment-là, des jeunes se sont jetés sur lui, lui ont arraché son arme et plus de gens sont venus et ont commencé à le frapper", a relaté à l'AFP un témoin qui a souhaité conserver l'anonymat. La vieille ville de Srinagar, traditionnel théâtre d'affrontements entre manifestants et forces de sécurité indiennes, était sous couvre-feu vendredi par peur de nouveaux débordements.


Le policier qui a sorti son arme à Rennes a bien été menacé et agressé (20.06.2017)

Les nouvelles photos prouvent qu'un policier a bien été attaqué par deux individus, en marge d'une manifestation Ni Le Pen Ni Macron à Rennes le 27 avril 2017.

Les nouvelles photos prouvent qu'un policier a bien été attaqué par deux individus, en marge d'une manifestation Ni Le Pen Ni Macron à Rennes le 27 avril 2017.Photo Vincent Feuray Mercredi s’ouvre le procès de sept Rennais, poursuivis pour « violence aggravée » lors d’une manifestation où un policier a sorti son arme de service et mis en joue des manifestants. Une tribune publiée lundi dans Libération affirmait que le policier n'avait pas même été menacé. Des photos inédites que nous publions montrent que c'est inexact.
«Rennes, laboratoire de l’ordre En marche.» Plusieurs intellectuels, parmi lesquels l’économiste Frédéric Lordon ou l’éditeur Eric Hazan, ont publié lundi une tribune dans Libération pour dénoncer les méthodes de policiers et de magistrats qui, à Rennes, s’affranchiraient de plus en plus du droit commun. Ils prennent pour exemple «deux événements d’une extrême gravité».
«Le 30 mai, à 6 heures du matin, des dizaines de policiers cagoulés munis de fusils d’assaut défoncent des portes de logements à coups de bélier et procèdent à six perquisitions simultanées aux quatre coins de la ville. Sept personnes sont interpellées, dont deux mineurs.» Selon les auteurs de la tribune, ce sont à la fois les conditions et les cibles de la perquisition qui sont abusives : «Défonçage des portes, policiers suréquipés, armes braquées, plaquage et menottage au sol des interpellés. Or le choix des "cibles" montre qu’elles ont été choisies non pas en fonction de leur présence présumée sur les lieux de la manifestation (de fait certains ont pu prouver qu’ils n’y étaient pas) mais sur leur appartenance supposée à une mouvance anticapitaliste.»
La perquisition faisait suite à un autre événement : le 27 avril, lors d’une manifestation ayant pour mot d’ordre «ni Le Pen ni Macron», un motard de la police nationale avait braqué des manifestants. Ce sont certains de ces derniers qui seront jugés mercredi, accusés de «violence aggravée» et perquisitionnés à ce titre. La préfecture d’Ille-et-Vilaine avait qualifié à l’époque le geste de l’agent dans ces termes : «un geste de légitime défense» fait «avec sang-froid, tempérance et modération». Les auteurs de la tribune estiment pour leur part que c’est le comportement du policier qui pose problème : «Ce comportement dangereux et injustifiable d’un policier qui n’était nullement menacé, comme le montrent les vidéos, est devenu prétexte à une enquête contre de présumés manifestants pour… violence avec arme (un pommeau de douche dont on se serait servi pour intimider le motard), ce qui a justifié les perquisitions du 30 mai.»

Deux vidéos

Les auteurs de la tribune s’appuient sur une enquête publiée par le média indépendant Lundi.amproche du Comité Invisible (collectif auteur de L’insurrection qui vient). Des témoins y racontent des «mouvements incompréhensibles de la police» qui ont mené à l’événement en question. Une «étudiante présente ce jour-là» raconte : «De notre côté [les manifestants], on était dans la crainte permanente de se faire nasser, parce que toutes les dernières manifestations à Rennes ont fini comme ça, et la dernière fois, le soir du premier tour c’était très violent. Donc à partir de ce moment-là, c’est normal qu’on se mette parfois à courir pour ne pas se faire encercler. L’histoire avec le motard, c’est ça qu’il s’est passé. […] Je pensais que les motards allaient de toute façon s’éloigner, comme ils le font à chaque fois. Courir vers eux, ça nous laissait une chance de passer. Sauf qu’un des motards est resté, par fierté peut-être. Il est descendu de sa moto, les gens lui ont dit de partir. Il est remonté sur sa moto, mais elle n’a pas démarré. Là il en est redescendu et il a braqué les gens. Après qu’il ait rangé son arme, il est remonté tranquillement sur sa moto. C’était la première fois que je voyais une arme à feu braquée comme ça sur nous, ça m’a saisi d’effroi. J’ai vraiment eu peur.».
La tribune explique également s’appuyer sur «des vidéos». Deux vidéos ont en effet été publiées le soir du 27 avril dernier, jour de la manifestation. La première (celle à laquelle la tribune semble faire référence) est une séquence diffusée par le site du quotidien localLe Télégramme. Des images qui permettent d’avoir une idée de la confusion qui régnait sur place au moment où le policier sort son arme, mais pas vraiment d’en déterminer les circonstances exactes. Une autre vidéo, diffusée par France 3 Bretagne le jour de la manifestation, permet en revanche d’en voir un peu plus. On y voit en effet le policier en question monter sur sa moto, avant d’en descendre alors qu’une dizaine de manifestants se ruent sur lui. Une vidéo qui semble donc contredire la version selon laquelle le policier n’aurait été «nullement menacé», sans pour autant permettre de trancher sur le déroulé exact de l’événement.
Lundi soir, quelques heures après la publication de la tribune, la préfecture a par ailleurs publié un tweet avec de nouvelles photos (qui n’étaient donc vraisemblablement pas à la disposition des signataires de la tribune). On y voit le policier sur sa moto, être attaqué par un groupe de manifestants. On peut assez facilement vérifier que ces photos (non sourcées) ont bien été prises au même endroit (rue de l’Alma à Rennes) que les deux vidéos du policier qui sort son arme. Sur ces clichés, on reconnaît d’ailleurs certains des protagonistes visibles sur les vidéos du policier qui sort son arme.
[REPONSE] @libe Après la tribune publiée ce jour, pour être complet et comprendre les événements qui ont précédé, consultez les photos ⬇️

Deux photographes présents sur place racontent

Des clichés qui ne permettent toujours pas de comprendre le déroulé précis des faits. Mais un photographe présent sur place, Vincent Feuray, a capturé une bonne partie de l’événement, dans une série de photos qui n’avaient jusque-là jamais été publiées et que Libé révèle, et qui contredisent définitivement la version d’un policier «nullement menacé». Grâce à ces clichés et au récit du photographe, on peut en effet reconstituer la scène où les deux membres des forces de l’ordre présents rue d’Alma sont tour à tour agressés. Le premier (ou la première) est attaqué par deux individus, issus du cortège de tête de la manifestation. L’un lui lance une bouteille en verre, l’autre le frappe avec un robinet attaché à un flexible (et ne l’a donc pas «intimidé avec un pommeau de douche»). Le policier s’éloigne alors en moto et dépasse un de ses confrères. Deux manifestants s’approchent ensuite de ce deuxième policier, qui remonte sur sa moto avant d’en redescendre. Un groupe d’une dizaine de manifestants, dont celui armé du robinet, entourent rapidement la moto et agressent son conducteur. Les manifestants s’éloignent ensuite de ce dernier lorsqu’il sort son arme de service et met en joue les personnes qui lui font face.
Crédit photo : Vincent Feuray
Une version qui correspond point par point au récit qu’en avait fait un autre photo-reporter, témoin de la scène, Emmanuel Brossier, pour le média indépendant Taranis News. «La manifestation venait de la rue d’Isly pour se diriger vers le pont SNCF de la rue de l’Alma. Il y avait deux motards depuis le début, en tête de manifestation. A un moment, les deux se sont arrêtés. Un petit groupe s’est détaché du cortège pour attaquer le premier motard, qui a eu le temps de partir. Il a doublé son collègue pour se positionner quasiment sur le pont, 200 mètres plus loin», expliquait le photographe. «Le petit groupe s’est dirigé vers ce second motard de la police, qui est au départ descendu de sa moto pour tenter de les faire reculer. Il est remonté dessus pour partir, mais la moto à du caler, il n’a pas réussi à partir, il est redescendu alors que le groupe revenait à la charge et a sorti son arme de service pour mettre en joue le petit groupe et les faire reculer, en leur hurlant de reculer. Les manifestants (cortège compris) lui hurlaient de baisser son arme, certains ont tenté de venir récupérer le petit groupe.»
Indépendamment d’éventuels abus lors des perquisitions ou de ciblage de militants évoqués dans la tribune, ces éléments permettent d’affirmer que les policiers ont bel et bien été non seulement menacés, mais également agressés. 
Vincent Coquaz



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Luc B.Featured
21 Juin 2017 à 14:50
Amende honorable de la part de Libé (sans doute mes développements d'hier n'y sont pas totalement étrangers). Soit. Mais, à présent, le groupuscule dit intellectuel, auteur de cette farce appelée tribune, il nous raconte quoi aujourd'hui ? On l'imagine mal s'excuser - tout cela fleure bon l'entre-soi gauchiste à revenus confortables. Je ne serai pas ingrat ; voici mon conseil : une thérapie de groupe en Bretagne (vous verrez, nous ne sommes pas si sauvages que ça ; par ailleurs nous avons l'eau courante).

3
poilonezFeatured
21 Juin 2017 à 14:31
Libé, mieux vaut tard que jamais.
Mais quand même....

3
Bernard L.Featured
21 Juin 2017 à 13:22
zh oui! les photos ça marche dans les deux sens!

GEORGES M.Featured
21 Juin 2017 à 13:20
Le style de la tribune, sa logique interne, ses présupposés éclatants, bref la "naïveté" de décrire la société française comme si elle était passée sous la férule des SS, tendance idéologique mainte fois illustrée par nombre de ses signataires, m'avait fait tiquer. Je sais aujourd'hui pourquoi et n'en suis pas étonné.

Face à l'État islamique, l'enjeu vital de la contre-propagande (12/05/2017)
Par Myriam Benraad Mis à jour le 12/05/2017 à 16:50 Publié le 12/05/2017 à 16:49

Face à l'État islamique, l'enjeu vital de la contre-propagande
Face à l'État islamique, l'enjeu vital de la contre-propagande

FIGAROVOX/ANALYSE- Pour la spécialiste du Moyen-Orient Myriam Benraad, la lutte contre l'État islamique et le terrorisme, qui sera un enjeu majeur du quinquennat d'Emmanuel Macron, ne peut pas seulement être une question de sécurité et de politique mais doit délégitimer dans la culture l'énoncé djihadiste lui-même.

Myriam Benraad est spécialiste du Moyen-Orient et maître de conférences en science politique à l'Université de Limerick (Irlande). Elle est l'auteur, entre autres publications, de L'État islamique pris aux mots, à paraître le 17 mai aux éditions Armand Colin.

Lire la suite sur le Figaro.


Au soir de son élection, Emmanuel Macron annonçait l'ouverture d'une «nouvelle page» pour la France et ses citoyens, synonyme d'espoir et de confiance retrouvés. Parmi les dossiers les plus sensibles auxquels va devoir se confronter le président fraîchement élu figure évidemment la problématique djihadiste qui a ensanglanté le mandat de son prédécesseur et profondément meurtri, autant que divisé, la nation. Le nouveau chef de l'État n'est pas sans savoir qu'il hérite de cette lourde et sombre page de notre Histoire commune et a symptomatiquement déjà prévu la tenue d'un débat parlementaire relatif au prolongement de l'état d'urgence (en place depuis les attentats du 13 novembre) et promis une mise à niveau des dispositifs et opérations du renseignement et de sécurité. Celle-ci verra notamment la création d'une cellule spéciale consacrée au groupe État islamique.

Sur le plan de la politique étrangère, l'Élysée entend recentrer la défense autour des enjeux associés au terrorisme et faire de la lutte anti-jihadiste un pilier de son action, poursuivant les opérations militaires déjà en cours (Chammal au Moyen-Orient et Barkhane au Sahel) et renforçant la coopération stratégique avec nos proches alliés, plus particulièrement les États-Unis de Donald Trump. Dans les grandes lignes, cette présidence trace donc une continuité assumée avec celle de François Hollande, avec une nuance sans doute : Emmanuel Macron a pris la pleine mesure de la nécessité d'adapter le combat actuellement livré à l'État islamique au-delà du tout-militaire et du tout-sécuritaire (l'opération Sentinelle a montré ses limites), et d'un rehaussement des moyens de dissuasion en place.

Le président s'était illustré lors de sa campagne en s'attaquant frontalement aux géants de la Toile et au chiffrement des données, tactique utilisée par les terroristes sur certaines messageries privées (WhatsApp, Telegram…) pour prendre des contacts, donner des ordres et rendre leurs communications indéchiffrables par la police et le renseignement. Il avait appelé à une régulation accrue de l'Internet, où s'écoulent sans discontinuer les contenus djihadistes, de même qu'à l'adoption de mesures plus adéquates pour contrer la radicalisation passant par la manipulation digitale des aspirants au djihad puis leur basculement violent. En réalité, des progrès notables ont déjà été réalisés concernant la suppression des contenus illicites en ligne, même partielle. Toutes les grandes entreprises (Twitter, Facebook, Google…) sont conscientes des enjeux présents et conduisent leurs propres politiques. Des codes de bonne conduite et législations sont également en vigueur, telles les deux lois sur la confiance dans l'économie numérique (LCEN) de 2004 et sur le terrorisme de 2014 qui permettent les déréférencements et blocages.

L'accent placé par Emmanuel Macron sur une obligation de résultat et le lancement d'une initiative majeure à l'échelle européenne est une bonne nouvelle. Son ambition de raffermir les discussions avec les principaux acteurs de l'Internet l'est tout autant. Dans les deux cas de figure néanmoins, supprimer (ou à défaut réduire au maximum) la propagande terroriste ne réglera pas la question, pour plusieurs raisons. D'une part, les djihadistes trouveront constamment de nouveaux canaux d'expression et de diffusion. Ainsi, pour contourner la surveillance des services de renseignement, ces derniers auraient établi leur propre réseau social, comme le découvrait récemment l'office de police intergouvernemental Europol. D'autre part, l'existence même de la propagande djihadiste ne se voit pas encore fondamentalement remise en cause, dans la narration délétère du monde qu'elle véhicule. S'attaquer à ses fondements devrait constituer la pierre angulaire de toute action fondée sur la reconnaissance que le récit djihadiste est devenu global et ne s'éteindra pas avec la perte de Mossoul ou d'autres fronts de guerre. L'ensemble des attentats déjoués sur la période récente le prouvent. Les menaces réitérées de l'État islamique lors du dernier scrutin, toutes disponibles, indiquent de surcroît quelle reste la détermination des jihadistes à frapper la France dans le temps long.


Une révision stratégique des politiques existantes ne peut en conséquence se passer d'une réflexion plus profonde et multiforme quant aux moyens de délégitimation de l'énoncé djihadiste lui-même. L'armée américaine l'a compris et traque sans relâche tous les architectes et idéologues du «cybercalifat», éliminés un à un. La stratégie des «contre-messages» (counter-messaging) étant loin d'avoir produit les résultats escomptés, Washington tente par ailleurs de repenser ce volet de manière plus claire et coordonnée. Sophistiquer une contre-propagande n'est pas un exercice aisé en soi (et pour l'heure encore largement confiné aux cercles de spécialistes) et suppose une déconstruction critique et systématique de l'idéologie djihadiste qui demeure au cœur de la lutte. Si cette idéologie mortifère n'est pas détricotée et discréditée auprès du plus grand nombre, alors elle continuera de mobiliser les plus crédules.

          Réseaux sociaux, liberté de pensée et censure   
Facebook lève un peu plus le voile sur ses pratiques de modération (30/06/2017)
Dans un long texte publié cette semaine, le réseau social explique comment il travaille sur le sujet sensible et très politique des messages appelant à la haine.

LE MONDE | 30.06.2017 à 12h44 • Mis à jour le 30.06.2017 à 15h13 | Par Damien Leloup

A la conférence Facebook F8, le 18 avril.
A la conférence Facebook F8, le 18 avril.

Deux milliards d’utilisateurs, et des dizaines de milliers de messages haineux : Facebook, qui a annoncé cette semaine qu’il avait atteint un nouveau record de nombre d’utilisateurs, a également dévoilé pour la première fois quelques chiffres sur sa modération, un domaine sur lequel le groupe était jusqu’à présent resté très discret.


Dans un long message publié mardi 27 juin, le grand groupe du Web explique avoir modéré en moyenne 66 000 messages chaque semaine signalés comme « hate speech » (discours de haine), une catégorie qui regroupe les incitations à la violence et à la haine, ou encore les insultes sexistes, racistes ou homophobes. Soit 288 000 messages en moyenne par mois.

Mais le réseau social a également donné quelques clés de lecture de ces chiffres, en détaillant sa politique de modération sur ces sujets – et les questions qui ne sont toujours pas complètement tranchées à ce sujet. « La première difficulté pour arrêter les discours de haine est de définir des limites, écrit Richard Allan, l’un des responsables de la politique publique de l’entreprise. Des personnes peuvent être en désaccord sur des sujets comme la politique étrangère d’un Etat, ou la moralité des enseignements de certaines religions, et nous voulons qu’ils puissent débattre de ces sujets sur Facebook. Mais où se situe la ligne qui sépare le débat du discours de haine ? »


Messages et contexte

En pratique, Facebook explique utiliser un principe général, et des règles spécifiques dans de nombreux cas particuliers. De manière globale, le réseau social considère comme haineux tout discours qui s’attaque à des personnes en fonction de « caractéristiques protégées », dont le sexe, l’origine ethnique, la nationalité, la religion, l’orientation sexuelle… Mais ce principe se heurte fréquemment à des situations locales particulières. En Italie, « le mot “frocio” (“pédé”) » est par exemple considéré comme du discours de haine lorsqu’il est adressé à une personne, mais il est aussi utilisé par les militants des droits LGBT pour dénoncer l’homophobie », explique Facebook, qui procède à des suppressions au cas par cas en fonction du contexte.

Le contexte est, affirme Facebook, le principal élément qui doit guider les règles de modération. En Allemagne, où la multiplication de messages racistes ou haineux contre les migrants avait inquiété le gouvernement après l’accueil par le pays de nombreux migrants syriens, le réseau social affirme avoir fait évoluer ses règles pour « supprimer à la fois les appels à la violence contre les migrants ou les messages déshumanisant, comme ceux qui les comparaient à des animaux, à de la saleté ou à des ordures », tout en laissant « la possibilité pour les gens d’exprimer leur opinion sur l’immigration elle-même ».

De même, le réseau social explique faire des exceptions pour des mots ou des expressions qui sont a priori contraires à ses règles, mais qui peuvent aussi être utilisées pour « de l’autodérision, ou des citations de paroles de chansons ».

L’intelligence artificielle n’est pas la panacée

Une grande partie de ces règles avaient déjà été dévoilées par plusieurs journaux européens ces dernières années. La Süddeutsche Zeitung et, plus récemment, le Guardian avaient publié plusieurs documents utilisés pour la formation des modérateurs de Facebook, soit 4 500 personnes dans le monde, auxquelles s’ajouteront dans l’année avenir 3 000 salariés supplémentaires, a annoncé Facebook. Ce 28 juin, le site ProPublica avait également publié plusieurs extraits de documents.


« Il est clair que la manière dont nous appliquons nos règles n’est pas parfaite, reconnaît Facebook. Nous sommes souvent confrontés à des cas difficiles à trancher – et nous nous trompons trop souvent. » Surtout parce que ces questions sont complexes, argumente Facebook, et que la surmodération comme la sous-modération posent, légitimement, des problèmes aux utilisateurs.


En matière de modération, il n’existe pas de baguette magique ni de solution parfaite, dit le réseau social. Même l’intelligence artificielle, souvent mise en avant par le groupe comme par des gouvernements comme l’outil ultime pour gérer les millions de messages publiés chaque jour sur les réseaux sociaux, est loin d’être une solution, au moins pour l’instant, reconnaît Facebook. « La technologie continuera d’être un élément important dans nos efforts pour nous améliorer. Mais si nous continuons d’investir dans ces avancées prometteuses, nous sommes encore loin de pouvoir nous reposer sur l’intelligence artificielle pour gérer des sujets aussi complexes et mouvants que la lutte contre les discours de haine », écrit Richard Allan.


En savoir plus sur http://www.lemonde.fr/pixels/article/2017/06/30/facebook-leve-un-peu-plus-le-voile-sur-ses-pratiques-de-moderation_5153738_4408996.html




Hard Questions: Hate Speech

Who should decide what is hate speech in an online global community ?
https://newsroom.fb.com/news/2017/06/hard-questions-hate-speech/
By Richard Allan, VP EMEA Public Policy
As more and more communication takes place in digital form, the full range of public conversations are moving online — in groups and broadcasts, in text and video, even with emoji. These discussions reflect the diversity of human experience: some are enlightening and informative, others are humorous and entertaining, and others still are political or religious. Some can also be hateful and ugly. Most responsible communications platforms and systems are now working hard to restrict this kind of hateful content.
Facebook is no exception. We are an open platform for all ideas, a place where we want to encourage self-expression, connection and sharing. At the same time, when people come to Facebook, we always want them to feel welcome and safe. That’s why we have rules against bullying, harassing and threatening someone.
But what happens when someone expresses a hateful idea online without naming a specific person? A post that calls all people of a certain race “violent animals” or describes people of a certain sexual orientation as “disgusting” can feel very personal and, depending on someone’s experiences, could even feel dangerous. In many countries around the world, those kinds of attacks are known as hate speech. We are opposed to hate speech in all its forms, and don’t allow it on our platform.
In this post we want to explain how we define hate speech and approach removing it — as well as some of the complexities that arise when it comes to setting limits on speech at a global scale, in dozens of languages, across many cultures. Our approach, like those of other platforms, has evolved over time and continues to change as we learn from our community, from experts in the field, and as technology provides us new tools to operate more quickly, more accurately and precisely at scale.
Defining Hate Speech
The first challenge in stopping hate speech is defining its boundaries.
People come to Facebook to share their experiences and opinions, and topics like gender, nationality, ethnicity and other personal characteristics are often a part of that discussion. People might disagree about the wisdom of a country’s foreign policy or the morality of certain religious teachings, and we want them to be able to debate those issues on Facebook. But when does something cross the line into hate speech?
Our current definition of hate speech is anything that directly attacks people based on what are known as their “protected characteristics” — race, ethnicity, national origin, religious affiliation, sexual orientation, sex, gender, gender identity, or serious disability or disease.
There is no universally accepted answer for when something crosses the line. Although a number of countries have laws against hate speech, their definitions of it vary significantly.
In Germany, for example, laws forbid incitement to hatred; you could find yourself the subject of a police raid if you post such content online. In the US, on the other hand, even the most vile kinds of speech are legally protected under the US Constitution.
People who live in the same country — or next door — often have different levels of tolerance for speech about protected characteristics. To some, crude humor about a religious leader can be considered both blasphemy and hate speech against all followers of that faith. To others, a battle of gender-based insults may be a mutually enjoyable way of sharing a laugh. Is it OK for a person to post negative things about people of a certain nationality as long as they share that same nationality? What if a young person who refers to an ethnic group using a racial slur is quoting from lyrics of a song?
There is very important academic work in this area that we follow closely. Timothy Garton Ash, for example, has created the Free Speech Debate to look at these issues on a cross-cultural basis. Susan Benesch established the Dangerous Speech Project, which investigates the connection between speech and violence. These projects show how much work is left to be done in defining the boundaries of speech online, which is why we’ll keep participating in this work to help inform our policies at Facebook.
Enforcement
We’re committed to removing hate speech any time we become aware of it. Over the last two months, on average, we deleted around 66,000 posts reported as hate speech per week — that’s around 288,000 posts a month globally. (This includes posts that may have been reported for hate speech but deleted for other reasons, although it doesn’t include posts reported for other reasons but deleted for hate speech.*)
But it’s clear we’re not perfect when it comes to enforcing our policy. Often there are close calls — and too often we get it wrong.
Sometimes, it’s obvious that something is hate speech and should be removed – because it includes the direct incitement of violence against protected characteristics, or degrades or dehumanizes people. If we identify credible threats of imminent violence against anyone, including threats based on a protected characteristic, we also escalate that to local law enforcement.
But sometimes, there isn’t a clear consensus — because the words themselves are ambiguous, the intent behind them is unknown or the context around them is unclear. Language also continues to evolve, and a word that was not a slur yesterday may become one today.
Here are some of the things we take into consideration when deciding what to leave on the site and what to remove.
Context
What does the statement “burn flags not fags” mean? While this is clearly a provocative statement on its face, should it be considered hate speech? For example, is it an attack on gay people, or an attempt to “reclaim” the slur? Is it an incitement of political protest through flag burning? Or, if the speaker or audience is British, is it an effort to discourage people from smoking cigarettes (fag being a common British term for cigarette)? To know whether it’s a hate speech violation, more context is needed.
Often the most difficult edge cases involve language that seems designed to provoke strong feelings, making the discussion even more heated — and a dispassionate look at the context (like country of speaker or audience) more important. Regional and linguistic context is often critical, as is the need to take geopolitical events into account. In Myanmar, for example, the word “kalar” has benign historic roots, and is still used innocuously across many related Burmese words. The term can however also be used as an inflammatory slur, including as an attack by Buddhist nationalists against Muslims. We looked at the way the word’s use was evolving, and decided our policy should be to remove it as hate speech when used to attack a person or group, but not in the other harmless use cases. We’ve had trouble enforcing this policy correctly recently, mainly due to the challenges of understanding the context; after further examination, we’ve been able to get it right. But we expect this to be a long-term challenge.
In Russia and Ukraine, we faced a similar issue around the use of slang words the two groups have long used to describe each other. Ukrainians call Russians “moskal,” literally “Muscovites,” and Russians call Ukrainians “khokhol,” literally “topknot.” After conflict started in the region in 2014, people in both countries started to report the words used by the other side as hate speech. We did an internal review and concluded that they were right. We began taking both terms down, a decision that was initially unpopular on both sides because it seemed restrictive, but in the context of the conflict felt important to us.
Often a policy debate becomes a debate over hate speech, as two sides adopt inflammatory language. This is often the case with the immigration debate, whether it’s about the Rohingya in South East Asia, the refugee influx in Europe or immigration in the US. This presents a unique dilemma: on the one hand, we don’t want to stifle important policy conversations about how countries decide who can and can’t cross their borders. At the same time, we know that the discussion is often hurtful and insulting.
When the influx of migrants arriving in Germany increased in recent years, we received feedback that some posts on Facebook were directly threatening refugees or migrants. We investigated how this material appeared globally and decided to develop new guidelines to remove calls for violence against migrants or dehumanizing references to them — such as comparisons to animals, to filth or to trash. But we have left in place the ability for people to express their views on immigration itself. And we are deeply committed to making sure Facebook remains a place for legitimate debate.
Intent
People’s posts on Facebook exist in the larger context of their social relationships with friends. When a post is flagged for violating our policies on hate speech, we don’t have that context, so we can only judge it based on the specific text or images shared. But the context can indicate a person’s intent, which can come into play when something is reported as hate speech.
There are times someone might share something that would otherwise be considered hate speech but for non-hateful reasons, such as making a self-deprecating joke or quoting lyrics from a song. People often use satire and comedy to make a point about hate speech.
Or they speak out against hatred by condemning someone else’s use of offensive language, which requires repeating the original offense. This is something we allow, even though it might seem questionable since it means some people may encounter material disturbing to them. But it also gives our community the chance to speak out against hateful ideas. We revised our Community Standards to encourage people to make it clear when they’re sharing something to condemn it, but sometimes their intent isn’t clear, and anti-hatred posts get removed in error.
On other occasions, people may reclaim offensive terms that were used to attack them. When someone uses an offensive term in a self-referential way, it can feel very different from when the same term is used to attack them. For example, the use of the word “dyke” may be considered hate speech when directed as an attack on someone on the basis of the fact that they are gay. However, if someone posted a photo of themselves with #dyke, it would be allowed. Another example is the word “faggot.” This word could be considered hate speech when directed at a person, but, in Italy, among other places, “frocio” (“faggot”) is used by LGBT activists to denounce homophobia and reclaim the word. In these cases, removing the content would mean restricting someone’s ability to express themselves on Facebook.
Mistakes
If we fail to remove content that you report because you think it is hate speech, it feels like we’re not living up to the values in our Community Standards. When we remove something you posted and believe is a reasonable political view, it can feel like censorship. We know how strongly people feel when we make such mistakes, and we’re constantly working to improve our processes and explain things more fully.
Our mistakes have caused a great deal of concern in a number of communities, including among groups who feel we act — or fail to act — out of bias. We are deeply committed to addressing and confronting bias anywhere it may exist. At the same time, we work to fix our mistakes quickly when they happen.
Last year, Shaun King, a prominent African-American activist, posted hate mail he had received that included vulgar slurs. We took down Mr. King’s post in error — not recognizing at first that it was shared to condemn the attack. When we were alerted to the mistake, we restored the post and apologized. Still, we know that these kinds of mistakes are deeply upsetting for the people involved and cut against the grain of everything we are trying to achieve at Facebook.
Continuing To Improve
People often ask: can’t artificial intelligence solve this? Technology will continue to be an important part of how we try to improve. We are, for example, experimenting with ways to filter the most obviously toxic language in comments so they are hidden from posts. But while we’re continuing to invest in these promising advances, we’re a long way from being able to rely on machine learning and AI to handle the complexity involved in assessing hate speech.
That’s why we rely so heavily on our community to identify and report potential hate speech. With billions of posts on our platform — and with the need for context in order to assess the meaning and intent of reported posts — there’s not yet a perfect tool or system that can reliably find and distinguish posts that cross the line from expressive opinion into unacceptable hate speech. Our model builds on the eyes and ears of everyone on platform — the people who vigilantly report millions of posts to us each week for all sorts of potential violations. We then have our teams of reviewers, who have broad language expertise and work 24 hours a day across time zones, to apply our hate speech policies.
We’re building up these teams that deal with reported content: over the next year, we’ll add 3,000 people to our community operations team around the world, on top of the 4,500 we have today. We’ll keep learning more about local context and changing language. And, because measurement and reporting are an important part of our response to hate speech, we’re working on better ways to capture and share meaningful data with the public.
Managing a global community in this manner has never been done before, and we know we have a lot more work to do. We are committed to improving — not just when it comes to individual posts, but how we approach discussing and explaining our choices and policies entirely.
Read more about our new blog series Hard Questions. We want your input on what other topics we should address — and what we could be doing better. Please send suggestions to hardquestions@fb.com.
*What’s in the numbers:
  • These numbers represent an average from April and May 2017.
  • These numbers reflect content that was reported for hate speech and subsequently deleted, whatever the reason.
  • The numbers are specific to reports on individual posts on Facebook.
    • These numbers do not include hate speech deleted from Instagram.
    • These numbers do not include hate speech that was deleted because an entire page, group or profile was taken down or disabled. This means we could be drastically undercounting because a hateful group may contain many individual items of hate speech.
    • These numbers do not include hate speech that was reported for other reasons.
      • For example, outrageous statements can be used to get people to click on spam links and with our current definitions if this was reported for spam we do not track it as hate speech.
      • For example, if a post was reported for nudity or bullying, but deleted for hate speech, it would not be counted in these numbers.
    • These numbers might include content that was reported for hate, but deleted for other reasons.
      • For example, if a post was reported for hate speech, but deleted for nudity or bullying, it would be counted in these numbers.
    • These numbers also contain instances when we may have taken down content mistakenly.
  • The numbers vary dramatically over time due to offline events (like the aftermath of a terror attack) or online events (like a spam attack).
  • We are exploring a better process by which to log our reports and removals, for more meaningful and accurate data.
Facebook : « Nous voulons faire d’Internet une “no-go zone” pour les terroristes » (16/06/2017)
Le réseau social a annoncé, jeudi, qu’il utilisait des technologies de détection de la propagande terroriste pour sa modération.

LE MONDE | 16.06.2017 à 10h39 • Mis à jour le 16.06.2017 à 11h29 | Par Damien Leloup et Morgane Tual

Monika Bickert est directrice des politiques publiques de Facebook, et Brian Fishman est chargé de la lutte contre le terrorisme sur le réseau social. Jeudi 15 juin, Facebook a publié un long texte dans lequel il détaille ses techniques de lutte contre la propagande, et notamment des outils de modération partiellement automatisés, basés sur l’intelligence artificielle.
Lire aussi :   Sous pression, Facebook détaille ses mesures contre l’apologie du terrorisme

Pourquoi avez-vous décidé de dévoiler vos méthodes de lutte contre la propagande terroriste maintenant ? Jusqu’alors, Facebook laissait entendre que ces méthodes étaient plus efficaces si elles n’étaient pas connues.

Monika Bickert : Il y a deux raisons. D’abord parce que nous avons malheureusement vu se multiplier les attaques terroristes, et cela a fait émerger des discussions dans la communauté sur le rôle de chacun pour combattre le terrorisme. Que peut-on faire, les uns les autres ? Que font les réseaux sociaux ? Il nous tient à cœur de préserver nos communautés, qu’elles se sentent en sécurité. C’est pourquoi il est important d’expliquer ce que l’on fait pour ça.

La deuxième raison, c’est que nous travaillons sur ces technologies depuis longtemps, et elles ont progressé cette année. Puisqu’on a vu que ça commençait à devenir efficace, on a voulu le faire savoir.

Ces technologies sont-elles déjà utilisées ?

Brian Fishman : Nous utilisons une série d’outils automatisés – dans certains cas, nous supprimons automatiquement les contenus, comme les vidéos de décapitation. Dans d’autres cas, le contexte est important : une photo du drapeau de Daech peut être utilisée pour de la propagande, mais ellepeut aussi illustrer un article de presse. Dans ces cas où le contexte compte, ces outils servent à prioriser ces contenus pour nos équipes de modération.

M. B. : C’est très différent de la question de la pédopornographie, pour laquelle l’image est toujours criminelle, elle contrevient toujours à nos règles, même si la personne veut la partager avec une bonne intention, comme permettre l’identification de l’enfant. C’est plus facile d’utiliser cette technologie dans cette situation. On doit utiliser les ordinateurs pour ce qu’ils savent bien faire, et les humains pour ce qu’ils savent bien faire.

B. F. : Nos techniques, les terroristes essaient de les contourner, nous devons constamment les mettre à jour.

L’automatisation concerne-t-elle aussi le contenu écrit ?

B. F. : Nous utilisons des outils de compréhension du langage naturel pour détecter de potentielles violations, qui sont transmises à nos équipes de modération. Mais nous n’avons pas assez confiance dans cette technologie pour l’autoriser à prendre une décision sans humain dans la boucle.
Pour lutter contre le terrorisme, Facebook dit avoir besoin de croiser les données de WhatsApp, Facebook et Instagram. Pourtant, lors du rachat de WhatsApp, ses utilisateurs avaient reçu la promesse que leurs données ne seraient pas partagées…

M. B. : Nous gardons toutes nos obligations sur le partage de données à l’esprit. Nos avocats ont des discussions avec les autorités compétentes pour s’assurer que nous respectons la loi. Ce sont des aspects sur lesquels nous commençons seulement à travailler, ce n’est pas un système opérationnel. Mais débarrasser Facebook de la propagande terroriste ne nous suffirait pas. Nous voulons faire de tout Internet une no-go zone pour les terroristes. Nous devons faire tout ce qui est en notre pouvoir sur toutes nos plates-formes, y compris Instagram et WhatsApp.

Comment définissez-vous la propagande ou les « contenus terroristes » ?

M. B. : Aucun groupe qui a la violence pour but, ou qui s’est rendu coupable d’actes violents, n’est autorisé à avoir une présence sur Facebook. Même si c’est pour parler de choses qui n’ont pas de lien avec la violence. Par exemple, si Boko Haram créait une page sur Facebook pour discuter de cuisine, nous fermerions cette page. Nous n’autorisons pas non plus l’apologie de ces groupes, de leurs membres ou de leurs actions. Quand on réfléchit à ce qu’est la propagande terroriste, c’est tout ce qui aide la cause ou le but de ces groupes. Si quelqu’un dit : « Daech c’est génial, rejoignez-les », c’est contraire à nos règles. Si quelqu’un publie, après une attaque comme celle de Magnanville, un message « c’était marrant » ou « je suis content que ça soit arrivé », nous considérons que c’est un soutien à un groupe terroriste, et nous supprimons aussi ces messages.

S’agissant de la pédopornographie, il existe une alliance entre Facebook, YouTube, Twitter… Une collaboration similaire est-elle prévue contre le terrorisme ?

M. B. : Nous essayons déjà de partager nos meilleures pratiques et des empreintes d’images avec d’autres entreprises. Nous avons commencé il y a deux ans : nous travaillons avec une vingtaine de réseaux sociaux qui discutent régulièrement entre eux.

B. F. : Ces discussions se déroulent depuis très longtemps de manière informelle. Mais avec Twitter, Microsoft et YouTube, nous partageons les empreintes de vidéos et d’images terroristes. A chaque fois qu’une nouvelle empreinte est placée dans la base de données, nous vérifions tous que cette vidéo n’est pas présente sur nos plates-formes. Dans certains cas, nous ne trouvons rien, dans d’autres, nous découvrons qu’une vidéo ou une photo était parvenue à se glisser entre les mailles du filet. Nous avons beaucoup de systèmes différents, et il n’y a pas de réponse unique. Nous ne sommes pas parfaits, nous ne promettons pas que toute la propagande terroriste va disparaître du jour au lendemain, mais nous travaillons à faire de Facebook un endroit hostile pour les terroristes.

Partagez-vous aussi des informations sur les utilisateurs problématiques ?

M. B. : Nous sommes toujours à la recherche de nouvelles manières de collaborer avec d’autres entreprises. Mais nous devons aussi faire très attention au respect de la vie privée, et nous assurer que nous agissons de manière responsable. On me demande souvent : « Est-ce que les réseaux sociaux en ont vraiment quelque chose à faire ? » Oui, bien sûr. Ce n’est bon pour personne d’avoir des terroristes dans sa communauté en ligne. Tout le monde veut se débarrasser de ces contenus.
Allez-vous changer les règles de modération de Facebook ?

M. B. : Nous ne changeons pas nos règles. Nous mettons juste en place des moyens de trouver ces contenus plus rapidement, pour mieux faire respecter ces règles.

La propagande terroriste sur Facebook, nous n’en voulons pas. La technologie va nous aider à la trouver plus rapidement, et nous voulons le faire sur tous nos services. Et nous continuerons de travailler avec nos partenaires, les associations, les universitaires qui travaillent sur ces sujets, pour comprendre comment nous pouvons avoir une longueur d’avance sur une menace en évolution constante.

Nous travaillons aussi sur différentes initiatives sur la manière dont les gens peuvent lutter contre la radicalisation, nous avons fait des recherches pour voir comment le contre-discours peut fonctionner, en France comme en Europe.

« Il n’existe pas de filtre magique »

Paris et Londres ont présenté, mardi 13 juin, un plan d’action conjoint contre la propagande terroriste en ligne. Les gouvernements français et britannique disent notamment vouloir automatiser la suppression de ces contenus. « Nous le faisons déjà. Nous investissons dans des technologies qui suppriment rapidement ces contenus, et nous le faisons depuis des années », répond Monika Bickert, directrice des politiques publiques de Facebook, interrogée sur ce sujet.

« C’est important de dire que ce n’est pas aussi facile que d’appuyer sur un bouton, qu’il n’existe pas de filtre magique qui supprimera ces contenus », ajoute-t-elle, précisant que Facebook entretient « un dialogue continu » avec les gouvernements. « Si nous voyons quelque chose qui représente une menace imminente, nous le communiquons aux autorités compétentes, en France comme ailleurs, dit-elle. Nous avons des personnes issues des forces de l’ordre qui travaillent dans notre équipe légale, et qui gèrent ces relations. Pour les affaires de terrorisme, il y a parfois des demandes urgentes ; nous sommes en mesure d’y répondre vingt-quatre heures sur vingt-quatre, sept jours sur sept. »




M. Macron et Mme May s’accordent sur un plan d’action antiterroriste et le calendrier du Brexit (13/06/2017)
Lors de leur conférence de presse conjointe, M. Macron a annoncé « un plan d’action » conjoint et « très concret » pour renforcer la lutte antiterroriste.

Le Monde.fr avec AFP et Reuters | 13.06.2017 à 21h16 • Mis à jour le 14.06.2017 à 06h33

http://www.lemonde.fr/europe/article/2017/06/13/aux-cotes-de-may-macron-annonce-un-plan-d-action-antiterroriste-avec-londres_5143938_3214.html

(photo)
Rencontre entre le président Emmanuel Macron et la première ministre britannique Theresa May à l’Elysée, le 13 juin.

C’est le premier déplacement à l’étranger de Theresa May depuis son échec aux législatives anticipées du 8 juin au Royaume-Uni. Et la première ministre britannique l’a assuré, au côté du chef de l’Etat français, qui la recevait à Paris, mardi 13 juin : « Le calendrier pour les négociations du Brexit est maintenu et elles commenceront la semaine prochaine », comme cela était prévu.

De son côté M. Macron, comme le ministre des finances allemand, Wolfgang Schäuble, l’avait déjà fait dans la journée, a lancé que « la porte [était] toujours ouverte » pour que le Royaume-Uni reste dans l’Union européenne « tant que la négociation du Brexit n’est pas achevée ». Mais « une fois commencée, il est beaucoup plus difficile de revenir en arrière », a-t-il ajouté, soutenant par ailleurs « respecter la volonté du peuple britannique ».


Mme May, en pleine tourmente après ses élections ratées, va devoir aborder ces négociations en position fragilisée, contrastant avec le triomphe presque insolent de la stratégie électorale du nouveau président français, dont les partisans sont en position de rafler une large majorité absolue dimanche 18 juin, au second tour des législatives françaises.

Interrogée pour savoir si son propre affaiblissement politique la ferait revenir sur l’hypothèse d’un « Brexit dur », Mme May a affirmé qu’il existait « une volonté commune au sein du peuple britannique », puisqu’il « a voté pour quitter l’UE », « que leur gouvernement le fasse, et en fasse un succès ». Ce processus mènera à « un arrangement, concernant le Brexit, qui servira les intérêts du Royaume-Uni et ceux des 27 membres de l’Union européenne », a-t-elle ajouté.

Plan d’action antiterroriste

Autre sujet en toile de fond de la soirée des dirigeants français et britannique : la lutte antiterroriste. Lors de leur conférence de presse conjointe dans le jardin de l’Elysée, M. Macron a annoncé « un plan d’action » conjoint et « très concret » pour renforcer ce domaine, quelques jours après les attentats de Londres (le 3 juin) et de Manchester (le 22 mai). Celui-ci « vise d’abord à renforcer les engagements et les obligations des opérateurs en ligne afin de supprimer les contenus qui promeuvent dans tous types de médias la haine et le terrorisme », a expliqué M. Macron.

« Il y a aujourd’hui des engagements qui ont été pris, ils ne sont pas suffisants », a-t-il ajouté. Il faut donc « améliorer les moyens d’accès aux contenus cryptés dans des conditions qui préservent la confidentialité des correspondances afin que les messageries ne puissent pas être l’outil des terroristes ou des criminels ».

Londres et Paris souhaitent également « accentuer la coopération internationale avec les Etats-Unis, notamment pour améliorer l’accès aux preuves numériques dans les enquêtes qui sont menées où que soient localisées ces données ».

Cette question avait été abordée en mai lors du sommet du G7 en Sicile. Les chefs d’Etats et de gouvernements avaient notamment appelé les fournisseurs d’accès à Internet et les réseaux sociaux à se montrer plus actifs pour supprimer les contenus extrémistes sur la Toile.

Avec la France « nous sommes convenus de faire plus pour lutter contre le terrorisme en ligne », a indiqué Mme May à Paris, mardi. « Ce qui est fondamental, c’est que nous allons explorer la possibilité de contraindre juridiquement les sociétés à retirer les contenus, si ce n’est pas fait. »

Les deux dirigeants ont ensuite assisté à une rencontre de foot amicale entre leurs équipes nationales, précédée par un hommage auxvictimes des attentats de Londres et Manchester.








          Attentats en France   
Aéroport de Roissy: 2000 personnes évacuées d'un terminal (01/07/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 01/07/2017 à 19:34 Publié le 01/07/2017 à 18:35

Environ 2000 personnes ont été évacués cet après-midi du terminal 2F de l'aéroport Roissy Charles-de-Gaulle et une vingtaine de vols ont été retardés après qu'un individu s'est introduit en "zone privée" sans passer les contrôles de sécurité, selon des sources aéroportuaires.

"Vers 15h15, une personne a franchi les portes anti-retour en sens inverse. Comme elle n'a pas été retrouvée, nous avons été obligés d'évacuer pour 'décontaminer' la zone, c'est-à-dire vérifier qu'aucun objet n'a été déposé", a expliqué l'une de ces sources. "La porte était gardée par un agent de sécurité qui avait quitté son poste sans prévenir sa hiérarchie", selon cette source.

Vers 19 heures, les passagers ont pu regagner l'aérogare. "Les policiers ont fouillé le terminal de fond en comble et ont estimé qu'il n'y avait pas d'objet suspect", a indiqué un deuxième source.


Huit vols ont été annulés, et une vingtaine retardés par cet incident. Selon une deuxième source, environ 2000 personnes ont été évacuées de la zone "privée", à laquelle on accède après avoir passé les contrôles de sécurité préalables à l'embarquement. "C'est très exceptionnel", a-t-elle ajouté. Selon ces sources, l'opération se passe "dans le calme, sans incident".

Bouches-du-Rhône : mis en examen pour vol d'obus de l'armée (01/07/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 01/07/2017 à 11:25 Publié le 01/07/2017 à 10:52

Un homme de 23 ans a été mis en examen hier à Aix-en-Provence pour avoir volé lance-roquettes et obus dans un train de marchandises qui convoyait ce matériel appartenant à l'armée.

L'homme a été mis en examen pour "vol aggravé", a précisé à l'AFP le procureur de la République d'Aix-en-Provence, confirmant une information du Parisien.

Le vol a été commis au cours de la dernière semaine de juin, dans un train de marchandises qui traversait la France, entre la base de Miramas (Bouches-du-Rhône) et celle de Brienne-le-Château, dans l'Aube. Selon les premiers éléments de l'enquête, les caisses n'étaient "ni plombées, ni sécurisées", a précisé une source proche du dossier. Au total, quatre lance-roquettes antichars et quatre caisses d'obus, capable de pénétrer des blindages, ont été volés, rapporte Le Parisien.

Les gendarmes de la section de recherches de Marseille, auxquels l'enquête a été confiée, ont pu rapidement identifier le voleur présumé et remonter jusqu'à lui : coutumier des vols de fret, il "repérait les conteneurs isolés" pour y dérober du matériel, selon la source proche du dossier. Les enquêteurs l'ont interpellé chez lui à Miramas, où le matériel a également pu être retrouvé.

L'information judiciaire qui a été ouverte doit permettre de comprendre s'il est tombé sur ce matériel par hasard, où s'il cherchait précisément à mettre la main sur ces armes, une piste qui n'est pour l'heure pas privilégiée.

"Cet incident a conduit la ministre des Armées à ordonner une enquête de commandement qui devra revoir les conditions de transport de munitions par voie ferrée et proposer des mesures, susceptibles d'être mises en oeuvre avec la SNCF, pour en renforcer la sécurisation", souligne-t-on samedi au cabinet de Florence Parly.

Isère: près de 75 armes volées sur un stand de tir (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 14:45 Publié le 30/06/2017 à 14:35

Quatre hommes ont volé hier soir plusieurs dizaines d'armes sur un stand de tir en Isère, en présence du responsable des lieux et d'un visiteur, a-t-on appris de source proche du dossier, confirmant une information du Dauphiné Libéré.

Vers 20 heures, quatre hommes encagoulés ont pénétré sur un stand de tir à Saint-Chef, où ils ont volé environ 75 armes dont une cinquantaine d'armes de poing.

Le plan recherche a été activé et l'enquête, confiée initialement à la section de recherches de Grenoble, a été transférée à la Direction interrégionale de la police judiciaire (DIPJ) de Lyon. Le milieu du grand banditisme serait privilégié par les enquêteurs.


Selon le Dauphiné Libéré, le stand de tir du Rondeau accueillait une exposition-vente avec la présentation de plusieurs centaines d'armes civiles et de guerre depuis mercredi. Il avait déjà été cambriolé en novembre 2014 - une quinzaine d'armes avaient alors disparu.


Créteil: un homme tente de foncer dans la foule (29.06.2017)
Par Le Figaro.frMis à jour le 29/06/2017 à 20:46 Publié le 29/06/2017 à 20:35

Un homme a tenté de foncer en voiture dans la foule devant la mosquée de Créteil, aujourd'hui à 18 h 30. Il a été interpellé quelques minutes plus tard par les policiers. Aucun blessé n'est à déplorer. L’individu, d’origine arménienne, n’était ni alcoolisé ni sous l’emprise de stupéfiants. Selon les informations du Parisen, il aurait déclaré avoir voulu «venger le Bataclan et les Champs-Elysées».


Selon un communiqué publié par la préfecture de Police, l'"individu a bord de son véhicule 4 X 4 a heurté à plusieurs reprises les plots et barrières placés en protection de la mosquée de Créteil (...) Ne parvenant pas à passer les obstacles le conducteur du véhicule a poursuivi sa course, percuté un terre-plein, puis a pris la fuite".


Pas un jour ou presque ne se passe en France sans au moins un attentat ou une tentative d'attentat déjouée, sans compter les viols et autres violences. Seules les attaques les plus meurtrières sont relayées, quand elles le sont, par les médias. Les autres apparaissent dans les rubriques "faits divers" des journaux locaux. On dirait vraiment que la politique conquérante de certains courants musulmans (Frères musulmans, mosquées radicales, etc.), la politique de l'autruche, voire la collaboration éhontée, des hommes politiques et la culture de la repentance des médias ajoutée à la victimisation des ressortissants du tiers-monde, voire la collaboration éhontée de certains, œuvrent ensemble pour faire de l'Europe le futur champ de bataille d'une immense guerre civile et religieuse. J'espère sincèrement me tromper. Malheureusement, de nombreux signes font penser de plus en plus à l'avènement prochain de la décennie noire en Algérie. Et notamment, le fait que j'écrive cet article. La peur engendre aussi des réactions inappropriées. Il faut savoir raison garder.


Il ne faut pas désespérer outre mesure : si chacun remplit sa part de justice, d'enseignement, de protection, d'information, sans se décharger de sa responsabilité sur un Etat depuis longtemps fautif et toujours susceptible de fauter jusqu'à preuve du contraire, le pire peut encore être évité. Le combat sera long et durera des années pour restaurer la laïcité et les droits de l'homme partout en France, restaurer un enseignement de l'histoire digne de ce nom qui ne privilégie pas la dénonciation des crimes de l'Occident sur ceux de l'Islam et des autres pays du tiers-monde, restaurer les disciplines scolaires nécessaires à l'épanouissement de l'esprit critique (littérature, mathématiques, géométrie, analyse grammaticale, allemand, latin, grec), faire la lumière sur ce qu'est réellement l'Islam et son influence globalement néfaste pour l'humanité depuis ses origines. 

Pas-de-Calais: un chauffeur tué dans un barrage de migrants (20.06.2017)

Publié le 20/06/2017 à 07:03

Le chauffeur d’une camionnette est décédé dans la nuit de lundi à mardi dans un accident provoqué par un barrage de migrants sur l’autoroute A16 au niveau de la commune de Guemps, a annoncé cette nuit la préfecture du Pas-de-Calais.
La camionnette, immatriculée en Pologne, s’est encastrée dans l'un des trois poids-lourds bloqué par un barrage de troncs d'arbres. Elle s'est embrasée dans l’accident. L’identité du conducteur n’est pas connue à ce stade, « compte tenu de l’état du corps », précise la préfecture.

Neuf migrants de nationalité Erythréenne ont été interpellés dans l’un des trois poids-lourds bloqués par
le barrage, installé au niveau des échangeurs 49 et 50 de l’autoroute A16, à 15 kilomètres de Calais. Ils ont été placés en garde à vue.

Les barrages refont leur apparition dans le Nord-Pas-de-Calais, signe d'un retour croissant des migrants qui veulent passer en Angleterre, malgré le démantèlement de la Jungle en octobre dernier.

Timbaut (47) : un agriculteur poignardé par un homme au cri d’ « Allahu Akbar » (19.06.2017)
Deux hommes ont été interpellés, dimanche soir à Laroque-Timbaut (Lot-et-Garonne), par les gendarmes, qui recherchaient l’un d’eux, suspecté d’avoir poignardé un agriculteur et connu pour être radicalisé.
Vers 21 heures, une altercation éclate entre les conducteurs d’une voiture, celui d’un scooter et un agriculteur. Selon nos informations, les deux hommes reprochent au paysan de provoquer des nuisances avec sa moissonneuse batteuse. Le ton monte, le conducteur de la voiture aurait crié «Allahu Akbar» (« Dieu est [le] plus grand », ndlr) et asséné un coup de couteau à l’agriculteur.
Les deux hommes auraient ensuite pris la fuite, laissant la victime, gravement blessée à un bras. Elle sera prise en charge par les secours et évacuée vers le centre hospitalier d’Agen. Les militaires identifient et arrêtent les deux suspects peu de temps après. La brigade de recherches d’Agen est saisie de l’enquête.
source : Le Parisien

> Policiers blessés à La Réunion : le suspect radicalisé et sa mère mis en examen

> Gard : enquête ouverte après la diffusion d'une vidéo de Daech par un élève policier

> L'ex-militaire radicalisé arrêté à Evreux avait envisagé une attaque en France


«Je me suis vu mourir» : l'agriculteur poignardé par un fiché S se confie au Figaro
Par Edouard de Mareschal Mis à jour le 28/06/2017 à 21:09 Publié le 28/06/2017 à 21:05

Au cri d'«Allah akbar», un radicalisé a poignardé de plusieurs coups de couteau un cultivateur du Lot-et-Garonne, occasionnant à la victime une incapacité de travail de 21 jours. L'agriculteur raconte les faits et demande des explications aux autorités.

Le gaillard a beau dépasser le quintal et mesurer un mètre quatre-vingt-dix, l'attaque l'a mis par terre. «Je n'oublierai jamais ce qui m'est arrivé, car je me suis vu mourir», raconte au Figaro cet agriculteur de Laroque-Timbaut (Lot-et-Garonne), violemment poignardé le 18 juin dernier par un individu fiché S alors qu'il moissonnait son champ. «Les journaux parlent d'un fait divers, mais moi je l'ai eu en face de moi…, s'émeut-il. Je l'ai vu faire tourner sa lame en criant “Allah akbar” ou je ne sais quoi…». Son jeune collègue, qui moissonnait avec lui ce jour-là, lui a sauvé la vie. «Sans lui, l'autre m'aurait achevé au sol», assure-t-il.

L'agriculteur ...










Sur les Champs-Elysées, les gendarmes échappent à un nouvel attentat











Lundi, sur l’avenue des Champs-Elysées, lors de l’opération de police qui a fait suite à l’attaque ratée.
Lundi, sur l’avenue des Champs-Elysées, lors de l’opération de police qui a fait suite à l’attaque ratée. Photo Stéphane Remael pour «Libération»

Une Megane s’est embrasée après avoir heurté un fourgon de militaires, lundi. Le conducteur, qui était fiché S, est mort.

Il est 15 h 48, lundi, lorsqu’une Renault Megane double un fourgon de l’escadron de gendarmerie de Chaumont (Haute-Marne) et le percute par la droite aux bas de l’avenue des Champs-Elysées. D’après plusieurs témoins, cela ressemblait au départ à une manœuvre de dépassement très audacieuse. Mais lorsque les gendarmes s’approchent du véhicule accidenté, la scène bascule dans une autre dimension. Eric Favereau, journaliste à Libération, y assiste de visu : «Là, je vois une implosion dans l’habitacle de la voiture à l’arrêt, avec un jet de flamme qui sort. Les gendarmes se précipitent dans leur camion pour prendre des outils et cassent les vitres de la voiture. Un motard les aide. Ils arrivent à ouvrir la voiture, qui est toujours en feu. Ils sortent un homme et le tirent jusqu’au sol pendant que d’autres utilisent des extincteurs.» Une épaisse fumée orangée se dégage alors au-dessus de la célèbre avenue parisienne.
Gaz.
En fouillant la Mégane, les gendarmes comprennent qu’ils viennent d’essuyer ce que le ministre de l’Intérieur, Gérard Collomb, qualifiera de «tentative d’attentat». Ils découvrent deux bonbonnes de gaz, deux armes de poing, deux kalachnikov et des cartouches. La section antiterroriste du parquet de Paris s’est saisie des investigations, et a confié l’enquête de flagrance à la brigade criminelle du 36, quai des Orfèvres (SAT) et à la DGSI.
D’après les premiers éléments, le conducteur du véhicule aurait foncé délibérément sur le fourgon des militaires. Selon notre journaliste présent sur les Champs-Elysées, «ce n’est que dans un deuxième temps, au moment où les gendarmes s’approchaient de la vitre avant du véhicule suspect, que l’implosion s’est produite.» «J’ai vraiment été impressionné par le calme des fonctionnaires, poursuit Eric Favereau. Ils ont d’abord secouru le conducteur, ont éteint l’incendie, puis ont sécurisé le périmètre. C’était vraiment impressionnant. Il n’y a pas eu de mouvement de panique.»
Malgré l’arrivée rapide des secours, le suspect est décédé des suites de ses blessures. Une carte d’identité a été retrouvée dans la Megane. Sous réserve qu’elle soit authentique, elle révèle qu’Adam D. est né en 1985 à Argenteuil (Val-d’Oise). Connu de la DGSI, il était fiché S (pour Sûreté de l’Etat). Dans la soirée de lundi, la police analysait les substances retrouvées dans la Megane et la Brigade de recherche et d’intervention effectuait une opération au domicile des parents du suspect au Plessis-Pâté (Essonne).
Projet de loi.
Le 20 avril, les Champs-Elysées avaient déjà été le théâtre d’un attentat contre les forces de sécurité. Karim Cheurfi, 39 ans, avait mitraillé des policiers en faction devant l’office de tourisme de Turquie. Un des fonctionnaires visés, Xavier Jugelé, est décédé. Un message manuscrit défendant la cause de l’Etat islamique avait été retrouvé sur un papier près du corps de Cheurfi.
Lors d’une courte allocution sur les Champs-Elysées, le ministre de l’Intérieur a rappelé «le niveau de menace extrêmement élevé» pesant sur la France. Mercredi, Gérard Collomb présentera au Conseil des ministres un projet de loi introduisant les dispositions de l’état d’urgence dans le droit commun.



Un islamiste tente de faire exploser sa voiture sur les Champs-Élysées
Par 3 auteurs Mis à jour le 19/06/2017 à 21:49 Publié le 19/06/2017 à 20:40

La police criminelle inspecte les lieux de l'attentat, lundi sur les Champs-Élysées, et recouvre le corps de l'assaillant.

VIDÉO - L'individu a percuté un fourgon de gendarmes. Des bonbonnes de gaz et des dispositifs de mise à feu ont été découverts.
Pour la seconde fois en moins de deux mois, les Champs-Élysées ont été le théâtre d'une attaque terroriste. Cette fois, le stratagème de la voiture piégée semble avoir été privilégié, mais l'attentat a tourné court. Un miracle au regard de l'arsenal guerrier que transportait l'assaillant.

Lundi vers 15 h 40, à deux pas du square Marigny, un automobiliste a lancé sa voiture, une Renault Megane, sur un fourgon Iris, qui, transportant entre huit et dix hommes de la gendarmerie mobile, descendait les Champs-Élysées. La voiture s'est enflammée lors de la collision, sans faire de blessé parmi les militaires. Le conducteur, porteur de deux armes, a été extrait de l'habitacle calciné. Il a trouvé la mort dans des circonstances qui restent à déterminer. Son corps à moitié dénudé était à même le sol. Un fusil d'assaut de type kalachnikov ainsi qu'un pistolet automatique autrichien, modèle Glock 26, ont été retrouvés à ses côtés. Selon une source policière, le terroriste présumé, Djaziri Adam L., âgé de 31 ans et né en France, était fiché S depuis septembre 1995, en raison de son appartenance à la «mouvance islamiste radicale», et avait fait une demande de port d'arme. Son père, interrogé par l'AFP, précise qu'il «avait une arme qui était déclarée, il s'entraînait au tir». Il bénéficiait d'un permis de détention d'arme, selon une source proche du dossier. Il était assigné à résidence dans le cadre de l'Etat d'urgence et s'était déjà rendu en Turquie. Des perquisitions étaient en cours lundi en début de soirée à son domicile du Plessis-Pâté, dans l'Essonne. Selon une source proche du dossier citée par l'AFP, la famille de l'individu était également connue pour faire partie de la mouvance «salafiste».

Les artificiers du laboratoire central de la Préfecture de police ont découvert deux bonbonnes de gaz ainsi que deux dispositifs de mise à feu dans la Megane. La section antiterroriste du parquet de Paris a ouvert une enquête, confiée à la section antiterroriste de la brigade criminelle et à la Direction générale de la sécurité intérieure. Aucune référence au djihad n'a été retrouvée sur les lieux de l'attaque.

Cette «tentative d'attentat», pour reprendre les propos tenus sur les lieux par le ministre de l'Intérieur, Gérard Collomb, est d'autant plus symbolique qu'elle intervient aux abords de la «plus belle avenue du monde», très sécurisée et aimée des touristes.

Après un bref instant de panique, ces derniers, bloqués dans leur promenade, étaient au demeurant étrangement calmes lundi, guère étonnés des gendarmes et militaires, casqués et avec des armes automatiques. Un passant renseignait des Espagnols de passage : «Quelqu'un a foncé sur des policiers ou des gendarmes ?» «Encore ?» lâchait un touriste sur un ton à peine surpris. Comme si les esprits étaient déjà habitués à de pareils actes. Le ministre de l'Intérieur a souligné quant à lui que ces faits rappelaient que «le niveau de la menace en France est extrêmement élevé».

L'attaque de lundi survient en effet après une série d'attentats visant notamment les forces de l'ordre. Les faits sont survenus à quelques centaines de mètres du lieu de l'assassinat, revendiqué par Daech, dont a été victime le capitaine Xavier Jugelé, le 20 avril dernier.

Des fonctionnaires de police sont visés

Plus récemment, le 6 juin, une attaque terroriste, perpétrée au nom de l'État islamique, a été commise devant la cathédrale Notre-Dame de Paris. Ce jour-là, un étudiant algérien âgé d'une quarantaine d'années s'était dirigé vers trois fonctionnaires de la Préfecture de police. Brandissant un marteau, il avait attaqué l'un d'eux par-derrière, en criant: «C'est pour la Syrie!» Un policier âgé de 22 ans avait été légèrement touché au cou. Blessé par des tirs de riposte, l'assaillant a été arrêté et mis en examen.

Déjà, le 18 mars dernier, un Français d'origine tunisienne de 39 ans avait dû être abattu alors qu'il tentait de s'emparer du fusil d'une militaire de «Sentinelle» à l'aéroport d'Orly. Connu pour des faits de droit commun, il s'était radicalisé en prison.

Depuis les assassinats de Mohamed Merah, en mars 2012, les forces de sécurité paient un lourd tribut à la lutte antiterroriste. Elles n'ont pas oublié le meurtre barbare de Jean-Baptiste Salvaing et Jessica Schneider, couple de policiers tué au couteau le 13 juin 2016 à leur domicile de Magnanville (Yvelines). Ou les attentats qui ont coûté, le 7 janvier 2015, la vie à Ahmed Merabet, un policier affecté au commissariat du XIe arrondissement de Paris et achevé au sol par les frères Kouachi, ainsi qu'à Franck Brinsolaro, brigadier chargé de la protection du dessinateur Charb et tué lors de l'attaque de Charlie Hebdo.

La rédaction vous conseille :

Un "stock d'armes" a été saisi au domicile de l'assaillant de 31 ans mort hier dans un attentat manqué sur les Champs-Elysées, a-t-on appris de source proche du dossier, confirmant une information de BFMTV.
Adam Djaziri, fiché S depuis 2015 pour son appartenance à la mouvance islamiste radicale, détenait neuf armes connues des autorités, dont trois soumises à autorisation - des pistolets Sig-Sauer 9mm et Glock 9mm ainsi qu'un fusil de type kalachnikov, a confirmé cette source.

Champs-Elysées : des gendarmes attaqués, Collomb dénonce une « tentative d’attentat »

Qui sont les auteurs d'attaques terroristes en Occident ? (30/06/2017)
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Qui sont les auteurs d'attaques terroristes en Occident ? (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 19:08 Publié le 30/06/2017 à 18:42

Les auteurs d'attaques terroristes en Europe et aux Etats-Unis étaient dans leur grande majorité des hommes jeunes et connus des autorités, selon une étude universitaire ayant passé au peigne fin les 51 attentats perpétrés en Occident depuis trois ans.

Depuis la proclamation du "califat" de l'Etat islamique le 29 juin 2014, il y a juste trois ans, 51 attentats ont été menés en Occident, dans un nombre limité de pays (8). La France a été le pays le plus touché, avec 17 attaques, suivie des Etats-Unis (16) et de l'Allemagne (7).


Ces attaques qui ont fait 395 morts et au moins 1.549 blessés, ont été perpétrées par 65 assaillants. Quarante-trois ont perdu la vie, 21 ont été arrêtés, 1 est en fuite.

L'âge moyen des auteurs s'élève ainsi à 27,3 ans. Le plus jeune avait 15 ans, le plus âgé 52. Sur les 65 assaillants, 63 étaient des hommes, soit 97% d'entre eux.

73% étaient citoyens du pays où ils ont mené l'attaque. 14% résidaient légalement dans le pays ou étaient en visite légalement depuis des pays proches, 5% étaient des réfugiés ou des demandeurs d'asile, tandis que 6% étaient présents illégalement sur le territoire ou attendaient d'être expulsés. 17% étaient des personnes qui se sont converties à l'islam.

82% étaient déjà connus d'une façon ou d'une autre des autorités avant l'attaque. 57% avaient un passé criminel et 18% avaient déjà effectué un séjour en prison. En revanche, seuls 18% d'entre eux s'étaient rendus à l'étranger pour combattre sur un terrain de guerre.

Concernant les attaques proprement dites, dans 8% des cas, l'ordre venait directement de dirigeants de l'Etat islamique. Dans 26%, les assaillants n'avaient pas de connexion avec l'EI ou d'autres groupes djihadistes, mais ont été inspirés par leur message. Enfin, dans 66% des cas, les auteurs avaient une forme de connexion avec l'EI ou d'autres groupes, mais ont agi de manière autonome.


Ce rapport baptisé "Djihadiste de la porte d'à côté. Radicalisation et attaques djihadistes en Occident" est le fruit d'une recherche approfondie conduite par Lorenzo Vidino, Francesco Marone et Eva Entenmann, dans le cadre du Programme sur l'extrémisme de l'Université George Washington, situé dans la capitale américaine, de l'Ispi (Institut pour les études de politique internationale) de Milan et de l'ICCT (centre international pour le contre-terrorisme) de La Haye. Ils ont étudié les 21 attentats perpétrés en Occident depuis 3 ans.

L'EI reprend un quartier de Raqqa (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 14:01 Publié le 30/06/2017 à 13:51

Le groupe État islamique (EI) a repris aujourd'hui un quartier du sud-est de la ville de Raqqa, son bastion en Syrie, près de trois semaines après l'avoir perdu, a affirmé l'Observatoire syrien des droits de l'Homme (OSDH).

"L'EI a totalement repris al-Senaa, le quartier le plus important dont s'était emparées les Forces démocratiques syriennes (FDS) le 12 juin", a indiqué à l'AFP Rami Abdel Rahmane, directeur de l'Observatoire, en référence à l'alliance kurdo-arabe appuyée par une coalition internationale menée par les Etats-Unis.



"En utilisant des tunnels, les jihadistes ont attaqué les FDS en utilisant des kamikazes ainsi que des drones transportant des charges explosives", a-t-il précisé. Al-Senaa, un quartier densément peuplé, se trouve à proximité de la vieille ville de Raqa.

Hier, une quarantaine de membres de l'EI, vêtus de l'uniforme des FDS pour tromper la vigilance de leurs adversaires, avaient attaqué al-Senaa et Mechleb, deux quartiers du sud-est. Ils avaient mené trois attaques suicide à la voiture piégées, actionné des drones avec des charges explosives, pour s'emparer de six positions tenues par les FDS.

Après l'attaque d'aujourd'hui , les FDS ont dû se replier sur le quartier adjacent de Mechleb "où elles renforcent leurs positions", a dit M. Abdel Rahmane. Après la perte d'al-Senaa, les FDS contrôlent toujours Mechleb à l'est et deux autres quartiers à l'ouest.

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L'EI totalement retiré de la province d'Alep (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 14:26 Publié le 30/06/2017 à 14:02

Le groupe jihadiste Etat Islamique (EI) s'est totalement retiré d'Alep, mettant fin à une présence de quatre ans de la province septentrionale de Syrie, a affirmé à l'AFP l'Observatoire syrien des droits de l'homme (OSDH).

"Daech s'est complétement retiré de la province d'Alep face à l'avance des forces du régime", a dit le chef de l'ONG, Rami Abdel Rahmane, en utilisant un acronyme en arabe de l'EI. Ce retrait d'Alep a été confirmé de source militaire syrienne.

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Mossoul : dans les ruines laissées par Daech (29/06/2017)
Par Luc Mathieu, Envoyé spécial à Mossoul Photos William Daniels — 29 juin 2017 à 20:26

Dans le vieux Mossoul, dimanche. 
Dans le vieux Mossoul, dimanche.  Photo William Daniels pour Libération 
Si la reprise de la mosquée Al-Nouri marque un tournant symbolique du conflit, les combats se poursuivent entre des jihadistes aux abois et une armée épuisée.

  Mossoul : dans les ruines laissées par Daech
Quand le vent se lève, la vieille ville de Mossoul disparaît. Le ciel gris et brûlant, les murs sales des maisons ravagées, la poussière des gravats, plus rien ne se distingue, tout se mêle. Seule ressort parfois la puanteur de cadavres oubliés. Les forces irakiennes ont avancé jeudi et dévoilé un paysage post-apocalyptique. Elles ont gagné quelques centaines de mètres sur l’Etat islamique. Cela paraît peu. Mais dans des venelles d’un mètre et demi de large où chaque pas risque de déclencher une mine artisanale, où chaque porte peut receler un piège, c’est beaucoup. L’avancée est aussi symbolique. Les forces spéciales se sont emparé de ce qu’il reste de la mosquée Al-Nouri et d’Al-Hadba, son minaret penché recouvert de mosaïques, le «bossu» comme le surnomment les Mossouliotes. Les jihadistes l’ont dynamité le 21 juin. Ils ne voulaient pas que les soldats puissent parader et faire des selfies devant le minbar où Abou Bakr Al-Baghdadi, le calife autodésigné, a fait sa seule apparition publique. C’était le 3 juillet 2014, l’Etat islamique était au faîte de sa puissance. Jeudi, l’armée irakienne a commencé à déminer les ruines de l’édifice. «D’ici quatre à cinq jours, nous aurons atteint le Tigre. La victoire est une question de jours. Daech n’est plus qu’un pain de glace qui fond sous le soleil», souffle le général Sami al-Arthy, à la tête de deux divisions des forces spéciales irakiennes.

Dans la poussière de la vieille ville, à côté de son blindé noir frappé d’une tête de mort, Nasser, 23 ans, soldat dans les forces spéciales, ne dit pas autre chose. «Dans dix jours, deux semaines peut-être, c’est réglé. On sent que les hommes de l’Etat islamique n’ont plus le moral, qu’ils ne pensent plus qu’à s’échapper. Ils ne savent plus se battre alors qu’il y a encore trois semaines, ils étaient des combattants redoutables.» La bataille a anéanti le vieux Mossoul. Pas une maison ne semble avoir été épargnée. Des toits se sont écroulés, laissant des blocs de béton pendre comme des guirlandes, seulement retenus par leurs armatures métalliques. Des voitures calcinées aux carcasses tordues disparaissent sous la chaussée. Des cratères creusés par des frappes aériennes ont aspiré camionnettes et bulldozers. Quand les avions de la coalition ne bombardent pas et que les combats cessent, un silence profond se répand, imperméable aux bruits de la vie qui a repris dans les autres quartiers.

Tréteaux de fer
Jeudi, comme à chaque progression de l’armée irakienne, des habitants sont apparus au détour des ruelles. Exténués, sales, regards tristes ou joyeux de croiser des militaires. Ils n’ont que quelques sacs et sont entourés d’enfants. Une vieille femme a les yeux dans le vague. Seuls ses deux fils qui la soutiennent l’empêchent de s’écrouler. Devant une maison écrasée par un bombardement il y a dix jours, un homme reste à côté de deux sacs de plastique noir d’où s’écoule une odeur de mort. «Ce sont les restes de mes parents, on vient de les sortir», dit-il calmement. Un autre attend à ses côtés que les secouristes de la Défense civile extraient le cadavre de son père. Il reste une douzaine de corps sous les décombres.

La bataille de Mossoul n’est pas finie, mais les soldats sont épuisés. Ils marchent lentement, s’accroupissent dès qu’ils le peuvent à l’ombre d’un mur éboulé ou d’un blindé. Ceux des forces spéciales n’ont en réalité jamais cessé de combattre depuis 2014. Ils ont mené les assauts à Samarra, Tikrit, Ramadi, Fallouja, Hit, Baji et désormais Mossoul. Le califat irakien est presque annihilé, mais l’enchaînement des combats les a usés.

Dans la cour d’une maison de la vieille ville au toit à moitié arraché, Ahmed, 29 ans, s’est avachi dans un vieux canapé. Il est 15 heures et la chaleur pèse comme un sac de ciment sur les épaules. Il fait près de 50 degrés. «Le plus dur n’est pas tellement la fatigue physique, mais celle liée à la perte d’amis au combat, dit-il. Si je ne compte que depuis le début de l’offensive dans l’ouest de Mossoul, j’en ai perdu quatorze. Mon frère aussi est mort durant un combat.» Il sort son smartphone et montre les photos où il pose en riant avec chacun d’eux. «Au fond, ma vie se résume à la guerre.» Comme la plupart des autres soldats, Ahmed porte les cicatrices de ces offensives qui n’en finissent pas. Il est sorti il y a un mois de l’hôpital après l’explosion d’un mortier qui l’a blessé aux deux jambes et à un bras. Dans la cour de la maison, l’un de ses copains montre son bras, transpercé par cinq balles qui ont laissé des cercles sombres sur la peau et une longue cicatrice. «J’ai aussi été touché au ventre par un éclat», dit le jeune soldat.

Depuis le début de la bataille de Mossoul, les blessés sont rapidement soignés dans de petits centres d’urgence qui se déplacent au gré de la ligne de front. Ils sont ensuite transférés dans des hôpitaux. Cette semaine, l’un des plus avancés est installé à côté de la mosquée Abou Zyan, à environ 500 mètres de la vieille ville, dans deux anciens ateliers. Il n’y a ni porte ni fenêtre et des machines-outils sont encore installées au fond, trop lourdes sans doute pour être pillées.

Les infirmiers ont installé cinq brancards sur des tréteaux de fer. Les cartons de compresses, seringues et perfusions s’entassent le long des murs. Des grappes de mouches bourdonnent autour de petites flaques de sang. Chaque jour, les blessés se succèdent, emmenés par de vieilles ambulances aux suspensions défoncées qui pilent devant les anciens ateliers. «Les blessures les plus courantes sont dues à des éclats de mortiers, de mines artisanales et de grenades. Il y a aussi des blessures par balle, mais c’est moins fréquent», explique un infirmier. Les cadavres sont enveloppés dans une couverture puis déposés dans des sacs mortuaires. La guerre contre l’Etat islamique a décimé les rangs de l’armée irakienne. Les forces spéciales ont perdu 40 % de leurs effectifs, blessés ou tués, depuis le début des combats, selon le Pentagone.

«Seul Dieu a des yeux»
La guerre ne sera pas pour autant terminée avec la fin de la bataille de Mossoul. Avant même le début des derniers assauts contre la vieille ville, l’Etat islamique a répliqué à sa manière, brutale et rapide. Dans la nuit de dimanche à lundi, une soixantaine de jihadistes ont attaqué deux quartiers de l’ouest de Mossoul, libérés il y a quelques mois, Tanak et Yarmouk. Ils ont investi le premier, avancé vers le second. Les habitants ont fui en quelques heures. Les autorités irakiennes ont d’abord blâmé des «cellules dormantes». La réalité est plus inquiétante. Les jihadistes n’attendaient pas cachés à Mossoul dans des caves ou des maisons abandonnées. Ils venaient de beaucoup plus loin, de Tall Afar, à la frontière syrienne, l’une des dernières villes irakiennes qu’ils contrôlent encore. «Ils ont marché durant une partie du trajet et ont réussi à passer nos lignes. Ils avaient des informateurs qui leur ont dit comment éviter les check-points et parvenir jusqu’à Mossoul. Tout était prêt pour eux quand ils sont arrivés», explique le général Haider Fadhel des forces spéciales. Au moins un soldat a été tué lors de l’assaut. Aucun civil n’aurait perdu la vie, selon l’armée irakienne.

Un jihadiste a été capturé. Il a 11 ans. Les autres ont tous été tués, selon le général. «La plupart avaient des vestes explosives. Nous en avons abattu quelques-uns», affirme-t-il. Le cadavre poussiéreux de l’un d’eux, barbe et cheveux longs, pantalon court, était accroché tête en bas lundi matin au poteau cassé d’un feu tricolore. «Ce sont les habitants qui l’ont mis là, pas nous», expliquait un soldat en faction. Quelques heures plus tard, le corps avait été décroché. Il gisait juste à côté sur un terre-plein. Des enfants lui jetaient des cailloux, lui défonçant le crâne. Des adolescents criaient : «C’est un Pakistanais ! Non, un Afghan !» «C’est un Tadjik», hurlait un autre. Un homme d’une quarantaine d’années répétait : «Seul Dieu a des yeux et sait ce qui s’est passé.»

Le jour même, l’armée s’est déployée dans plusieurs quartiers de l’ouest de Mossoul, à plusieurs kilomètres de la vieille ville et de ses combats. En milieu d’après-midi, une vingtaine de soldats ont investi le quartier de Tal Ruman. Ils frappent aux portes métalliques des maisons. La plupart s’ouvrent. Ils pénètrent dans la cour, le salon, jettent un œil dans la cuisine, montent vers les chambres, observent les portes à l’arrière. «Regardez ce que vous voulez, et partout», dit un propriétaire bedonnant en offrant des graines de tournesol. Les inspections ne durent que quelques minutes. Au coin d’une rue, deux blindés sont arrêtés. Des soldats ouvrent le coffre d’un Humvee noir. Un homme pieds nus en tee-shirt blanc est allongé. Il a une vingtaine d’années et l’air terrifié. Un militaire lui met une claque et le sort en le tirant par une oreille. Le jeune est poussé jusqu’à un commandant qui joue avec une petite barre de fer. «Je n’ai rien fait, je n’ai rien fait», répète l’homme en gardant la tête baissée. «Quoi que tu aies fait, quoi que tu fasses, si jamais c’est pour Daech, tu es mort», crie le commandant. Un peu à l’écart, un soldat aux yeux bleus dit : «On le pousse un peu mais c’est pour lui faire peur. On veut qu’il travaille pour nous.» L’homme est ramené au Humvee où il récupère son sac. Il est libre. Il s’éloigne aussi vite qu’il le peut.


Luc Mathieu Envoyé spécial à Mossoul Photos William Daniels


L'EI subit deux revers en Irak et Syrie (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 20:31 Publié le 29/06/2017 à 20:12

Les djihadistes du groupe Etat islamique (EI) ont enregistré aujourd'hui deux importants revers en Syrie et en Irak:En Irak, les forces gouvernementales ont repris le site de la mosquée emblématique d'Al-Nouri, dans la vieille ville de Mossoul où elles traquent les derniers jihadistes.

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C'est dans cette mosquée qu'Abou Bakr al-Baghdadi avait fait en juillet 2014 son unique apparition publique connue en tant que chef de l'EI, peu après que les jihadistes s'étaient emparés de la deuxième ville d'Irak. Il avait appelé dans un prêche les musulmans à lui obéir.

La mosquée Al-Nouri et le minaret penché, connu sous le nom d'"Al-Hadba" ("la bossue") et surnommé "la tour de Pise irakienne", avaient été détruits le 21 juin par les jihadistes qui les ont fait exploser alors que les forces irakiennes progressaient en direction de ce site. Le "califat", proclamé par l'EI il y a trois ans jour pour jour, touche à sa fin, a affirmé le Premier ministre irakien Haider al-Abadi.

Les Forces démocratiques syriennes (FDS) ont "pris le contrôle d'une région au sud de l'Euphrate, coupant ainsi la dernière route que l'EI pouvait utiliser pour se retirer de Raqqa", a expliqué à Rami Abdel Rahmane, directeur de l'OSDH. "Les FDS ont pu maintenant encercler complètement Raqa" a-t-il dit.

Quelque 2.500 jihadistes combattent dans la ville, selon le général britannique Rupert Jones, commandant en second de la coalition internationale. L'ONU a estimé mercredi que près de 100.000 civils étaient "pris au piège" à Raqqa, alors que des dizaines de milliers de civils seraient aussi bloqués dans la vieille ville de Mossoul.

Daech a perdu 60% de son territoire et 80% de ses revenus (étude) - 29/06/2017
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 16:44 Publié le 29/06/2017 à 16:43

Le groupe Etat islamique (EI) a perdu en trois ans 60% du territoire qu'il a occupé en Irak et en Syrie et 80% de ses revenus, selon une étude du cabinet d'analyse IHS Markit publiée jeudi. Le territoire du "califat" autoproclamé en juin 2014 à cheval sur ces deux pays est passé de 90.000 km² en janvier 2015 à 36.200 km² en juin 2017, explique cette firme basée à Londres. Une coalition internationale conduite par les Etats-Unis mène des frappes aériennes contre les jihadistes depuis l'été 2014.

Au sol, la bataille est engagée en Irak par l'armée et en Syrie principalement par les Forces démocratiques syriennes (FDS), une alliance de combattants kurdes et arabes anti-EI. "La montée et la chute de l'EI se caractérisent par une expansion rapide suivie d'un déclin continu. Trois ans après sa proclamation, il est évident que le projet de gouvernance du califat a échoué"', note Columb Strack, un expert du Moyen-Orient à IHS Markit. "Le reste du +califat+ devrait se désintégrer avant la fin de l'année et son projet sera réduit à une série de zones urbaines isolées qui devrait être reprise au cours de 2018", a-t-il ajouté.

Par ailleurs, les finances de l'EI se sont aussi effondrées. Les revenus mensuels sont passés de 81 millions de dollars au deuxième trimestre 2015 à 16 millions de dollars au second semestre 2017, soit une baisse de 80%. "Cela s'explique par un déclin continu de toutes les sources de financement, que ce soit la production de pétrole, les taxes et les confiscations ainsi que les autres activités illicites", note un autre expert d'IHS Ludovico Carlino. Ainsi les revenus générés par le pétrole sont tombés de 88% et les taxes et confiscations de 79% entre 2015 et 2017. Pour lui, "la perte de territoires est le principal facteur ayant entrainé les pertes de revenus".

"La perte de contrôle de régions peuplées comme Mossoul (en Irak) et de zones pétrolières dans les provinces de Raqa et Homs en Syrie ont eu un impact significatif sur la capacité du groupe à générer des revenus", a-t-il expliqué.

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EI/Philippines: la Chine promet d'aider (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 15:10 Publié le 29/06/2017 à 14:42

La Chine a promis aujourd'hui de continuer à fournir aux Philippines "l'aide nécessaire", au lendemain de la livraison par Pékin de milliers d'armes à Manille pour affronter des djihadistes qui occupent une ville de l'archipel.

Le 23 mai, des centaines de combattants brandissant le drapeau noir du groupe Etat islamique (EI) ont pris le contrôle de quartiers de Marawi, une localité de la région de Mindanao, dans le sud du pays. L'armée philippine mène actuellement une campagne de bombardements et de combats au sol mais n'a pas réussi à déloger les assaillants des poches où ils se sont retranchés.


"Hier, le premier lot d'aide d'urgence a été livré aux Philippines", a déclaré aujourd'hui le ministre chinois des Affaires étrangères Wang Yi lors d'une conférence de presse à Pékin.

"A l'avenir, conformément aux besoins des Philippines, nous continuerons à fournir l'assistance et l'aide nécessaires", a-t-il souligné aux côtés de son homologue philippin Alan Peter Cayetano, actuellement en visite en Chine. M. Wang a également promis le soutien chinois dans les opérations de reconstruction de Marawi.

Une cargaison chinoise de fusils d'assaut, fusils de sniper et de munitions est arrivée hier aux Philippines. C'est la première aide militaire de Pékin depuis que le président philippin Rodrigo Duterte a annoncé fin 2016 sa "séparation" d'avec les Etats-Unis - son allié militaire traditionnel - au profit de la Chine.

Cette livraison d'armes, d'une valeur de 50 millions de yuans (6,5 millions d'euros), "reflète l'avènement d'une nouvelle ère dans les relations philippino-chinoises", s'est réjouit M. Duterte.
L'ambassadeur chinois aux Philippines, Zhao Jianhua, a assuré qu'un "deuxième lot" d'armes chinoises sera bientôt livré.

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Roumanie: un arrestation en lien avec l'EI (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 15:11 Publié le 29/06/2017 à 13:13

Un Roumain de 39 ans soupçonné d'avoir collecté des données militaires au profit du groupe Etat islamique (EI) a été interpellé aujourd'hui, une première dans ce pays de l'Union européenne, ont indiqué les autorités roumaines.

Le suspect est accusé d'avoir effectué des repérages "au printemps 2015 à proximité d'une installation militaire du territoire roumain, observant attentivement les voies d'accès et les clôtures", a précisé le parquet chargé de combattre le crime organisé et le terrorisme (DIICOT) dans un communiqué.

Son "but déclaré était de contribuer à l'organisation d'un attentat terroriste contre cette base", a ajouté le Service roumain des renseignements, selon lequel l'homme avait déclaré son "adhésion" au groupe jihadiste EI.

Il voulait transmettre les informations collectées à "une cellule salafiste et pro-jihadiste d'un état de l'Union européenne", a ajouté le parquet. Selon ce dernier, cette cellule était en lien avec des auteurs des attentats terroristes du 13 novembre 2015 à Paris.

Les autorités ont organisé ce matin trois perquisitions dans le département d'Arges (sud) où habitait le suspect. Il est également poursuivi pour "propagande" en ligne en faveur du groupe EI et a été placé en garde à vue.


Surveillé depuis 2015, l'homme se serait radicalisé après avoir vécu plusieurs années à l'étranger, dans un pays de l'Union européenne où il était en lien avec des groupes jihadistes, a précisé le service des renseignements.

Mossoul: les forces irakiennes annoncent avoir repris la mosquée Al-Nouri (29/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 29/06/2017 à 11:40 Publié le 29/06/2017 à 11:30

Les forces irakiennes ont annoncé aujourd'hui avoir pris le contrôle de la mosquée Al-Nouri où Abou Bakr al-Baghdadi avait donné en juillet 2014 son premier prêche en tant que chef du groupe Etat islamique (EI). Sa dernière apparition publique connue à ce jour.

Des membres de l'EI avaient fait exploser cette grande mosquée, minaret emblématique de la ville irakienne, le 21 juin dernier.

L'armée irakienne a fait savoir que les Forces spéciales avaient pris la mosquée aux jihadistes. Un commandant des Forces spéciales a lui indiqué que le site n'avait pas encore été repris mais que ses forces étaient sur le point de le faire.

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» L'interminable reconquête de Mossoul, la «capitale» irakienne de Daech

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L'interminable reconquête de Mossoul, la «capitale» irakienne de Daech (28.06.2017)
Par Adrien Jaulmes Mis à jour le 28/06/2017 à 21:32 Publié le 28/06/2017 à 19:50

VIDÉO - Après neuf mois de bataille, les forces irakiennes avancent sur le dernier refuge des combattants de Daech. Une ultime offensive qui s'oppose à la défense ingénieuse, retorse et acharnée des djihadistes.

La longue reconquête de Mossoul sur l'État islamique touche à sa fin. Acculés dans les ruines de la vieille ville, dans les décombres de ce qui fut le cœur de leur sinistre expérience étatique, les combattants djihadistes livrent leur dernier combat. L'issue de la bataille ne fait désormais plus aucun doute, mais les soldats irakiens devront néanmoins la livrer jusqu'au bout.

Il leur a fallu neuf mois de durs combats pour arriver jusqu'aux ruelles autour de la grande mosquée où fut proclamé le califat, en juillet 2014. Neuf mois au cours desquels les combattants fanatiques de l'EI ont reculé pied à pied, se battant maison par maison. Neuf mois pendant lesquels des ...

Offensive à Raqqa : « l'État Islamique n'existe plus » (09/06/2017)
Par Eloi Thiboud  Publié le 09/06/2017 à 12:33

FIGAROVOX/ENTRETIEN - Le 6 juin les Forces Démocratiques Syriennes soutenues par la coalition américaine, sont entrées dans Raqqa défendue par Daech. Spécialiste des questions internationales, Hadrien DESUIN décrypte le déclin de l'État islamique à Raqqa.

Spécialiste des questions internationales et de défense, Hadrien Desuin est essayiste. Il vient de publier La France atlantiste ou le naufrage de la diplomatie (éd. du Cerf, 2017).

FIGAROVOX. - Les forces arabes et kurdes, soutenues par les Américains, ont engagé l'offensive contre l'EI à Raqqa et sont entrées dans l'est de la ville le 6 juin. Que représente Raqqa pour l'EI aujourd'hui? La reconquête de Raqqa signifie-t-elle la chute de l'État Islamique?

D'un point de vue strictement territorial, «l'État islamique » n'existe plus.

Hadrien DESUIN. - Raqqa ne représente pas grand-chose dans la symbolique du Califat. Une ville comme Mossoul est plus intéressante car elle frappe l'imaginaire de la mythologie islamique. Tout comme Damas d'où est partie la reconquête de Saladin pour chasser les croisés de Jérusalem. Raqqa a toutefois été la plus grosse ville syrienne sous occupation de l'État islamique. Elle était donc la capitale économique de Daech en Syrie. Elle était très bien située quand l'organisation djihadiste était au faîte de sa puissance en 2014- 2015. 300 000 habitants, à très grande majorité arabes sunnites, ont donné de la substance à l'État islamique. Désormais encerclée, l'issue militaire de Raqqa ne fait pas de doute. Le siège sera long mais ce n'est qu'une question de temps. Les assaillants vont sans doute prendre le temps de laisser s'affaiblir les assiégés en coupant leur ravitaillement. En attendant, ils pourraient bien conforter leurs positions dans toute la province de Raqqa.

D'un point de vue strictement territorial, «l'État islamique» n'existe plus. Les liaisons sont très compliquées entre la Syrie et l'Irak. Il ne reste que des grosses poches de résistances, incapables de se coordonner entre elles. Plus aucune zone n'est sûre. Ces dernières vont persister encore longtemps car elles sont tenues par des fanatiques prêts à mourir plutôt que de se rendre. Dans certains quartiers très urbanisés, les petites équipes de snipers ou de tireur RPG peuvent considérablement ralentir la progression d'une troupe entraînée. Il faut 10 assaillants pour un défenseur à moins de raser la ville. Il s'agit toutefois d'un combat d'arrière-garde. Depuis que les contre-offensives des coalitions américaines et russes ont commencé, l'EI est revenu au modèle plus classique d'Al Qaïda : internationalisation du terrorisme et guérillas franchisées dans tout le monde musulman. N'oublions pas que Daech n'est au départ qu'une dissidence d'Al Qaïda en Irak et au Levant.

L'idéologie de Daech, et du djihadisme en général, ne peut pas vivre en dehors de la conquête. Dès qu'elle fut arrêtée aux portes de Bagdad, à Palmyre et dans Kobané, Daech a dû se réinventer pour survivre et maintenir sa folle cavalcade meurtrière.

Quels sont les intérêts des États-Unis à Raqqa ?

Les États-Unis ont voulu prendre Raqqa avant les Russes, les Iraniens et l'armée syrienne. Quitte à se fâcher avec les Turcs qui redoutent par-dessus tout l'extension du Kurdistan syrien. La prise de Raqqa marquera symboliquement la défaite de Daech en Syrie et donc la victoire de la coalition américaine. Pour Donald Trump, l'enjeu est d'importance après des années d'extrême prudence de la part de Barack Obama sur ce dossier. D'un point de vue géopolitique, la coalition irano-russe serait contrainte de laisser la vallée de l'Euphrate aux alliés des Américains. Il s'agit de confiner le plus possible la Russie et l'Iran qui sont toujours vus à Washington comme les principaux adversaires de l'Amérique à l'échelle du monde.

Les Forces Démocratiques Syriennes (FDS) soignent malgré tout leurs relations avec les Russes et donc avec le régime syrien car ils doivent se coordonner avec eux dans la poche d'Afrin, coupée du cœur du Rojava qui va de Kobané à Hassaké. En prenant Raqqa, les Américains veulent aussi rassurer l'Arabie Saoudite, le grand allié de Donald Trump : la Syrie de l'Est ne tombera pas dans l'escarcelle chiite. Cette vision saoudienne et confessionnelle est quelque peu caricaturale car le régime de Bachar a toujours su composer avec les populations sunnites dans le passé. En faire une secte arc-boutée sur un clan alaouite est très simpliste. La Syrie des années 2000 savait aussi jouer des rivalités entre l'Iran et l'Arabie Saoudite.

Qui tiendra la ville après le départ des djihadistes ?

Les membres arabes de l'alliance FDS sont en première ligne mais les Kurdes auront une place incontournable. Toutefois, ils devront s'appuyer impérativement sur les grandes familles de la ville qui ont subi l'oppression de l'État islamique pendant plus de cinq ans. Les Kurdes pourront réoccuper les quartiers dont ils ont été expulsés mais doivent rester en dehors des quartiers arabes s'ils veulent gagner la paix. Dans l'idéal, il faudrait qu'une municipalité sous l'égide des notables de Raqqa prenne les affaires socio-économiques en main, laissant aux FDS la défense militaire de la ville.

Pourquoi la coalition russe ne participe-t-elle pas à cet assaut ?

Parce que les Américains et les Russes ne sont jamais parvenus à se mettre d'accord sur le périmètre d'une éventuelle coalition commune. Les Russes sont alliés aux Iraniens, au Hezbollah et à l'armée de Bachar Al-Assad. Ni le Pentagone, ni la CIA ne peuvent accepter de combattre avec les alliés de la Russie. Ils soutiennent des rebelles sunnites qui se battent justement contre l'armée syrienne dans le sud du pays. Faute de s'entendre sur un partage des zones d'influence, la partition de la Syrie se fait par les armes. Chaque camp tente de prendre le maximum de terrain sur les décombres de Daech, un peu comme ce qui s'était passé à Manbij et Al-Bab.

Dans l'idéal, il faudrait qu'une municipalité sous l'égide des notables de Raqqa prenne les affaires socio-économiques en main, laissant aux FDS la défense militaire de la ville.

Pour la bataille de Raqqa, les forces soutenues par la Russie sont encore à 100km de la ville. Laquelle est déjà ceinturée par les FDS. Il est donc trop tard pour les troupes de Damas de participer à la prise de la ville. L'objectif est de consolider les territoires gagnés à l'est d'Alep et dans le centre du pays, autour de Palmyre. Il y a aussi les quartiers de Der Ez Zor à défendre, l'autre grande ville sur l'Euphrate. L'enclave qui résiste depuis des années à Daech est de nouveau sous l'intense pression des djihadistes.

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Daech veut créer un califat aux Philippines (29.05.2017)
Par Camille Bouscasse Mis à jour le 29/05/2017 à 12:42 Publié le 26/05/2017 à 18:39

VIDÉO - L'État islamique contrôle toujours la ville de Marawi sur l'île de Mindanao avec l'appui de djihadistes venus de pays asiatiques. Le président philippin Rodrigo Duterte évoque «une invasion».

La percée de groupuscules islamistes rattachés à l'État Islamique (EI) plonge l'île de Mindanao aux Philippines dans le chaos. Les islamistes philippins ont pris le contrôle de la ville de Marawi, un bastion musulman au sein d'un pays à majorité catholique.

«L'État Islamique a radicalisé un grand nombre de jeunes philippins musulmans»
José Calida, le solliciteur général des Philippines

Depuis le début des violences, et notamment depuis que le chef de police de Malabang s'est fait décapiter à un poste de contrôle des rebelles, les autorités philippines ont déployé les forces spéciales ainsi que plusieurs hélicoptères de combat. Après avoir instauré la loi martiale dans la région mardi dernier, le président philippin Rodrigo Duterte a insisté sur sa volonté de se montrer sévère et ferme envers les terroristes des groupes Mauteet Abou Sayyaf

Maute est une branche de Daech qui opère dans la région de Lanao du Sud sur l'île de Mindanao et qui s'est rendue célèbre en septembre 2016 lors d'une attaque à la bombe meurtrière à Davao, la plus grande ville de l'île de Mindanao. 

Quant à Abou Sayyaf, le groupe islamiste qui sévit depuis plus de vingt ans a récemment étendu son influence à toutes les îles du Sud des Philippines et est responsable d'une multitude d'attaques terroristes dans la région. Selon les autorités philippines, des combattants indonésiens et malaisiens, entre autres, seraient venus soutenir et renforcer les islamistes philippins. Pour Manille, la présence de ces forces étrangères dans les rangs des insurgés est due à un appel de ralliement lancé par Daech.

L'apport des combattants indonésiens et malaisiens révèle le nouveau mode opératoire de l'État Islamique (EI). Pour la première fois en Asie de l'Est des branches locales de Daech déploient leurs forces sur des territoires autres que les leurs. Cette capacité de mobilisation et de déplacement de terroristes étrangers visent à internationaliser le terrorisme en s'appuyant sur les sous-groupes lui ayant prêté allégeance. Daech qui veut instaurer un califat sur l'île de Mindanao cherche à territorialiser son influence.

Pendant les derniers jours, l'État Islamique a engagé une succession d'offensives, à l'instar du double attentat-suicide de Jakarta. L'ouverture de ces nombreux fronts inquiète d'autant plus les autorités philippines que, selon José Calida, le solliciteur général des Philippines, l'État Islamique «a radicalisé un grand nombre de jeunes philippins musulmans.» Qualifiés de «très déterminés» par l'armée, les djihadistes ont provoqué la fuite de nombre des 200.000 habitants de Marawi et la mort de 46 personnes.

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Israël bombarde à nouveau la Syrie (30/06/2017)
Une roquette en provenance de Syrie tombe dans le Golan (30/06/2017)
L'aviation israélienne visée par l'armée syrienne (17/03/2017)

Israël bombarde à nouveau la Syrie (30/06/2017)

Le Monde.fr avec AFP | 30.06.2017 à 16h37 • Mis à jour le 30.06.2017 à 17h02

La tension monte sur le plateau du Golan. L’aviation israélienne a de nouveau bombardé, vendredi 30 juin, une position de l’armée syrienne, quelques heures après qu’une roquette tirée depuis la Syrie a frappé cette région occupée par l’Etat hébreu, a annoncé l’armée israélienne.

Selon elle, une roquette a été « tirée de Syrie dans une zone inhabitée dans le nord du plateau du Golan », sans faire de dégâts ni de blessé. Elle a précisé que ce projectile résultait de « combats internes en Syrie ».


C’est la quatrième fois en une semaine que des roquettes et projectiles atterrissent dans la partie du Golan occupée par Israël. La région est également connue pour être le lieu d’affrontements entre les forces du régime de Bachar Al-Assad et des groupes rebelles.

En état de guerre

Lors d’un discours tenu mercredi, le premier ministre israélien Benyamin Nétanyahou a assuré qu’Israël ne tolérerait aucun tir contre son territoire et répliquerait en cas d’attaque. « Quiconque nous attaque, nous l’attaquerons. Telle est notre politique et nous la poursuivrons », a-t-il lancé.

L’armée israélienne a mené plusieurs frappes aériennes en Syrie depuis 2011, date du début de la guerre, la plupart visant, selon elle, des convois ou entrepôts d’armes destinées au Hezbollah, mouvement chiite libanais, allié du régime syrien.

Israël occupe depuis 1967 et la guerre de Six-Jours quelque 1 200 km2 du plateau du Golan. Cette annexion n’a jamais été reconnue par la communauté internationale. Environ 510 km2 restent sous contrôle syrien.

Les deux pays sont officiellement toujours en état de guerre.


Une roquette en provenance de Syrie tombe dans le Golan (30/06/2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 13:51 Publié le 30/06/2017 à 13:44

L'armée israélienne a annoncé aujourd'hui que des projectiles en provenance de Syrie avaient atterri dans la partie du Golan occupée par l'Etat hébreu, sans faire de dégâts ni blessé. "Une roquette a été tirée de Syrie dans une zone inhabitée dans le nord du plateau du Golan", affirme l'armée israélienne dans un communiqué.

C'est la quatrième fois en une semaine que des roquettes et projectiles atterrissent dans la partie du Golan occupée par Israël depuis 1967. L'armée a indiqué que les tirs de projectiles résultaient de "combats internes en Syrie", autrement dit qu'ils ne visaient pas ce secteur du Golan.

» Lire aussi - L'aviation israélienne visée par l'armée syrienne

Des tirs de roquettes ou de projectiles en provenance de Syrie ont régulièrement lieu dans cette région à la suite d'affrontements entre les forces du régime de Bachar al-Assad et des groupes rebelles. L'armée israélienne a mené plusieurs frappes aériennes en Syrie depuis 2011, date du début de la guerre civile, la plupart visant selon elle des convois ou entrepôts d'armes destinées au mouvement chiite libanais Hezbollah, allié du régime syrien.

Israël occupe depuis 1967 quelque 1.200 km2 du plateau du Golan, qu'il a annexés, une décision que n'a jamais reconnue la communauté internationale. Environ 510 km2 restent sous contrôle syrien. Israël et la Syrie sont techniquement toujours en état de guerre.

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Il y a qques instants, un projectile perdu en provenance de Syrie a explosé dans une aire ouverte du nord du plateau du Golan. Pas de blessé
14:00 - 30 Jun 2017

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L'aviation israélienne visée par l'armée syrienne (17/03/2017)

Un F-16 de l'armée israélienne. Photo d'illustration.
Un F-16 de l'armée israélienne. Photo d'illustration.

Damas affirme avoir «abattu un appareil» qui venait d'effectuer une mission dans la région de Palmyre. Tsahal dément, expliquant avoir intercepté un projectile. Les décombres d'un missile antiaérien ont été retrouvés.

Les habitants de plusieurs localités situés au nord de la vallée du Jourdain ont été réveillés dans la nuit de jeudi à vendredi par le son des sirènes suivi d'au moins deux puissantes explosions. Selon le porte-parole de Tsahal, il était environ 2h30 quand le système de défense antimissile Arrow a intercepté un projectile tiré contre un avion israélien qui rentrait de mission.

Un communiqué diffusé à l'aube précise que l'armée de l'air israélienne venait de frapper «plusieurs cibles» sur le territoire syrien lorsque des missiles antiaériens ont été tirés dans leur direction, vraisemblablement par l'armée de Bachar el-Assad. «À aucun moment la sécurité des civils israéliens ou des appareils l'armée de l'air n'a été menacée», assure le porte-parole. L'armée syrienne affirme de son côté qu'elle «a abattu un appareil, en a touché un second et a forcé les autres à fuir».

Cette passe d'armes, dont les détails restent à préciser, est décrite par les médias israéliens comme l'incident le plus sérieux entre les deux pays depuis le début de la guerre au printemps 2011. L'armée syrienne indique que les appareils israéliens arrivaient de l'espace aérien libanais lorsqu'ils ont visé «une cible militaire» dans la région de Palmyre. Le porte-parole de l'armée israélienne, le lieutenant-colonel Peter Lerner, affirme que le raid «visait des composants stratégiques destinés au Hezbollah». Selon les médias jordaniens, les décombres d'un missile antiaérien ont été retrouvés dans la région d'Irbid, près de la frontière entre le Royaume hachémite et la Syrie.

Un semblant de dissuasion

L'armée israélienne, si elle a jusqu'à présent refusé d'intervenir dans le conflit, n'en a pas moins mené plusieurs dizaines de frappes aériennes contre des dépôts ou des convois d'armes sophistiquées - notamment des missiles sol-air et sol-mer fabriqués par la Russie - afin d'empêcher leur transfert au Hezbollah. Les stratèges israéliens refusent que la milice chiite profite du chaos syrien pour se doter d'équipements qui lui permettrait de modifier le rapport de force.

Le gouvernement de Benyamin Nétanyahou a longtemps privilégié une certaine discrétion pour permettre à Bachar el-Assad de ne pas répliquer sans perdre la face. Il a cependant fini par reconnaître il y a quelques mois son implication dans des raids de ce type. Mais la revendication par l'armée des frappes conduites dans la nuit de jeudi à vendredi constitue une première, sans doute destinée à faire comprendre que l'irruption de l'armée russe dans le conflit syrien n'a pas dissuadé Israël de faire respecter ses lignes rouges.

Le régime de Bachar el-Assad, manifestement regonflé par la reconquête d'Alep et le recul militaire de l'opposition, semble de son côté vouloir rétablir un semblant de dissuasion face à l'aviation israélienne. Il a menacé vendredi matin de répondre au raid israélien «directement et par tous les moyens à [sa] disposition».

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Syrie : l'envoyé américain auprès de la coalition à Ankara (30.06.2017)
Par Le Figaro.fr avec AFPMis à jour le 30/06/2017 à 13:24 Publié le 30/06/2017 à 13:07

L'envoyé américain auprès de la coalition internationale combattant le groupe Etat islamique (EI), Brett McGurk, effectuait aujourd'hui une visite à Ankara, qui voit d'un mauvais œil ses relations avec les milices kurdes de Syrie, selon des sources diplomatiques.

McGurk devait rencontrer un responsable du ministère des Affaires étrangères, a affirmé un responsable de la diplomatie turque sous couvert de l'anonymat, sans plus de précision sur l'ordre du jour des discussions prévues. Les médias turcs ont rapporté que l'envoyé américain rencontrerait également des responsables du ministère de la Défense.


Le ministre turc des Affaires étrangères Mevlut Cavusoglu avait appelé le 18 mai au départ de M. McGurk, l'accusant de soutenir les milices kurdes syriennes et les séparatistes kurdes turcs que la Turquie considère comme "terroristes". Washington avait répliqué en réitérant son soutien à son émissaire.

Les Etats-Unis considèrent les milices kurdes syriennes des YPG comme les seules forces locales capables de lutter au sol contre les jihadistes du groupe Etat islamique (EI) et leur fournit des armes, au grand dam de la Turquie pour qui ces groupes ne sont qu'une émanation des du Parti des Travailleurs du Kurdistan (PKK) classé comme une organisation terroriste par Ankara et ses allés occidentaux.

Brett McGurk était en visite mercredi et hier dans le nord de la Syrie, où il a rencontré des membres du Conseil civil de Tabqa, qui administre les affaires quotidiennes de la ville, et de Raqa, l'organe qui devrait gérer ce bastion de l'EI une fois chassés les jihadistes.



Patrice Franceschi : «À Raqqa se joue aussi l'avenir du Kurdistan syrien» (08/06/2017)

Par Alexis Feertchak Mis à jour le 08/06/2017 à 17:58 Publié le 08/06/2017 à 17:30

Photo de Patrice Franceschi prise par des combattants kurdes.
Photo de Patrice Franceschi prise par des combattants kurdes.

INTERVIEW - L'écrivain et voyageur raconte comment la bataille de Raqqa, à laquelle participent les Kurdes, est déterminante pour l'élimination de Daech, mais aussi pour la viabilité d'un futur Kurdistan autonome en Syrie.

Engagé depuis trente ans pour la cause kurde, l'écrivain et voyageur Patrice Franceschi accompagne les Kurdes de Syrie dans leur combat contre Daech depuis le début de la guerre. Il a notamment publié Mourir pour Kobané (éd. des Équateurs, 2015).

LE FIGARO. - Quelle place les Kurdes occupent-ils dans la bataille de Raqqa ?

Patrice FRANCESCHI. - Ce sont les Forces démocratiques syriennes (FDS), une coalition arabo-kurde, qui sont engagées contre Daech. Le commandement des FDS, ce sont indubitablement les Kurdes des Unités de protection du peuple (YPG en kurde). Mais, à la différence de la bataille de Manbij dans le nord-ouest de la Syrie l'été dernier, les Arabes sont aujourd'hui en première ligne et majoritaires, autour de 80% des combattants, car Raqqa est une ville proprement arabe. Il y a aussi quelques chrétiens, notamment syriaques. Pour les Kurdes, ce choix a tous les avantages, à commencer par celui d'épargner leurs hommes. Dans le nom même de cette coalition, l'appellation kurde n'apparaît pas. À la grande satisfaction des Arabes!

Depuis le siège de Kobané en 2014, les Kurdes sont devenus en Syrie le meilleur rempart contre Daech. Comment expliquez-vous leur détermination?

Jusqu'à Kobané, tout le monde me disait qu'ils allaient être balayés. Je savais que non, parce que les raisons pour lesquelles ils veulent créer de façon révolutionnaire leur Kurdistan dans le nord de la Syrie avec l'égalité hommes-femmes, la démocratie et la laïcité, s'accompagnent d'une ferveur incroyable. Je savais, pour les accompagner depuis le début de la guerre, que si les Occidentaux leur donnaient un coup de main militaire, non seulement ils résisteraient, mais ils pourraient gagner contre tous les autres mouvements islamistes et djihadistes. Ils ont une puissance intérieure supérieure à tous les autres.

Les Kurdes ont compris à Kobané qu'en allant jusqu'au bout, jusqu'au sacrifice, ils pourraient démontrer ainsi leur capacité auprès des Occidentaux. Leur rencontre avec François Hollande en janvier 2015 à Paris a été le moment de bascule. L'alliance avec les pays occidentaux, notamment avec Washington, commence alors vraiment. En deux ans et demi, leur avancée a été constante. S'ils vont à Raqqa aujourd'hui, c'est parce qu'ils ne pourront jamais vaincre l'État islamique sans que la capitale de celui-ci tombe définitivement.

Les Kurdes et le régime de Damas se sont jusqu'ici largement épargnés. L'avancée des FDS à Raqqa peut-elle changer la donne ?

Les Kurdes détestent le régime de Damas, mais sont capables de passer de manière pragmatique des accords de non-agression avec lui, mais il ne s'agit pas d'une alliance idéologique. Les négociations avec les Russes sont très difficiles parce qu'ils sont ensemble, avec les Kurdes et le régime syrien, dans la poche d'Afrin, au Nord, pour contenir les pressions turques, mais, en même temps, Moscou ne veut pas que les FDS, soutenues par Washington, avancent dans la région de Raqqa, voire aillent jusqu'à Deir Ezzor [ville de l'est syrien, partiellement tenue par le régime, mais assiégée par Daech]. Je pense néanmoins que les Russes, les Américains et les Kurdes sauront s'entendre pour délimiter l'avancée respective des FDS et du régime.

Les Kurdes sont très habiles pour ne pas aller trop loin. À l'automne, la bataille de Raqqa sera probablement gagnée, peut-être même avant. La dimension diplomatique du conflit pourra reprendre afin de décider de l'avenir du Rojava comme entité kurde autonome au nord de la Syrie. Ce sera une zone tampon pour les Occidentaux, débarrassée de tout islamisme. Il existe, en revanche, un risque réel que Recep Erdogan, isolé diplomatiquement, ne supporte pas cette poussée kurde en Syrie et tente une nouvelle intervention dans le nord de la Syrie. Moscou et Washington s'y opposeraient, mais cela pourrait faire durer la crise plus longtemps.

Après la Première Guerre mondiale, un État avait déjà été promis aux Kurdes qui s'étaient battus contre l'Empire ottoman. Mais avec le traité de Lausanne en 1923, le Kurdistan a été enterré. Les Kurdes ont-ils aujourd'hui des garanties ?

Ils s'en souviennent de cette époque... Ils ont toujours été trahis, savent bien qu'ils peuvent l'être à nouveau et essaient d'obtenir des contreparties pour préparer l'avenir. Ils prennent notamment des précautions territoriales en allant plus loin que le territoire kurde pour pouvoir le négocier ensuite. Surtout, ils savent que Daech va disparaître en tant qu'État mais pas comme mouvement idéologique. Les Occidentaux n'auront pas intérêt à les lâcher après sa chute car, sinon, tout sera à recommencer l'année suivante. Construire un Rojava autonome est le meilleur moyen d'endiguer l'islamisme dans cette région.

Dans quel état se trouve aujourd'hui le Rojava ? Les Kurdes du PKK en Turquie ne sont pas connus pour leur fonctionnement démocratique...

Ceux qui pensent cela ne connaissent pas la situation dans la Turquie de Recep Erdogan, où l'on est soit idéologiquement opposé à lui, soit avec lui. Par ailleurs, les Kurdes syriens du Parti de l'union démocratique (PYD) et les Kurdes turcs du PKK, ce n'est pas la même chose. Si le PYD est bien une émanation historique du PKK, leurs agendas sont différents. Qu'ils soient alliés, bien sûr, les Kurdes n'ont aucun intérêt à être en bisbille entre eux.

Les Kurdes syriens ont pris leur autonomie et administrent le Rojava par eux-mêmes. À l'échelle de la démocratie locale, ils sont très horizontaux dans leur gestion. Il y a partout des comités de village. C'est du communalisme et c'est tout à fait inédit, surtout au Moyen-Orient. Si toutes les frontières de Rojava sont en guerre, les trois à quatre millions d'habitants vivent en paix, certes dans une certaine pauvreté, mais moins qu'il y a un an, parce qu'ils ont redéveloppé une part de l'économie, ainsi que l'agriculture - on est dans le croissant fertile. Au fond, ils bâtissent un État, qui fait trois fois la taille du Liban.

Comment les Kurdes du Rojava agissent-ils vis-à-vis des minorités ethniques et religieuses ?

Les Kurdes partent du principe qu'il y a deux choix. Soit on combat les minorités, soit on les intègre. Ils ont joué le jeu de l'intégration. C'est pour ça qu'il y a aujourd'hui les FDS. Les Arabes combattent avec les Kurdes. Quel exploit ! Normalement c'est à feu et à sang dans ces pays-là.

Certes, ils imposent de nombreuses règles, mais dans des sociétés patriarcales et conservatrices, ils n'ont pas le choix pour mettre fin à la polygamie et appliquer la parité. Partout, il y a un homme et une femme pour diriger. Les cafés sont ouverts, les filles sont en jupe. Ils ont recréé un service militaire, mais nous aussi, autrefois, quand la patrie était en danger, il y avait la mobilisation générale. Les déserteurs pouvaient être fusillés. En matière militaire, ils ont une verticalité du commandement. Un chef à l'Est donne un ordre à l'Ouest, il est exécuté tout de suite. Ils ont la conscience collective d'être dans une guerre existentielle. S'ils n'agissent pas ainsi, ils perdront face à des États et des groupes terroristes infiniment plus riches et nombreux qu'eux. Je n'ai vu à aucun moment un abus d'autorité de quelque sorte.

Les Kurdes commencent à toucher les dividendes de cet effort collectif et de cette intelligence des situations. On oublie souvent qu'au-delà des aspects militaires comme aujourd'hui à Raqqa, il faut aussi qu'il y ait les structures d'un État durable. En Irak, quand Mossoul sera définitivement libéré, on n'est pas du tout certain du résultat parce que rien ne dit que les Irakiens, divisés, pourront reconstruire politiquement la région.

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Les Kurdes acceptent de payer le prix du sang pour triompher de l'islamisme en Syrie (20/08/2016)
Par Alexis Feertchak Mis à jour le 20/08/2016 à 13:35 Publié le 19/08/2016 à 20:50

Patrice Franceschi auprès des combattantes kurdes des YPJ - Crédits Photo: DR.
FIGAROVOX/GRAND ENTRETIEN - Dans un entretien fleuve, l'écrivain-voyageur Patrice Franceschi, grand défenseur de la cause kurde depuis trente ans, révèle les ressorts de ce peuple héroïque qui, en Syrie plus qu'en Irak, combat avec une énergie inégalée l'État islamique.

Patrice Franceschi est un écrivain français. Il est également cinéaste, aviateur, marin et officier de réserve. Il a reçu en 2015 le prix Goncourt de la nouvelle pour son livre Première personne au singulier. Militant de la cause kurde depuis près de trente ans, il se rend en Syrie auprès d'eux depuis le début du conflit. Auteur de Mourir pour Kobané (éd. des Equateurs, 2015), il est à l'origine du projet de création d'un Centre culturel français au Rojava, le territoire kurde au Nord de la Syrie, aujourd'hui largement autonome, qui combat en première ligne l'État islamique.

FIGAROVOX. - À partir du début de la Guerre civile syrienne en 2011, vous vous rendez régulièrement dans les cantons kurdes du Nord du pays. Vous avez pu suivre la bataille de Kobané, à la frontière turque, qui a duré de septembre 2014 à juin 2015. Non seulement les Kurdes ont réussi à tenir ce bastion face aux djihadistes, mais ils ne cessent depuis d'avancer face à Daech, avec notamment la reprise récente de la ville de Manbij. D'où vient l'énergie des combattant(e)s kurdes ?

Patrice FRANCESCHI. - Kobané a vraiment été le Stalingrad des Kurdes, le moment de basculement de leur propre histoire. Entre sa libération et maintenant, ils ont incroyablement progressé sur le terrain militaire contre les islamistes. La bataille de Manbij a été le dernier moment, véritablement homérique, de cette guerre puisque cette ville du Nord du pays est le principal verrou des djihadistes. Elle barre en effet la jonction entre la capitale de Daech, Raqqa, et les territoires qu'ils tiennent dans la poche aujourd'hui encerclée du canton d'Afrin. C'est une défaite majeure pour eux. Cette bataille a été sanglante, d'une extrême dureté. Les Kurdes ont payé le prix du sang : en deux mois, plus de 1000 combattants ont été tués ou blessés. De l'autre côté, 3000 djihadistes sont morts et l'on compte le double de blessés.

L'énergie des combattants des Unités de protection du peuple (YPG en kurde) et des combattantes des Unités de protection de la femme (YPJ) vient d'une chose relativement simple. Ils savent pertinemment pourquoi ils se battent et acceptent pour cela de souffrir et de mourir. Ils se battent pour leur liberté afin d'en finir avec des siècles d'oppression arabe, ils se battent pour la démocratie, l'égalité entre les hommes et les femmes, la laïcité et le respect des minorités. Ce sont des points d'incandescence pour les djihadistes ! Leur énergie provient aussi d'une jeunesse qui refuse de migrer. Les jeunes Kurdes veulent se battre et s'investissent complètement dans la construction d'un nouvel État qui sera un exemple pour le Moyen-Orient.

Dans un village qui venait d'être libéré autour de Manbij, je voyais des slogans de Daech écrits en arabe: «Nous ne voulons pas de la démocratie des mécréants, ni de leur laïcité maligne, nous voulons vivre sous la gouvernance d'Allah». Les Kurdes à côté avaient écrit : «Je ne migrerai pas, je n'abandonnerai pas mon pays à l'ennemi». Voilà ce qui les motive. Le combat est idéologique. Les Kurdes, c'est la démocratie contre la théocratie, la laïcité contre les religieux, le Code civil contre la charia. Ils mènent une guerre existentielle.

En mars 2016, le parti kurde de l'union démocratique (PYD) a proclamé une entité fédérale sous le nom de «Rojava» qui comprend une grande partie des territoires historiquement kurdes du Nord de la Syrie. À quoi ressemble aujourd'hui ce Rojava ?

Les Kurdes mettent en place un véritable État. Il ne s'agit pas d'un proto-État contrairement à ce que j'entends souvent. Dans les territoires contrôlés, l'État fonctionne certes avec de maigres moyens, mais il rouvre les écoles et dispose d'une administration, avec une police, une armée, une justice. En quatre ans, ils ont fait un travail prodigieux et sont portés par un véritable état de grâce. Pourquoi? Parce que leur foi dans la démocratie et dans les valeurs qu'ils portent est plus forte que celle des islamistes radicaux qui les combattent. Ils nous démontrent que c'est possible, à condition d'être prêt à payer le prix fort.

Et justement, sur le front militaire?

Au combat, leurs unités sont extrêmement organisées, disciplinées et opérationnelles. Pour la prise de Manbij par exemple, il y a eu énormément de combats rapprochés à la grenade. On ne pouvait pas faire appel à l'aviation alliée parce que les djihadistes se servaient des 20 000 civils comme de boucliers humains. Il a donc fallu se battre rue par rue, maison par maison, pendant deux mois. Et finalement, sur le terrain, le fanatisme religieux s'est révélé inférieur à la défense kurde de la démocratie.

Ce qui m'a frappé, c'est qu'il n'y avait aucun journaliste étranger pendant la bataille de Manbij. Une telle bataille était un enjeu majeur de civilisation en plus d'être un objectif stratégique considérable - la prise d'une ville de 100 000 habitants par encerclement. Ce tournant de la guerre aurait mérité un récit au quotidien. Si les djihadistes avaient gagné, le verrou vers leur capitale, Raqqa, n'aurait pas sauté. Avec la perte de Manbij, ils ont perdu et leur capitale finira par tomber.

Comment les populations arabes sunnites des régions contrôlées par les Kurdes considèrent la création de ce Rojava ?

La question nécessite d'abord de connaître l'histoire. Dans les trois cantons historiquement kurdes du Nord de la Syrie, les populations arabes sont parfois extrêmement nombreuses, comme dans la zone de Manbij, mais leur implantation est récente. La politique d'arabisation de Bachar el-Assad et de son père Hafez depuis une cinquantaine d'années a consisté à coloniser les zones kurdes avec des centaines de milliers d'arabes. Le régime de Damas confisquait les terres d'un village kurde et