[wanabidii] New content updates   

Dear Wanabidii Africa Mashariki,

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Press Releases


29/06/2017 - The African Development Bank's Board of Directors approved a US $3-million grant of the Bank's Sustainable Energy Fund for Africa (SEFA) for Phase 2 of the Green Mini-Grid Market Development Programme (GMG MDP). Implemented by the Bank-hosted SEforALL Africa Hub, the GMG MDP's objective is to support the scale-up of investments in commercially viable GMG projects through a broad range of interventions to improve the enabling environment. The project seeks to remove or reduce market barriers at regional scale and strengthen the ecosystem for the emergence of a thriving GMG sector in Sub-Saharan Africa – contributing significantly to the objectives of SEforALL and the New Deal on Energy for Africa.

Categories: Sustainable Energy Fund for Africa, Sustainable Energy for All (SE4ALL), Energy & Power, Environment, Climate Change, Partnerships, Sustainable Energy Fund for Africa, Sustainable Energy for All (SE4ALL)


News


29/06/2017 - The Senior Director of the African Development Bank in Nigeria, Ebrima Faal, on Wednesday, June 28 concluded his accreditation with the Nigerian Government in a ceremony presided by the Nigerian Minister of Foreign Affairs, Geoffrey Onyeama.

Categories: Nigeria


General procurement notices

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          Tchala's Band - Ritmo do cabo verde o Café Béguin (Sam 15 Juil 2017)   
FR/ Pour son deuxième concert, Café Béguin invite un grand nom de la musique capverdienne et jazzy ! Tchala chanteur-musicien cap-verdien, a joué avec les plus grands artistes de son pays, dont Cesaria Evora. Après une prestation remarquée au Festival Esperanzah, TCHALA's BAND mettra le feux au tout nouveau Café Béguin ! Ritmo do cabo verde ! GRATUIT ------------------------------------------------------------------------------------------ www.youtube.com/watch?v=gyh3_Q6QW3o www.youtube.com/watch?v=7uITW2ZN6QI www.youtube.com/watch?v=kmsuWgvMQYU www.youtube.com/watch?v=kmsuWgvMQYU ------------------------------------------------------------------------------------------ - Café Béguin - - eat didons - enjoy music - share well - ENG/ For its second concert, the Café Béguin invites a big name of the music of Cabo Verde! Tchala singer-musician played with the greatest artists of his country, including Cesaria Evora. After a remarkable
           Beja na Rua traz música de Cabo Verde   
“Os Tubarões” é a proposta musical do Beja na Rua para a noite deste sábado.
          Obrigado Cesária RIP – Videografia selecionada   
Conhecida em Cabo Verde desde a adolescência quando aos 16 anos já ganhou o titulo de a “Rainha da Morna”, Cesária Évora buscando melhores condições e oportunidades saiu da ilha, se fixando primeiro em Portugal e depois na França, onde foi apresentada ao mundo e apelidada de “Diva dos pés descalços” mas lutou muito, chegando […]
          CORO DA UNIVERSIDADE DO MINHO REALIZA CONCERTO EM BRAGA   

XV Vozes Sobre a Cidade. Concerto de final de ano letivo

O Coro Académico da Universidade do Minho realizará, no próximo dia 8 de julho (sábado), o XV Vozes Sobre a Cidade.

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O concerto terá lugar nos Escadório do Bom Jesus, em Braga, pelas 21h30. A décima quinta edição do Vozes Sobre a Cidade contará com o lançamento online do álbum “Na promessa de uma canção”, um disco que surge por ocasião da comemoração dos 10 anos de direção coral do maestro Rui Paulo Teixeira, e que visa marcar uma identidade musical que tem vindo a ganhar forma no CAUM.

Haverá ainda espaço para a apresentação do projeto solidário Prometeu, desenvolvido ao longo do presente ano letivo, que se concretizará entre 13 e 26 de julho, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde.

A entrada é livre e gratuita.

XV Vozes Sobre a Cidade: 8 de julho | 21H30 | Escadórios do Bom Jesus


          O regime racista, segregador e criminoso Apartheid   
O regime racista, segregador e criminoso Apartheid foi implementado no dia 29 de Junho de 1948 na África do Sul com a entrada do partido nacional. Implementaram uma legislação que criava normas para regular as relações entre brancos e negros Sul-africanos. A africa do sul que era composta por apenas por quase dois milhões de brancos essencialmente os Boers, detinha o poder em absoluto nomeadamente politico, económico, social e racial. No país.

Os negros não tinham acesso a votos, não podiam banhar nas principais praias, não caminharem nas principais ruas, minimercados instituições principalmente os espaços destinados aos brancos.

Controlavam até o relacionamento entre povos da mesma etnia em que os negros foram Limitados em áreas próprias, com pouca infra-estrutura. As conexões colectivas e afectuosas também ficaram subjugadas ao regime vigente na altura: educação segregada, proibição do casamento entre pessoas de diferentes etnias. Viviam, assim, em regime de quase escravidão, sendo desrespeitados, hostilizados, feridos em sua dignidade, em sua condição humana.
E foi assim, que no corpo violentado, no espírito revoltado, crescia o desejo de mudança, de resgatar sonhos, de resgatar a dignidade de pessoas violentadas em um de seus direitos mais legítimos: o da liberdade.
E no desejo de liberdade, surgia a oposição ao apartheid. E, na mesma medida, de forma mais intensa – a violência. Em 1976, no bairro de Soweto, um jovem de 12 anos de idade, Hector Pieterson, foi morto ao participar de um protesto. Além dele, morreram cerca de mil pessoas, quase todas negras.

Cerca de 16 anos antes, a polícia matou 67 negros que participavam de uma manifestação em Sharpeville, e um dos maiores líderes da luta contra o apartheid, Nelson Mandela, foi preso e condenado à prisão, onde passou 27 anos. Até que, depois de muita luta, após protestos em diversas partes do mundo, e acções humanitárias, o regime segregacionista na África do Sul começava a perder força.
Assim, em 1990, Mandela foi libertado. Dois anos depois, foi votado o fim do apartheid no país. Líder da luta contra o regime segregacionista, tendo inspirado movimentos contra o racismo em todo o mundo, Mandela, também conhecido como Madiba, nome do clã a que pertencia, recebeu o Prémio Nobel da Paz. Em 1993, foi eleito o primeiro presidente negro do país.

 Salientamos ainda que enquanto alguns países africanos condenava o regime naquela época em Cabo Verde se mantinha as relações diplomáticas com aquele regime, fazendo com que de certa forma ser conivente com aqueles acontecimentos. Actualmente as autoridades cabo-verdianas deram nome a um aeroporto internacional com o nome do herói maior dos sul-africanos Nelson Mandela.

Referencia: http://wallpaperweb.org/wallpaper/miscellaneous/apartheid_25016.htm
_ https://pt.wikipedia.org/wiki/Apartheid

          Video: Jovens são explorados sexualmente em Cabo Verde   
Cabo Verde é "país em vigilância" na questão de tráfico de pessoas

video, reportagem da TCV
comenta

          Futebol: Federação determina um minuto de silêncio em memória de Tinho   
De acordo com um comunicado federativo, o minuto de silêncio será cumprido nos jogos da segunda mão das meias-finais do campeonato de Cabo Verde a serem realizados no Estádio da Várzea entre o Sporting da Praia e a Académica do Porto Novo e no Estádio Adérito Sena entre o Mindelense e o Futebol Clube Ultramarina de São Nicolau.

Tinho morreu na tarde de terça-feira, em campo, durante um jogo de futebol, vítima, supostamente, de um ataque cardíaco.

Segundo informações, o futebolista, de 22 anos, sentiu mal durante uma partida de futebol que decorria no campo de Chão Bom, no âmbito do torneio “Chão Bom em Movimento”, tendo caído inanimado no terreno.

Outrora referenciado como uma das grandes promessas do futebol do Tarrafal, Tinho começou a jogar desde muito cedo, tendo chegado à equipa principal do SC Beira-Mar, aos 16 anos.

SR, fonte:Inforpress

          Comunicado do Governo sobre a reestruturação da TACV   
1. O processo de reestruturação da TACV decorre normalmente, seguindo o plano aprovado pelo Governo, com vista à privatização da empresa;

2. A privatização da TACV será consequência da implementação, com sucesso, de todo o processo de reestruturação em curso, respeitando escrupulosamente o quadro legal sobre as privatizações;

3. Não estando aprovado o Decreto-Lei de privatização da TACV, o Governo nunca podia proceder com a alienação, parcial ou total, do capital social da empresa;
4. É falsa a notícia que dá conta de existência, neste momento, de qualquer transação relativa à venda da TACV, sendo certo, no entanto, que o Governo continuará firme na procura de uma solução credível para a privatização da TACV, algo que será feito cumprindo com a legislação vigente.

5. O país será informado, de forma responsável e transparente, sobre o programa de privatizações do Governo e, em cada momento, sobre a privatização de cada participação social detida pelo Estado de Cabo Verde. fonte:governocv, Publicado em 28-06-2017

          Video: Unico Caboverdiano corajoso ki risolvi enfrenta Sistema na Cabo Verde   
"Nés vidio li nsta bem reclama sobri és sistema ki ten stadu ka ta parci na trabadju i ninguen nada ka sta flal"
comenta

           PROGRAMA II FESTIVAL BEJA NA RUA   

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16 JUN | SEXTA – FEIRA

CENTRO HISTÓRICO

18H30 – INAUGURAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES (CONSULTAR PROGRAMAÇÃO PARALELA)

PRAÇA DA REPÚBLICA

22H00 - NEY MATOGROSSO (BRASIL)

 

21 JUN | QUARTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - TERRAZA

 

22 JUN | QUINTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - FADOS NA PLANICIE

 

24 JUN | SÁBADO

LARGO DO MUSEU

08H00 - MERCADO LIVRE DE BEJA (ASS. ARRUAÇA)

10H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – “IL MAESTRO” (COMPANHIA CATAPUM)

RUAS DO CENTRO HISTÓRICO

10H00 - ANIMAÇÃO DE RUA - FANFARRAS

PORTAS DE MÉRTOLA

11H30 - ANIMAÇÃO DE RUA – “IL MAESTRO” (COMPANHIA CATAPUM)

 

RUAS DO CENTRO HISTÓRICO

18H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – FANFARRAS “CAPITÃO CATAPUM” (COMPANHIA CATAPUM)

 

28 JUN | QUARTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - LABAQ

 

29 JUN | QUINTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - TRIO D’ALVA - TANGO

 

30 JUN | SEXTA – FEIRA

PRAÇA DA REPÚBLICA

21H30 - ANIMAÇÃO DE RUA ”FOGO COM FAQUIR OCRAM” (COMPANHIA CATAPUM)

22H00 - EMIR KUSTURICA & NO SMOKING ORCHESTRA (SÉRVIA)

 

01 JUL | SÁBADO

LARGO DO MUSEU

08H00 - MERCADO LIVRE DE BEJA (ASS. ARRUAÇA)

10H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – “FAMÍLIA LAMPREIA” (COMPANHIA EFEITO IMAGINÁRIO)

RUAS DO CENTRO HISTÓRICO

10H00 - ANIMAÇÃO DE RUA - FANFARRAS

18H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – FANFARRAS “FAMÍLIA LAMPREIA” (COMPANHIA EFEITO IMAGINÁRIO)

 

PRAÇA DA REPÚBLICA

21H30 – TEATRO DE RUA – ENTREMUNDOS” (P.I.A. PROJECTO DE INTERVENÇÃO ARTISTICA)

22H00 - OS TUBARÕES (CABO VERDE)

 

05 JUL | QUARTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - BUBA ESPINHO

 

06 JUL | QUINTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - MANUEL BRITO TRIO

 

07 JUL | SEXTA – FEIRA

PRAÇA DA REPÚBLICA

22H00 - IBRAHIM FERRER JR. (CUBA)

 

08 JUL | SÁBADO

LARGO DO MUSEU

08H00 - MERCADO LIVRE DE BEJA (ASS. ARRUAÇA)

10H30 - MÚSICA DE RUA – “O GAJO“

RUAS DO CENTRO HISTÓRICO

11H30 - ANIMAÇÃO DE RUA – FANFARRAS

18H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – FANFARRAS

PRAÇA DA REPÚBLICA

21H30 - TEATRO DE RUA – “APAGÃO – O FASCINIO DA LUZ NEGRA” (ARTELIER)

22H00 – LA-33 (COLÔMBIA)

 

12 JUL | QUARTA-FEIRA

PRAÇA DA REPÚBLICA

22H00 - BULGARIAN VOICES ANGELITE ANTÓNIO ZAMBUJO CANTADORES DO DESASSOSSEGO

 

13 JUL | QUINTA-FEIRA

PARQUE VISTA ALEGRE

21H30 - FERNANDO PARDAL

 

14 JUL | SEXTA – FEIRA

PRAÇA DA REPÚBLICA

22H00 - SEU JORGE (BRASIL)

 

15 JUL | SÁBADO

LARGO DO MUSEU

08H00 - MERCADO LIVRE DE BEJA (ASS. ARRUAÇA)

10H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – “THE GENTLEMAD” (FRIC À FRAC” COMPANHIA DE TEATRO CIRCO)

RUAS DO CENTRO HISTÓRICO

11H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – FANFARRAS

PORTAS DE MÉRTOLA

11H30 - ANIMAÇÃO DE RUA – “THE GENTLEMAD - FRIC À FRAC” (COMPANHIA DE TEATRO CIRCO)

RUAS DO CENTRO HISTÓRICO

18H00 - ANIMAÇÃO DE RUA – FANFARRAS “PAPRIKA GOURMET” (FRIC À FRAC” COMPANHIA DE TEATRO CIRCO)

PRAÇA DA REPÚBLICA

22H00 - MIGUEL ARAÚJO (PORTUGAL)

 

 

PROGRAMAÇÃO PARALELA

16 JUN A 15 JUL

CENTRO HISTÓRICO

STREET ART

 

PARQUE VISTA ALEGRE: VHILS ADD FUEL

LARGO DE SÃO JOÃO: BORDALO II

PARQUE VISTA ALEGRE E RUA DO SEMBRANO: ANA RODRIGUES

TÚNEL DO SEMBRANO: JOÃO CHARRUA

LOCAL A DEFINIR: DANIEL EIME

LOCAL A DEFINIR: VIOLANT

 

EXPOSIÇÕES:

POUSADA DE BEJA (SEGUNDA A SÁBADO DAS 10H00 ÀS 20H00)

VITOR COUTINHO - THE BEATLES – SONS E TONS

 

ESTÓRIASTANTAS (QUARTA A SÁBADO DAS 10H00 ÀS 13H00 E DAS 14H00 ÀS 20H00)

ANA CARLA FAÍSCO - MOSAICOS D’ALCARIA

MARGARIDA GIL MARTINS - MAR MEU

MARTA RAMALHO - AIME ENAIME

PAULA ESTORNINHO - NO PÁTIO AZUL

 

LARGO DE SÃO JOÃO (QUARTA A SÁBADO DAS 10H00 ÀS 13H00 E DAS 14H00 ÀS 20H00)

NOSTALGIA DO PASSADO - PEDRO FERNANDES

 

RUA DOS INFANTES (TODOS OS DIAS DAS 00H00 ÀS 24H00)

LUÍS AFONSO - OS OUTROS CARTOONS

 

GALERIA DOS ESCUDEIROS (SEGUNDA A SÁBADO DAS 15H00 ÀS 20H00)

ALUNOS DE ARTES PLÁSTICAS E MULTIMÉDIA DO IPBEJA - EXPOSIÇÃO COLETIVA

 

NOTA: A PROGRAMAÇÃO CONSTANTE NESTE PROGRAMA PODE SOFRER ALTERAÇÕES POR MOTIVOS INESPERADOS.


          ¿Qué es la MDR?   

  La Main Development Region, MDR, o Región de Desarrollo Principal es una zona del Atlántico tropical donde los ciclones tropicales incipientes se originan. Comprende la  zona de Cabo Verde y áreas limítrofes     Los gérmenes de los huracanes y ciclones tropicales comienzan a desarrollarse más hacia el este mientras nos adentramos hacia el verano […]

La entrada ¿Qué es la MDR? se publicó primero en Revista del Aficionado a la Meteorología.


          Calcinus tubularis. Fotografía de Marcos Fernández Iglesias   


Vuelvo hoy con la fauna submarina de Cerdeña, y lo hago con una auténtica rareza: Calcinus tubularis. Como tal rareza, al menos, está considerada en varias páginas web que he visitado para documentarme sobre esta especie, así como en el indispensable ¨Guía de los crustáceos decápodos de Europa¨, de L. Falciai y R. Minervini, de Editorial Omega.

Como se puede apreciar por las fotos, esta especie, además de rara, es una auténtica preciosidad, pues presenta una coloración extremadamente contrastada y llamativa, lo que constituye su principal seña de identidad: sobre un color de fondo del cuerpo más o menos verdoso y siempre salpicado de manchas rojizas, los quelípedos son rojo vivo, con los dedos blancos, manchados de rojo y azul. Los pereiópodos presentan el isquio, mero y carpo de color azul pálido, con estrías longitudinales anaranjadas, mientras que el propodio es blanco, con estrías anaranjadas más bien transversales, y el dáctilo es blanco, con el extremo distal de la uña oscuro. Las anténulas, por su parte, son azul pálido, mientras que los pedúnculos oculares son blancos, con numerosas manchas rojizas o anaranjadas, y los ojos, muy oscuros, están salpicados de algunos puntos blancos, lo que incrementa aún más el contrastado colorido de esta especie. Esta coloración, al parecer, se da en dos variantes atendiendo a la mayor o menor claridad en los tonos de los colores referidos.

Además de la llamativa coloración que se aprecia en las fotos, esta especie presenta como rasgos característicos los siguientes: su tamaño es pequeño, no sobrepasando un centímetro la longitud del caparazón ni los dos centímetros y medio su longitud total; las quelas son diferentes, al ser mayor la izquierda que la derecha, y ambas poseen el dáctilo cóncavo, en forma de cuchara; los pedúnculos oculares son finos, alargados y estrechos, y superan en longitud al pedúnculo de las antenas; tienen escamas oftálmicas triangulares y un rostro bastante anguloso y apuntado, más largo que los ángulos laterales.

Otra rareza de esta especie, compartida sólo con su especie hermana, Calcinus verrillii (endémica de las Bermudas), radica en una acusada diferencia existente entre ambos sexos a la hora de escoger guarida: mientras que los machos (como el de mis fotos) habitan conchas vacías de gasterópodos, que pueden desplazar con ellos a voluntad, las hembras ocupan emplazamientos fijos, como conchas de vermétidos, gusanos tubícolas o esponjas, lo que conlleva que tengan una vida bastante sedentaria, lo que no impide que puedan salir brevemente de su refugio en busca de comida.

Aunque es una especie esencialmente mediterránea, ha sido citada, también, en las islas de la Macaronesia (Madeira, Canarias...), incluso en el Archipiélago de Cabo Verde o la Isla Ascensión.

Encontré al ejemplar de estas fotos el 8 de septiembre de 2016, buceando a unos dos metros y medio de profundidad, en la playa de Porto Rotondo, en la costa nordeste de la Isla de Cerdeña. El fondo era mixto de arena y rocas, así como con zonas cubiertas de posidonias, y el ejemplar habitaba la envejecida concha que se ve con él en las fotos (¿de una Bulla striata?).

Espero que os haya resultado interesante este pequeño ermitaño. Un saludo.
          Gilberto de Oliveira e o Campo de Concentração do Tarrafal   


desenhos de Gilberto de Oliveira

Eu e Gilberto de Oliveira fomos amigos e visitei-o muitas vezes na sua casa, na Ajuda, em Lisboa, na Rua Dom Vasco. Foi membro do Comité Central do PCP e prisioneiro no Campo de Concentração do Tarrafal, sobre o qual publicou nas Edições Avante a “Memória Viva do Tarrafal “ (1ª edição 1987). Já cego, ajudei-o a compilar e a fixar o texto da sua poesia. Na efeméride da criação do chamado “Campo da Morte Lenta” partilho a sua poesia anterior e coeva das suas prisões, a 1ª das quais ao 18 anos. Gilberto de Oliveira, já falecido, nascera em 1915.

Nota - Os poemas " Marteladas Sinistras", "Salvé, indomável Exército Vermelho", "No céu as núvens, em densa atmosfera" e "Resistir" figuravam no texto primitivo do livro Memória Viva do Tarrafal, donde o autor os retirou na versão que veio a ser publicada.

A Minha Resposta
Vinte e seis dias já, há quasi já um mez.
Que vim para este templo de pensamento.
E o tempo, oh! ... maldito passa lento;
Olhando p'ra mim, com super altivez.

Mas não julgues que com isto burguesia
Meu espírito fica amedrontado.
Pois me sinto 'inda mais revoltado.
Por desvendar aqui , a tua hipocrisia.

É com a prisão burguês, que te defendes?
Do operário que quer a liberdade!?
Sim, é isso certamente, o que pretendes.

Mas vêde bem, oh burgueza sociedade
O povo já sabe que por base só tendes
A infâmia, a fraude, a falcidade.
1933.08.03
Lisboa ([1])

À Burguesia
Oh vil burguesia, imérita velha traiçoeira.
Com teus vestidos, de rapariga, jovem atraente.
Consegues iludir do povo, ainda alguma gente.
Que inconsciente vai caindo na tua ratoeira.

E como qual réptil, na sombra vais rastejando.
Sem cantar vitória, pois te sentes já moribunda.
Sim é agora o teu fim, oh sociedade imunda.
É a invencível morte, que p'ra ti vai avançando.

E representada, a tua morte é, p'lo fascismo,
Consequência única, do fim do teu império.
E então darás lugar, eternamente, ao Leninismo.

A esse ideal puro e justo sem vitupério;
Que edificará na terra, p'ra sempre o Socialismo;
Que a humanidade unirá, num amor eterno.

1933.08.04 Lisboa

Cessem teus males, oh sociedade viciosa!
Que só da fraude vives, do engano e da maldade.
Tuas armas são: uma a taberna perigosa;
A igreja, antro d'hipocrisia e falsidade;

E a outra é o prostíbulo, casa venenosa.
Só com isto te sustentas, maldita sociedade.
Cantando o divulgarei para toda a gente.
Se para isso me ajudar o povo consciente.
1933.08.06 Lisboa



Marteladas Sinistras
Mais marteladas sinistras ...
... ecos de morte na noite
no Vale da Achada Grande ...
mais um caixão se fazia,
pois outro preso morria.
Quando algum não urinava
por biliosa fatal,
era a morte que rondava
os presos do Tarrafal.
As próprias vítimas presas,
com a dor no coração,
socorriam‑se das mesas
fazendo mais um caixão.
Na mágoa que a noite cobria
p'las marteladas ouvidas,
nenhum preso ali dormia ...
... angústia e dor repetidas.
Noite e dia acompanhado
pelos companheiros de então,
por turnos era velado
até sair o caixão.
Mais uma mesa faltava,
Mais uma cruz de cimento,
Mais um preso que afirmava
no cemitério local
o combate tão cruento
dos vivos do Tarrafal.
......
No céu as nuvens em densa atmosfera,
premendo" os montes, o horizonte, a vida,
á mais angustiante, funesta e deprimida
das existências que nos dilacera.

No chão o lixo - que vergonhoso era! -
em pó, em ossos, em erva ressequida,
medrando a esmo, como enlouquecida
fecundação de torpe primavera.

Por fauna, aves negras e guerreiras
de garra adunca e bicos de morder,
só rapinando em lutas traiçoeiras.

Por flora apenas, ainda por crescer,
quase mortais, raquíticas purgueiras ...
e nada mais que se pudesse ver. ([3])




 Na Frigideira ([4])
Vinte, quarenta e mais dias a pão e água.
Sem cama para dormir
Sem cinto nas calças e descalços.
Água para lavar a cara não havia,
pois que para beber não chegava.
A sede apertava bocas secas, gargantas ressequidas.
Óculos de miopia eram tirados.
No cimento, todos nus, se dormia.
Areia no corpo se enterrava e feridas fazia.
O calor, lá dentro, insuportável.
Ar não havia; o suor pelo corpo e pelas paredes escorria.
O latão, fedorento, para cagar e mijar,
uma vez por dia era despejado e não lavado.
Por todo o lado muita e muita porcaria.
No corpo, enegrecido, a imunda crosta fazia.
Na podridão se sobrevivia ...
Aos vinte, quarenta e mais dias a pão e água,
daquele antro se saía sem se poder andar,
trôpego, enfraquecido, barba crescida,
do corpo mau cheiro saía,
seguido por alguns esbirros,
entrada no campo de novo se fazia ...



O cão Bobi
Bobi, era esse o seu nome
o cão amigo dos presos do Tarrafal
Por estes ele era estimado
Mas pelos guardas mal tratado
e por eles assassinado
Fora do Campo Bobi foi ferido
pelas balas traiçoeiras do José Maria
Ensanguentado no Campo se refugiou
Pelos seus amigos presos foi tratado
e por eles igualmente acarinhado
E se raiva Bobi já sentia
pelos guardas seus inimigos figadais
Rosnando, mostrava os dentes então
Pronto a morder quem tentasse
tirar‑lhe a vida á traição.
Mas o seu destino estava traçado
e o fascismo não perdoa, nem sequer a um animal
e tal como os seus amigos presos,
também ele, Bobi, foi uma vítima
do Campo de Concentração do Tarrafal.

(...)

Salve! indomável Exército Vermelho
glória dos trabalhadores
unidos em todo o mundo
no combate contra o mal,
que altivamente, sem ódio,
mas sem quartel,
cavaste um fosso profundo
entre o passado e o futuro.
Fosso rasgado com aço ...
... aço temperado no fogo da luta!
Aço que fere e mata ...
Aço que cria ...
... que cria as flores vivas
de uma nova Primavera ...
... a Primavera das flores da Vida!

Tarrafal
Novembro de 1944 ( [5])


[1] - Este poema e os dois seguintes foram escritos nas paredes da prisão de Belém.
[2] - São três sonetos escritos na prisão, em Angra do Heroísmo, em 1933.11.25
[3] - No outro dia, véspera da anunciada chegada do "Guiné" em que embarcaríamos com destino ás nossas terras, passámos o tempo a passear - eu e os meus dois companheiros de saída antecipada - circundando as proximidades do Campo para além das zonas nossas conhecidas, isto é, a zona das pedreiras, bem como do lado oposto, a da praia do Chão Bom, onde fomos fazer uma última despedida aos nossos camaradas que ficavam no cemitério do Tarrafal. A sensação que me ficou desse passeio foi tão triste e desoladora pelo que vimos de miséria nos raros sítios habitados pelos indígenas naquela faixa da ilha que, ainda hoje evocando a desolação da vida daquelas gentes, a pobreza dos quase buracos em que habitavam e das refeições cozinhadas ao ar livre sobre simulacros de fogo alimentado com bosta seca colhida pelos caminhos, o seu muito sofrimento que se imprimira no meu espírito durante aqueles anos vividos em amarga aridez, traduzi nestes versos.
[4] - Tudo isto se passou na masmorra da Frigideira com os antifascistas presos no Campo da Morte Lenta do Tarrafal
[5] - Poema dedicado ao Exército Vermelho, no aniversário da Revolução Russa, em Novembro de 1944, poema que depois foi lido, quase declamado, pelo Alberto de Araújo, durante uma festa que então realizámos. Nesse poema era glorificado o Exército Vermelho e sobretudo a resistência organizada e espontânea do povo soviético á penetração territorial das hordas fascistas. Dele, que se me varreu da memória quase por completo, só consigo recordar com muito pouca segurança o passo final, aqui transcrito. 




Esboço monográfico da parte sudoeste da área do Tarrafal, onde se situa a Achada Grande de Chão Bom in http://www.asemana.publ.cv/spip.php...

A história da “Colónia Penal de Tarrafal” começou verdadeiramente depois de 18 de Janeiro de 1934. É nesta data que, com a agudização da luta de classes em Portugal, o regime salazarista sente a necessidade de uma repressão mais dura que a situação política na Alemanha e na Itália encorajava. É bom lembrar que em Cabo Verde, mais concretamente na Ilha de S. Nicolau, já existia um Campo de Concentração que servia para o degredo, maioritariamente dos oficiais do exército detidos na Revolução da Madeira de 1931.

A pena do degredo já existia há muitos séculos na legislação portuguesa e Cabo Verde não foi o primeiro território do degredo português. Foram para Ceuta alguns portugueses em 1434 e 1450, e mais tarde, em 1484, foram enviados para S. Tomé e Príncipe alguns portugueses considerados perigosos para a manutenção da ordem na Metrópole. Antes das prisões de Cabo Verde, o Decreto-Lei de 17 de Fevereiro de 1907, criou em Angola uma Colónia Penal militar. Contudo, o Campo de Concentração na Ilha de S. Nicolau e também os campos de concentração alemães, principalmente o de Dachau são apresentados por muitos, principalmente pelos presos que estiveram no Tarrafal, de certa forma como o antecedente que justifica a criação daquilo que uns designam por Colónia Penal e outros por Campo de Concentração de Tarrafal. Esta afirmação tinha como base a utilização para a sua instalação provisória dos mesmos meios e materiais que eram destinados aos referidos campos. De igual modo, as características e modos arbitrários de detenção dos indivíduos eram idênticas às de Dachau.


          Cabo Verde acogerá el Campus Internacional Amigos de Vitolo   

vitolo tenerife

Junto al futbolista, también estarán sus compañeros Jorge Sáenz y Ángel Galván

La entrada Cabo Verde acogerá el Campus Internacional Amigos de Vitolo aparece primero en ElDorsal.com.


          Disasters, funds, and policy: Creatively meeting urgent needs and long-term policy goals   

Photo: tro-kilinochchi / Flickr

[[tweetable]]When it comes to responding to disasters, time is of the essence.[[/tweetable]] Help needs to come immediately to save lives; recovery and reconstruction have to start swiftly to lessen the impact.

However, while money is critical to this response, it’s not just about funding. Indeed, funds need to match the event scale, target the right areas and sectors, and smoothly flow to communities in need. But in order for that to happen, sound public policy on risk and frameworks have to be in place.  

To address both urgent financial needs while pursing strategic disaster risk management policy goals, countries have been using the World Bank’s development policy loan with a catastrophe deferred drawdown option or, more widely known as the Cat DDO.  

The loan provides quick liquidity when an eligible disaster event occurs. Governments can rapidly draw on funds either in full amount or in parts and repay later under agreed terms. For example, Sri Lanka accessed over US$100 million for recovery efforts after floods and landslides in May 2016.

The Cat DDO is more than just emergency lending. Along having a sound macro-economic environment, countries wanting to access this innovative financial instrument also agree to advance specific policy actions that strengthen disaster risk management. In the Philippines, for example, Cat DDO is helping to improve building codes and other policy actions to strengthen the resilience of critical infrastructure. In Latin America, policy dialogue and technical work related to Cat DDOs have contributed to the development of a range of sophisticated risk financing instruments.

Tailored to country needs, this instrument has proved popular among middle-income countries. Between 2008 and 2017, 15 such loans were approved worth US$2.345 billion.
 
Now, with the latest replenishment of the International Development Association (IDA)’s concessional financing, Cat DDOs are also available to low-income countries eligible for IDA funding.

Photo: European Union, European Development Days, EU, June 2017
Country representatives, World Bank staff, and experts discuss the policy features of the Cat DDO. 
Photo: European Union, European Development Days, June 2017
This is good news for communities at risk. As low-income countries are likely to face increased risks due to climate change, rapid urbanization, and fragility and conflict, investing in disaster and climate resilience is an urgent task to protect people and assets. Moreover, research shows that women, the poor, and vulnerable disproportionately bear the brunt of disaster impacts. [[tweetable]]Better response and preparedness can help lessen disaster impact and preserve development gains.[[/tweetable]]

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Saint Lucia, Haiti, Kenya, Cabo Verde, and Maldives are already considering Cat DDO credits.  In doing so, they are looking at experience from previous operations which highlights the added value of the instrument such as:
  • Cat DDOs provide immediate liquidity, with countries being able to access funds within 48 hours.
  • Cat‐DDOs help drive the implementation of policy reforms, monitoring outputs, and linking them to sectoral investments.
  • Defining Cat‐DDO policy actions brings together stakeholders across different ministries and agencies enabling disaster risks to be addressed in a comprehensive manner.
  • The instrument provides an opportunity to elevate disaster issues to oversight agencies, such as finance, budget, and economic planning which may not otherwise be engaged in the policy dialogue.
  • CAT DDOs help raise awareness of broader concepts of disaster risk management, and support governments in the process of defining their national risk reduction strategy.
Some of these aspects were discussed at a recent side event at the World Reconstruction Conference 3 / European Development Days. There, representatives from Serbia explained how after floods in 2014, the CAT DDO became a vehicle for policy change helping them to move away from a reactive to a proactive risk management approach in matter of years. Seychelles’ observations struck a note with the Pacific Island nation of Tonga: quick access to funding is particularly important for countries where geographic isolation poses an additional burden in the recovery process.
 
As low-income countries work to strengthen their disaster readiness in the years to come, the Cat DDO can play a major role linking the disasters, funds, and policy to ensure that urgent needs are met while long-term policy goals are reached.

Joaquin Toro, Doekle Geert Wielinga, and Suranga Sooriya Kumara Kahandawa contributed to this blog post.

Read more blog posts from the third World Reconstruction Conference. 


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          O PERIGO DOS CRITÉRIOS DE JOSÉ MÁRIO VAZ MANIFESTAM-SE DESCARADAMENTE   


Chamam-lhe JOMAV para simplificar, talvez para poupar a saliva naquele país quente onde a água potável vale ouro, mas ele chama-se José Mário Vaz (na foto) e é presidente da República da Guiné-Bissau. Um alegado republicano que comporta a censura na comunicação social em altar. Isso mesmo demonstrou à boca cheia em pedido verbal aos jornalistas, efetuado na passada segunda-feira:  "Aos jornalistas vou pedir só uma coisa. Vamos fazer como faz Cabo Verde. Se eu falar coisas que coloquem a Guiné-Bissau mal lá fora, cortem", afirmou José Mário Vaz, segundo a Lusa, no DN.

Para já ignorávamos que Cabo Verde, alegado país mais democrático de África, segundo os “sábios” internacionais, tem jornalistas que também são censores e assim adulteram a profissão… Mas o que está agora em causa é a Guiné-Bissau e o tal JOMAV pseudo democrata e, por isso, concordante da censura.

Ora os critérios deste afamado presidente guineense que tem levado avante um mandato de tropelias antidemocráticas e esquizóides demonstram a sua falta de respeito pelos acordos internacionais e, principalmente, pela constituição da República a que ele preside, porque ali nada consta relativamente à legalização de qualquer espécie de censura. Antes pelo contrário, legitima a liberdade de informação e de expressão, entre outras.

A seguir as declarações do bastonário da Ordem dos Jornalistas, talvez um sindicato com um nome pomposo, onde se revela, nas declarações, contra os “cortes” sugeridos pelo PR defensor de inconstitucionalidades. As declarações são de afirmação contra a censura, contudo, na frase pronunciada, usa uma palavra em que lamenta não poder seguir a sugestão de JOMAV, ele diz que “infelizmente” os jornalistas não podem satisfazer o presidente no seu pedido de assumirem a tarefa de censores. Mas qual “infelizmente”? Felizmente, deveria dizer aquele sindicalista, perdão, bastonário, para que sem dúvidas se concluísse que estava do lado das regras democráticas e do que é expresso na constituição do seu país, a Guiné-Bissau. Com aquele "infelizmente" não colhe os 100%.

Ao que parece o assunto vai ter pano para mangas ou badana para toda a semana, o que na Guiné-Bissau pode significar meses ou até anos. Pior é que nestas andanças as grandes vítimas são as populações guineenses, isto porque uns quantos pseudo-iluminados, provavelmente com licenciamentos universitários saídos nas tampas premiadas de um qualquer detergente ou caixa de preservativos, se constituíram da elite e massacram permanentemente a sobrevivência e o quotidiano do povo guineense. Amílcar Cabral se visse o que ali acontece teria muito nojo de tais sebosos elitistas da política e de outros misteres do sistema putrefacto e a modos que ganzado que vigora na Guiné-Bissau.

Nem de propósito, num despacho da Lusa, ficamos a saber do recuo dos todos poderosos do regime guineense relativamente àquela agência de notícias. Para saber mais pode ler “Atividade da agência Lusa "não está suspensa" - Governo guineense" . 

E desenvolve:

"O ministro da Comunicação Social da Guiné-Bissau, Vítor Pereira, anunciou hoje, em declarações à agência Lusa, que o Governo guineense recuou na decisão de suspender a atividade da agência de notícias portuguesa naquele país.” A notícia completa-se no link acima, em Sapo 24.

A seguir as declarações do bastonário da Ordem dos Jornalistas e restante desenvolvimento, se continuar a ler.

MM | PG

Jornalistas guineenses trabalham para bem-estar da população e não fazem censura – Ordem

O bastonário da Ordem dos Jornalistas da Guiné-Bissau, António Nhaga, disse hoje que a imprensa guineense trabalha para o bem-estar da população e que não pode satisfazer o pedido do chefe de Estado de lhe censurarem declarações.

"Infelizmente nós não vamos poder satisfazer o pedido do Presidente da República, ou seja, o Presidente da República está a pedir-nos para fazer uma coisa que nós não podemos fazer. Se nós próprios somos contra a censura, não somos nós que vamos fazer censura", afirmou António Nhaga à Rádio Nacional da Guiné-Bissau.

O Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, pediu segunda-feira aos jornalistas para contribuírem para a construção do país, evitando passar mensagens que ponham em causa a Guiné-Bissau.

"Aos jornalistas vou pedir só uma coisa. Vamos fazer como faz Cabo Verde. Se eu falar coisas que coloquem a Guiné-Bissau mal lá fora, cortem", afirmou José Mário Vaz.

Nas declarações à rádio nacional guineense, António Nhaga explicou que os jornalistas fazem notícias e o que "é notícia" têm de publicar.

"Isso, não podemos fazer", disse António Nhaga, referindo-se ao pedido do chefe de Estado guineense.

António Nhaga afirmou também que a "imprensa não destrói a imagem da Guiné-Bissau" e que as autoridades têm de definir uma "política de comunicação".

Lusa | em Diário de Notícias | 27 junho 2017


          'Não podemos deixar que nada impeça que o Brasil continue respirando', diz Temer   
(Foto: AFP)

Em discurso, o presidente voltou a falar sobre o atual momento político e defendeu que o Brasil precisa continuar funcionando
POR CORREIO 24 HORAS
Em evento comemorativo de um ano da Lei de Responsabilidade das Estatais, o presidente Michel Temer e o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disseram que as estatais brasileiras estão cumprindo o cronograma previsto para a aplicação da nova legislação, e que Banco do Brasil , Petrobras e Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já se adaptaram integralmente às novas regras antes do prazo previsto.
De acordo com o governo, com as mudanças, já é possível perceber redução da dívida e no aumento do valor de mercado das estatais. Em discurso, o presidente voltou a falar sobre o atual momento político e defendeu que o Brasil precisa continuar funcionando.
“O Brasil não tem tempo a perder”, disse. “Não podemos deixar que nada impeça que o Brasil continue respirando”, completou.
Lei das Estatais

Sobre a Lei das Estatais, Temer reiterou que a falta de responsabilidade com as contas, tanto nos governos como nas empresas, na busca por “aplausos fáceis”, é o que destrói as empresas e corrompe as instituições brasileiras. “A ideia principal dessa lei é que era preciso protegê-las de assédios ilegítimos de quem quer que fosse, na tentativa de impedir qualquer influência que não fosse geradora de uma administração eficiente”.
A Lei das Estatais estabeleceu novas regras para nomeação de diretores e conselheiros, como a proibição de que dirigentes partidários, ocupantes de cargos políticos ou políticos que disputaram eleições recentes ocupem diretorias ou conselhos. Por meio dessa restrição, busca-se evitar que sejam feitas indicações políticas para o comando das estatais.
Segundo ele, foi tomando esses cuidados que a Petrobras conseguiu sair de um prejuízo de R$ 3,8 bilhões para um lucro de R$ 4,8 bilhões no período de um ano. “Após 7 anos de crescimento das dívidas, as estatais viram reduzir seu endividamento em 24% [entre 2015 e 2016]. Com isso o valor de mercado dessas empresas conheceu um incremento extraordinário”, argumentou.
Temer reiterou que a responsabilidade fiscal é o “caminho da democracia, da justiça e do desenvolvimento” e que é preciso avançar “em nome dos 14 milhões de brasileiros que não têm carteira assinada”.
Redução de endividamentoO ministro Dyogo Oliveira disse que as “três das maiores empresas já cumpriram integralmente todas as determinações”, referindo-se ao Banco do Brasil, BNDES e Petrobras. “Essas ações de gestão nos traz resultados efetivos e concretos”, disse.
“Em primeiro lugar, o resultado financeiro das principais empresas, que no primeiro trimestre de 2016 foi um somatório de apenas R$ 500 milhões, passou nesse primeiro trimestre de 2017 para R$ 10,5 bilhões e um crescimento de 2000%. Tivemos também crescimento de valor de mercado da Eletrobas de 144%; do Banco do Brasil, de 70%; e da Petrobras, de 54%”, afirmou o ministro.
De acordo com Oliveira, o endividamento das empresas caiu de R$ 544 bilhões para R$ 437 bilhões entre o fim de 2015 e o final de 2016. “Essa tendência de queda permanece ao longo de 2017 e teremos ao final do ano um endividamento ainda menor”.
Comunidades de Língua PortuguesaMais cedo, Michel Temer participou de uma cerimônia fechada com integrantes da 15ª Conferência dos Ministros da Justiça da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). A conferência ocorre desde o dia 27 na Academia Nacional de Polícia (ANP), onde cerca de 80 agentes públicos estrangeiros e brasileiros passam por capacitação para implementar ações de incentivo e de prevenção e combate a crimes de lavagem de dinheiro e de corrupção, no âmbito dos países membros da CPLP.
Criada em 1996, em Lisboa, a comunidade tem como Estados-membros Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Entre seus objetivos está o de estimular a cooperação e a promoção e defesa da língua portuguesa, através de um intenso diálogo cultural. Por meio da comunidade, foi aplicado e ratificado o acordo ortográfico de 1990.

          Loja, 1 wc, 185m2, Arroios.   
500000
Na Rua de cabo Verde, encontra esta magnífica loja com uma área total de 237m2; com duas entradas e montras generosas. Esta loja espera espera por si!
1 banheiros 185 m2 2.702 €/m²
Sat, 01 Jul 2017 09:09:35 +0200
          EL ATLÁNTICO Y EL DESCUBRIMIENTO DE AMÉRICA   

Regreso de Colón y encuentro con los Reyes Católicos en Barcelona

Los avances turcos en el Mediterráneo oriental y en particular la conquista en 1453 de Constantinopla, supusieron un bloqueo a la tradicional ruta que ponía en comunicación a los cristianos de Europa con Asia oriental, es decir, la ruta de la seda y de las especias. De ahí la obsesión por buscar un nuevo camino para llegar a las Indias. Los portugueses se lanzaron a la tarea de circunnavegar el continente africano. En 1488 Bartolomé Dias doblaba el cabo de Buena Esperanza y diez años más tarde Vasco de Gama, siguiendo ese camino llegaba a Calicut en India. El marino genovés Cristóbal Colón partiendo de la idea de la esfericidad de la tierra, se proponía alcanzar las Indias por el oeste, cruzando el Atlántico. En un primer momento ofreció su proyecto a los portugueses pero tras serle rechazado, Colón entró en contacto con los Reyes Católicos con los que en abril de 1492 firmó las Capitulaciones de Santa Fe. En octubre de ese mismo año las naves de Colón llegaban a una isla de las Bahamas a la que bautizaron con el nombre de San Salvador. Luego seguirían nuevos viajes que permitieron intensificar el conocimiento de aquellas tierras y de sus gentes, De todos modo es indudable que  el suceso de octubre de 1492 aunque sus protagonistas lo ignoraran abría unas perspectivas totalmente insólitas, pues significaba nada más y nada menos el establecimiento de un puente entre Europa y el Nuevo Mundo, el continente que unos años más tarde sería denominado América.

Ahora bien la pugna entre Castilla y Portugal estaba servida. Felizmente el Tratado de Tordesillas, firmado en 1494, resolvió el litigio entre las dos potencias de la península Ibérica, al fijase en un meridiano situado a 370 leguas al oeste de las islas de Cabo Verde la línea de separación entre los dominios de una y de otra. EL tratado de Tordesillas suponía el fin de la encarnizada rivalidad entre Castilla y Portugal por la soberanía y el dominio del océano Atlántico, de las islas diseminadas en perímetro y de las tierras continentales. En definitiva, en Tordesillas se había llevado a cabo, con el consentimiento pontificio algo así como un reparto del mundo entre los castellanos y los portugueses, Pero al mismo cabe señalar  que dicho tratado en contraste con la visión del globo en compartimentos estancos, típica de los tiempos medievales, reflejaba una concepción unitaria del  mundo por lo que constituía, en cierto modo, una ventana abierta a la modernidad. 


Julio Valdeón “El final del siglo XV en tierras hispánicas”  

          Jogo de apuramento entre Cabo Verde e Uganda   
A seleção cabo-verdiana de futebol recebe no sábado, na cidade da Praia, o Uganda, no primeiro jogo do grupo L de apuramento para a Taça das Nações Africanas CAN2019, num encontro que os ‘Tubarões Azuis’ querem vencer. Depois de iniciar o estágio de preparação em Lisboa, a seleção cabo-verdiana....
          a mala voadora apresenta 2 espectáculos em Cabo Verde   
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philatélie . 7 fev . Centro Cultural do Mindelo (Auditório) . 21.30

direcção Jorge Andrade . texto Miguel Rocha . som Sérgio Delgado . com Anabela Almeida, Jorge Andrade e Sérgio Delgado . co-produçãoFundação Calouste Gulbenkian – Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística
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Título e Escritura . 8 fev . Centro Cultural do Mindelo (Pátio) . 21.30
um espectáculo da mala voadora e do Teatro Oficina . texto Will Eno . tradução e encenação Marcos Barbosa . com Jorge Andrade . cenografia e figurino José Capela . desenho de luz Ricardo Santos . coprodução Teatro Oficina . agradecimentos Emílio Gomes e Sérgio Martins
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produção Manuel Poças e Joana Santos . consultoria gestão/programação Vânia Rodrigues . parceria Polo do Mindelo do Centro Cultural Português . A mala voadora é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes e é associada da Associação Zé dos Bois e d’O Espaço do Tempo.

          What water can do for economic growth in Cabo Verde   

This post by Naomi Cassirer, MCC Gender and Social Inclusion Director, and Lona Stoll, MCC Deputy Vice President for Sector Operations, originally appeared on MCC.gov. Women, the poor and other vulnerable groups are particularly impacted by the shortcomings of the water and sanitation sector in developing countries like Cabo Verde. Yet, women and the poor…

The post What water can do for economic growth in Cabo Verde appeared first on ONE.


          de mais uma passe no dia de ontem coordenado com a Antena 2   
De mais um passe no dia 30 06 2017 coordenado com a antena dois, serviço público de rádio através da rubrica do jornalista diversas citado no âmbito deste crime de conspiração internacional, Luís Caetano, presumo irmão da Ana Caetano da SIC, através da rubrica, a vida é breve e da leitura de um poema, de uma senhora de nome Leal, que espelha aspectos recentes da analises do 911, especificamente, a imagem da Estátua de liberdade com picos na cabeça, cuja equivalência é a da PR 84, revistas francesas, e do artigo reportagem sobre a agência Elite de NY/ Casanovas / Elite portuguesa/ linhas sobre o Tsunami de 2005 e Londres, e uma manobra com um pequeno avião síncrono com esta leitura no eixo de aproximação ao aeroporto, e referências diversas a outros aspectos do 911 como explicado neste vídeo com a data de 01 07 2017, que podem ainda ser interpretadas em outras sub linhas recentes, como as derivadas da analise do reaparecimento preparado, por terceiros desconhecidos, via You Tube, da Charlize Theron, videoclip da Laura Pausini e do M. Boublé, e na capa de um outro titulo francês, a Premiere, com os conteúdos explicados e publicados no dia 29 06 2017 no meu blogue to the french beloved one, onde se misturam questões relativos, ao tsunami 2005, à acusação contra mim proferida, ao 911, e a questões inglesas bem como do roubo de meu filho.

Um dos valores associados à estátua é como sabeis o de Charlize ou de alguém equivalente, pois a brincar a ela tenho chamado diversas vezes de Massai loira e branquinha, ou seja e também como imagem não muito distante da estátua feminina Maconde que trago em casa e diversas vezes presente em diversas analises, ou seja, existe aqui por parte de quem fez este passe ainda uma associação de alguns destes valores com o 911, e tal dá corpo a suspeita de envolvimento na preparação, refiro-me à eventual adulteração de detalhes nas fotos como é o caso da imagem do filme sobre o 911 que destaquei na minha ultima publicação no ouro sobre azul, dia 29 06 2017.

A serio ou a brincar, pois não se pode hoje em dia nestas guerrilhas globais promovidas pelos medias que matam e fazem quase sempre sangue, ao certo saber, da veracidade do que chamam de notícias, uma outra apareceu a meus olhos também dia 29 06 2017 do presidente Trumps, que reflecte também aspectos desta identidade, de uma figura feminina alta como uma estátua, através de uma caso com uma apresentadora da televisão americana, ou portuguesa numa possível correspondência se existir, que se teria queixado dele sem ter eu entendido especificamente de quê pelo que li na noticia .

Vos devo recordar que as anteriores aparentemente de Trumps ou sobre ele, são como explicado no mínimo estranhíssimas a serem verdadeiras, que uma delas, o link depois o apagaram do meu histórico, a do leque espanhol, e a outra mudaram de seguida o conteúdo da notícia, uma inversão, que como se compreende teve agora este desenvolvimento preparado desta forma criminosa, pois utilizar meios públicos de comunicação para construir estas narrativas é antes de mais crime!

A que mudaram era uma declaração dele sobre a existência de dívidas a ele da Alemanha e depois no mesmo link, o contrário, que afinal era ele que devia à Alemanha, presumo dinheiros, por um empreendimento de golfe, que é o ponto de relação com este criminoso desenvolvimento, sendo a primeira destas duas noticias, no dia da noticia da morte de Helmut Schmidt.

Sobre a de dia 29 06 2017, dizia Trumps que a tal apresentadora da TV americana que era mostrada na mesma página, presumivelmente alta pelo que se podia deduzir da foto, branca, loira, cabelo curto como rapaz, como uma imagem de valquíria ou de de virago, o teria na companhia de um outro, o buscado no resort de golfe dele com um nome do género, lago para o mar, e que ele não se tinha juntado com eles, que ela sangrava ao momento de um lifting na face, e que a referida senhora no entender dele, a personalidade dela era a de uma matadora, psicopata, era o termo da noticia e do dizer ao presidente atribuído.

Equivalências passiveis, por um lado a da clip com a Charlize ou simile dela, na medida em que caminha sobre um lago que se pressupõem ao pé do mar e que pela linha das montanhas não deixou de me recordar Cabo Verde, e por extensão Maria João, a apresentadora a seguir á Cristina Coutinho do Euroritmias, o facto do seio sangrante de leite e não de sangue, o contexto mais alargado do seio, a virgem d´O, ou seja e ainda valores do MNE capela e das linhas francesas, Obama, a imagem da decapitação da estátua e de uma criança e dos dois traços horizontais ou laminas, R. Castilho, que por sua vez entronca na criminosa ministra da justiça ao tempo, Paula Teixeira da silva/ entrevista dela ao tempo, e nos conteúdos da noticia com a Gwen Paltrow recente alvo de um vídeo beijo publicado também no dia 29 06 2017, e por extensão de aspectos e factos relativos a Londres, irmãos Prates, Ricardo e Raquel / SIC, anteriores mas que não deixam de entroncar neste recente fogo da torre.

Da recente audição do director da CIA no congresso quando afirmou que Trumps mentira, ao lado de Putin na mesma pagina falando de homossexualismo, de mestres de judo e de duches, relembrando algumas das encenações protagonizados por Trumps em capas dos pasquins nacionais implicados nesta conspiração a seguir às eleições que refletem por um lado Kremlin e a sub linha do olho vermelho, ou de pirata ou de exterminador, e de uma compressão, de um cavalo empinado e da imagem da cobra à volta de um pescoço de uma imagem que pode simbolizar, um imperador ou militar, cujos valores recentes juntaram ainda, as trajetória impossíveis dos aviões e do 911 na capa do super Trumps e a figura do imperador Maximiliano Rossio, como id dos Habsburgos, linha que se estendeu pelos medias e ladroes à carta à Sílvia, anos 90, e ao sangue recente em Londres/facas.

Das dívidas de alguns aliados da NATO à NATO, também recente noticia de Trumps, e do passe do pêndulo e das estrelas, com os reflexos analíticos ao tempo na analise francesa, e na imago de gravidez, carris, aspectos da Photo Beatrice Dalle, e a Clara Sousa, ou seja e ainda um prolongamento da imagem de Electra, bem como das equivalências francesas, uma descrição mais pormenorizada e complementar a alguns destes factos recentemente narrados.

Dos possíveis processos da criação ou projeção da recente imagem do movimento pêndulo da estrela maior e do aparecimento e desaparecimento da mais pequena, como um flash, com relação às descobertas via este novo atentado contra a minha pessoa, refiro-me ao da cabeça, que tem igualmente relações com a encenação de Amber e de Deep, e o que descobri de uma cicatriz na nuca, que poderá corresponder a uma lobotomia feita durante o crime de internamento, ou da possível inserção de um chip no cérebro, uma espécie de neuro transmissor artificial, ou um novo tipo de pulseira eletrónica, que a ser verdade, é sonho nazi tornado realidade, que poderá nomeadamente alterar percepções, visuais, recordando o anuncio de investimento americano nestas áreas por Obama à alguns anos atrás, sendo ainda que como sabeis esta linha de novo aflorou, por uma das noticias da VISÃO 96, a do estranho titulo, este homem tem um chip no shoulder, nos contextos mais alargados da presença de Gutierres, de Freitas do Amaral, do símbolo equivalente do escadote, o mais recente advém do filme com a Uma Truman e de aspectos de ids no passe recente em Lisboa, da linha da senadora americana/ Obama, da cobra que rasteja em DC, e da mão, ou neste caso da ausência dela, ou de ids de pirata ou maneta. Da relação de detalhes desta imagem/ passe, e da imagem do actual presidente no mar das ilhas e da escada, e do sincronismo com o aço das torres e os 18 cargueiros, no âmbito do 911.

As matanças dos 4 aviões a seguir ao mundial, o cruzamento destes factos com António Gutierres / ONU, Dylan prémio Nobel, o sangue no frigo, Gutierrres na Rússia, a montagem de cobertura nos pasquins nacionais, a sub linha dos olhos, que recua a 81, Lipstick movie, Hemmingway e o band-aid, fotos das estrelas Annie Leibowitz, e a leitura da relação com a queda do que transportava a delegação do OMS na Rússia, um dos integrados nesta sequência de mortes com relação ainda com o crime contra mim cometido de internamento no Júlio de Matos.

Relembrando o caso da agência de modelos tipo escort que surgiu anos depois do 911 em NY e que ao tempo me apareceu relacionado com a questão das torres, a que era dirigida por uma mulher

Da morte de Beleza da igreja do campo grande, referência última e recente e consequente porventura significante, à morte do pai de Jesus Roque no âmbito do roubo da MTV (num dos últimos extratos do meu manuscrito recentemente publicado), da imagem do jornal com o criminoso tira linhas, cavaco silva e o actual criminoso presidente e o dizer na capela que o primeiro era a ressurreição.

Explicação complementar da equivalência dos projectores no clip da Charlize com o eixo da rear window e os recentes desenvolvimentos , ou seja entre outras as sub linhas do, rino, da Sharon Stone, do tsunami, da escola católica no largo de Campo de Ourique, da morte de Soares e da imagem do enterro, CM, da filha dele, Isabel Soares, do passe com o helicóptero, e do valor do caixão no 911 NY

Da estrada da morte, fogo de Pedrogão Grande, o dizer do taxista e da relação a 66 road to LA e a morte das princesas ou da princesa, filme , Death proof.

Da imagem de Inês Pedrosa da inexistência de crime na casa Fernando Pessoa. Estranha capa de um jornal online, pela expressão dela, ex directora da casa Fernando Pessoa, dizendo que afinal não teria havido crime, palavra forte, na casa Fernando Pessoa, isto no contexto actual de relembrar aqui o crime de internamento no hospital que como sabeis aconteceu depois de lá ter estado, como se então estivesse a dizer em forma diagonal que uma tramoia relacionado com esse crime contra mim, ali foi montado, se calhar a troa de uma carreira.

Da imagem MAI Constança e do choro na comissão do parlamento na televisão no talho, comento em vídeo, o que me pareceu uma mentira no pouco que vi.

Algumas ratificações, no vídeo da conversa com a Gwen, menciono eu a participação dela no filme fligth 93/ 911, mas em verdade me refiro a um outro de uma queda de uma avião, se calhar no ano de 93, o da troca dos bilhetes por uma queca de um publicitário, uma ideia de atração fatal, com o marido dela que assim morre.

Depois de publicar recentemente a imagem da torre de Londres a arder, posts de 24 06 2017, me apareceu no corretor ortográfico quando escrevi as palavras desses posts, SPA SPIN, ou seja, creio que alguém terceiro em forma desconhecida assim o declarava ou induzia em termos da responsabilidade de relação entre esse fogo e um spin, que pode ser entendido como uma compra, da Sociedade Portuguesa de Autores, ou seja, o que pode apontar a morte de Marta e as edições piratas do DVD dos Xutos pela universal com o conluio da SPA e do estado português.

De um recente dizer, se tal, de um outro taxista, para além do referido no comento em vídeo, sobre a estrada da morte no contexto de Pedrogão Grande. Uma caneta no assento do banco do morto, como figuração da linha da agulha no banco do meu carro e há anos como corria em Lisboa, nos bancos de cinema, como se fosse então do barreiro, como se o GPS assim o tivesse apontado, parece ainda este dizer poder encaixar no escutado na radio , antena dois, do escritor de San Francisco, Zimmerman a propósito de sida, também comentado em vídeo recente.




link da noticia de Trumps comentada

http://www.msn.com/pt-pt/noticias/mundo/ela-%C3%A9-maluca-tem-um-qi-baixo-e-o-colega-%C3%A9-um-psicopata/ar-BBDsqYe?li=AAl4orZ&ocid=spartanntp

link de uma noticia equivalente da Ines Pedrosa mas não a que vi, e que aqui neste texto acima comento, pois esse link o apagaram do meu histórico como é usual nestes constantes crimes!

https://www.noticiasaominuto.com/pais/706024/ex-diretoras-da-casa-fernando-pessoa-acusadas-de-abuso-de-poder

          Cubanos residentes en Cabo Verde condenan recrudecimiento del bloqueo a Cuba    

Praia, 30 de junio de 2017.- El Dr. Alejandro F. Díaz Palacios, Embajador de Cuba en Cabo Verde, recibió al Ing. José Mejías Mejías, Presidente de la Asociación de Cubanos Residentes en Cabo Verde (ACURENCV), quien le entregó una declaración de la Asociación, en la que condena el discurso del Presidente de los EEUU Donald Trump, en el que anunció el abandono de la política hacia Cuba del ex-Presidente Obama y el recrudecimiento del bloqueo contra el pueblo cubano.

Asimismo, en el documento se desmienten las afirmaciones del Presidente Trump sobre las supuestas violaciones de los derechos humanos en Cuba. En este sentido, el Presidente de ACURENCV expresa que: "Nosotros, residentes cubanos en Cabo Verde, rechazamos firmemente las manipulaciones del Presidente de los Estados Unidos, quien quiere hacer ver al mundo que en Cuba no se respetan los derechos humanos ...", así como destaca como el pueblo cubano disfruta de derechos, como el de la salud, la educación, la seguridad social, el respeto a los ancianos".

Igualmente, el Ing. José Mejías, en su pronunciamiento, lanza al Presidente Trump "una invitación de visitar Cuba, para que conozca la realidad cubana y no se deje influenciar por aquellos que sólo quieren enriquecerse con todas esas mentiras y no les interesa ni pueblo cubano, y mucho menos el pueblo norteamericano".

Finalmente, el Presidente de ACURENCV exige el cese inmediato del bloqueo contra Cuba y solicita al Presidente Trump, en nombre de cubanos residentes en Cabo Verde que aman Cuba y en el suyo propio, que "cese inmediatamente el bloqueo a Cuba y nos deje vivir en paz de la forma que nosotros hemos decido", concluye Mejías.

(Cubavsbloqueo-Embacuba Cabo Verde)


          “Por um Cabo Verde de Todos” é um momento carregado de emoção e de simbolismo – Maritza Rosabal   
Tudo isto por duas razões, explica Maritza Rosabal, momentos depois de proceder ao lançamento da campanha de sensibilização para o respeito da diversidade cultural, no contexto migratório Cabo-verdiano: “pelo fato de ter iniciado o meu percurso profissional em Cabo Verde como estrangeira, portanto como imigrante e de estar aqui na vossa presença como uma cidadã cabo-verdiana com os mesmos direitos e deveres e ainda enquanto membro do governo. É caso para dizer, nesta história sou sujeito e objeto. A outra razão prende-se com o fato de estarmos num país onde podemos dizer que surge num contexto completamente migratório, seja forçado ou voluntário”.

Para a Ministra da Família e Inclusão Social, estas duas razões são suficientemente motivos para explicar “o que significa para mim estar hoje aqui convosco no lançamento desta campanha de sensibilização que tem como lema “por um cabo verde de todos”, visando, sobretudo, promover o respeito em contexto migratório e prevenir práticas discriminatórias tem por base a origem geográfica especialmente”.

Maritza Rosabal, considerou por isso, que esse evento espelha uma nova marca de politica de inclusão social do seu Ministério, sublinhando que, a par da promoção da diversidade cultural, espelhado nesta campanha que agora se inicia, o Ministério da Família e Inclusão social vai adotar uma abordagem transversal sobre a questão migratória em Cabo Verde.

“Esta é a marca das novas medidas politicas da inclusão social das famílias principalmente aquelas famílias de imigrantes que se encontram em situação de vulnerabilidade e dentro dela com grupos específicos nomeadamente as crianças, mulheres vitimas de tráficos e descriminação e pessoas vitimas de exploração no trabalho” ressalva a governante.

De acordo com Maritza Rosabal a ideia do Ministério da Família e Inclusão Social é melhorar, cada vez mais, os mecanismos de acolhimento e de integração daqueles que pretendem viver em Cabo Verde, no sentido de reforçar a capacidade de resposta da sociedade civil, das ONGS, mas também fazer com que o processo de integração seja muito interativo, passando pela formação e informação e garantir, por exemplo, a inclusão linguística e que sejam reconhecidos o quadro legal, respeitando sempre as normas de um convívio de boa missão.

A campanha de sensibilização «Por um Cabo Verde de Todos», como uma das ações dentro de uma estratégia de respeito pelas diferenças em contexto migratório e prevenir práticas discriminatórias foi realizada através daa Direção Geral da Imigração, em parceria com a comissão Nacional dos Direitos Humanos e Cidadania e Plataforma de Comunidades Africanas residentes em Cabo Verde. fonte:governocv, pub em 29-06-2017

          Guiné 61/74 - P17528: (De) Caras (89): O 1º cabo Alfredo Ferreira, o "Geada", da Murteira / Cadaval, o padeiro da CCAÇ 2382 (Buba, Aldeia Formosa, Mampatá, 1968/70)... Era um camarada divertido e generoso, que não negava um pão a ninguém. O pão de Buba tinha fama, até o gen Spínola chegou a levar pão para casa... Recorde-se entretanto uma efeméride: fez 49 anos, em 22 de junho, que a tabanca de Contabane ficou totalmente destruída num ataque do PAIGC (Manuel Traquina / José Man   

Foto nº 1 > O "Geada", o padeiro da CCAÇ 2382, o 1º cabo Alfredo Ferreira, à esquerda, com um "balaio"


 Foto nº 2 > Militar não identificado, no WC, com  um pedaço de tecido dos sacos de farinha 
 a servir de "saia"

Fotos (e legendas): ©  Manuel Traquina (2017). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné].


1. Mensagem de Manuel Traquina, com data de 25 do corrente:

Amigo Luís Graça, aí vão duas fotos. A foto individual [nº 2] com a "farda de trabalho" penso que seja o "Geada" (será?) (*). A outra  [foto nº 1] são alguns dos ajudantes de cozinha de Buba, de que não recordo os nomes.

Um abraço,
Traquina



2. Comentário do José Manuel Cancela, com data de 26:

Olá, amigo Traquina. A foto de um só [nº 2] não é o "Geada", nem estou a ver quem seja.

Mas na foto do trio [nº 1] ,o primeiro da esquerda, é realmente o "Geada"  (**),  o segundo é o Guimarães,  mais conhecido, entre nós, pelo "Periquito", e o terceiro é o Zé Henriques,que também pertencia ao meu pelotão, tal como os outros, mas infelizmente já falecido.......

Um abraço e um bj. para a tua Fátima...


3. Observações dos camaradas sobre o Alfredo Ferreira:

(i) Manuel Traquina, 22/6/2017

(...) Vou ver se tenho a foto de um padeiro de Buba, que calculo seja do "Geada"... Era um bom elemento, sempre bem disposto!

O pão de Buba era óptimo, mas anteriormente quando estivemos em Mampatá, aí tivemos que construir o forno, depois numa visita do General António Spínola. Ele e o seu ajudante de campo, o cap Bruno (se a memória não me falha) gostaram tanto do pão que pediram se havia para levar alguns para Bissau, e acho que não foi só uma vez.

O pão de Bissau creio que era à base de farinha de arroz, deixava muito a desejar...

Já agora recordo que hoje, dia 22 de junho, foi um dia que ficou na memória de muitos. Foi na noite deste dia do ano de 1968 que na aldeia de Contabane, próximo de Aldeia Formosa, dois pelotões da CCaç 2382 sofreram o ataque que reduziu a aldeia a cinzas, depois foi uma trovoada que tudo transformou em lama. A CCaç 2382 estava havia pouco mais de um mês na Guiné. Muitos ficaram apenas com a roupa que tinham vestida e a G3 na mão. (...) (***)

(ii) José Manuel Cancela, 25/6/2017

(...) Não te cheguei a responder, no último mail que te mandei, acerca do tecido dos sacos de farinha, que o Geada distribuía ás "beijudas" para confeccionarem tangas ou saiotes ... Como já deves ter adivinhado, era um modo de fazermos... acção psicossocial...

Como era a minha companhia que estava a tomar conta do quartel [de Buba], havia alguns postos, com uma certa relevância, nesta matéria, e não só o padeiro: o  dos géneros, as cantinas, as messes, e outros, que também tinham os favores das "beijudas".

No que respeita ao pão, o "Geada" era realmente um especialista, era a arte dele. E, coisa admirável, raramente recusava um pão, quando estava a sair do forno, a qualquer camarada.  (...)

(iii) José Manuel Cancela, 24/6/2017

(...) Se calhar o tempo acaba por trair a nossa memória. O meu camarada "Geada" nunca foi apontador de qualquer morteiro, não quero dizer que não o tivesse feito esporadicamente, mas a arma que lhe estava distribuída, quando saíamos do quartel, era uma G3 de fita, não me recordo do nome certo desta arma [HK 21].

O apontador do morteiro 60 era um camarada chamado Silva, que nos safou aquando do ataque à aldeia de Contabane, perto do Quebo, fez precisamente antes de ontem, Quarenta e Nove Anos!!! (...) (***)
_____________

Notas do editor:

(*) Vd. postes de:

15 de junho de 2017 > Guiné 61/74 - P17474: O Mundo é Pequeno e a nossa Tabanca ... é Grande (108): Na Lourinhã, fui encontrar o ex-1º cabo at inf Alfredo Ferreira, natural da Murteira, Cadaval, que foi o padeiro da CCAÇ 2382 (Buba, Aldeia Formosa, Mampatá, 1968/70)... e que depois da peluda se tornou um industrial de panificação de sucesso, com a sua empresa na Vermelha (Luís Graça)

22 de junho de 2017 > Guiné 61/74 - P17502: Memória dos lugares (360): Murteira, união das freguesias de Lamas e Cercal, concelho de Cadaval: monumento aos 61 ex-combatentes da guerra do ultramar (1954-1975): Cabo Verde (1), Angola (31), Índia (2), Timor (1) , Moçambique (12) e Guiné (14) (Jorge Narciso, ex-1.º Cabo Especialista MMA, Bissalanca, BA 12, 1968/69)

(**) Último poste da série > 29 de junho de 2017 >  Guiné 61/74 - P17522: (De) Caras (88): O fur mil inf Hércules Arcádio de Sousa Lobo, natural da ilha do Sal, Cabo Verde, foi gravemente ferido pelo primeiro fornilho acionado no CTIG, às 9h00 do dia 3 de julho de 1963, na estrada São João-Fulacunda, vindo a morrer no HMP, em Lisboa, no dia 16, devido às graves queimaduras. Eu era o comandante da coluna (António Manuel de Nazareth Rodrigues Abrantes, ex-alf mi inf, CCAÇ 423, São João e Tite, 1963/65)

(***) Vd. postes de:

19 de Agosto de 2008 > Guiné 63/74 - P3141: Venturas e Desventuras do Zé do Olho Vivo (2): O ataque de 22 de Junho de 1968 a Contabane

27 de maio de  2010 > Guiné 63/74 - P6479: Histórias de Carlos Nery, ex-Cap Mil da CCAÇ 2382 (2): Noite longa em Contabane

29 de maio de 2010 > Guiné 63/74 - P6489: As Nossas Queridas Enfermeiras Pára-quedistas (15): A minha homenagem à enfermeira pára-quedista Ivone Reis que ficou em Contabane a cuidar dos feridos graves (Carlos Nery)
          Guiné 61/74 - P17526: Notas de leitura (973): “a Presença Portuguesa na Guiné: História Política e Militar 1878-1926”, Caminhos Romanos, 2016 (Mário Beja Santos)   


1. Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá e Bambadinca, 1968/70), com data de 28 de Junho de 2017:

Queridos amigos,
Não conheço na investigação da história da Guiné levantamento mais minucioso, ainda por cima para um período que não chega a 50 anos.
Um desastre militar em Bolor, no Norte da Guiné deixa os políticos de Lisboa siderados, dá-se a criação da província da Guiné Portuguesa, autónoma de Cabo Verde.
O ar do tempo é o da Conferência de Berlim, que se realizará anos depois: não há direitos históricos, quem quer ter colónias ocupa-as e administra-as. Assim se inicia numa atmosfera de turbulência, com levantamentos de diferentes etnias, a criação de uma capital em Bolama, surgem tensões graúdas com os franceses, os seus apetites não estão só no Casamansa, estão também no rio Grande.
Temos mais de 900 páginas para acompanhar as sagas ocorridas nesta sequência cronológica.

Um abraço do
Mário


A Presença Portuguesa na Guiné: História Política e Militar 1878-1926, 
Por Armando Tavares da Silva (1)

Beja Santos

Dentre os mais importantes trabalhos historiográficos referentes à Guiné, é da mais elementar justiça pedir a atenção de todos os interessados para uma investigação de grande fôlego: “a Presença Portuguesa na Guiné: História Política e Militar 1878-1926”, Caminhos Romanos, 2016.

Que o leitor se previna: são mais de 960 páginas, uma belíssima apresentação gráfica, poder-se-á mesmo adjetivar que é inexcedível, um bom acervo fotográfico e um conjunto de mapas que facilitam a leitura de tão avultado miolo. O investigador escolheu aquele período peculiar que vai das primícias da autonomização da Guiné face a Cabo Verde até à chegada da Ditadura Nacional, correspondente na colónia a uma fase que prometia arranque económico, num quadro de uma certa pacificação, em que a administração colonial se estava a disseminar por pontos importantes no território.

O autor dá explicações para o seu trabalho: a escassez de estudos, a pretensão de dar a conhecer as razões que levaram as autoridades a empreender um conjunto de operações do foro militar que se sucederam no território durante dezenas de anos. A base principal do trabalho reside na documentação existente no Arquivo Histórico Ultramarino relativo à Guiné. Pretende igualmente o autor vincar a existência de dois grupos antagónicos que disputavam a vida económica e administrativa da Guiné.

E é na interrogação final com que termina o texto que se pretende marcar a existência de tal “problema” e, para ele, atrair a atenção do leitor. É de facto no termo do seu livro, que depois de abordar uma paz que tinha durado uns escassos 30 anos, a que se seguiria a eclosão da guerrilha que culminou na independência do Estado da Guiné-Bissau, que o autor questiona: “Seria o ressuscitar do conflito de interesses e das velhas tensões que estiveram na base das questões de Bissau de 1891, 1894 e 1915?”. A seu tempo, se procurará contestar tal questionamento, tanto no que respeita a existência dos dois grupos antagónicos como na inexistência de qualquer relação entre a guerrilha e o que se passara em poderosos conflitos havidos em Bissau, muitas décadas antes.

No capítulo introdutório, a súmula apresentada é sugestiva, tocando em aspetos essenciais: continua a não haver precisão quanto à data da chegada dos portugueses ao território do que foi a colónia da Guiné e é hoje a Guiné-Bissau; facto é que os portugueses estabeleceram relações com os potentados indígenas e que a partir da segunda metade do século XVI a presença portuguesa era um facto, ali se comerciava em concorrência com franceses, ingleses e holandeses. Os ingleses tudo tentaram para estabelecer feitorias na Guiné, privilegiaram Bolama, a colónia falhou rotundamente, o clima vitimou-os, ensaiaram continuar em Bolama houve que recorrer à sentença arbitral do Presidente dos Estados Unidos, Ulysses Grant.

Seguiram-se os franceses, nas suas cobiças no Casamansa, virão a ter sucesso nas suas pretensões na Convenção Luso-Francesa que definirá os traços essenciais da Guiné Portuguesa. E a Conferência de Berlim gerou um novo paradigma político: Portugal deixaria de se limitar a uma presença periférica, teria de conseguir uma ocupação efetiva, ter uma administração presente na colónia, cuidar do bem-estar das populações, zelar pela economia do território, pelas exportações. É dentro desta sequência cronológica definida pelo autor que estamos em 1878-1879, há uma visita do Governador-geral de Cabo Verde, o Ministro Thomaz Ribeiro recomenda ao Governador um plano de administração e a toma de medidas “que possam levantar aquele ubérrimo país do abatimento, do quase esquecimento em que tem jazido”.

O Governador responde com relatório, descreve detalhadamente o estado geral das fortificações de Bissau, Cacheu, Geba, Bolama, Colónia e Buba, havia os pequenos redutos de defesa em Ziguinchor, Farim, Bolor e ainda outros pontos. Sugere-se um pessoal militar à volta de um batalhão de caçadores com a força de 400 praças e uma companhia de artilharia com 100 praças europeias; havia ainda a considerar o apoio para uma força militar naval, composta de uma pequena canhoneira a vapor e três lanchões a vapor. Em Bolor, no norte do território, tribos revoltadas tinham atacado e arrasado a população, havia incidentes no presídio de Geba e é neste contexto que ocorre em Dezembro 1878 o chamado desastre de Bolor, uma chacina que deixou os políticos de Lisboa em grande consternação, tomou-se a decisão de transformar a Guiné em província independente, o governo da província teria a sua sede na ilha de Bolama, transferiam-se de Cabo Verde para a Guiné um efetivo militar e o governo ficava autorizado a organizar uma bateria de artilharia para guarnecer as fortalezas da província da Guiné, bem como a adquirir alguns barcos de vapor.

O primeiro Governador da Guiné Portuguesa foi o Tenente-Coronel Agostinho Coelho, que toma posse em Bolama no início de Maio de 1879. É uma frase de organização do território em que a Guiné fica dividida em quatro concelhos administrados por oficiais militares, as sedes dos conselhos seriam Bolama, Bissau, Cacheu e Bolola; o concelho de Bolama compreendia a povoação denominada “Colónia”, na ilha de Orango e todos os estabelecimentos de qualquer caráter oficial que viessem a existir no arquipélago dos Bijagós; o concelho de Bissau compreendia a vila de S. José e o presídio de Geba; o concelho de Cacheu incluía a praça e os presídios de Farim e Ziguinchor e as povoações de Mata, Bolor e outras desta última dependência; o concelho de Bolola compreendia Santa Cruz de Buba e todos os mais pontos que viessem a ser ocupados no rio Grande, não se escondia haver muitos pontos ocupados e de domínio duvidoso ou mesmo não existente.

O autor reporta às forças navais no início deste primeiro governo da província da Guiné, o surgimento de problemas com forças nativas, as pretensões territoriais francesas à volta do rio Grande, a sublevação de tropas e trata, a questão da Guiné como depósito de degredados. Inicia-se a delimitação da Guiné e avançam-se medidas para tratados que permitam mais harmonia entre o colonizador e o colonizado. Enquanto decorre esta tentativa de organização do território e se procura responder às pressões francesas, encetam-se esforços para a pacificação do Forreá que culminará com um tratado de paz. Mas os problemas de pacificação estavam para durar, houve levantamento dos Beafadas de Jabadá, chegou-se a um compromisso.

Em 1881, Agostinho Coelho cede a governação a Pedro Ignácio de Gouveia.

(Continua)
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Nota do editor

Último poste da série de 26 de junho de 2017 > Guiné 61/74 - P17513: Notas de leitura (972): “A Colonização Portuguesa da Guiné 1880-1960”, por João Freire, 2016, edição da Comissão Cultural da Marinha (4) (Mário Beja Santos)
          Guiné 61/74 - P17522: (De) Caras (88): O fur mil inf Hércules Arcádio de Sousa Lobo, natural da ilha do Sal, Cabo Verde, foi gravemente ferido pelo primeiro fornilho acionado no CTIG, às 9h00 do dia 3 de julho de 1963, na estrada São João-Fulacunda, vindo a morrer no HMP, em Lisboa, no dia 16, devido às graves queimaduras. Eu era o comandante da coluna (António Manuel de Nazareth Rodrigues Abrantes, ex-alf mi inf, CCAÇ 423, São João e Tite, 1963/65)   

Guiné > Zona de Quínara > Tite > BCAÇ 237 (Tite,  julho de 1961/outubro de 1963) > CCAÇ 423 (São João e Tite, abril de 1963/  abril de 1965) > O estado em que ficou a GMC sinistrada devido ao rebentamento de um  fornilho na estrada entre Nova Sintra e Fulacunda, em 18 de julho de 1963, qual vitimou  o tenente mil inf Carlos Eduardo Afonso de Azevedo, natural de Angola. Pertencia à CCAÇ 423.

Quinze dias antes, a 3 de julho de 1963, tinha sido aciocinado, no mesmo troço, o primeiro fornilho da história da guerra na Guiné, de que uma das vítimas foi o fur mil inf Hércules Arcádio de Sousa Lobo, natural da ilha do Sal, Cabo Verde, também da CCAÇ 423.

A CCAÇ 423 foi mobilizada pelo RI 15, esteve em São João e Tite, entre abril de 1963 e abril de 1965. Comandante: cap inf Nuno Gonçalves Basto Machado. Esteva adida ao BCAÇ 237 (Tite, julho de 1961 / outubro de 1963)

Foto : Cortesia de; © Sol da Esteva  editor do blogue Acordar Sonhando (2011). Todos os direitos reservados [Edição e legendagem: Blogue Luís Graça & Canmaradas da Guiné]



1. Comentário (*)  do ex-alf mil António Abrantes, da CCAÇ 423  (São João e Tite, 19763/75):

Data: 27 de junho de 2017 às 23:12

Assunto: Luís Graça & Camaradas da Guiné: Guiné 63/74 - P9507: Em busca de... (184): Camaradas do Fur Mil Hércules de Sousa Lobo, natural da ilha do Sal, Cabo Verde, gravemente ferido pelo primeiro fornilho acionado no CTIG, em julho de 1963, na estrada São João-Fulacunda (Maria Luísa Sousa Lobo)

Enviado do meu iPad

Gostaria de poder entrar em contacto convosco mas não tenho conseguido e isto especialmente no que respeita à primeira mina/fornilho colocada na Guiné, mais concretamente em Bianga, a poucos kms de Fulacunda, na estrada S.João - Nova Sintra - Fulacunda. 

Infelizmente era eu, ex- alferes miliciano, António Manuel de Nazareth Rodrigues Abrantes, o comandante da força da CCAÇ 423, sediada em S. João, que, no regresso da deslocação a Fulacunda, sofreu este rebentamento, mais ao menos no mesmo local onde na véspera tinha sido emboscado debaixo de uma forte chuvada.

 O rebentamento ocorreu às 9h00 do dia 3 de julho de 1963, debaixo do depósito de uma GMC e vitimou vários militares do meu pelotão, entre eles o furriel miliciano inf Hércules Arcádio de Sousa Lobo, que viria a falecer cerca de 13 a 15 dias depois em Lisboa [, mais exatamente em 16 de julho de 1973], devido às graves queimaduras sofridas.  (**)

O relatório desta operação foi, como é óbvio, enviado para o Comando do Batalhão estacionado em Tite [BCAÇ 237]. Posteriormente e já vários anos depois enviei cópia para a Liga dos Combatentes da qual sou sócio. 

A propósito de Tite, a foto da GMC que dizem ser da primeira mina é tirada em Tite, é da segunda mina, a qual vitimou [, em 18 de julho de 1963]  o tenente mil inf Carlos Eduardo Afonso de Azevedo. Isto porque esta [GMC]  tinha capota de lona pela qual foi projectado o referido tenente que, contrariamente ao referido, não faleceu no local mas sim em Tite. (***)

A GMC da primeira mina [, 3 de julho de 1963,]  tinha capota rígida sobre a qual eu havia mandado instalar uma metralhadora Breda.. 

Um Grande Abraço a todos os camaradas,
António Abrantes
___________________

Notas do editor:


(...)  José Marcelino Martins disse...

Furriel Miliciano Atirador Hérculçes Arcádio de Sousa Lobo
:  Mobilizado no Regimento de Infantaria nº 15 - Tomar, para a Companhia de Caçadores nº 423. Solteiro, filho de Emídio Sousa Lobe e Cacilda Sousa Lobo, natural da freguesia de Nossa Senhora das Dores, concelho do Sal, em Cabo Verde. Faleceu no Hospital Militar Principal, em Lisboa, no dia 16 de Julho de 1963, vitima de ferimentos em combate, provocados pela explosão de um fornilho em 3 de Julho de 1963, na estrada Nova Sintra - Fulacunda. Foi inumado no cemitério do Alto de São João.

(CECA- 8º volume - livro 1 - página 31/3) (...)


Abreu dos Santos (senior) disse...

... ajudas de memória: (...) deflagração de um fornilho que causa às NT duas baixas mortais instantâneas (Soldados apontadores-de-metralhadora Alberto dos Santos Monteiro e José Isidro Marques), e cinco feridos graves pouco depois heli-evacuados para o HM241- Bissau, onde ainda naquele mesmo dia vem a falecer o 1º Cabo Ap Met António Augusto Esteves de Magalhães; os outros três feridos graves são aerotransportados para o HMP-Estrela, onde dois sucumbem aos graves ferimentos, em 16Jul63 o Furriel miliciano Atirador Hércules Arcádio de Sousa Lobo, e em 20Jul63 o Soldado Atirador Alpoím Pereira Rodrigues.

Na 5ª feira 18Jul1963, um pelotão daquela mesma subunidade, comandado pelo Tenente miliciano de infantaria Carlos Eduardo Afonso de Azevedo, quando em deslocação-auto entre Tite (sede do BCac237) e Nova Sintra, é alvo da deflagração de outro fornilho que causa às NT a morte instantânea do citado oficial, e do Soldado Ap Met José Rato Casaleiro, e ferimentos graves ao Soldado Ap Met Joaquim da Silva Bento Jorge, heli-evacuado para o HM241 onde vem a falecer decorridos onze dias. (..:) 



          Guiné 61/74 - P17520: (De) Caras (87): Maria Sofia Pomba Guerra (1907- c.1970), mais uma "desterrada política", tal como Fausto Teixeira, elogiada pelos históricos dirigentes do PAIGC   
1. O nome de Fausto Teixeira parece estar hoje esquecido (, r espero bem que não esteja proscrito ...), ao não contar da lista dos "antifascistas da resistência"... Pelo menos não aparece na lista das 600 personalidades que constam, como tal,  no respetivo blogue e na respetiva página do Facebook (" notas biográficas de cidadãs e cidadãos que lutaram contra o fascismo e o colonialismo").

Provavelmente falta-lhe um biógrafo ou um "advogado", mesmo que oficioso... Mas o mesmo acontece com outros dos seus companheiros de desventura:  de facto, também não contam dessa lista os nomes de Gabriel Pedro (1898-1972) (igualmente desterrado para a Guiné e depois para o Tarrafal, tal como o seu filho Edmundo Pedro) e de Manuel Viegas Carrascalão (1901-1977) (operário gráfico, anarcossindicalista, preso sob a acusação de bombismo e de pertencer,  tal como Fausto Teixeira e Gabriel Pedro, à "Legião Vermelha", acabando por ser desterrado para Timor em abril de 1927, no navio "Pêro de Alenquer", numa viagem que vai demorar  5 meses, com passagem por Cabo Verde, Guiné, onde desembarcam alguns deles e entram outros, e Moçambique onde é rendido o comandante do navio.). 

Admite-se que, no caso do Fausto Teixeira, a omissão do seu nome  seja  devida, pura e  simplesmente, ao facto de lhe terem perdido rasto, desde que, com 25 anos, foi desterrado para a Guiné, em 1925, não pelo "fascismo" da Ditadura Militar / Estado Novo mas pela I República. 

De qualquer modo, a Guiné e  Timor era dois dos piores sítios do nosso glorioso Império para onde o Estado mandava os desgraçados dos "desterrados políticos", sendo ali entregues à sua sorte. Para este inferno, que eram estas duas colónias, iam em geral os indivíduos de profissões manuais ou, no caso de militares, os soldados e os marinheiros. Até no exílio e deportação, todos eram iguais mas uns eram mais iguais do que outros.
.
[Foto acima: Maria Sofia Carrajola Pomba  Amaral da Guerra, cortesia do blogue "Silêncios e Memórias", editado por João Esteves]


2. O nome de Fausto Teixeira (ou Fausto da Silva Teixeira] aparece associado ao de Maria Sofia Carrajola Pomba [, Amaral da Guerra, por casamento], sobre a qual colhemos as seguintes informações, a partir dessa página do Facebook e outras fontes na Net:

(i) nasce a 18 de julho de 1906, em São Pedro, Elvas (, terra igualmente de um militante pioneira do feminismo, a médica Adelaide Cabete, 1867-1935);

(ii) licencia-se em Farmácia pela Universidade de Coimbra, no princípio dos anos 30 (no ano lectivo de 1926/27, está no 2º ano, segundo apurámos por conta própria);

(iii)  a partir de meados da década de 30, vai para Moçambique [deve ter sido em 1933:
vd.GUERRA, Maria Sofia Pomba - Dois anos em África / Maria Sofia Pomba Guerra. - : Ed. do Autor, 1935. - XIII, 206 p.]

(iv) em Lourenço Marques, publica alguns estudos sobre frutos silvestres e produtos exportáveis, é analista no Hospital Miguel Bombarda, lecciona na Escola Primária Correia da Silva, onde tem como aluno o poeta, jornalista e activista moçambicano Rui Nogar (1932-1993);

(iv) terá aderido ao PCP - Partido Comunista Português, em Lourenço Marques, por intermédio de um  ferroviário, o  Cassiano Carvalho Caldas [1915-c..2002/03, ], no final da década de 1930 ou princípios de 1940;

(v) mantém naquela cidade do Índico uma  militância activa, colabora nos jornais "Emancipador" e a "Itinerário", publicação editada entre 1941 e 1955, participa entre 1947 e 1948, na construção de uma estrutura comunista local [Fonte: José Pacheco Pereira, Álvaro Cunhal, vol. 3] e desenvolve, juntamente com Noémia de Sousa, actividades no âmbito do Movimento dos Jovens Democratas Moçambicanos, versão local do MUDJ da metrópole, integrando a direcção.

(vi) em 1949, torna-se na primeira mulher branca a ser presa e deportada para a metrópole: apresentada na PIDE em 23 de novembro de 1949, fica detida em Caxias até 4 de julho de 1950; será então libertada por ordem do Tribunal Plenário de Lisboa, por ter sido absolvida.

(vii) parte a seguir  para Cabo Verde, onde se junta ao marido, médico,  colega de Coimbra [ Platão Zorai do Amaral Guerra] e dali para a Guiné, onde vem a ser proprietária da Farmácia Lisboa;  ensina inglês no Liceu de Bissau (, acabado de fundar) [não fica claro se vem para a Guiné como "deportada" ou se de livre vontade...];

(viii) em Bissau, vai procurar reatar a sua actividade política, juntamente com o empresário Fausto Teixeira e o médico Gumercindo de Oliveira Correia: segundo Pacheco Pereira [Álvaro Cunhal, vol. 3], Sofia Pomba Guerra era vigiada pela PIDE (, instalada em Bissau a partir de 1957), que sabia que a farmacêutica recebia e fazia circular revistas comunistas francesas e panfletos portugueses, procurando mesmo organizar células comunistas no seio da população trabalhadora urbana (incluindo o incipiente operariado);

(ix) o seu apoio, ao embrionário nacionalismo independentista, é reconhecido pelos históricos dirigentes do PAIGC  que não poupam elogios ao seu papel na luta anticolonialista, nomeadamente no auxílio à organização clandestina de reuniões, na prestação de informações relevantes sobre prisões iminentes, como a de Carlos Correia, e na preparação de fugas, como a de Luís Cabral (, auxiliado também por Fausto Teixeira);

(x) está associada, em 1958, à fundação do Movimento de Libertação da Guiné (MLG) (, mais moderado que o PAIGC, defendendo uma solução de tipo federalista entre a Guiné e Portugal);

(xi) na sua farmácia trabalham destacados futuros combatentes do PAIGC como Epifânio Souto Amado e Osvaldo Vieira (este, um dos principais combatentes do PAIGC, morto em 1974, mas igualmente suspeito de envolvimento no complô contra Amílcar Cabral que levaria ao seu assassinato em 20/1/1973):

(xii) Amílcar Cabral [Bafatá, 12/9/1924-Conacri, 20/01/1973], com quem Sofia convive na década de 50, no discurso pronunciado num Seminário de Quadros do PAIGC, efectuado entre 19 e 24 de novembro de 1969, refere-se à contribuição de dois brancos [Fausto Ferreira e Sofia Pomba Guerra]  na fuga de Luís Cabral da capital guineense, afirmando explicitamente que “uma pessoa que teve influência no trabalho do nosso Partido em Bissau, foi uma portuguesa", e acrescentando: "só quem não está no Partido é que não sabe isso. Ao Osvaldo, a primeira pessoa que lhe ensinou coisas para a luta, foi ela, não fui eu. Eu não conhecia o Osvaldo” [Amílcar Cabral, Alguns Princípios do Partido, pp. 21-22];

(xii) mais tarde, Luís Cabral, nas suas memórias, a Crónica de Libertação [1984], evoca os contactos que manteve com esta “deportada para a Guiné", com a ficha na PIDE e a indicação de se tratar de "um elemento altamente perigoso”:  e acrescenta:  “embora vigiada pela polícia política, cujo chefe veio morar mesmo em frente da sua casa, retomou na primeira oportunidade as suas actividades políticas”;

(xiii) relaciona-se com Amílcar Cabral, Aristides Pereira, Fernando Fortes, Luís Cabral, a quem dá lições de Inglês do 7.º ano do liceu, e muitos outros;  “apesar da posterior separação da actividade anticolonialista do movimento geral antifascista, a dr.ª Sofia Pomba Guerra continuou, como no passado, a ser a amiga e conselheira de cada um de nós” [idem]; foi ela quem apresentou Aristides Pereira a Amílcar Cabral quando este chega à Guiné no início dos anos 50;

(xiv) o rótulo de "desterrada política antifascista e comunista" (sic) acompanha-a por todos os locais por onde passa  mas isso nunca a impedirá de intervir politicamente e manter-se fiel às suas ideias;

(xv) morre sem chegar a ver a  independência, da Guiné-Bissau,  em data que não sabemos precisar, talvez no início da década de 70;

(xvi)  muito mais tarde, Luís Cabral terá reencontrado em Portugal o marido, o dr. Guerra, “que parecia estar sempre muito distante das actividades da esposa, [mas] era um grande patriota e democrata português que encorajava e apoiava essa actividade” [idem], com a filha mais nova Tafia;

(xvii) é autora de várias publicações  de natureza económica e científica, em Moçambique, outras: “Fruta de Moçambique” (1936), “Alguns frutos silvestres de Moçambique” (1938), “Alguns produtos exportáveis de Moçambique e os seus mercados externos” (1939);

(xviii) colaborou ainda  com o Centro de Estudos Culturais da Guiné Portuguesa:  vd.  GUERRA, Maria Sofia Pomba - Amendoim e palmeira do azeite : pilares económicos da Guiné portuguesa / Maria Sofia Pomba Guerra. In: Boletim cultural da Guiné portuguesa. - Vol. VII, nº25 (1952), p.9-83.
_____________

Fonte: Adapt.com a devida vénia, do blogue "Silêncios e Memórias", editado por  João Esteves > 12 de junho de 2015 > [0998.] Maria Sofia Carrajola Pomba Amaral da Guerra [I]

Vd. também a nota biográfica da autoria de historiador João Esteves com colaboração de Helena Pato, sendo a fotografia,  acima publicada, enviada ao João Esteves por uma das netas da biografada, Maria Leonor Guerra Rodrigues Eisman > Página do Facebook Antifascistas da Resistência.
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Nota do editor:

Último poste da série > 26 de junho de 2017 > Guiné 61/74 - P17512: (De) Caras (86): Francisco Augusto Regalla (1871-1937), médico militar: a história de uma família ou de um clã (Juvenal Amado / Manuel Coelho / Armando Tavares da Silva / Patrício Ribeiro / Ricardo Regalla Dias-Pinto)
          Guiné 61/74 - P17518: Antologia (76): "O Correio durante a guerra colonial", por José Aparício (cor inf ref, ex-cmdt da CART 1790, Madina do Boé, 1967/69)... Homenagem ao SPM - Serviço Postal Militar, criado em 1961 e extinto em 1981.   



Um aerograma expedido pelo nosso camarada Silvério Dias, na altura 2º srgt art, CART 1802, Nova Sintra, 1967/69, SPM 4618 [e depois 1º Srg Art, locutor do PFA, Bissau QG/CTIG, 1969/74], para a esposa, a residir em Carnide, Lisboa.

Os indicativos postais tinham 4 dígitos. No caso da Guiné, terminava sempre em 8 (oito).


Foto: © Silvério Dias (2014). Todos os direitos reservados [Edição e legendagem: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]


1.  Em agosto de 1961, foi aprovado o celebre "aerograma", considerado um impresso-carta, isento de porte e de sobretaxa aérea, e que era constituído por 1 folha de papel com o peso máximo de 3 gramas, dobrável em 2 ou 4 partes, mas de forma que as suas dimensões depois da dobragem não excedessem os limites máximos de 150 x 105 mms, e mínimos de 100x70 mms. Dele apenas podia constar o nome, posto, e número e o indicativo de SPM atribuído. 

Na Guiné, o aerograma era carinhosamente conhecido como "bate-estradas" ou "corta-capim".

No final da guerra, o Movimento Nacional Feminino, criado também em 1961, tal como o SPM, estava a imprimir e distribuir 32 milhões de aerogramas por ano. Durante os anos de guerra a expedição média diária foi de 10 toneladas de correio (!!!) para um total transportado de 21 mil toneladas (incluindo aerogramas, cartas, encomendas postais, valores declarados...).

 O SPM terá sido um dos serviços militares que melhor funcionou durante toda a guerra colonial... 

Achamos oportuno reproduzir aqui, nesta série antológica, um texto da autoria do cor inf ref José Aparício, de resto nosso camarada na Guiné, na qualidade de comandante operacional da CCAÇ 1790, a subunidade que retirou de Madina do Boé em 6/2/1969 e que, na travesssia do rio Corubal, em Cheche, perdeu 25 dos seus homens (Op Mabecos Bravios).

 José Aparício foi cmdt da PSP de Lisboa, a seguir ao 25 de Abril.


2.  O Correio durante a Guerra Colonial 

 por José Aparício  [cor inf ref, ex-cmdt CCAÇ 1790, Madina do Boé, 1967/69]

 [com a devida vénia ao portal Guerra Colonial 1961-74, da A25A - Associação 25 de Abril];  revisão e  fixação de texto: LG]


Com a deslocação para África de grandes efectivos militares a partir de 1961, as Forças Armadas Portuguesas foram confrontadas com a necessidade óbvia de fazer chegar "O Correio" a todos os locais onde estivessem estacionadas unidades militares. Naturalmente, a grande maioria das forças do exército encontrava-se dispersa no mato em grandes áreas, onde não havia estações dos correios normais, muitas vezes em locais isolados e inóspitos, alguns de muito difícil acesso.

 Do antecedente o Exército Português tinha a experiência vivida na Flandres durante a 1ª Grande Guerra, quando foi criado, aprovado, e posto em execução o "Regulamento do Serviço Postal do Corpo Expedicionário Português - CEP" que serviu as tropas portuguesas em França em 1917 e 1918.

No final dos anos 50 início da década de 60, houve necessidade de tornar operacional a Chefia do Serviço Postal da Divisão quando o Exército constituiu e tornou operacional a divisão "Nuno Álvares" integrada no SHAPE. O activar deste serviço nas grandes manobras que então ocorriam durante todo o mês de Setembro em Santa Margarida, e que envolviam cerca de 10,000 militares, aconteceu nas manobras de 1960.

Para exercer as funções de chefia desse serviço postal, o Estado Maior do Exército requisitou aos serviços dos Correios um seu funcionário qualificado que graduou em Capitão, e que desempenhou com toda a eficiência a sua missão. Terminadas as manobras este quadro dos CTT regressou à sua anterior situação.

 Quando em 23 de Junho de 1961 foi decidido criar um serviço de correios militar, o general Câmara Pina, Chefe do Estado Maior do Exército [CEME], requisitou de novo aos CTT o mesmo funcionário a quem, depois de graduar de novo em capitão, encarregou expressamente de organizar e pôr em funcionamento um Serviço Postal Militar no Ultramar. Nasceu assim o Serviço Postal Militar (SPM) tendo sido o seu primeiro responsável e Chefe do Serviço o capitão miliciano graduado Ernesto Lourenço Dias Tapadas, que até ao fim desenvolveu um trabalho notabilíssimo.

 Aproveitando a experiência adquirida pelo Exército português na 1ª Grande Guerra, adaptou o que achou por conveniente, percebeu rapidamente todo a problemática envolvente, e estabeleceu o seu plano de acção eliminando com muita habilidade e diplomacia todas as dificuldades que foram surgindo com os 2 colossos monopolistas, que eram os CTT Continentais e os CTTU do Ultramar, e também com os serviços de Alfândega metropolitanos e ultramarinos.

 A definição dos códigos de endereços foi a tarefa imediata a que a Chefia do SPM se dedicou e que se tornou determinante para o lançamento do serviço. Esses códigos eram constituídos por 4 dígitos, dos quais os primeiros 3 definiam a unidade militar, e o ultimo a província ultramarina. Assim, inicialmente o digito 1 correspondia à Índia, o 2 a S Tomé, o 3 a Macau, o 4 a Moçambique, o 5 a Timor, o 6 a Angola, o 7 a Cabo Verde, o 8 à Guiné, e o 9 à Metrópole.

 Devido ao cada vez maior número de unidades em Africa, o critério inicial teve de ser rapidamente alterado, e a atribuição dos IP (indicativos postais) passou a ser feita, pelo Estado Maior do Exército [EME] para as unidades mobilizadas no continente, e pelos respectivos Comandantes Militares nos diferentes territórios para as unidades ali organizadas, mantendo-se sempre o ultimo digito definidor do território de destino.

 Um problema entretanto surgido foi com os navios da Armada que quando saíam das suas localizações iniciais, e navegavam para outros territórios, e de e para a metrópole, recebiam a correspondência com atraso. Para resolver o problema, o 4º dígito 1, que inicialmente dizia respeito a Índia, passou a ser atribuído aos navios da Armada, em substituição dos dígitos recebidos inicialmente conforme os locais onde se encontravam Após algum tempo, a atribuição de todos os IP foi atribuída a Chefia do SPM.

Entretanto em Agosto de 1961, depois de difíceis e complicadas reuniões entre o Secretariado Geral da Defesa Nacional , a Administração Geral dos Correios, Telégrafos e Telefones (CTT) e os Correios Telégrafos e Telefones do Ultramar (CTTU), foi aprovado o celebre "aerograma", considerado um impresso-carta, isento de porte e de sobretaxa aérea, e que era constituído por 1 folha de papel com o peso máximo de 3 gramas, dobrável em 2 ou 4 partes, mas de forma que as suas dimensões depois da dobragem não excedessem os limites máximos de 150 x 105 mms, e mínimos de 100 x 70 mms.

 As regras estabelecidas para o endereço a colocar em toda a correspondência a enviar para as unidades expedicionárias obrigavam a que dele apenas constasse o nome, posto, e número e o indicativo de SPM atribuído.

A organização geral do SPM consistia numa Chefia em Lisboa, pelo menos uma Estação Postal Principal em cada território, e dentro destes tantas Estações Postais Secundárias quantas as que se revelaram necessárias face ao respectivo movimento postal, e ao número de PMC (Postos Militares de Correio), cada um destes apoiando até 2500 homens.

No fim da cadeia, havia em cada unidade um Encarregado da Delegação Postal da Unidade (EDPU) normalmente o(s) cabo(s) escriturário(s) da(s) unidade(s), que recebiam formação específica para essas funções.

 Em 21 de Julho de 1961 entrou em funcionamento em Luanda a Estação Postal Militar Principal nº 6, menos de um mês depois da criação do SPM! Quando se iniciaram as hostilidades na Guiné e em Moçambique já ali se encontrava completamente operacional o SPM.

 O SPM foi um serviço totalmente constituído por milicianos, nele tendo servido 202 oficiais e 504 sargentos. O seu quadro foi constituído inicialmente apenas por funcionários dos CTT e CTTU, graduados em oficiais e sargentos conforme a sua posição hierárquica nos seus serviços. A partir de 1966 o recrutamento passou a fazer-se entre oficiais e sargentos milicianos da metrópole a quem era dado um curso específico no Centro de Instrução do SPM no Forte do Bom Sucesso em Lisboa.

 O serviço prestado pelo SPM foi notável. Muito para além dos números impressionantes de milhões de aerogramas, cartas, encomendas, vales do correio e valores declarados, por eles tratados e enviados; durante os anos de guerra a expedição média diária foi de 10 toneladas de correio (!!!) para um total transportado de 21 mil toneladas. É que nunca falhou, mesmo nos locais mais perigosos, difíceis e isolados, e os prazos médios entre a expedição e a recepção eram mínimos.

 Só quem ali viveu esses tempos pode testemunhar o alvoroço e a alegria da chegada do correio, o conforto e ajuda que todos sentíamos pelas noticias da família e dos amigos.

 O SPM foi extinto em 10 de Julho de 1981, cessando toda a sua actividade em 31 de Dezembro de 1981. Com a discrição com que iniciaram os seus trabalhos, assim os terminaram, como se nada de especial tivessem feito, naturalmente sem reconhecimento público assinalável. O SPM que escolheu como divisa do seu guião "A vida por uma mensagem", bem a honrou até ao fim.

 Ao Capitão Miliciano Ernesto Tapadas, e a todos os que integraram o SPM durante toda a sua existência, é devida uma enorme gratidão por milhões de portugueses; por todos os que, de 1961 a 1975, serviram na Índia, em África, em Macau e em Timor, e também por todas as suas famílias que em Portugal mitigavam as saudades e as suas angústias com as noticias dos seus filhos tão longe. Os que estiveram na guerra nunca os esquecem!
 _______

 Nota do autor:

 A informação relevante acima descrita foi retirada de: BARREIROS, Eduardo ; BARREIROS, Luís - História do serviço postal militar. [Lisboa] : E. Barreiros, D.L. 2004. 460 p. : il. ; 30 cm. Ed. bilingue em português e inglês. Bibliografia, p. 458-460. ISBN 972-9119-65-1

 _______

 Nota do editor:

 Último poste da série > 5 de novembro de 2011 > Guiné 63/74 - P9000: Antologia (75): Tarrafo, crónica de guerra, de Armor Pires Mota, 1ª ed, 1965 (8): Ilha do Como, 15 de Março de 1964: E Deus desceu à guerra para a paz (Último episódio)...

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          W2M reúne a más de 700 agentes de viajes   

World2Meet ha reunido a más de 700 agentes de viajes para presentar el nuevo folleto conjunto entre W2M PRO e Iberostar Hoteles. Las presentaciones han sido seis ciudades.


En concreto, los eventos han tenido lugar en Las Palmas, Tenerife, Madrid, Sevilla, Bilbao y Valencia. El nuevo folleto es una actualización de la oferta hotelera de Iberostar en destinos de España, Mediterráneo, Hungría, Bulgaria, Caribe, Brasil y Cabo Verde, incluyendo nuevas incorporaciones y los hoteles que han sido recientemente reformados.

Fundada en 2008 como NT incoming y New Travelers, W2M World2Meet es 100% propiedad del grupo Ibeerostar. W2M es un proveedor global de servicios que ofrece alojamiento, traslados, excursiones, circuitos y servicios de handling. Sus principales clientes son turoperadores, OTA, bancos de camas y agencias de viajes.


          Daily Weather Briefing for Sunday, July 2, 2017   



LOCAL NEWS

Passing thunderstorms knocked out power to about 200 Duke Energy customers in Macon County last night. Service was restored around midnight to most of them.

After the storms passed residents of Franklin observed a rainbow as the sun peaked out of the clouds before setting. Here is a video taken by Exploring Appalachia.



Many others also saw the rainbow and posted their photos on Macon Media's Facebook weather page. [LINK]


LOCAL OUTLOOK

High pressure centered over the western Atlantic and a broad upper-level trough will remain over the eastern part of the nation for a few more days. A weak cold front will linger over our region early this week, helping to generate showers and storms. Another upper-level disturbance will approach our area later in the week, further enhancing the coverage of showers and storms at that time.

WEATHER SPONSOR


Adams Products, a Division of Oldcastle is underwriting the daily weather briefing and public safety updates for the month.  They have all your masonry products (block, mortars, tools), plus feature Belgrade Pavers and Sakrete Products.  Open 7:30 AM to 4:00 PM, M-F, located at 895 Hickory Knoll Road, Franklin, NC.  

Visit their Facebook page at: https://www.facebook.com/Adams.Oldcastle.Franklin.NC/

Their phone number is 828.524.8545, all are welcome, let them help you with your next project.  


Weather Almanac for July 2nd (1872-2016)

Record weather events for this date in Macon County

Highest Temperature 99°F at the Coweeta Experimental Station in 2012
Lowest Temperature 40°F at the Coweeta Experimental Station in 2008
Greatest Rainfall 3.00 inches in Franklin in 2003

Record weather events for July in Macon County

Highest Temperature 101°F in Franklin in 1952
Lowest Temperature 34°F in Highlands in 1911
Greatest Rainfall 21.15 inches in Highlands in 1879


THREE DAY OUTLOOK




TODAY

Patchy fog in the morning. Partly sunny with increasing clouds. Calm winds early, then from the northwest in the afternoon. Highs will be in the mid-80s. 40% chance of showers and thunderstorms with rainfall amounts between a tenth and a quarter of an inch expected. Locations that see thunderstorms will receive more. Rain chances will increase during the day with the greatest chance afternoon and be peaking around 5 pm.

TONIGHT

Mostly cloudy with lows in the mid-60s and calm winds. 40% chance of showers and thunderstorms with rainfall amounts between a tenth and a quarter of an inch expected. Locations that see thunderstorms will receive more.



MONDAY

Partly sunny with highs in the mid-80s and calm winds. 50% chance of showers and thunderstorms, mainly after 10 am.

MONDAY NIGHT

Mostly cloudy with lows near the mid-60s and calm winds.



INDEPENDENCE DAY

Partly sunny with highs in the mid-80s. 50% chance of showers and thunderstorms.

INDEPENDENCE DAY NIGHT

Mostly cloudy with lows in the mid-60s.


HAZARDS

No hazardous weather expected.

As always, you can check to see what advisories, watches, and warnings are in effect for Macon County by visiting http://is.gd/MACONWARN



TROPICAL WEATHER OUTLOOK

Tropical Weather Outlook
NWS National Hurricane Center Miami FL
200 AM EDT Sun Jul 2 2017

For the North Atlantic...Caribbean Sea and the Gulf of Mexico:

1. A tropical wave located about 550 miles west-southwest of the Cabo Verde Islands is producing a large area of cloudiness and showers. Environmental conditions are expected to be conducive for some gradual development of this system during the next several days while it moves generally westward at about 10 mph.

* Formation chance through 48 hours...low...10 percent.
* Formation chance through 5 days...medium...40 percent.


MACON CALENDAR

If you have an event you wish to be added to this calendar, please send the information, along with a flyer in pdf format or a high-quality photo, to editor@maconmedia.com
There is no charge for civic, educational or non-profit groups, except for groups or events that receive funding from the TDA, TDC, and EDC, where full rates apply.



National Alliance on Mental Illness
Appalachian South

Meets each Thursday at 7pm
The First Methodist Church Outreach Center
at the intersection of Harrison Ave. and West Main Street
(directly across from Lazy Hiker Brewery)

Come join our weekly support group for anyone suffering from mental illness and their family or friends. This includes Depression, Bipolar,8chizophrenia, PTSD, Substance Abuse, Etc.

Here you will find:
— others living with mental health challenges YOU ARE NOT ALONE
- learn coping skills and ?find hope in shared experience
- help learning how to break down stigma and guilt surrounding mental health
- how to live life with the expectation of a better a better future

Kay (706)970-9987 Denise (828)347-5000)

SYRINGE EXCHANGE PROGRAM

On January 1, 2017, the Syringe Exchange Program of Franklin began operating a comprehensive harm reduction program to address the opioid epidemic that is impacting western NC. Opioid overdose reversal kits including naloxone are available free of charge. If you have any questions about our services or if you know someone interested in volunteering, please contact Stephanie Almeida at 828-475-1920.



Astronomy

Twilight Begins: 5:53 am
Sunrise: 6:23 am
Sunset 8:51 pm
Twilight Ends: 9:21 pm


Moon Phase: Waxing Gibbous with 63% of the Moon's visible disk illuminated.

Moonset 2:13 a.m
Moonrise 3:13 p.m.



The Naval Observatory website is down, so here is a graphic from Moon Giant.


Evening Events and Planets

Chart shows sky at 10:30 pm tonight




Morning Events and Planets

Chart shows sky at 4 am tomorrow morning



Sky Guides for this week

Sky and Telescope Magazine 
Astronomy Magazine


Earth Sky has an article on the eclipses of 2017. [LINK]

Heavens Above has an Android App that will assist you in observing the sky and even has a satellite tracker that will let you know when the International Space Station and dozens of other satellites are overhead. [LINK]

Stellarium is also an app that will assist you in observing the sky. It is available in both Android [LINK] and iOS versions. [LINK]

CROWD FUNDING OR DAY SPONSORSHIP OPPORTUNITIES

If you receive value from what Macon Media provides to the community, please consider becoming a supporter and contribute at least a dollar a month.

If you have a business or event you are interested in sponsorship opportunities or underwriting coverage, send an email to editor@MaconMedia.com for more information. Serious inquiries only.

Thank You to the people who have been sending in donations and those businesses who are underwriting coverage of news and events. You have kept Macon Media online. You have made it possible for Macon Media to begin purchasing state of the art equipment and begin work on building a real website with features not employed by any local news outlets.

You can find out more information on how to do that and some of what I plan to accomplish if I reach certain levels of funding at https://www.patreon.com/MaconMedia


Published at 4:48 am on July 2, 2017

#WNCscan #MaconWx #MaconSafety

Data and information sources: Sources (except where otherwise credited): heavens-above.com, Ian Webster's Github, National Centers for Environmental Prediction, The National Weather Service, National Oceanic Atmospheric Administration, Penn State University Electronic Wall Map, The State Climate Office of North Carolina, Storm Prediction Center, U.S. Naval Observatory, and the Weather Prediction Center. 


          Cabo Verde: Economia cresceu 3,6 por cento no primeiro trimestre   
A economia cabo-verdiana cresceu 3,6% no primeiro trimestre deste ano, menos que os 4,7% do trimestre homólogo e dos 3,8% do último trimestre de 2016, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INECV). Segundo o INECV, a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2017 ficou a dever-se ao comportamento […]
          Cabo Verde: Banco Mundial aprova reforço de 23 ME para reforma dos transportes   
O Banco Mundial aprovou um reforço de 23 milhões de euros ao financiamento do projeto de reforma do setor dos transportes em Cabo Verde, iniciado em 2013, e alargou para 2020 a data prevista de conclusão. O crédito adicional prevê uma verba de cerca de 15 milhões de euros para a reabilitação e manutenção de […]